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sábado, 6 de abril de 2019

"São uma doença", diz criador do Linux sobre Facebook, Twitter e Instagram

Linus Torvalds diz que o modo de funcionamento das redes sociais encorajam o mau comportamento e que o modelo de 'likes' e 'compartilhar' é apenas lixo.
Linus Torvalds
"Eu absolutamente detesto as 'mídias sociais' modernas — Twitter, Facebook, Instagram. É uma doença. Parece encorajar o mau comportamento". A declaração polêmica foi feita por Linus Torvalds, criador do Linux, o software gratuito que concorre com o MacOS, da Apple, e o Windows, da Microsoft.

E em uma entrevista ao Linux Journal, ocorrida nesta semana, Torvalds sugeriu que as redes sociais são um dos maiores problemas que a indústria de tecnologia enfrenta. Quando perguntado sobre o que mudaria nesse campo, ele alegou que "o modelo de 'likes' e 'compartilhar' é apenas lixo. Não há esforço nem controle de qualidade. Na verdade, tudo é voltado para o oposto [do controle de qualidade], com os menores denominadores comuns e iscas de clique e coisas projetadas para gerar uma resposta emocional, que muitas vezes é uma ofensa moral".

O fundador do Linux, lançado em 1994, é conhecido dentro da comunidade de tecnologia por ser bastante rude. No entando, ele não é o único infeliz com as mídias sociais. Pesquisas indicam que a opinião do público sobre elas caiu acentuadamente nos últimos anos. O fenômeno foi impulsionado por questões de assédio, mau comportamento e terrorismo, que ofuscaram em partes os outros diversos usos que Facebook, Twitter e Instagram podem ter.

Segundo Torvalds, o anonimato é a raiz dos problemas."Quando você nem coloca seu nome verdadeiro no seu lixo (ou no lixo que você gosta e compartilha), isso realmente não ajuda." Para Linus, o compartilhamento só deveria ser permitido mediante comprovação da identidade do usuário. 
Fonte: Cnet

sábado, 12 de novembro de 2016

Bug no Spotify causa prejuízos a computadores

Erro nas versões do programa para Windows, Mac e Linux tem feito com que grandes quantidades de dados sejas gravadas no disco do PC

© Reuters / hristian Hartmann
Um bug no Spotify pode estar causando prejuízo a internautas que costumam ouvir suas músicas no computador. Isso porque um erro nas versões do programa para Windows, Mac e Linux tem feito com que grandes quantidades de dados sejas gravadas no disco do PC, reduzindo a capacidade de armazenamento.

Para se ter uma ideia, de acordo com o site Tecmundo, em menos de uma hora aberto e sem tocar nada, o app podia chegar a escrever mais de 10 GB de dados no HD do computador. Imagine se houvesse reprodução contínua de conteúdo ou o software ficasse ativo por períodos mais longos?!
Se no caso de discos rígidos convencionais o efeito pode significar pequenas lentidões e um certo desgaste das partes mecânicas, para os SSDs a história pode ter um final bem triste. É que, ainda segundo o Tecmundo, essas unidades baseadas em memória flash já saem de fábrica com um número determinado de vezes em que podem escrever dados. Depois que ultrapassam a média, deixam de funcionar.
Na última quinta-feira (10), a dona do serviço de streaming anunciou que tem trabalhado para garantir que o bug não aconteça mais. “Temos visto alguns questionamentos da comunidade a respeito da quantidade de dados escritos pelo cliente do Spotify para desktops. Eles foram analisados e qualquer preocupação nesse sentido foi resolvida na versão 1.0.42”, explicou a companhia.
FONTE: Notícias ao Minuto

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