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sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Menopausa pode afetar o cérebro e a memória? Neurologista explica os riscos

A queda dos níveis de estrogênio durante a menopausa pode provocar alterações na memória, na concentração e na velocidade de raciocínio. Neurologista explica como as mudanças hormonais afetam o cérebro e destaca a importância da atividade física para preservar a saúde cognitiva

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Amenopausa pode provocar uma série de sintomas, incluindo alterações que afetam o funcionamento do cérebro. Esquecimentos frequentes, dificuldade de concentração e raciocínio mais lento estão entre as queixas relatadas por mulheres durante essa fase da vida.

Em um episódio recente do podcast "Next Question with Katie Couric", a neurologista Rhonda Voskuhl, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), explicou como a redução dos níveis de estrogênio pode influenciar a memória e outras funções cognitivas.

Segundo a especialista, o corpo feminino possui receptores de estrogênio em diferentes órgãos, incluindo o cérebro. O hormônio desempenha funções importantes na manutenção da saúde da pele, dos ossos, do coração e do sistema nervoso.

Quando os níveis de estrogênio diminuem durante a transição para a menopausa, geralmente entre os 45 e 55 anos, algumas regiões cerebrais podem apresentar alterações estruturais e funcionais.

É nesse período que muitas mulheres começam a perceber a chamada "névoa mental", expressão utilizada para descrever dificuldades de memória, atenção e concentração.

Como a menopausa afeta a memória?

De acordo com Voskuhl, a redução do estrogênio pode comprometer funções específicas do cérebro, como a memória de trabalho, responsável por manter informações temporariamente, a memória verbal e a velocidade de processamento das informações.

A neurologista explica que a ausência do hormônio pode desencadear uma série de alterações nas conexões entre as células nervosas.

"As células daquela área da memória não estão sendo sustentadas [pelo estrogênio] e, por sua vez, não estão sustentando as células nervosas que fazem as conexões", afirmou.

Essas mudanças podem ajudar a explicar por que algumas mulheres relatam dificuldade para lembrar palavras, acompanhar conversas ou realizar tarefas que exigem concentração.

Isso não significa, porém, que todas as mulheres terão problemas cognitivos durante a menopausa ou que essas alterações representem necessariamente o desenvolvimento de demência.

Reposição hormonal pode proteger o cérebro?

A especialista também abordou o uso de estrogênio para aliviar sintomas da menopausa, como ondas de calor.

Segundo Voskuhl, embora a terapia hormonal possa trazer benefícios para determinadas mulheres, ainda são necessárias pesquisas para desenvolver tratamentos que atuem especificamente na proteção cerebral, com menos riscos associados.

"O problema é que ainda estamos falando de estradiol de 30 anos atrás", afirmou.

"Precisamos de estrogênios que atuem na saúde cerebral, que sejam toleráveis e que não tenham tantos efeitos nocivos da coagulação, nos seios e assim por diante", acrescentou.

Atualmente, a terapia hormonal não é recomendada exclusivamente para prevenir demência ou declínio cognitivo. Sua indicação depende da avaliação individual dos sintomas, do histórico de saúde e dos possíveis riscos e benefícios.

Exercício físico pode ajudar a proteger o cérebro

Para mulheres que não podem utilizar estrogênio, Voskuhl destaca uma medida que pode contribuir para a saúde cerebral: a prática regular de atividade física.

"A melhor coisa que se pode fazer, na minha opinião, é exercício físico", afirmou.

A neurologista explica que a atividade física pode beneficiar o cérebro de duas maneiras: melhorando a saúde cardiovascular e estimulando mecanismos biológicos associados à proteção das células nervosas.

Segundo ela, o exercício é particularmente importante diante dos principais tipos de demência, incluindo a doença de Alzheimer, a demência vascular e os quadros mistos.

"Quando pensamos nesses três [tipos de demência], é muito importante fazer exercício, porque pode ter um efeito positivo no sistema cardiovascular", explicou.

A prática regular ajuda a reduzir fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão e aterosclerose, condição caracterizada pelo acúmulo de placas nas artérias.

Com vasos sanguíneos mais saudáveis, a circulação de sangue e o fornecimento de oxigênio ao cérebro também são favorecidos.

Qual é o melhor exercício para a saúde cerebral?

Além dos benefícios cardiovasculares, a atividade física estimula a produção de uma proteína conhecida como fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), importante para a sobrevivência dos neurônios e para processos relacionados à aprendizagem e à memória.

"Um efeito direto e realmente interessante do exercício é que o cérebro [e os músculos] produzem um fator, o fator neurotrófico derivado do cérebro, que é protetor para o cérebro", afirmou Voskuhl.

"Portanto, o exercício físico pode ajudar o cérebro tanto indiretamente, através do seu efeito na redução de problemas cardiovasculares, como diretamente. Isso é realmente incrível. Por isso, precisamos de exercício físico", acrescentou.

Entre as atividades recomendadas pela neurologista estão os exercícios aeróbicos, também conhecidos como cardiovasculares, que aumentam a frequência cardíaca.

"Três vezes por semana, 30 minutos de exercícios cardiovasculares, elevando a frequência cardíaca", aconselhou.

Caminhadas rápidas, ciclismo, natação e dança são exemplos de atividades que podem contribuir para a saúde cardiovascular e cerebral.

A especialista também recomenda exercícios cognitivos que desafiem a memória verbal, a concentração e a velocidade de processamento, ajudando a manter o cérebro ativo durante o envelhecimento.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2427001/menopausa-pode-afetar-o-cerebro-e-a-memoria-neurologista-explica-os-risc

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Estudo revela qual tipo de calçado oferece maior risco de lesões e quedas

Levantamento realizado nos Estados Unidos analisou atendimentos de emergência relacionados ao uso de diferentes tipos de calçados entre 2021 e 2025. Chinelos e botas aparecem entre os itens mais associados a acidentes, mas um deles se destaca pela gravidade das lesões

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Um estudo realizado nos Estados Unidos identificou os tipos de calçados mais associados a acidentes que levaram pessoas aos serviços de emergência. A análise, divulgada em outubro, utilizou dados registrados entre 2021 e 2025 pelo Sistema Nacional de Vigilância Eletrônica de Lesões (NEISS), vinculado à Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos Estados Unidos.

De acordo com o levantamento, publicado pelo escritório de advocacia Maison Law, os chinelos de uso doméstico aparecem como o tipo de calçado com maior proporção de lesões graves e internações hospitalares.

No período analisado, foram estimados 20.750 atendimentos de emergência relacionados a esse tipo de calçado. Desse total, 23,3% resultaram em internação, enquanto cerca de 32% dos casos envolveram fraturas. A cabeça foi a região do corpo mais afetada.

As botas também aparecem entre os calçados com maior número de ocorrências, com aproximadamente 20.840 atendimentos. Apesar do número ligeiramente superior, a proporção de internações foi menor, de 7,9%. As fraturas representaram 11,8% dos casos, sendo os pés a região mais atingida.

Chinelos de dedo também aparecem entre os mais perigosos

Os chinelos de dedo ficaram em terceiro lugar no levantamento, com cerca de 16.083 atendimentos de emergência.

Nesse grupo, 11,3% dos casos terminaram em internação hospitalar e 26,8% envolveram algum tipo de fratura. Os pés foram a parte do corpo mais afetada.

O estudo também avaliou acidentes associados a sandálias, sapatos de salto alto e tênis esportivos.

Ao considerar a gravidade das lesões, os chinelos domésticos voltaram a ocupar a primeira posição. Segundo os pesquisadores, 40,3% das ocorrências envolvendo esse tipo de calçado foram classificadas como graves, com uma estimativa de 8.359 lesões graves por ano.

Os chinelos de dedo ficaram em segundo lugar nesse critério, com 30,9% de lesões graves e uma estimativa anual de 4.965 ocorrências.

Como reduzir o risco de quedas?

Os dados não significam que todas as pessoas que usam chinelos tenham maior probabilidade de sofrer acidentes. O levantamento analisou atendimentos hospitalares associados aos calçados, sem estabelecer uma relação direta de causa e efeito nem considerar quantas pessoas utilizam cada modelo.

Ainda assim, a escolha de um calçado adequado pode ajudar a prevenir quedas, especialmente dentro de casa e entre pessoas com dificuldades de equilíbrio ou mobilidade.

Sapatos que se ajustam bem aos pés, oferecem estabilidade e possuem solado antiderrapante são algumas das medidas recomendadas para reduzir o risco de acidentes.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) alerta que as quedas estão entre as principais causas de lesões em pessoas com 65 anos ou mais e podem provocar consequências como redução da mobilidade e perda de independência.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2426373/estudo-revela-qual-tipo-de-calcado-oferece-maior-risco-de-lesoes-e-quedas

Qual é o melhor horário para dormir e controlar a pressão arterial?

Dormir bem não depende apenas da quantidade de horas de descanso. Estudos indicam que manter horários regulares para dormir e acordar também pode ajudar a controlar a pressão arterial e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Especialistas explicam qual é o período mais indicado

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A pressão alta, também conhecida como hipertensão arterial, é um dos principais fatores de risco para infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Embora a alimentação, a prática de exercícios físicos e o controle do estresse sejam importantes para a saúde do coração, existe outro hábito que merece atenção: o horário de dormir.

Segundo especialistas ouvidos pelo site EatingWell, pesquisas mostram que dormir em horários diferentes todos os dias pode estar associado ao aumento da pressão arterial, mesmo entre pessoas que conseguem descansar por várias horas.

Mas existe uma hora certa para ir para a cama? Estudos sugerem que adormecer entre 22h e 23h pode estar associado a um menor risco de doenças cardiovasculares. Isso não significa, porém, que todas as pessoas precisem dormir nesse intervalo.

Para os especialistas, o mais importante é manter uma rotina regular e garantir entre sete e nove horas de sono por noite.

Por que o horário de dormir influencia a pressão arterial?

O organismo funciona de acordo com o chamado ritmo circadiano, uma espécie de relógio biológico que regula diferentes processos ao longo de aproximadamente 24 horas.

Esse mecanismo influencia a produção de hormônios, a temperatura corporal, o apetite, a digestão e os períodos de sono e vigília.

A pressão arterial também acompanha esse ciclo. Normalmente, ela aumenta depois que acordamos e diminui durante o sono.

"A pressão arterial também segue um ritmo diário natural", explica a nutricionista Brannon Blount.

Quando uma pessoa dorme e acorda em horários muito diferentes, esse funcionamento pode ser prejudicado.

"Horários de sono irregulares podem perturbar esse ritmo e contribuir para padrões de pressão arterial menos favoráveis. Manter horários consistentes para dormir e acordar ajuda a apoiar esses processos regulatórios naturais", afirma a nutricionista Michelle Routhenstein.

O que acontece com a pressão arterial enquanto dormimos?

Durante o sono, o organismo passa por mudanças que permitem ao sistema cardiovascular trabalhar com menos esforço.

A frequência cardíaca diminui, os vasos sanguíneos relaxam e a pressão arterial costuma cair.

"A pressão arterial normalmente cai cerca de 10% a 20% durante o sono, um padrão conhecido como queda noturna. Isso proporciona ao sistema cardiovascular um período de pressão mais baixa", explica Routhenstein.

Em algumas pessoas, porém, essa redução é menor do que o esperado. Estudos associam esse comportamento a um risco maior de complicações cardiovasculares, incluindo infarto, AVC e insuficiência cardíaca.

A especialista ressalta que dormir bem e manter horários regulares ajuda a preservar o funcionamento do relógio biológico, embora isso, isoladamente, não garanta uma pressão arterial saudável.

Dormir em horários diferentes pode fazer mal ao coração?

Ir para a cama muito tarde em um dia e tentar compensar o sono no seguinte pode afetar mais do que a disposição.

Segundo o cardiologista Devinder Singh, a irregularidade do sono interfere em mecanismos envolvidos na regulação da pressão arterial.

O médico explica que alterações frequentes nos horários de descanso, como as observadas em trabalhadores por turnos e pessoas que enfrentam mudanças de fuso horário, podem aumentar a atividade do sistema nervoso simpático, responsável pela reação de alerta do organismo.

Essas alterações também estão associadas a problemas no funcionamento dos vasos sanguíneos e a mudanças na estrutura do coração.

Por isso, dormir e acordar aproximadamente nos mesmos horários, inclusive nos fins de semana, pode contribuir para a saúde cardiovascular.

Quantas horas de sono são necessárias para controlar a pressão?
Para a maioria dos adultos, a recomendação é dormir entre sete e nove horas por noite.

Dormir menos do que o necessário pode prejudicar os processos de recuperação do organismo, que acontecem principalmente durante o descanso noturno.

"Dormir o suficiente dá ao sistema cardiovascular tempo para se recuperar e está associado a uma regulação mais saudável da pressão arterial", afirma a nutricionista Rouse.

Por outro lado, pesquisas também encontraram uma associação entre dormir mais de nove horas por noite e um risco maior de hipertensão. Isso não significa que o sono prolongado seja necessariamente a causa do problema, já que outras condições de saúde podem influenciar tanto a duração do descanso quanto a pressão arterial.

Afinal, qual é o melhor horário para dormir?

Alguns estudos observaram que pessoas que costumam adormecer entre 22h e 23h apresentam menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares, em comparação com aquelas que dormem depois da meia-noite.

Os resultados, no entanto, mostram uma associação e não comprovam que dormir nesse horário, por si só, previna hipertensão ou outras doenças do coração.

Além disso, nem todas as pessoas conseguem manter essa rotina, especialmente aquelas que trabalham à noite ou precisam acordar muito cedo.

A orientação dos especialistas é estabelecer um horário que permita dormir entre sete e nove horas, respeitando as necessidades individuais e mantendo a maior regularidade possível.

Quem precisa acordar às 6h, por exemplo, pode organizar a rotina para estar dormindo por volta das 22h. Já uma pessoa que acorda às 8h pode ter um horário de descanso diferente, sem necessariamente comprometer a saúde.

Para quem já tem hipertensão, o sono deve fazer parte dos cuidados com a saúde, juntamente com o acompanhamento médico, a alimentação equilibrada, a atividade física e o uso dos medicamentos prescritos.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2426376/qual-e-o-melhor-horario-para-dormir-e-controlar-a-pressao-arterial

domingo, 18 de outubro de 2026

Anote esta receita de lasanha na air fryer que se prepara em 20 minutos

Dá para quatro porções e fica pronta num instante! Hoje sugerimos uma receita de lasanha de carne, que vai ao forno e que toda a família vai adorar. Tome nota da receita.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Quem disse que só dá para preparar uma lasanha no forno? Se tem uma air fryer em casa, então anote a receita que lhe damos de seguida. Demora apenas 20 minutos a preparar (mais o tempo para assar). Apenas terá de ter à mão uma travessa compatível com este eletrodoméstico. 

Lasanha na air fryer - Receita The Healhty Sins | Continente

Ingredientes: 

1 c. sopa de azeite
2 cebolas picadas
1 cenoura ralada
500 g de carne moída
200 ml de vinho branco
400 ml de molho de tomate
1 c. café de sal
Pimenta q.b
Oréganos q.b
Folhas de lasanha, q.b.
300 ml de molho bechamel
Queijo ralado q.b
Manjericão q.b.

Modo de preparação:

1.Numa frigideira, aqueça o azeite e refogue as cebolas picadas durante 1 minuto.
2.Junte a cenoura ralada e deixe refogar por cerca de 5 minutos.
3.Acrescente a carne moída e envolva bem.
4.Regue o vinho branco e junte o molho de tomate. Tempere com o sal, a pimenta e os oréganos. Misture e deixe cozinhar durante alguns minutos, até o molho apurar.
5.Numa travessa compatível com airfryer (capacidade para cerca de 2 doses), disponha uma camada da mistura de carne, seguida de folhas de lasanha. Repita as camadas e finalize com molho bechamel e queijo ralado.
6.Caso pretenda preparar a receita completa, distribua o restante preparado por outra travessa, repetindo as camadas.
7.Leve a travessa à airfryer a 180 ºC durante 15 a 18 minutos, até a lasanha ficar gratinada. Se necessário, tape com papel alumínio caso a lasanha comece a gratinar muito nos primeiros minutos.
8.Sirva a lasanha na airfryer decorada com folhas de manjericão.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2421594/anote-esta-receita-de-lasanha-na-air-fryer-que-se-prepara-em-20-minutos

VEJA MAIS EM: SENTA AÍ QUE LÁ VEM RECEITA

13º salário: Reajuste é aprovado aos aposentados do INSS em 2027

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que prevê o salário mínimo de R$ 1.741. A estimativa considera uma inflação de 4,93%, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de um aumento real de 2,3%.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A previsão de aumento do salário mínimo para R$ 1.741 em 2027 poderá elevar os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), incluindo o 13º salário de aposentados e pensionistas que recebem o piso previdenciário. A quantia representa R$ 120 a mais em relação aos atuais R$ 1.621, mas ainda depende da aprovação definitiva do orçamento e da confirmação dos indicadores econômicos.

Novo salário mínimo muda benefício do INSS

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que prevê o salário mínimo de R$ 1.741. A estimativa considera uma inflação de 4,93%, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de um aumento real de 2,3%.

A projeção atual substituiu a estimativa anterior de R$ 1.717, apresentada no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. Na ocasião, o governo trabalhava com uma previsão de ganho real de 2,5% acima da inflação.

O valor final dependerá dos indicadores econômicos utilizados no cálculo. Pela regra de valorização, o reajuste do salário mínimo considera a variação do INPC e o crescimento real previsto na política vigente.

Quanto poderá aumentar o 13º salário?

Caso a projeção seja confirmada, os segurados que recebem um salário mínimo terão benefício mensal de R$ 1.741 em 2027. O 13º salário integral também poderá atingir esse valor, representando um acréscimo de R$ 120 em comparação com o piso de 2026.

Para quem tiver direito ao benefício integral durante os 12 meses do ano, a soma dos pagamentos mensais com o abono anual poderá chegar a R$ 20.892.

Já os beneficiários que recebem acima do salário mínimo não terão necessariamente o mesmo reajuste percentual. Nesse caso, a correção segue uma regra própria, baseada no INPC.

Quem tem direito ao 13º do INSS?

O abono anual é destinado a aposentados, pensionistas e outros segurados que recebem benefícios previdenciários previstos na legislação. Benefícios temporários também podem gerar pagamento proporcional ao período de recebimento.

Por outro lado, quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) não tem direito ao 13º salário, pois se trata de um benefício assistencial.

O calendário de pagamentos também pode variar conforme decisões do governo. Em 2026, o INSS antecipou o abono para milhões de beneficiários, enquanto novos segurados seguiram o calendário regular.

Assim, a previsão para 2027 é de um salário mínimo de R$ 1.741, mas os aposentados devem aguardar a confirmação oficial antes de considerar os novos valores definitivos.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/2421618/13-salario-reajuste-e-aprovado-aos-aposentados-do-inss-em-2027

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