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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

MEC quer levar ensino integral aos anos finais do ensino fundamental

A intenção é tornar a escola mais atrativa para os estudantes
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Educação (MEC) lançará um programa para levar ensino integral aos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano. De acordo com a pasta, um projeto piloto será implementado em 40 escolas que já ofertam ensino integral no ensino médio. O projeto será desenvolvido ao longo de 2020, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A ideia é que o programa seja lançado oficialmente em 2021.

A intenção, de acordo com a pasta, é tornar a escola mais atrativa para os estudantes. "Se analisarmos o nosso percurso educacional, vamos verificar que, do 5º ano para o 6º ano do ensino fundamental e do 9º ano para a 1º série do ensino médio, perdemos muitos estudantes. Seja por abandono ou repetência", disse o secretário de Educação Básica, Janio Macedo.

Com a educação em tempo integral, os estudantes passam mais tempo na escola, cerca de 7 horas por dia, e participam de atividades como reforço escolar, esportes, danças, aulas de artes, comunicação e uso de mídias, entre outras atividades.

A ampliação do ensino integral é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), implementado pela Lei 13.005/2014, que estabelece que, no mínimo, 25% dos estudantes do país sejam atendidos em jornadas diárias de 7 horas ou mais até 2024.

O último Censo Escolar mostrou que o percentual de matrículas em tempo integral diminuiu no ensino fundamental, passando de 16,3% de todas as matrículas nas escolas públicas, em 2017, para 10,9% em 2018. Esse percentual chegou a 19,4% em 2015. Nas escolas privadas, as matrículas tiveram um leve aumento, passando de 2,1% para 2,2% de 2017 para 2018.

No ensino médio, a situação foi oposta. O percentual de matrículas em tempo integral passou de 8,4% em 2017 para 10,3% em 2018, nas escolas públicas. Nas privadas, passou de 3,9% para 4% no mesmo período.

O governo federal incentiva o ensino integral por meio de programas como o Mais Educação, lançado em 2007. Desde então, o programa passou por reformulações e enxugamentos.

Ensino médio

O MEC informou que vai incentivar o ensino integral em escolas de ensino médio. O objetivo é ampliar de 1.027 escolas para 1.527 o número de estabelecimentos em tempo integral. "Com isso, a partir de 2020, serão ofertadas 40 mil novas vagas do Ensino Médio em Tempo Integral e mais 200 mil novas vagas do Novo Ensino Médio, com o objetivo de ofertar pelo menos um itinerário formativo", disse o secretário de Educação Básica, Janio Macedo.

O ensino médio passará, no país, por reformulações. Pelo novo modelo, ainda em fase de implementação, os estudantes têm uma formação comum em todo o país, definida pela Base Nacional Comum Curricular, e, no restante do tempo, podem aprofundar a formação em um itinerário formativo nas áreas de linguagens, ciências da natureza, ciências humanas, matemática ou ensino técnico.

Para isso, as redes de ensino devem aumentar o tempo de aula. Hoje, a maior parte dos estudantes fica 5 horas por dia na escola. Esse tempo deverá chegar a 7 horas.
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Saúde credencia municípios para receber gerentes de atenção primária

Ao todo 1.084 servidores serão distribuídos por 319 cidades
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O Ministério da Saúde deu início ao credenciamento dos municípios que receberão ajuda financeira para ampliar os serviços de atenção primária - aquela que cuida do atendimento, prevenção de agravamento de doenças, reabilitação e redução de danos à saúde - na rede pública. Ao todo, nesse primeiro momento, 1.084 gerentes de saúde serão distribuídos por 319 municípios, em 23 estados.

Em nota, o ministério informa que os gerentes de atenção primária estarão exclusivamente dedicados à administração e organização de processos de trabalho nas Unidades de Saúde da Família (USF), “o que deve melhorar o fluxo de atendimento desses postos”. Os gerentes serão responsáveis, ainda, pela interlocução com outras unidades da rede de saúde, como Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais da rede pública.

A iniciativa visa retirar as funções administrativas que são cumpridas por enfermeiros - que estarão à disposição para atendimento da população durante toda a jornada de trabalho - e deixá-las a cargo dos novos gerentes, que não farão atendimentos de saúde.

O custo inicial do programa é de R$ 1,5 milhão em 2019, mas o repasse para 2020 será de R$ 18,5 milhões.

O Ministério da Saúde exige que os gerentes de atenção primária sejam profissionais com formação de nível superior, preferencialmente com experiência na área. A remuneração varia de R$ 713 a R$ 1.426.
POR AGÊNCIA BRASIL

Gás de cozinha fica 5% mais caro a partir de hoje

Preço final ao consumidor dependerá de repasse pelas distribuidoras
Marcello Casal/Agência Brasil
A partir de hoje (27), o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, fica em média 5% mais caro para as distribuidoras. O reajuste foi confirmado pela Petrobras e se refere ao preço à vista e sem tributos. O preço final ao consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras.

Ontem, a estatal anunciou que renovou o contrato com 12 distribuidoras estaduais a partir de janeiro, “com base em uma nova fórmula de preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo”. São elas GásBrasiliano, São Paulo Sul, Comgás (parcialmente), BR Espírito Santo, Gasmig, CEG, CEG-RIO, Algás, Bahiagás, Sergás, Potigás e Pbgás.

Com isso, a Petrobras estima que o preço do produto possa ter uma redução média imediata de 10% em relação aos contratos anteriores, considerando o preço do petróleo na faixa de US$ 60/bbl.
POR AGÊNCIA BRASIL

Guardar as 'sobras'? Oito alimentos que jamais devem ser reaquecidos

Quem tem por hábito guardar as 'sobras' para próxima refeição, necessita ter cuidado
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Costuma aquecer os alimentos que sobraram do jantar ou do almoço? Sim, trata-se de uma ótima forma de evitar o desperdício. Porém, há alimentos que, quando aquecidos uma segunda vez podem ser prejudiciais e perigosos para a saúde e bem-estar. 

O jornal britânico Mirror divulgou uma lista de oito alimentos que jamais deve colocar novamente no micro-ondas, forno ou fogão: 

Aipo
O nitrato deste vegetal pode tornar a sua sopa tóxica caso seja aquecido pela segunda vez.

Ovos
Geralmente é seguro reaquecer ovos, desde que estes não tenham estado previamente armazenados em ambientes quentes.

Espinafres
Tal como no caso do aipo, os nitratos que fazem tão bem à saúde não ‘gostam’ de ser aquecidos mais do que uma vez e podem até gerar propriedades cancerígenas.

Cogumelos
O ideal é comê-los assim que termine de prepará-los. Seguir este conselho pode proteger o seu estômago dos efeitos da deterioração das proteínas.

Batatas
Cuidado com este alimento básico. Deixá-las esfriar à temperatura ambiente e depois colocá-las na geladeira pode causar botulismo quando as voltar a aquecer. 

Frango
Aquecer frango pela segunda vez pode causar problemas de estômago. Certifique-se de que o interior do alimento está bem quente antes de o comer.

Beterraba
Como é rica em nitratos, quando aquecida pode ocasionar dores de estômago.

Arroz
O arroz é um dos alimentos mais comuns no que diz respeito às ‘sobras’. Entretanto, pode ser o responsável por uma intoxiacação alimentar grave. O problema não está em aquecê-lo, mas na forma como é armazenado e no tempo que passa à temperatura ambiente. O arroz cru pode conter micro-organismos que conseguem sobreviver ao aquecimento. Ao deixar o arroz fora da geladeira por muito tempo, esses micro-organismos multiplicam-se e podem causar intoxicações alimentares que resultam em vômitos e diarréia.
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