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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Noites quentes. O tipo de filme pornô mais visto pelas mulheres em 2019

O Pornhub acabou de lançar os seus dados anuais, segundo a plataforma 2019 foi um “ano suculento”... Saiba qual foi o tipo de pornô mais visto pelas mulheres em 2019!
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Estima-se que 30% dos visitantes do Pornhub nos Estados Unidos são mulheres, o que representa um aumento de 2% em relação ao ano passado. Segundo os dados, as categorias mais vistas entre homens e mulheres variam, mas na verdade apenas na ordem; a maioria dos termos são os mesmos.

Categorias mais vistas por mulheres
De longe, a categoria mais vista pelas mulheres é a lésbica, seguida de 'popular entre mulheres' e 'japonesa'. Por outro lado, a categoria principal para os homens é a 'japonesa', enquanto 'amador' e 'mulheres maduras' completam as três principais.

Surpreendentemente, as mulheres visualizaram vídeos de 'lamber vagina' 200% vezes a mais do que os homens.

Tipo de filmes pornográficos mais vistos pelas mulheres em 2019: Estrelas pornô mais pesquisadas
A estrela pornô que as mulheres mais pesquisaram em 2019 foi Lana Rhoades, que também foi a atriz mais procurada pelos homens. Em segundo lugar, Jordi El Nino Polla, uma 'pornstar' masculina que foi a sexta na lista geral.

Quatro das dez estrelas pornô que as mulheres procuraram mais do que homens são estrelas de pornografia gay do sexo masculino, o que comprova que muitas mulheres são fãs de pornôs gay.

Dados do site, no geral
O site detectou ainda um número recorde de envios com mais de 6,83 milhões de novos vídeos, o que, segundo os administradores do Pornhub, significa que se um espectador começasse a ver novos vídeos em 1850, estaria a vê-los até hoje, de acordo com a quantidade de minutos disponíveis.

Por fim, as três principais pesquisas deste ano foram 'amadoras' e 'alienígenas'.
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Especialista dá dicas para evitar inchaço nas pernas causado pelo calor

Angiologista e cirurgiã vascular explica o que fazer para evitar pernas cansadas e inchadas nas estações mais quentes do ano
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Mesmo no inverno, quando a temperatura aumenta e o tempo fica seco, algumas pessoas ainda sentem as pernas inchadas – e isso tem a ver com o calor que provoca alteração na circulação sanguínea. “Ocorre uma vasodilatação dos vasos para favorecer a transpiração e equilibrar a temperatura do organismo estável”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Segundo a médica, muitas ações colaboram para esse processo, como a exposição ao sol por tempo prolongado em praias, clubes e piscinas ou até mesmo a ausência de atividade física e a pouca ingestão de água. Por esse motivo, segundo a especialista, é necessário seguir algumas recomendações de ações práticas que favorecem o retorno venoso e evitam o inchaço e cansaço das pernas:
- Tire pausas e repouse com as pernas elevadas;
- Pratique atividade física: “Uma caminhada diária na praia em 30 minutos é suficiente, faz bem para a circulação e para a alma”, explica;
- Evite alimentos muito condimentados ou ricos em sódio. “O ideal é investir em alimentos diuréticos naturais (kiwi, melancia, pepino, mirtilo, cenoura, berinjelas, alcachofra, salsão, uva e aspargos)”;
- Beba muita água
- Evite bebidas alcóolicas
- Compressas frias nas pernas podem aliviar o cansaço. “Elas ajudam o retorno venoso”, conta;
- Relaxe! “Uma pressão arterial controlada é essencial para uma boa circulação”, sugere.

Por fim, a médica esclarece que, mesmo seguindo essas recomendações, é ideal consultar um médico vascular para receitas mais específicas de venotônicos, antioxidantes ou meias de compressão.

STF decide que não pagar ICMS é crime

Julgamento foi decidido por 7 votos a 3
Maioria dos ministros do STF acompanhou o voto
 do ministro Luis Roberto Barroso
 - Arquivo/Agência Brasil
Por 7 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, hoje (18), considerar crime o não pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), devidamente declarado. O imposto é a principal fonte de receita dos estados, cobrado pela movimentação de mercadorias e serviços, devendo ser recolhido e repassado ao governo por uma empresa na venda de algum produto ou serviço.

Conforme a decisão, os responsáveis por empresas que não repassarem ao estado o valor recolhido de ICMS cobrado no preço de mercadorias poderão ser processados pelo crime de apropriação indébita tributária, com base no artigo 2º, inciso II, da Lei 8.137/90. Antes da decisão, a falta de pagamento não era reconhecida como crime tributário, mas como simples inadimplemento do valor.

O dispositivo definiu como crime tributário "deixar de recolher, no prazo legal, valor de tributo ou de contribuição social, descontado ou cobrado, na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos".

A decisão deverá atingir os contribuintes que, de forma contumaz e com dolo de apropriação, deixaram de repassar o ICMS aos governos estaduais.

A pena prevista para o crime é de seis meses a dois anos de detenção, no entanto, são suspensas mediante o pagamento da dívida ou pela adesão a programas de refinanciamento de dívidas (Refis).
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A vida offline é tema do Caminhos da Reportagem desta quinta-feira

Quantas vezes você pensou em se desconectar do mundo digital?
Divulgação TV Brasil
Um abismo separa o mundo antes e depois da internet. Os usuários das redes sociais vivem entre a realidade que supera a ficção e a ficção que se apresenta como realidade. “Me pergunto sempre se eu vivo para postar ou posto para viver”, diz a empresária e influenciadora digital Adriana Naccarato ao programa Caminhos da Reportagem, que vai ao ar hoje (19), às 21h, na TV Brasil.
"Não sei se vivo para postar ou posto para viver", diz a empresária Adriana Naccarato
Divulgação TV Brasil
Em busca de likes e seguidores, os usuários das redes sociais estão na mira dos psicólogos com um novo tipo de dependência: a tecnológica. “O brasileiro é o segundo que mais gasta tempo na internet. São nove horas por dia.

Somos os campeões do uso do WhatsApp e estamos entre os três que mais utilizam as redes sociais”, diz Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

O estudante Matheus Castillo Lara Campos admite que passou três anos vivendo dentro de uma sala de games. Passava até 16 horas diante do computador, deixando de tomar banho durante vários dias. “Naquela época, eu preferia ser quem eu era nos jogos: um campeão que quando entrava na sala, todo mundo falava ‘caramba, ele chegou’!”. O vício de estar conectado com os games será sempre uma preocupação para os pais de Matheus, que dizem estar alertas com o filho para sempre.

O Caminhos da Reportagem aponta soluções pragmáticas de quem já ficou desconectado por um ano como a fotógrafa Ana Rovati. Uma das medidas é adotar o mapa físico e voltar a se perder. “Eu estava com medo de errar, de não saber chegar aos endereços”, conta. No mundo solitário das conexões digitais, ela descobriu algo que muitos se esquecem: as pessoas ajudam quando você precisa.
POR AGÊNCIA BRASIL

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