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domingo, 10 de maio de 2026

Excesso de gases: veja as causas mais comuns e como evitar

Hábitos do dia a dia, como comer rápido, consumir alimentos fermentáveis e bebidas com gás, podem aumentar o problema; especialistas explicam como a digestão, a microbiota e até o estresse influenciam e dão dicas simples para reduzir o desconforto

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Inchaço, desconforto e dor abdominal estão entre os sintomas mais comuns de quem sofre com excesso de gases. De acordo com informações divulgadas pelo portal Saúde em Dia, o problema muitas vezes está ligado a hábitos do dia a dia.

Os gases são produzidos principalmente durante o processo de digestão, quando bactérias presentes no intestino fermentam determinados alimentos, liberando gases ao longo desse processo.

Excesso de gases: principais causas

Comer rápido demais
Quando a pessoa se alimenta com pressa, acaba engolindo mais ar junto com os alimentos. Isso favorece o acúmulo de ar no sistema digestivo, aumentando a sensação de estufamento. Além disso, mastigar mal dificulta a digestão, já que o alimento chega menos processado ao organismo, o que intensifica a fermentação.

Consumo de alimentos fermentáveis
Alguns alimentos são naturalmente mais propensos à fermentação, como feijão, brócolis, couve-flor e repolho. Apesar de saudáveis, eles podem aumentar a produção de gases porque suas fibras são fermentadas pelas bactérias intestinais.

Bebidas com gás
Refrigerantes e água com gás liberam dióxido de carbono no estômago, o que aumenta a pressão abdominal. Isso pode causar sensação de inchaço e desconforto, principalmente quando o consumo é frequente.

Intolerâncias alimentares
Intolerâncias, como à lactose, dificultam a digestão de certos alimentos. Isso leva à fermentação no intestino, provocando gases, distensão abdominal e outros sintomas.

Chicletes
Mascar chiclete aumenta a ingestão de ar, o que contribui para o acúmulo de gases. Além disso, os adoçantes artificiais presentes nesses produtos podem fermentar no intestino e agravar o problema.

Alterações na microbiota intestinal
Quando há desequilíbrio na flora intestinal, a fermentação dos alimentos pode se intensificar, resultando em maior produção de gases.

Estresse e ansiedade
O sistema digestivo é diretamente influenciado pelo estado emocional. Situações de estresse e ansiedade podem prejudicar a digestão e favorecer o surgimento de gases.

Como reduzir o excesso de gases

Pequenas mudanças de hábito podem ajudar a controlar o problema. Especialistas recomendam:

Mastigar bem os alimentos
Evitar comer com pressa
Reduzir o consumo de bebidas gaseificadas
Identificar os alimentos que causam desconforto
Manter uma alimentação equilibrada

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2380459/excesso-de-gases-veja-as-causas-mais-comuns-e-como-evitar

'Fato ou Fake' sobre obesidade e uso das canetas emagrecedoras

Endocrinologista destaca mudança comportamental como ponto crucial para perda de peso

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - No Brasil, mais da metade da população está acima do peso, o que acende um alerta para o aumento da obesidade, doença que mais cresce no país atualmente. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde e IBGE, a doença atinge 25,9% da população, alcançando 41,2 milhões de adultos.

Por conta disso, o debate sobre o uso das canetas emagrecedoras ganha cada vez mais destaque e muitas dúvidas sobre o tema vem surgindo. Para esclarecer o que é fato e o que é fake sobre o medicamento e obesidade, a Inspirali Pós Medicina, maior ecossistema de educação médica continuada do Brasil, convidou o Dr. Leonardo Eksterman, coordenador da pós-graduação em Obesidade e Metabolismo da Inspirali Pós Medicina. Confira:

-“A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, onde o tratamento exige olhar muito além da simples contagem de calorias, envolvendo fatores hormonais, genéticos e até a saúde mental”

Fato – Hoje muita gente ainda coloca a culpa da obesidade no paciente. São muitos fatores que levam a obesidade e existem diversos fenótipos da obesidade que levam a mecanismos diferentes de ganho de peso. A saúde mental, o comportamento, o ambiente e, claro, o equilíbrio entre o que se ganha e o que se perde em termos calóricos são fundamentais dentro do tratamento da obesidade.

- “A genética é o único fator determinante para o sucesso ou fracasso no tratamento da obesidade.”

Fake – A genética até influencia diretamente na resposta do paciente ao tratamento. Mas a verdade é que a gente consegue desenvolver e melhorar a resposta do paciente ao tratamento da obesidade através de mudanças comportamentais, eventualmente associadas a medicamentos, e mudanças alimentares.

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Tremores no olho: Médico explica 7 possíveis causas destes espasmos

 Os espasmos oculares são mais comuns do que imagina, mas podem e devem ser tratados. Estes oftalmologistas identificam 7 possíveis causas e sugerem alternativas que podem ajudar a reduzir a frequência de espasmos.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Tem sentido tremores nas pálpebras? Atenção! Embora nem sempre seja motivo de preocupação, esse fenômeno pode, em alguns casos, indicar alterações na saúde.

Os oftalmologistas da All About Vision definem esse fenômeno como um “espasmo ocular da pálpebra”, clinicamente conhecido como mioquimia e, geralmente, “comum e inofensivo” — mas existem exceções.

Duração de um espasmo ocular

“A maioria dos espasmos oculares dura apenas alguns minutos, mas, às vezes, um espasmo na pálpebra pode persistir por dias ou até mais tempo. Se você tiver um espasmo ocular que não desaparece rapidamente, deve consultar um oftalmologista”, recomendam os especialistas.

O que pode estar acontecendo quando você tem um espasmo ocular?

Quando o espasmo ocular não desaparece, pode se tratar de “um problema neurológico grave que pode estar afetando a pálpebra — como blefaroespasmo ou espasmo hemifacial”.

Apesar de serem “relativamente raros, são mais evidentes e graves do que os espasmos oculares comuns e devem ser avaliados imediatamente”.

Independentemente da causa, pequenas mudanças na rotina, alimentação e estilo de vida podem “reduzir consideravelmente o risco de desenvolver espasmos oculares”.

Mas afinal, o que pode estar por trás dessa condição? E como resolver o problema?

Estresse
“O estresse é provavelmente a causa mais comum de espasmos oculares. Ioga, exercícios de respiração, passar tempo com pessoas ou animais que tragam tranquilidade e incluir mais momentos de descanso na rotina diária são algumas formas de reduzir o estresse que pode estar causando esses tremores nas pálpebras.”

Cansaço
“A falta de sono, seja causada por estresse ou outro motivo, pode provocar espasmos oculares. Colocar o sono em dia e manter horários regulares para dormir pode ajudar.”

Cansaço visual
O cansaço visual costuma estar associado principalmente ao esforço visual digital causado pelo “uso excessivo de computadores, tablets e smartphones” — também uma causa comum de espasmos na pálpebra.

Os especialistas recomendam seguir a “regra 20-20-20” ao usar dispositivos digitais: a cada 20 minutos, desvie o olhar da tela e foque em um objeto distante (a pelo menos 6 metros) por 20 segundos.

“Isso reduz o cansaço visual que pode provocar espasmos oculares.”

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sábado, 2 de maio de 2026

O que acontece com seu corpo ao comer laranja todos os dias

Rica em vitamina C, fibras e antioxidantes, a fruta pode fortalecer a imunidade, ajudar no colesterol e melhorar a absorção de ferro. Especialistas alertam, porém, para possíveis efeitos no estômago e no esmalte dos dentes em excesso

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Muita gente associa a laranja apenas à vitamina C, mas essa fruta oferece uma série de outros benefícios para o organismo. Consumir laranja diariamente pode trazer efeitos positivos importantes para a saúde.

O site Real Simple ouviu as nutricionistas Samantha Peterson e Carlyne Remedios para explicar como o corpo reage ao consumo frequente da fruta.

“As laranjas são um daqueles alimentos clássicos que realmente fazem jus à sua reputação nutricional. São mais conhecidas pela vitamina C, mas também fornecem fibras, potássio e uma variedade de compostos vegetais chamados flavonoides”, explica Samantha Peterson.

Ela destaca ainda outros nutrientes importantes. “O potássio contribui para a saúde do coração e ajuda a manter a pressão arterial equilibrada, enquanto o folato tem papel essencial na reparação das células e na formação dos glóbulos vermelhos.”

O que acontece com o corpo ao consumir laranjas todos os dias

O sistema imunológico é um dos principais beneficiados. “A vitamina C ajuda na produção e na atividade dos glóbulos brancos, que são a primeira linha de defesa do organismo contra doenças. Ela também atua como antioxidante, protegendo as células do estresse diário e contribuindo para o bom funcionamento do corpo”, afirma Peterson.

Outro efeito positivo está no controle do colesterol. “As laranjas fornecem fibras solúveis, especialmente a pectina, que desempenha um papel importante na redução do colesterol”, explica Carlyne Remedios.

A fruta também favorece a absorção de ferro. “Isso acontece por causa do alto teor de vitamina C, que transforma o ferro em uma forma mais fácil de ser absorvida e utilizada pelo organismo”, acrescenta a especialista.

Além disso, o consumo de laranja ajuda na hidratação. “As laranjas são compostas por 85% a 90% de água, o que contribui para fortalecer os tecidos dos sistemas respiratório e digestivo, importantes barreiras de defesa do corpo”, diz Peterson.

Há algum risco em consumir laranja todos os dias?

Apesar dos benefícios, o consumo excessivo pode causar alguns desconfortos. “Frutas cítricas contêm ácido cítrico, que pode diminuir o pH da boca e contribuir para o desgaste do esmalte dos dentes”, alerta Remedios.

Ela recomenda alguns cuidados. “Para minimizar esse risco, prefira consumir a fruta inteira em vez de apenas o suco e enxágue a boca com água após as refeições.”

Pessoas com refluxo também devem ficar atentas. “Nesses casos, pode ser importante controlar a quantidade ou evitar consumir frutas cítricas com o estômago vazio. Quem tem digestão mais sensível pode sentir irritação ao ingerir grandes quantidades”, conclui.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2371984/o-que-acontece-com-seu-corpo-ao-comer-laranja-todos-os-dias

Afinal, deve ou não lavar o cabelo todos os dias?

Lavar ou não o cabelo todos os dias: eis a questão. Especialistas em cuidados capilares responderam a este dilema, num artigo publicado pelo Today. O ponto a reter é: não uma regra única.

POR NOTÍCIAS AO MINUTOAfinal, o cabelo deve ou não ser lavado todos os dias? Especialistas ouvidos pelo Today responderam a essa dúvida que ainda gera muitas incertezas, especialmente entre mulheres.

O artigo explica que lavar o cabelo é como lavar o rosto: faz parte da rotina, mas o excesso pode desequilibrar a produção natural de óleos essenciais que hidratam o couro cabeludo.

Ou seja, lavar o cabelo com muita frequência — mais do que o recomendado — pode causar danos.

“Lavar o cabelo com muita frequência pode deixá-lo seco e quebradiço, além de provocar irritação no couro cabeludo”, afirmou o dermatologista Joshua Zeichner.

Segundo Perry Romanowski, um dos fundadores da The Beauty Brains, quando o cabelo está molhado ele incha, tornando-se mais vulnerável. “O ato de espalhar shampoo ou condicionador pode danificar a cutícula capilar (camada externa). Quando seca, o cabelo não fica totalmente liso, o que pode deixá-lo opaco, mais difícil de pentear e mais propenso a pontas duplas”, explica.

Por isso, pessoas com couro cabeludo mais sensível devem ter atenção redobrada. “A exposição frequente a produtos pode causar irritação. Em alguns casos, lavar o cabelo muitas vezes pode provocar coceira e até erupções cutâneas”, destaca Romanowski.

Com que frequência lavar o cabelo?

De acordo com a cabeleireira Kasey Bertucci, a frequência ideal varia de acordo com fatores como tipo de cabelo, textura e rotina individual.

Para quem prefere lavar o cabelo com mais frequência, o ideal é esperar pelo menos dois a três dias entre as lavagens. Esse intervalo pode ser maior para cabelos cacheados ou crespos, que tendem a ser mais secos.

Já quem tem cabelo fino pode precisar lavar com mais frequência. Nesse caso, é importante evitar certos tipos de shampoo. “A dimeticona pode se acumular e deixar o cabelo pesado. Já a ciclometicona é uma boa opção, pois evapora com o tempo”, explica a especialista.

Como lavar o cabelo corretamente?

Bertucci recomenda focar o shampoo no couro cabeludo, sem se preocupar tanto com o comprimento e as pontas. E, ao contrário do que muitos pensam, uma única aplicação de shampoo já é suficiente.

Também não é necessário trocar constantemente de produto — é mito que o cabelo “se acostuma” com determinada marca.

O uso de condicionador é essencial, pois ajuda a deixar os fios mais macios. Segundo os especialistas, vale mais investir em um bom condicionador do que em shampoos caros.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2378958/afinal-deve-ou-nao-lavar-o-cabelo-todos-os-dias

Perfume perfeito: quanto usar e onde aplicar para durar mais

Especialista revela como ajustar a quantidade conforme a fragrância e indica os pontos certos do corpo para melhor fixação; dicas simples ajudam a prolongar o cheiro e evitar erros comuns na aplicação

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Você costuma usar perfume antes de sair de casa? A quantidade e os pontos de aplicação fazem toda a diferença, e muita gente pode estar usando da forma errada sem perceber.

O especialista em fragrâncias Matheus Ueta explicou como aplicar corretamente o perfume, destacando que o número de borrifadas deve variar de acordo com o tipo de fragrância.

Segundo ele, perfumes mais leves pedem mais aplicação. “Se forem perfumes mais fracos, leves ou mais cítricos, vai querer passar até mais do que uma vez”, afirma.

Já as fragrâncias mais intensas exigem moderação. “Quanto mais forte for, menos borrifadelas deverá colocar”. Mesmo assim, ele reforça que não há regra rígida. “O perfume é seu e as regras são suas, borrife e seja feliz”.

Outro ponto importante são as áreas do corpo escolhidas. O ideal é aplicar nos chamados pontos quentes, onde a circulação sanguínea ajuda a difundir o aroma. “Deverá optar pelos pontos quentes do corpo. São eles a zona do pescoço, perto das orelhas e até nos braços”, explica.

Ueta também compartilha um truque pouco conhecido. “Existe uma zona onde muita gente não passa, mas eu passo, que é dentro da camisa, na zona do peito. O perfume na pele e o tecido ajudam a fixar ainda mais. As pessoas vão acabar sentindo o cheiro durante mais tempo.”

Aplicar perfume sobre a roupa também é possível, mas exige atenção. “Pode colocar perfume por cima da roupa, não existe qualquer problema. Só deverá ter cuidado com o tipo de roupa e tecido que está a usar. Se for uma camisa branca, por exemplo, ou roupas mais claras, podem acabar por ficar manchadas com o perfume. O mesmo acontece se o perfume for mais escuro, deverá ter algum cuidado.”

Para quem tem dificuldade em fazer a fragrância durar mais tempo na pele, alguns cuidados simples podem ajudar. A dermatologista Lyandra Costa compartilhou dicas que potencializam a fixação.

Entre elas, está a hidratação da pele logo após o banho, o uso de óleo corporal para criar uma camada protetora e a aplicação do perfume a uma distância mais próxima.

Ela também recomenda um truque bastante conhecido. Antes de aplicar a fragrância, passe vaselina em pontos estratégicos como a dobra do braço, atrás das orelhas e nos pulsos. Isso ajuda a manter o cheiro por mais tempo ao longo do dia.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2373943/perfume-perfeito-quanto-usar-e-onde-aplicar-para-durar-mais

Insuficiência cardíaca: Sinais e fatores de risco desta doença grave

Quando falamos de insuficiência cardíaca, você sabe do que se trata? Essa é uma doença grave e crônica que precisa de tratamento e acompanhamento. Ficar atento aos sinais e fatores de risco pode ser fundamental. Saiba mais sobre essa condição.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO De acordo com o Atlas da Saúde, nesta sexta-feira, 1º de maio, é celebrado o Dia Europeu da Insuficiência Cardíaca. Ao longo do mês, diversas iniciativas são realizadas com o objetivo de conscientizar sobre o problema.

Insuficiência cardíaca: o que é e os tipos

“A insuficiência cardíaca é uma doença grave e crônica, que ocorre quando o coração é incapaz de bombear sangue para o corpo na quantidade necessária ou de relaxar e receber o sangue de forma adequada”, explica o site do SNS24.

Nessa situação, o sangue pode não fornecer os nutrientes e o oxigênio necessários para o bom funcionamento do organismo. E, ao contrário do que muitos pensam, existem diferentes tipos de insuficiência cardíaca.

“A insuficiência cardíaca pode ser classificada com base em um parâmetro obtido por exames de imagem: a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE), que mede a capacidade do coração de bombear sangue para o corpo”, detalha o SNS24.

Assim, existe a insuficiência cardíaca com FEVE reduzida, quando a capacidade de bombeamento está comprometida (valor inferior a 40%), sendo a forma mais preocupante e associada a maiores riscos.

Há também a insuficiência cardíaca com FEVE intermediária, quando o valor está entre 40% e 49%, indicando leve redução da função cardíaca. Já na insuficiência cardíaca com FEVE preservada, a capacidade de bombeamento permanece dentro da normalidade.

Sinais e fatores de risco

Alguns sinais podem indicar insuficiência cardíaca, embora o diagnóstico deva ser feito por um médico. Entre eles estão: cansaço extremo, falta de ar (que pode limitar atividades ou exigir dormir com mais travesseiros), taquicardia constante, inchaço nas pernas ou no abdômen, aumento da necessidade de urinar à noite, tonturas, desmaios e ganho de peso.

“Quando os pacientes apresentam esses sintomas, devem procurar um médico para avaliar a possibilidade de insuficiência cardíaca.”

Entre os principais fatores de risco estão doenças das artérias coronárias, infarto e pressão alta. Também aumentam o risco condições como colesterol elevado, diabetes, obesidade, tabagismo, sedentarismo, histórico familiar de doença cardíaca e alterações genéticas.

Por isso, ficar atento aos sinais e buscar tratamento adequado é essencial para prevenir e controlar a insuficiência cardíaca.

Tratamento

O tratamento deve ser individualizado, pois depende da gravidade da doença e da sua evolução, segundo o SNS24.

Mudanças no estilo de vida — como alimentação saudável e abandono do tabagismo —, uso correto de medicamentos e procedimentos como o cateterismo podem fazer parte do tratamento.

“Nos casos mais graves, quando a insuficiência cardíaca não responde ao tratamento, pode ser indicado o transplante de coração.”

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2379078/insuficiencia-cardiaca-sinais-e-fatores-de-risco-desta-doenca-grave

É seguro ferver a água duas vezes? Há algo que precisa saber

Hábito comum pode alterar a composição da água e concentrar substâncias indesejáveis ao longo do tempo. Especialistas explicam quando o consumo pode representar risco e orientam sobre cuidados ao ferver e armazenar a água

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Reaquecer a água que já foi fervida é um hábito comum, mas que pode levantar algumas dúvidas e até riscos. Embora muitas pessoas façam isso no dia a dia sem preocupação, especialistas apontam que existem fatores importantes a considerar.

De acordo com o site ThoughtCo, o efeito de ferver a água novamente depende do tipo de água utilizado. “Se tiver água perfeitamente pura, como a destilada, nada acontecerá se a ferver novamente. No entanto, a água comum contém gases e minerais dissolvidos. A composição química da água altera-se quando a ferve, pois isso elimina os compostos voláteis e os gases dissolvidos.”

À primeira vista, essa mudança pode parecer positiva, mas o cenário pode se alterar com o tempo e a repetição do processo. “Se ferver a água por muito tempo ou fervê-la novamente, corre o risco de concentrar certos produtos químicos indesejáveis que podem estar presentes na água. Exemplos disso são nitratos e flúor.”

Uma dúvida frequente é se a água fervida mais de uma vez pode causar câncer. Segundo especialistas citados pelo ThoughtCo, a preocupação não é totalmente infundada. “Essa preocupação não é infundada. Embora a água fervida em si não seja prejudicial, o aumento da concentração de substâncias tóxicas pode representar um risco para certas doenças, incluindo o cancro.”

Os especialistas também mencionam estudos que relacionam o consumo excessivo de certos compostos a problemas de saúde. “A ingestão excessiva de nitratos tem sido associada à metahemoglobinemia e a certos tipos de cancro, tal como a exposição ao arsénico.” Além disso, o acúmulo de sais e minerais pode estar ligado a problemas renais.

Outro ponto de atenção é quando a água evapora completamente durante o aquecimento. “O ideal é não deixar a água evaporar completamente, pois isso concentra minerais e contaminantes. Se precisar de ferver a água novamente, é melhor fazê-lo uma ou duas vezes, em vez de tornar-se num hábito.”

Grupos específicos devem ter ainda mais cautela. “Mulheres grávidas e pessoas com risco de certas doenças podem preferir evitar ferver a água novamente, em vez de correr o risco de concentrar substâncias químicas perigosas na água.”

Além disso, a limpeza da chaleira também é essencial para evitar o acúmulo de resíduos, como o calcário, que pode ser ingerido junto com a água. O vinagre é um dos métodos mais conhecidos para higienização, mas há outras alternativas eficazes.

Uma delas é utilizar soluções naturais e aquecer na própria chaleira. “Depois disto, basta enxaguar a chaleira com água fria e usar um pano seco, uma esponja para limpar o interior e remover quaisquer vestígios de calcário que possam permanecer”, orientam especialistas.

Outra opção é o uso de limão. Basta colocar rodelas na água e levar à fervura algumas vezes, deixando esfriar antes de enxaguar. “O sumo de limão é um dos melhores produtos de limpeza naturais. As suas propriedades de ácido cítrico tornam-no numa ótima opção para limpar a chaleira.”

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2372242/e-seguro-ferver-a-agua-duas-vezes-ha-algo-que-precisa-saber

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