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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Um ano após sua morte, cantor Belchior recebe homenagens como discos remasterizados

POR CORREIO DO ESTADO - Nesta segunda-feira (30) faz um ano que o cantor e compositor Belchior morreu, aos 70 anos. Antes disso, ele viveu isolado por uma década e seus discos permaneceram fora de catálo­go por pelo menos 20 anos.

Mas começam agora a surgir homenagens ao cantor e compositor cearense, como o boxe “Tudo Outra Vez”, que inclui seis discos de Belchior dos anos 1970 e 1980, em versão remasterizada.

Há ainda faixas-bônus e encartes especiais. “O boxe estava no meio da produção quando chegou a notícia da morte dele”, lembra o produ­tor musical Renato Vieira, idealizador do projeto, que já havia trabalhado no lançamento da caixa "Três Tons de Belchior”, criada para lembrar os 70 anos do cantor, completos no ano passado, um pouco antes de ele morrer.

O boxe, ainda à venda, reúne os CDs “Alucinação” (1976), “Melodrama” (1987) e “Elogio da Loucura” (1988). “Essa no­va caixa é praticamente um desdobramento desse outro lançamento. A grande novida­de é a versão original de ‘Como se Fosse Pecado’. Essa faixa era para ter entrado no disco ‘Co­
ração Selvagem’, mas, na época, ela foi censurada pelo regime militar, como muitas outras naquele tempo. 

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