PROCURANDO POR ALGO?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Nicole's Baby Kicking - The Belly View - Unbelievable

giving birth - LIVE

 
NÃO É O QUE VC ESTÁ PENSANDO

LINDA NOITE!!


♥LINDA NOITE♥

Sonhar é bom,
mas buscar a realização
dos
sonhos é ainda melhor...
Sonhe sempre alto
mas não se esqueça,
de que é
com
pequenas ações
que se chega a
grandes realizações.

♥Cantinho Bellas Mensagens♥

SABEDORIA MILENAR




*Gafanhoto pergunta para o Mestre:*****
*"AMADO MESTRE, PORQUE ANTES DO SEXO CADA UM AJUDA O OUTRO A FICAR NU E DEPOIS DO SEXO CADA UM SE VESTE SOZINHO?"*****
*O Mestre, com toda sua sabedoria, responde:*****
*"PEQUENO GAFANHOTO, NA VIDA NINGUÉM TE AJUDA DEPOIS QUE VOCÊ ESTÁ FODIDO" *
****

LISTA DE DESEJOS FEMININOS..

 Imagem que peguei de um orkut de uma amiga

*Lista Original* 

Eu quero um homem que...
1. Seja lindo,
2. Encantador,
3. Financeiramente estável,
4. Um bom ouvinte,
5. Divertido,
6. Em boa forma física,
7. Se vista bem,
8. Aprecie as coisas mais finas,
9. Faça muitas surpresas agradáveis,
10. Seja um amante criativo e romântico.
*
Lista Revisada aos 32 Anos* 

Eu quero um homem que....
1. Seja bonitinho,
2. Abra a porta do carro
3 Tenha dinheiro suficiente para jantar fora com certa frequência
4.. Ouça mais do que fale,
5. Ria das minhas piadas,
6. Carregue as sacolas do mercado com facilidade,
7. Tenha no mínimo uma gravata,
8. Lembre de aniversários e datas especiais,
9. Procure romance pelo menos uma vez por semana.
*
Lista Revisada aos 42 Anos* 

Eu quero um homem que...
1. Não seja muito feio,
2. Espere eu me sentar no carro antes de começar a acelerar,
3. Tenha um emprego fixo
4. Balance a cabeça enquanto eu falo,
5. Esteja em forma ao menos para mudar a mobília de lugar,
6. Use camisetas que cubram sua barriga,
7. Não compre cidra achando que é champagne,
8. Se lembre de abaixar a tampa da privada (já tá bom, né? Esquece o
Romance...)
*
Lista Revisada aos 52 Anos* 

Eu quero um homem que...
1. Corte os pelos do nariz e das orelhas,
2. Não coce o saco nem cuspa em público,
3. Não sustente as irmãs, nem as filhas do primeiro casamento
4. Não balance a cabeça até dormir enquanto eu estou reclamando,
5. Não conte a mesma piada o tempo todo.
*
Lista Revisada aos 62 Anos* 

Eu quero um homem que...
1. Não assuste as crianças pequenas,
2.. Ronque bem baixinho quando dorme,
3. Esteja em forma suficiente para ficar de pé sozinho,
4. Use cueca e meias limpas
*
Lista Revisada aos 72 Anos* 

Eu quero um homem que...
1.. Respire,
2. Lembre onde deixou seus dentes
*
Lista Revisada aos 88 Anos* 

Eu quero um homem que...
... O que é um homem, mesmo ???

ÓCULOS PORTUGUÊS

*Um Português estava em Tókio onde comprou um par de óculos cheios de tecnologia que mostrava todas as mulheres peladas.
Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres peladas, ele se encanta.
Põe os óculos.... Peladas!
Tira os óculos... Vestidas!
Que maravilha! Ai Jesus!!!!!!
E assim foi Manoel para Portugal, louco para mostrar a novidade para a mulher (Maria).
No avião, se sente o máximo vendo as aeromoças todas peladas.
Quando chega a casa, já coloca os óculos para pegar Maria pelada.
Abre a porta e vê Maria e o Compadre no sofá pelados.
Tira os óculos... Pelados!
Põe os óculos... Pelados!
Tira... Pelados!
Põe..... Pelados!
E Manuel diz:
-'Puta que pariu! Essa merda já quebrou!'

*

Posições na cama que dão prazer

*EXCELENTES POSIÇÕES... RELAXAM E DÃO PRAZER!* 

Posições na cama... 

*Abriu por causa do titulo né?
Então divirta-se !*
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**
**********


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ALGUMAS DO "JOÃOZINHO"

***Procurando o rato*** 

O Joãozinho entra no quarto e flagra seu pai colocando uma camisinha.
Seu pai muito embaraçado, tenta esconder a sua ereção e a camisinha, abaixando-se para olhar embaixo da cama.
Joãozinho diz:
O que você está fazendo, papai?
O pai responde:
Eu acho que eu vi um rato enorme embaixo da cama!
Joãozinho retruca:
E o que você vai fazer, comer o c.. dele??!!!****
-------------------------------------
***A cueca do pai*** 

A professora pede ao Joãozinho:
- Diga três coisas de chupar!
- Picolé.
- Tá bem. Mais uma.
- Pirulito.
- Muito bom, agora diga a última!
- Cueca , professora.
- Errado! Cueca não é de chupar!
- Claro que é! Ainda ontem ouvi minha mãe dizendo para o meu pai 'Tira a
cueca que eu quero chupar!'
-------------------------------------
***A Compra da Caixa de Supositórios*** 

Joãozinho vai à farmácia.
- Seu Joaquim, me dê uma caixa de supositórios.
Distraído, o menino pega a caixa e vai saindo da farmácia sem entregar o
dinheiro.
- É pra por na conta de sua mãe? - grita-lhe o farmacêutico.
- Não, é prá por no c.. do meu pai!
------------------------------------
***Aula de Religião*** 

Na aula de religião, a freira pergunta aos meninos e meninas da turma:
- Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
Uma menina levanta o braço e diz:
- As mãos, irmã.
- E por quê?
- Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.
Nisto, Joãozinho pede licença à professora e contesta:
- Não são as mãos não! São os pés!
- Os pés, Joãozinho? E por quê? - pergunta a freira.
- Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais.. A minha mãe estava com
ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava: 'Meu Deus, meu Deus,
estou indo... Estou indo'... Ainda bem que o meu pai estava em cima dela,
segurando, porque senão ela ia mesmo...
------------------------------------
***Origem Hortifrutigranjeira***

O Joãozinho pergunta ao pai como ele e sua irmã nasceram.
- Ah! Eu encontrei você dentro de um repolho e sua irmã dentro de um pé de alface!
Na mesma noite, Joãozinho passa pelo quarto dos pais e pega os dois em pleno ato. Ele dá uma piscadinha para o pai e diz:
- Aí, velhão! Cuidando da horta, hein!
------------------------------------- ****
***Homenageando a professora*** 

A professora (muito gostosa) entra no banheiro atrás do Joãozinho, e pega o menino com a mão na massa (é isso mesmo)... então ela diz a ele:
Joãozinho!! O que que é isso menino?
E ele diz: PUTA MERDA, PROFESSORA, QUE SUSTO!!! A senhora não morre tão cedo...****

Nova lei da calcinha e da cueca

Nova lei da calcinha e da cueca... 


A Câmara aprovou projeto, já autorizado pelo Senado, que obriga os fabricantes de calcinhas, cuecas e sutiãs a usar etiquetas com advertência sobre a importância de exames preventivos de câncer de colo de útero, próstata e mama.
Agora roupas íntimas serão vendidas no país com etiquetas alertando para a necessidade de exames contra o câncer de mama, de colo de útero e de próstata.

As verdades que os HOMENS contam – Sinceridade kkkkkkkkkkkk


- Nossa, Zé Augusto, você viu o que a Roberta falou?
- O que foi, Paula?
- Você lembra o que ela disse na hora em que eu perguntei o que ela achou da
minha roupa?
- Não, Paula, não me lembro.
- Ai, você também nunca presta atenção nas coisas!
- E por que eu deveria prestar atenção nisso, Paula?
- Porque você é meu marido, oras!
- Tá bom, me diz então o resultado de XV de Jaú x MotoClube de ontem.
- Você sabe que eu detesto futebol, Zé Augusto!
- Você também nunca presta atenção nas coisas, Paula!
- Tá bom, engraçadinho, já entendi. Mas sabe o que ela disse?
- Não, Paula, eu não sei.
- Ela disse que a roupa poderia ter ficado melhor!
- Bobagem, Paula, isso é inveja dela.
- Não é inveja, Zé Augusto! Ela me chamou de gorda, eu tenho certeza!
- Que nada, amor. Duvido que tenha sido isso.
- Ah é? Então o que você acha que foi?
- Não sei, Paula, Por que você não pergunta a ela?
- Porque ela vai mentir, eu tenho certeza. Ela é mentirosa! Eu sei que ela é
e já disse isso, você sabe que eu sou sincera.
- Então se ela é mentirosa a roupa não poderia ter ficado melhor.
- Ai, Zé Augusto, para de me sacanear!
- Eu não tô te sacaneando, ô criatura!
- Ai meu Deus, eu devo estar gorda mesmo, só pode! Odeio quando as pessoas
não são sinceras, ficam te enrolando e não dizem logo a verdade na sua cara.
E aí chega aquele momento de terror para todo homem. É a única hora em que
nenhum homem sabe como reagir, o que fazer, ou como responder:
- Amor…
- Oi, Paula, diga.
- Eu tô gorda?
A chave aqui é o tempo de resposta e a firmeza na sua voz. Poucos segundos
pensando e tudo irá por água abaixo. O silêncio é o seu inimigo. Tal qual um
pistoleiro no velho oeste, seja rápido no gatilho, minta se for preciso e
mude de assunto rapidamente, sempre encerrando a conversa com um elogio:
- Claro que não, Paula! Você está ótima! Você é linda. Cê viu o lance lá do
Steve Jobs?
- Você tem certeza que eu não tô gorda, Zé Augusto?
- Tenho, Paula, claro que tenho.
- E se eu ficar gorda, você vai deixar de me amar?
- Claro que não, Paula, você é o amor da minha vida. Minha vida orbita em
torno de você.
- Como assim orbita em torno de mim, Zé Augusto? Você tá dizendo que eu sou
gorda, do tamanho de um planeta?
- Claro que não, Paula! Você tá viajando, tá vendo muito Discovery Channel!
Você é meu docinho de coco;
- Tá vendo? Eu sabia! Doce de coco! Engorda! Eu sou uma gorda! Você me acha
gorda!
- Para com isso, Paula! Não foi o que eu quis dizer! Eu quis dizer que sem
você eu fico perdido, viajando na maionese!
- Maionese? Maionese tem gordura trans, Zé Augusto!
- Ai meu Deus, que saco.
- Tá vendo? Eu sou uma gorda e você vai me deixar!
- Tá bom, Paula, vou te dizer o que eu acho. Eu acho que você tá gorda sim,
eu acho que aquela roupa ficou apertada demais e que você não tem mais idade
pra se vestir daquele jeito. Tá bom assim?
- Ai, Zé Augusto, você e essa sua mania chata de sinceridade.

O CORNO E O GOZADOR

Toda tarde, quando saía do trabalho e ia para o ponto de ônibus, Nélio via um desconhecido passar de carro e gritar:
- Aê, corno manso!
Depois de uma semana escutando tais desaforos, ele ficou desconfiado e foi pedir explicações à mulher:
- Não se preocupe, meu bem - tranqüilizou ela - Deve ser algum desocupado que faz isso em todo ponto de ônibus!
No dia seguinte, Nélio vai para o ponto e espera por seu ônibus normalmente, até que o mesmo sujeito passa gritando:
- Aê, corno manso! Além de corno é fofoqueiro!* 

Presta atenção na aula vagabundo!

COMO CHEGAR ATRASADO NA AULA

Se seu filho fosse HETEROSSEXUAL... o que você faria??



Se seu filho fosse HETEROSSEXUAL... o que você faria??

Não sabe, não opina, PORRA!!!!

VAMOS RIR?

Piadinhas Rápidas… 

   - *Ou é uma ou outra!* 

Um meninão, madurão, na faixa dos 60 anos de idade, sai com aquela gata escultural de 25 anos e a leva a um restaurante 5 estrelas, depois a uma danceteria, também de primeira, e acabam no melhor motel da cidade, um
duplex com piscina, hidro e solarium.
Ele já tinha dado a ela antes, claro, um lindo anel de ouro com diamantes, e um vestido de grife.
Após mais umazinha* (viva a pílula azul!)*,  dando um tapa no whisky 12 anos, ela pergunta:
- Benzinho, eu estou saindo muito cara prá você?
E ele responde na hora:
- Meu amor, na minha idade não tem jeito: *ou é cara ou é coroa!!!!* 

   - *A Sorte sempre vem acompanhada!* 

A mulher estava do outro lado da rua, fofocando com uma amiga e o marido em casa, conferindo a mega sena.
Quando viu que tinha acertado as seis dezenas enlouqueceu e começou a gritar:
- Jurema, Jurema!!!!!!! Ganhei, ganhei na mega-sena!!!!
A mulher atravessa a rua como louca, vem um ônibus e mata a coitada. O marido fala:
*- Puta que pariu, quando o cara tá com sorte, tá com sorte mesmo!!!* 

   - *Problemas de Saúde* 

Encontram-se dois amigos. Um diz pro outro:
- Você está com aspecto horrível! Você está doente?
- Sim, estive no médico e ele diagnosticou deslocamento de órgão.
- Deslocamento de órgão? Nunca escutei falar. O que é isso?
*- Meu fígado foi pro escambau!* 

 Minha amiga Odete, sempre bela

HOJE 7 DE SETEMBRO, LANÇAMENTO DA NOVA E VERDADEIRA BANDEIRA BRASILEIRA


 http://betocritica.blogspot.com/

 

PLAYBOY DO MÊS DE SETEMBRO/2011

Fotos - Playboy Setembro/2011 - Adriana BBB
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UM ABENÇOADO...

UM ABENÇOADO FERIADO A TODOS NOS.!

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Independência do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Independência do Brasil
Independência ou Morte!, de Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
Outros nomes Proclamação da Independência
Participantes Dom Pedro de Alcântara
José Bonifácio
Maria Leopoldina de Áustria
Localização Riacho do Ipiranga, São Paulo, Brasil
Data 7 de setembro de 1822 (189 anos)
Resultado Separação política entre Brasil Colônia e Portugal e instituição do Império do Brasil.
Denomina-se independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe-regente D. Pedro de Alcântara bradou perante a sua comitiva: "Independência ou Morte!". Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias.
A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência à transferência da corte portuguesa para o Brasil, no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.

Índice

[esconder]

A transferência da corte portuguesa para o Brasil (1807-1821)

História do Brasil
Coat of arms of Brazil.svg
Eleições
Regionais
Generalidades
A partir de 15 de julho de 1799, o Príncipe do Brasil, D. João de Bragança, tornou-se Príncipe-regente de Portugal, pois sua mãe, a Rainha D. Maria I, foi declarada louca pelos médicos. Os acontecimentos na Europa, onde Napoleão Bonaparte se afirmava, sucederam-se com velocidade crescente.
Desde 1801 que se considerava a ideia da transferência da corte portuguesa para o Brasil. As facções no governo português, entretanto, se dividiam:
  • a facção anglófila, partidária de uma política de preservação do Império Colonial Português e do próprio Reino, através do mar, apoiados na antiga aliança Luso-Britânica; e
  • a facção francófila, que considerava que a neutralidade só poderia ser obtida através de uma política de aproximação com a França.
Ambas eram apoiadas pelas lojas maçônicas quer de origem inglesa, quer de origem francesa. Considere-se ainda que as ideias iluministas francesas circulavam clandestinamente em livros, cada vez mais abundantes.
A decretação do Bloqueio Continental em Berlim (1806) tornou mais difícil a neutralidade Portuguesa. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau dividiu arbitrariamente Portugal em três reinos. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot, antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que D. João pactuou com a Grã-Bretanha a transferência do governo para o Rio de Janeiro, sob a proteção dos últimos.
Com a invasão francesa de Portugal em progresso, a 29 de novembro de 1807 iniciou-se a viagem da Família Real e da Corte Portuguesa. Dezoito navios de guerra portugueses e treze ingleses escoltaram mais de vinte e cinco navios mercantes de Lisboa até à costa do Brasil. A bordo seguiam mais de quinze mil portugueses. O Reino ficava a ser governado por uma Junta de Regência que Junot logo dissolveu.
Com a presença da Família Real Portuguesa no Brasil a partir de 1808, registrou-se o que alguns historiadores brasileiros denominam de "inversão metropolitana", ou seja, o aparelho de Estado Português passou a operar a partir do Brasil, que desse modo deixou de ser uma "colônia" e assumiu efetivamente as funções de metrópole.

A Revolução liberal do Porto (1820)

O passo seguinte, que conduziu à independência do Brasil, ocorreu com a eclosão da Revolução liberal do Porto (24 de agosto de 1820), que impôs o regresso de D. João VI a seu país, visando forçar o retorno do chamado Pacto Colonial. A notícia do movimento chegou ao Rio de Janeiro em 12 de outubro, causando intensa comoção.

Reflexos no Pará

As Cortes portuguesas em 1822.
O movimento liberal do Porto já havia sido acolhido com entusiasmo na Ilha da Madeira e no arquipélago dos Açores quando a notícia chegou, a 1 de dezembro, a Belém do Pará. Como a província estava entregue a uma Junta interina, essa circunstância facilitou um pronunciamento de apoio entusiástico à causa constitucional. A bordo da mesma embarcação que trouxe a notícia, as Novas Amazonas, veio o estudante Filipe Patroni, que desafrontado e ardente, "logo alcançou o concurso dos chefes militares, coronéis João Pereira Vilaça e Francisco José Rodrigues Barata"[carece de fontes]. Este último, no dia 1 de janeiro de 1821, em nome do povo e da tropa proclamou a Constituição que iria ser elaborada pelas Cortes portuguesas. Desse modo, foi eleita por aclamação uma Junta Constitucional provisória de nove membros, dando-se comunicação ao Rio de Janeiro. Filipe Patroni e Domingos Simões Cunha foram eleitos procuradores da província e encarregados de representar, perante as Cortes e a Junta Suprema, os interesses da Província do Pará.[carece de fontes]

Reflexos na Província da Bahia

Incitada por Cipriano José Barata de Almeida e José Lino Coutinho, um levante registrou-se na Bahia a 21 de fevereiro de 1821. O Governador da Província, o conde da Palma, ordenou ao marechal Felisberto Caldeira Brant Pontes, inspetor das tropas, que reunisse as tropas fiéis. Desse modo, enfrentou os rebeldes com apenas cento e sessenta homens, pois a maior parte da tropa o abandonara. Não houve meio de os demover de constituir na Bahia uma Junta Constitucional Provisória, a exemplo de Belém, pela qual se manifestasse completa obediência às Cortes de Lisboa, jurando-se desde logo a Constituição. Palma cedeu, propondo ele mesmo os nomes das pessoas que formariam a Junta. E a Junta foi mais longe, dirigindo-se a Lisboa como se tal governo fosse já o único legítimo da monarquia e pedindo tropas portuguesas. Foram-lhe enviados 1.184 homens, a chamada Legião Constitucional Lusitana. A Junta nomeou ainda o marechal Luís Paulino de Oliveira Pinto de França para o cargo de Governador das Armas e o coronel Inácio Luís Madeira de Melo para o de inspetor das tropas, uma vez que Caldeira Brant acompanhara o conde da Palma ao Rio de Janeiro.

Reflexos na Província de Pernambuco

O governador da Província de Pernambuco, Luís do Rego Barreto, tinha um cenário difícil desde a Revolução de 1817, pois a terra ainda gemia com o "depravado e estúrdio despotismo", como refere Rocha Pombo em sua História do Brasil. Animado com as mensagens de Lisboa e a convite da Junta da Bahia, mas temeroso de desaforos, conservou toda a plenitude da autoridade e dirigiu um manifesto ao povo, expondo as bases da Constituição que iria ser promulgada e convocando eleitores de todas as paróquias. Os pernambucanos receberam com desconfiança as promessas e votaram com independência, elegendo as pessoas que lhes pareceram mais dignas, as quais "quase todas pertenciam mais ou menos ostensivamente aos vencidos de 1817".
A 29 de agosto de 1821 nomeou-se por aclamação uma Junta Provisional Temporária em Goiana, para contrabalançar outra, do partido português, em Recife. Mesmo pedindo reforços à Paraíba, Rego Barreto foi cercado, assinando a capitulação a 5 de outubro, junto à povoação do Beberibe.

Reflexos na Província da Paraíba

A vitória dos pernambucanos ecoou na vizinha Paraíba, onde a 25 de outubro foi eleita uma Junta Governativa para administrar a província em nome da Constituição portuguesa.

Reflexos na Província do Maranhão

A província do Maranhão era governada desde 1819 pelo marechal Bernardo da Silveira Pinto da Fonseca. Este, sem poder deixar de admitir a autoridade de um Conselho Consultivo, conseguiu transformar em farsa a eleição da Junta no dia 13 de abril, sendo ele próprio proclamado Governador provisório. Mandou, em seguida, deportar diversos patriotas, procedendo à eleição de dois deputados às Cortes de Lisboa. Posteriormente, no dia 15 de fevereiro de 1822 foi eleita uma Junta Provisória e o marechal embarcou de volta para Portugal.

A partida da família real

Pressionado pelo triunfo da revolução constitucionalista, o soberano retornou com a família real para Portugal, deixando como príncipe regente no Brasil o seu primogênito, D. Pedro de Alcântara.

As divergências

Não se pode compreender o processo de independência sem pensar no projeto recolonizador das Cortes portuguesas, a verdadeira origem da definição dos diversos grupos no Brasil. Embora o rompimento político com Portugal fosse o desejo da maioria dos brasileiros, havia muitas divergências. No movimento emancipacionista havia grupos sociais distintos: a aristocracia rural do Sudeste brasileiro, as camadas populares urbanas liberais radicais, e, por fim, a aristocracia rural do Norte e Nordeste, que defendiam o federalismo e até o separatismo.
A aristocracia rural do Sudeste, a mais poderosa, era conservadora, lutando pela independência, defendendo a unidade territorial, a escravidão e seus privilégios de classe. Os liberais radicais queriam a independência e a democratização da sociedade, mas seus chefes, Joaquim Gonçalves Ledo e José Clemente Pereira, permaneceram atrelados à aristocracia rural, sem revelar vocação revolucionária. A aristocracia rural do norte e nordeste enfrentava a forte resistência dos comerciantes e militares portugueses, Josué fortes no Pará, Maranhão e Bahia. Além disso, desconfiavam da política centralizadora de José Bonifácio.
O partido português no Brasil chamado por vezes de "os pés de chumbo", estava do lado das Cortes; o partido brasileiro e os liberais radicais eram contra elas, mas divergiam quanto aos objetivos. Para o partido brasileiro, o ideal era a criação de uma monarquia dual (Brasil e Portugal) para preservar a autonomia administrativa e a liberdade de comércio. Mas a intransigência das Cortes Portuguesas, que nada tinham de liberais, fez o partido inclinar-se pela emancipação, sem alterar a ordem social vigente e os seus privilégios adquiridos. Já os liberais radicais formavam um agrupamento quase revolucionário, bem próximo das camadas populares urbanas, sendo alguns de seus membros republicanos. No conjunto, tratava-se do grupo mais receptivo às mudanças mais profundas e democráticas da sociedade.
A concretização das aspirações de cada um desses agrupamentos era distinta. Os grandes proprietários rurais ligados ao partido brasileiro dispunham dos meios efetivos para a realização de seus objetivos. O anseio por um comércio livre de entraves mercantilistas encontrava apoio em forças internacionais, lideradas pela burguesia britânica. A sólida base econômica e social escravista garantia ainda os recursos materiais para resistir com êxito à provável ameaça recolonizadora de Lisboa.
Na disputa contra os conservadores, os radicais cometeram o erro de reduzir a questão à luta pela influência sobre o Príncipe Regente. Era inevitável que este preferisse os conservadores. Ademais, os conservadores encontraram em José Bonifácio de Andrada e Silva um líder bem preparado para dar à independência a forma que convinha às camadas dominantes.

O "Fico" e o "Cumpra-se"

José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência.
A situação do Brasil permaneceu indefinida durante o ano de 1821. Em 9 de dezembro, chegaram ao Rio de Janeiro os decretos das Cortes que determinavam a abolição da Regência e o imediato retorno de D. Pedro de Alcântara a Portugal, a obediência das províncias a Lisboa (e não mais ao Rio de Janeiro), a extinção dos tribunais do Rio de Janeiro. O Príncipe Regente começou a fazer os preparativos para o seu regresso, mas estava instaurada uma enorme inquietação. O partido brasileiro ficou alarmado com a recolonização e com a possibilidade de uma explosão revolucionária. A nova conjuntura favoreceu a polarização: de um lado o partido português e do outro, o partido brasileiro com os liberais radicais, que passaram a agir pela independência.
Sondado, o Príncipe Regente mostrou-se receptivo. Foram então enviados emissários às Províncias de Minas Gerais e de São Paulo para obter a adesão à causa emancipacionista, com resultados positivos.
A decisão do príncipe de desafiar as Cortes decorreu de um amplo movimento, no qual se destacou José Bonifácio. Membro do governo provisório de São Paulo, escrevera em 24 de dezembro de 1821 uma carta a D. Pedro, na qual criticava a decisão das Cortes de Lisboa e chamava a atenção para o papel reservado ao Príncipe na crise. D. Pedro divulgou a carta, publicada na Gazeta do Rio de Janeiro de 8 de janeiro de 1822 com grande repercussão. Dez dias depois, chegou ao Rio uma comitiva paulista, integrada pelo próprio José Bonifácio, para entregar ao Príncipe a representação paulista. No mesmo dia, D. Pedro nomeou José Bonifácio ministro do Reino e dos Estrangeiros, cargo de forte significado simbólico: pela primeira vez na História o cargo era ocupado por um brasileiro.
No Rio de Janeiro também havia sido elaborada uma representação (com coleta de assinaturas) em que se pedia a permanência de D. Pedro de Alcântara no Brasil. O documento foi entregue ao Príncipe a 9 de janeiro de 1822 pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro. Em resposta, o Príncipe Regente decidiu desobedecer às ordens das Cortes e permanecer no Brasil, pronunciando a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Digam ao povo que fico!". O episódio tornou-se conhecido como "Dia do Fico".
D. Pedro ganhou forte apoio popular com a decisão do "Fico". Para resistir às ameaças de recolonização foi decretada, em 16 de fevereiro de 1822, a convocação de um Conselho de Procuradores Gerais das Províncias do Brasil. Teoricamente, este órgão tinha por finalidade auxiliar o Príncipe mas, na prática, tratava-se de uma manobra dos conservadores, liderados por José Bonifácio, contra os radicais, representados por Joaquim Gonçalves Ledo, um funcionário público para quem a preservação da unidade político-territorial do Brasil deveria ser feita convocando-se uma Assembléia Constituinte eleita pelo povo. A finalidade do Conselho era, na prática, a de manter a unidade sob controle do poder central e dos conservadores.
Em maio, a cisão entre D. Pedro e as Cortes aprofundou-se: o Regente determinou que qualquer decreto das Cortes só poderia ser executado mediante o "Cumpra-se" assinado por ele, o que equivalia a conferir plena soberania ao Brasil. A medida teve imediato apoio: quando dos festejos pelo aniversário de João VI de Portugal, a 13 de maio, o Senado da Câmara do Rio de Janeiro pediu ao Príncipe Regente que aceitasse para si e para seus descendentes o título de "Defensor Perpétuo do Brasil".
Neste contexto, houve uma investida militar da Divisão Auxiliadora, unidade de linha do Exército Português estacionada na cidade do Rio de Janeiro, sob o comando do Tenente-general Jorge de Avilez, que acabou sendo expulso do Brasil com as suas tropas, após ter se confrontado com as tropas da Divisão Militar da Guarda Real de Polícia (embrião da atual Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro), leais a D. Pedro.
Os liberais radicais mantinham-se ativos: por iniciativa de Gonçalves Ledo, uma representação foi dirigida a D. Pedro para expor a conveniência de se convocar uma Assembléia Constituinte. O Príncipe decretou a convocação em 13 de junho de 1822. A pressão popular levaria a convocação adiante, dando continuidade ao processo.
José Bonifácio resistiu à ideia de convocar a Constituinte, mas foi obrigado a aceitá-la. Procurou descaracterizá-la, propondo a eleição indireta, que acabou prevalecendo contra a vontade dos liberais radicais, que defendiam a eleição direta. Embora os conservadores tenham obtido o controle da situação e o texto da convocação da Constituinte apresentasse declarações favoráveis à permanência da união entre Brasil e Portugal, as Cortes de Lisboa insistiam: o Príncipe Regente deveria retornar imediatamente.

A declaração de Independência

Independência do Brasil: óleo sobre tela por François-René Moreaux (Museu Imperial de Petrópolis). Foi executado em 1844, a pedido do Senado Imperial.
No final de agosto de 1822, D. Pedro deslocou-se à província de São Paulo para acalmar a situação depois de uma rebelião contra José Bonifácio. Apesar de ter servido de instrumento dos interesses da aristocracia rural, à qual convinha a solução monárquica para a independência, não se deve desprezar os seus próprios interesses. O Príncipe tinha formação absolutista e por isso se opusera à Revolução do Porto, de caráter liberal. Da mesma forma, a política recolonizadora das Cortes desagradou à opinião pública brasileira. E foi nisso que se baseou a aliança entre D. Pedro e o "partido brasileiro". Assim, embora a independência do Brasil possa ser vista, objetivamente, como obra da aristocracia rural, é preciso considerar que teve início como compromisso entre o conservadorismo da aristocracia rural e o absolutismo do Príncipe.
Monumento à independência, no Parque da Independência, em São Paulo, o local onde foi proclamada a independência do Brasil.
Em 7 de Setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Capital.

A guerra da Independência

Príncipe Pedro (direita) ordena o oficial português Jorge Avilez (esquerda) retornar a Portugal após sua rebelião malsucedida. José Bonifácio (em roupas civis) pode ser visto ao lado do príncipe.
Consolidado o processo na região Sudeste do Brasil, a independência das demais regiões da América Portuguesa foi conquistada com relativa rapidez. Contribuiu para isso o apoio diplomático e financeiro da Grã-Bretanha. Sem um Exército e sem uma Marinha de Guerra, tornou-se necessário recrutar mercenários e oficiais estrangeiros para comandá-los, do mesmo modo que adquirir meios.
Desse modo, foi sufocada a resistência portuguesa na Província da Bahia, na do Maranhão, na do Piauí e na do Pará.
O processo militar estava concluído já em 1823, restando encaminhar a negociação diplomática do reconhecimento da independência com as monarquias européias.

Consequências

FIAV historical.svg Bandeira do Império do Brasil durante o Primeiro Reinado.
À semelhança do processo de independência de outros países latino-americanos, o de independência do Brasil preservou o status quo das elites agroexportadoras, que conservaram e ampliaram os seus privilégios políticos, econômicos e sociais.
Ao contrário do ideário do Iluminismo, e do que desejava, por exemplo, José Bonifácio de Andrada e Silva, a escravidão foi mantida, assim como os latifúndios, a produção de gêneros primários voltada para a exportação e o modelo de governo monárquico.
Para ser reconhecido oficialmente, o Brasil negociou com a Grã-Bretanha e aceitou pagar indenizações de 2 milhões de libras esterlinas a Portugal. A Grã-Bretanha saiu lucrando, tendo início o endividamento externo do Brasil. Quando D. João VI retornou a Lisboa, por ordem das Cortes, levou todo o dinheiro que podia — calcula-se que 50 milhões de cruzados, apesar de ter deixado no Brasil a sua prataria e a enorme biblioteca, com obras raras que compõem hoje o acervo da Biblioteca Nacional. Em conseqüência da leva deste dinheiro para Portugal, o Banco do Brasil, fundado por D. João ainda 1808, veio a falir em 1829.

Considerações historiográficas

Independência ou Morte!

Pedro, regente do Brasil, futuro imperador do Brasil, 7 de Setembro de 1822
A data comemorada oficialmente é 7 de setembro de 1822, uma vez que nesse dia, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber a correspondência da Corte, teria proclamado o chamado "grito da Independência", à frente da sua escolta: "Independência ou Morte!"
Outras datas consideradas historiograficamente para a Independência, embora menos populares são a data da coroação do Imperador (1 de dezembro de 1822) ou mesmo a do reconhecimento da Independência por Portugal e pela Grã-Bretanha (29 de agosto de 1825).
Quando os pesquisadores consultam os jornais de 1822, não encontram nenhuma referência ao "Grito do Ipiranga". Então, por que esse episódio foi escolhido, em detrimento de outros, quando se sabe que, àquele ano (1822), a data tomada como marco da Independência foi o 12 de outubro, dia do aniversário de dom Pedro I e de sua aclamação como imperador?
Essas e outras questões foram pesquisadas pela historiadora Maria de Lourdes Viana Lyra, titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e publicadas em 1995. A conclusão desse estudo indica que o "grito" foi uma construção a posteriori e que acabou consolidado no quadro (encomendado) de Pedro Américo, produto da fértil imaginação do pintor, onde, entre outras incoerências, mostra D. Pedro cercado pela Guarda Imperial (os hoje chamados de Dragões da Independência), antes dele ser proclamado Imperador.[1].

Notas

Bibliografia

  • CALMON, Pedro. A Vida de D. Pedro II, o Rei Filósofo. Rio de Janeiro: Editora Biblioteca do Exército, 1975.
  • LEITE, Renato Lopes. Republicanos e Libertários: Pensadores Radicais no Rio de Janeiro (1822). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
  • LEITE, Renato Lopes. História da historiografia da Independência: apropriações do Sete de Setembro. Ensino e Pesquisa (União da Vitória), v. III, p. 34-50, 2007.

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