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sexta-feira, 11 de março de 2016

Pterígio - O que causa o Pterígio?

Pterígio

O que causa o Pterígio?
O pterígio é mais comum em pacientes com muita incidência de luz solar, próximos da linha do equador, e em pessoas que trabalham expostas ao sol (pescadores, trabalhadores rurais etc). Ocorre com mais frequencia em homens a partir dos 25 anos.
Pelo que foi dito acima, podemos ver que o principal fator de risco para o surgimento do pterígio é a luz solar. Mas também há um fator genético, individual. Ou seja, pessoas que ficam muito expostas ao sol, não desenvolvem o pterígio enquanto outras que morar em locais mais frios, ficam mais dentro de casa, acabam desenvolvendo essa alteração
Qual a evolução do pterígio?
No começo, o pterígio é pequeno e só é possível ver pequenos vasos sanguíneos na região próxima a córnea. Com o tempo, o pterígeo fica mais grosso, os vasos mais calibrosos e o tecido avança sobre a córnea, em direção ao centro, a pupila. Quando o pterígeo atinge ou chega perto da pupila ele já começa a afetar a visão. Essa evolução é lenta, ao longo de meses ou anos.
Quais os sintomas do pterígio?
O principal sintoma do pterígio é a vermelhidão do olho. Essa vermelhidão é principalmente no canto do olho, próximo do nariz. Além disso, também ocorre ardência, lacrimejamento, fotofobia, dificuldade em manter os olhos abertos na claridade e sensação de areia nos olhos
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pterigio pequeno
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pterigio de tamanho médio
 
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pterigio grande, já atingindo a pupila
O pterígio pode prejudicar a visão ?
Sim. O pterígio pode prejudicar a visão de duas formas. A primeira é tracionando a córnea e consequentemente, distorcendo a formação das imagens. A outra forma é quando ela tampa o eixo visual, isto é, cobre a pupila (também chamada de “menina dos olhos”). (veja as fotos acima)
Qual é o tratamento do Pterígeo ?
O tratamento do pterígio nas formas iniciais é apenas com colírios lubrificantes e/ou vasoconstritores para aliviar os sintomas e diminuir a vermelhidão. Mas quando a doença aumenta, o único tratamento possível é a cirurgia.
Como é a cirurgia do pterígio ?
A cirurgia do pterígio  é feita em centro cirúrgico, com anestesia local (ou seja, a pessoa fica acordada e não recebe anestesia geral), dura em média 15 a 30 minutos, e a pessoa vai para casa no mesmo dia e com curativo no olho. Nos primeiros dias, o olho fica vermelho e irritado e com o uso dos colírios vai voltando ao normal em algumas semanas.
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imagem mostrando a retirada do pterigio durante a cirurgia

Existem várias técnicas para a cirurgia do pterígio. Em todas elas, realiza-se a retirada total do pterígio, a diferença é no que é colocado no local aonde havia o pterígio. Na técnica mais simples, não coloca-se nada no local. Na técnica mais utilizada coloca-se uma parte de conjuntiva retirada de outro local do olho (transplante de conjuntiva). Em outra técnica, coloca-se um tecido chamado membrana amniótica (transplante de membrana amniotica) que é um tecido retirado da placenta e processado em laboratório especializado.
A colocação desses tecidos ou enxertos (conjuntiva ou membrana amniótica) visa diminuir a chance do pterígio voltar.
Uma técnica antiga que não tem sido mais utilizado para a cirurgia do pterígio é abetaterapia. Por muito tempo ela teve seu papel mas pelas complicações existentes foi substituida pelas técnicas mais modernas
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Pterigio antes da cirurgia e 1 dia depois da cirurgia
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Pterigio após da 6 meses da cirurgia
É preciso dar pontos na cirurgia de pterígio?
Em geral é neccessário dar pontos na cirurgia de pterígio, para fixar os “enxertos” (conjuntiva ou membrana amniótica) colocados. No entanto, em alguns lugares, já é usado uma cola biológica que gruda esses enxertos e evita a necessidade dos pontos. Isso é a cirurgia de pterígio sem pontos.
No vídeo abaixo é possível ver uma cirurgia de pterígio. A cirurgia não foi feita por nós, mas é possível ver a retirada do pterígio, a retirada da conjuntiva sadia que vai ser usada como transplante e a sutura com pontos
O pterigio pode voltar?
Sim, o pterigio pode voltar mesmo após a cirurgia. Por isso é importante a realização dessas técnicas mais modernas com colocação de membrana amniótica ou o transplante conjuntival. O uso da mitomicina C também diminui a chance do pterígeo voltar após a cirurgia.


FONTE: http://marcelovilar.com.br/pterigio/

Mosquito da dengue: Anvisa lança cartilha de combate ao Aedes aegypt

Publicado por: 
Anvisa lança cartilha com recomendações técnicas para o combate ao Aedes aegypti
Mais um instrumento para o combate ao Aedes aegypti e, consequentemente, para a prevenção e o controle da Dengue, Chikungunya e Zika: trata-se de uma cartilha com “Recomendações técnicas”, elaborada pela Anvisa, que traz subsídios e recomendações para auxiliar as vigilâncias sanitárias de todo o país.

Mosquito da dengue: Anvisa lança cartilha de combate ao Aedes aegypt
Mosquito da dengue: Anvisa lança cartilha de combate ao Aedes aegypt
Com este material, o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária oferece mais informações para desenvolver, junto às demais áreas do setor saúde, suas ações no combate ao mosquito, tanto nas situações de rotina quanto em ocasiões especiais, onde a atuação conjunta com outros agentes de saúde seja necessária para a intervenção em estabelecimentos comerciais ou em domicílios.



O diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, ressalta que a cartilha orienta, além dos integrantes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, as equipes das secretarias estaduais e municipais de Saúde, possibilitando que elas sejam parte ativa da mobilização nacional contra o mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika.

O documento aborda duas questões principais: o papel da vigilância sanitária, no âmbito da vigilância em saúde, no que tange ao controle do principal vetor das doenças, o Aedes aegypti e a fiscalização e o monitoramento de produtos repelentes e inseticidas no mercado.

O diretor do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, Ivo Bucaresky, destaca a relevância de se elaborar instrumentos e materiais que possam dar apoio na luta contra o Aedes aegypti, um enorme problema de saúde pública. 

“A Zika, a Chikungunya e a Dengue implicam em consequências importantes, algumas vezes mortais. Portanto, todo trabalho que o governo faz pra tentar controlar o Aedes aegypti é fundamental e a Anvisa também tem esse papel. A ideia desse documento é mostrar como a Anvisa e os demais componentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária podem atuar no combate ao mosquito”.

Gostou do artigo? Continue com a gente lendo este outro artigo: Repelentes contra o Aedes Aegypit: diferenças e segurança.


FONTE: Saúde com Ciência

Quanto mais livres formos

POR JOSÉ BATISTA DE CARVALHO

Quanto mais livres formos universo natural

Nosso maior medo não é o de sermos incapazes.
Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos.
É nossa luz, e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Vivemos nos perguntando: quem sou eu, que me julgo tão insignificante, para aceitar o desafio de ser brilhante, sedutora, talentosa, fabulosa?
Na verdade, por que não?
Procurar ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo, ou os nossos filhos.
Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para manifestar a glória de Deus – que está em todos, e não apenas em alguns eleitos. Quando tentamos mostrar esta glória, inconscientemente damos permissão para que nossos amigos possam também manifestá-la.
Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.
Marianne Williamson
FONTE: Universo Natural

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