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terça-feira, 24 de julho de 2018

Comer queijo não causa problemas no coração

Estudo americano descarta supostos malefícios desse tipo de laticínio
(foto: Pixabay)
Para quem é natural de Minas Gerais, é quase impossível não consumir queijo na dieta. O problema é que muita gente deixa de lado o produto por considerar calórico demais ou por conter "gorduras ruins" – exceto os considerados "magros", como cottage e ricota. Porém, uma ótima notícia para os amantes de queijo acaba de ser divulgada nos Estados Unidos: estudo publicado no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition descobriu que as gorduras encontradas nesse tipo de laticínio e outros produtos à base de leite integral não causam risco aumentado de ataque cardíaco ou de derrame.

Claro, se você é intolerante à lactose ou alérgico a laticínios, provavelmente ainda vai precisar evitar o queijo. No entanto, o estudo sugere que deixar de comer como forma de proteger o coração não ajuda em nada. "Nossa pesquisa se soma a um crescente número de evidências que não encontraram danos relacionados a doenças cardíacas ou mortalidade global associada ao consumo de alimentos lácteos integrais", afirma Marcia Otto, professora assistente do departamento de Epidemiologia, Genética Humana e Ciências Ambientais da Escola de Saúde Pública da Universidade do Texas, nos EUA, em artigo de divulgação da pesquisa. Além disso, os cientistas também descobriram que um dos três ácidos graxos presentes na gordura do leite, na verdade, está ligado ao menor risco de derrame entre adultos mais velhos.

A professora alerta, no entanto, que mais pesquisas são necessárias, mas, ainda assim, aproveita para criticar as "fake news" (notícias falsas) que relacionam certos alimentos a supostos problemas de saúde, levando em conta informações limitadas. "Fazer julgamentos sobre a saúde alimentar com base em apenas um nutriente pode levar à confusão e à desinformação. Quando se trata de padrões alimentares saudáveis, é muito importante não selecionar ou evitar qualquer alimento baseado em um único nutriente, mas olhar para os alimentos como um todo", comenta Marcia Otto.

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Dor no estômago não é só má digestão

Especialista comenta as causas desse sintoma comum e 'confuso'
POR REVISTA ENCONTRO
Muito associadas a problemas de digestão, as dores de estômago podem ter várias causas e representar até algo mais sério. De acordo com o gastroenterologista Eduardo Berger, do hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo (SP), a realização de exames para o diagnóstico correto é essencial para evitar confusão com doenças que tenham sintomas semelhantes.

O médico lembra que um incômodo comum, popularmente conhecido como dor na "boca do estômago", localizada no ponto mais alto da região mediana do abdômen, pode ser associada erroneamente a vários problemas. "Inúmeras situações clínicas provocam sintoma doloroso nesse local, o que confunde quem o está sentindo. O incômodo pode estar atrelado a problemas bíleo-pancreáticos, ou seja, no fígado, vesícula e pâncreas. Além disso, pode estar relacionado com problemas cardíacos e outras afecções digestivas, que envolve apendicite, verminose e outras doenças intestinais", comenta o gastroenterologista.

Para evitar um diagnóstico incorreto, observar as características da dor é o primeiro passo. Entre os pontos a serem questionados, segundo o médico, estão a forma como o sintoma surgiu; o tipo; o ritmo; a periodicidade; e quais fatores o fazem melhorar ou piorar.
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Mais agressivo, vírus da gripe triplica mortes no Brasil

O total de óbitos já é 68% maior do que o relatado em todo o ano de 2017
© Reuters / Marcos Brindicci
Com o avanço do vírus H1N1, o número de mortes por gripe neste ano no Brasil quase triplicou em relação ao mesmo período do ano passado. São 839 vítimas até 14 de julho, segundo dados do Ministério da Saúde. Considerado mais agressivo, o tipo H1N1 do vírus é o que mais circula no País. O total de óbitos já é 68% maior do que o relatado em todo o ano de 2017.

O número de registros de casos de gripe também aumentou: houve alta de 162% ante o mesmo período do ano passado. De acordo com especialistas, também é comum haver subnotificação de ocorrências menos graves.

Coordenador de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde de São Paulo, o infectologista Marcos Boulos explica que o tipo de vírus em circulação no País hoje é mais agressivo em relação ao que circulou há um ano. "O H1N1 é mais agressivo. Mata em todas as idades e o H3N2 (outro tipo de vírus) pega mais em idosos", explica.

O Estado é o mais afetado. Segundo o ministério, são 1.702 casos dos 4.680 de todo o País. E quase 40% das mortes por gripe no Brasil foram registradas em São Paulo (320). Nem todos os óbitos são de pacientes com pelo menos um fator de risco (como gravidez, diabete e velhice). Do total de mortos, um em cada quatro não se encaixa nesses grupos mais vulneráveis.

Receber é bom. Mais importante é agradecer...

Sou um incorrigível emotivo e um inveterado saudosista. Reconheço...

RUFINO SILVA/FACEBOOK
Receber é bom. Mais importante é agradecer...Começa mais um dia de trabalho. Começa mais um desempenho de uma missão onde tem o dedo de Deus e a vontade de poucos. Obrigado meu Pai. Obrigado minha mãe, parece mentira, eu estou feliz. bola pra frente. Amem. 23.07.2018. Segunda feira.

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CRÔNICAS DE RUFINO SILVA

Como saber se alguém está se passando por você no WhatsApp

(Foto: Olhar Digital / iStock)
POR OLHAR DIGITAL
Recentemente, a Polícia Federal desarticulou uma quadrilha que aplicava golpes através do WhatsApp "grampeando" os números das vítimas. Os crimem tinham como alvos autoridades e pessoas públicas; pelo menos 20 políticos foram atingidos desde 2016.
Neste tipo de golpe, os criminosos contam com a ajuda de funcionários de uma operadora telefônica que desativam o número da vítima e o repassam para um chip utilizado pelos bandidos. De posse do seu número, eles podem facilmente acessar o seu WhatsApp e mandar mensagens no seu nome.
A partir daí, os criminosos podem se passar por você e pedir dinheiro para seus contatos no WhatsApp, que não notam a diferença. Foi o que aconteceu com a maioria das vítimas da quadrilha presa pela PF na semana passada. Felizmente, há formas de prevenir e detectar o golpe.
"O que fazer para se prevenir?"
Antes de mais nada, é preciso dar mais proteção à sua conta no WhatsApp. Para isso, recomendamos ativar a autenticação em duas etapas. A partir daí, sempre que alguém, em algum lugar, tentar entrar na sua conta do WhatsApp por outro celular, você receberá um alerta.
Acesse as configurações do WhatsApp, toque em "Conta", depois em "Verificação em duas etapas" e depois toque em "Ativar". Você precisará digitar uma senha de até seis dígitos para proteger sua conta. Evite usar números muito fáceis de adivinhar, como 1234 ou datas de aniversários.
"Alguém já está usando meu WhatsApp em outro celular ou PC. E agora?"
O WhatsApp não permite que dois smartphones diferentes tenham o aplicativo instalado e funcionando ao mesmo tempo, o que ajuda a identificar fraudes. Quando alguém fizer login no seu WhatsApp a partir de outro celular, o seu vai parar de funcionar e esta mensagem vai aparecer na tela:

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