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sexta-feira, 9 de junho de 2017

TUMULTO,BAIXARIA E QUASE AGRESSÃO NA CÂMARA DE ARACOIABA

Vereador Sidney Brasil Coelho
Nesta quarta feira, 07, a câmara municipal de Aracoiaba reviveu seus dias de baixaria e vereadores com assento naquela casa legislativa quase saiam no tapa, protagonizando um espetáculo dantesco e condenável sob todos os aspectos. 

Lembrem-se que, semana passada, no mesmo cenário, os edís Pedro Campelo( PDT )  e Valmick Bernardino ( PSDB ) trocaram amabilidades com o segundo chamando a mãe do primeiro de bandida. A mãe em questão é nada mais nada menos que a ex-prefeita Marilene Campelo. 

Na sessão passada, o mesmo Valmick Bernardino travou discussão com seu colega de plenário, no caso o vereador Sidney Brasil Coelho ( foto ). Valmick, entre outras coisas disse que Sidney tinha falido e lhe dirigiu impropérios usando termos chulos, num flagrante contraste com a sua condição de parlamentar. 

Pasmem! Tudo aconteceu quando o vereador Sidney Brasil estava cobrando da administração municipal, liderada pelo prefeito Antônio Claudio, aumento para os servidores do município, com o que Valmick não concordou. 

Antes, Sidney Brasil já havia travado debate com o líder do prefeito na câmara, vereador José Wilsom Dantas. Este debate, sim, em níveis suportáveis, digamos republicanos.

A presidente do poder legislativo deste município, Conceição Pinheiro, Ceiça,deverá adotar medidas e tomar providências para evitar que as sessões da câmara que comanda sejam campo de batalha, e não de discussões que busquem solução  para os graves problemas que atormentam os moradores de Aracoiaba.

Há uma comissão de ética e decoro parlamentar na câmara deste município, e esta deve ser acionada para instaurar procedimentos para apurar se houve ou não quebra de decoro, principalmente por parte do vereador Valmick Bernardino que , via de regra, ataca a honra das pessoas graciosamente.

Para os vereadores situacionistas, a administração Antônio Claudio é intocável e está imune a qualquer crítica dos oposionistas que, argumentam, não têm qualquer autoridade ou qualificação  para criticá-la. Abdicam de sua mais premente missão que é a de fiscalizar os atos de todo o poder executivo. 

As pessoas que compareceram à sessão da câmara municipal de vereadores de Aracoiaba ficaram, simplesmente, horrorizadas com o que testemunharam. Algumas disseram que jamais voltarão à sede  do poder legislativo em dia de sessão. 

É triste! Sem condições de continuar os trabalhos e atendendo orientação, inclusive de pessoas de fora da casa, a presidente da câmara, vereadora Ceiça, resolveu encerrar a sessão.

 POR ARANEWS - Você Por Dentro de Tudo!
Escrito por Roberto Silva

Um comentário:

silvanar disse...

ISSO NÃO É NENHUMA NOVIDADE.

Já fui vítima dos membros desta casa, que me acusaram de ladrão, bandido, chefe de quadrilha (entre outras palavras graciosas que ele gostam de usar), quando eu era dirigente do maior sindicato de nossa cidade.

Tive a dignidade e a honradez de respeitosamente (ao contrário deles), enviar três ofícios para a casa, solicitando informações sobre o teor das denuncias que a mim direcionavam (sem nunca receber respostas). Já que nãoconstava (e ainda hoje não consta), nenhuma denuncia contra mim, seja na delegacia de policia, seja no fórum ou no ministério público, contra a minha pessoa.

Na quarta vez, me propus a ir na Câmara Municipal de Aracoiaba e acompanhado dos meu companheiros de diretoria e mais ainda de um dirigente da FETRAECE, o companheiro José Pereira (de saudosa memória), pois sabia que o regimento interno dela, garante espaço para os cidadãos ocuparem a sua tribuna (e havia previamente solicitar o referido espaço), para falar e solicitar que formalizassem as denuncias, para que eu pudesse me defender. Tal direito não só me foi negado, como tive que escutar na minha cara e em silencio, sem direito à voz, que a “casa do povo” me agredisse e me ofendesse, a mim e aos companheiros de diretoria. Um dos quais tentou falar e teve que ser contido pela policia que foi chamada para manter a “ordem”. Sai daquele espaço cheio de vergonha (até porque estávamos recebendo na cidade, uma ilustre visita que presenciou como os “homens do povo” se comportam) e fiz questão de não esperar que a policia chegasse.

Naquele dia, jurei para mim mesmo e para os que me acompanhavam, que jamais pisaria naquele pedaço de chão, sem antes receber um pedido de desculpas formal e público, a mim e aos mais de dez mil trabalhadores por mim representados. E agora que esse comportamento tão pequeno continua prevalecendo, estou mais do que convencido de que de fato não devo entrar ali.

Minha atitude é extrema e talvez radical de mais. E por isso, recomendo aos cidadãos de minha terra, que diferente de mim, compareçam às seções legislativas de nossa cidade, para acompanhar e fiscalizar o trabalho e o comportamento de nossos principais empregados, pagos com nosso impostos para trabalharem pelo bem da coletividade, inclusive respeitando-a.

Acredito e espero por mudanças de comportamento e de atitudes. Mas são as pessoas que os colocam lá. Temos que respeitar o voto do povo, embora descordando de suas escolhas, que com certeza não se baseia no convencimento ou no consenso formado por meio desse tipo de discurso, tão pouco por esse tipo de comportamento.

Silvanar Soares Pereira

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