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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Ingerir bebidas muito quentes 'aumenta risco de câncer em 90%'

E as más notícias não se restringem apenas ao consumo de chá. A ingestão de qualquer bebida extremamente quente, incluindo café ou leite, tem o mesmo efeito
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Beber mais de três xícaras de chá quente diariamente aumenta a probabilidade de aparecimento de câncer na garganta em 90%, alertam os especialistas.

E as más notícias não se restringem apenas ao consumo de chá. A ingestão de qualquer bebida extremamente quente, incluindo café ou leite, tem o mesmo efeito.

Os cientistas alertam que o hábito duplica o risco de desenvolvimento de tumores.

Os líquidos quentes danificam o tubo alimentar, podendo assim contribuir exponencialmente para o desenvolvimento de câncer, segundo um novo estudo realizado por investigadores da Universidade de Teerã, no Irã.

Cientistas garantem que consumir apenas três xícaras de algum tipo de líquido quente – com temperaturas superiores a 60ºC – aumenta o risco de câncer em 90%.

O líder do estudo, o professor e cientistas Farhad Islami, aconselha que se espere até que a bebida esfrie um pouco antes de a consumir.

“Muitas pessoas gostam de beber chá ou café fervendo, todavia, e de acordo com a nossa pesquisa, consumir bebidas extremamente quentes pode aumentar o risco de ocorrência de câncer esofágico”, explica Islami.

A comunidade médica alerta que os números relativamente a esse tumor estão subindo rapidamente, em cerca de 60% para os homens nos últimos 30 anos e em cerca de 10% em mulheres no mesmo período de tempo.

Os cientistas acreditam que o calor danifica o esôfago provocando a inflamação dos tecidos e dos órgãos e danos no DNA -o que pode levar a produção de agentes cancerígenos.

Os sintomas de câncer de garganta incluem dificuldade em engolir, indigestão persistente, perda de apetite e dor na parte superior do estômago, no peito e nas costas.

Bolsonaro autoriza estudo para privatização dos Correios

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro já sinalizava que a empresa poderia ser privatizada devido aos prejuízos
Após prejuízos registrados entre 2103 e 2016, a estatal
 registrou lucro de R$ 161 milhões em 2018 e de R$
667,3 milhões em 2017./ Natinho Rodrigues 
O presidente Jair Bolsonaro autorizou a realização de estudos para a privatização dos Correios. A informação foi confirmada em publicação no Twitter. Bolsonaro lembrou ainda os casos e as suspeitas de irregularidades que envolveram a estatal.

"Demos OK para estudo da privatização dos Correios. Temos que rememorar para a população o seu fundo de pensão. A empresa foi o início do foco de corrupção com o mensalão, deflagrando o governo mais corrupto da história. Com o Foro de SP destruíram tudo nome da Pátria Bolivariana", escreveu o presidente.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro já sinalizava que a empresa poderia ser privatizada devido aos prejuízos.
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Bolsonaro se diz preocupado com homens que amputam pênis por falta de higiene

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O presidente Jair Bolsonoro se mostrou bastante preocupado com casos de homens que têm pênis amputados por falta de higiene íntima durante visita nesta quinta-feira (25) ao Ministério da Educação, de acordo com informações do G1.

“Uma coisa muito importante, para complementar aqui o ministro [Abraham Weintraub]. Dia a dia, né, a gente vai ficando velho e vai aprendendo as coisas. Tomei conhecimento uma vez que certos homens ao ir para o banheiro, eles só ocupavam o banheiro para fazer o número 1 no reservado”, afirmou o presidente, que em seguida citou um “dado alarmante”: mil amputações de pênis por ano no Brasil “por falta de água e sabão”.

“Quando se chega a um ponto desses, a gente vê que nós estamos realmente no fundo do poço. Nós temos que buscar uma maneira de sair do fundo do poço ajudando essas pessoas, conscientizando-as, mostrando realmente o que eles têm que fazer, o que é bom para eles, é bom para o futuro deles, e evitar que se chegue nesse ponto ridículo, triste para nós, dessa quantidade de amputações que nós temos por ano”, complementou o presidente.

Ministro Paulo Guedes promete reduzir o preço do gás pela metade

Ministro Paulo Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes, estima que, em no máximo 60 dias, serão tomadas medidas que vão reduzir o preço do gás natural pela metade. Ao lado do economista Carlos Langoni, após mais uma reunião sobre o assunto no Rio, Guedes garantiu que vai vencer a resistência da Petrobras, com o apoio do presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

“A ideia é levar para as famílias brasileiras pela metade do preço. Reindustrializar o País com energia barata é muito atraente para nós”, disse Guedes, em rara entrevista na porta do Ministério da Economia no Rio onde estava ao lado do economista e consultor do governo Carlos Langoni.

Guedes afirmou que até mesmo um consultor que mandou para Petrobras durante a campanha eleitoral foi cooptado pela burocracia da empresa e apresentou um plano de quatro anos para reduzir o preço do gás.

“São medidas muito simples, de uma simplicidade franciscana”, disse Langoni, afirmando que as medidas envolvem a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Segundo Guedes, já na próxima segunda-feira fará reunião com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para acelerar o projeto.

Bolsonaro extingue horário de verão

A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia, que apontou pouca efetividade na economia energética
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O Brasil não adotará mais o horário de verão a partir deste ano. O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (25) decreto que extingue a medida, em cerimônia no Palário do Planalto. A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia, que apontou pouca efetividade na economia energética, e estudos da área da saúde, sobre o quanto o horário de verão afeta o relógio biológico das pessoas.

“As conclusões foram coincidentes. O horário de pico hoje é às 15 horas e [o horário de verão] não economizava mais energia. Na saúde, mesmo sendo só uma hora, mexia com o relógio biológico das pessoas”, disse, ressaltando que não deve haver queda na produtividade dos trabalhadores nesse período.

A medida já havia sido anunciada pelo presidente no dia 5 de maio.

De acordo com o secretário de Energia Elétrica do MME, Ricardo Cyrino, a economia de energia com o horário de verão diminuiu nos últimos anos e, neste ano, estaria perto da neutralidade. “Na ótica do setor elétrico, deixamos de ter o benefício”, disse.

Cyrino afirmou que o horário de verão foi criado com o objetivo de aliviar o pico de consumo, que era em torno das 18 horas, e trazer economia de energia na medida em que a iluminação solar era aproveitada por mais tempo. “Com a evolução da tecnologia, iluminação mais eficiente, entrada de ar-condicionado – que deslocou o pico de consumo para as 15 horas – e também a substituição de chuveiros elétricos [por aquecimento solar, por exemplo], que coincidia com a iluminação pública às 18 horas, deixamos de ter a economia de energia que havia no passado e o benefício do alívio no horário de ponta, às 18 horas”, explicou.

O horário de verão foi criado em 1931 e aplicado no país em anos irregulares até 1968, quando foi revogado. A partir de 1985, foi novamente instituído e vinha sendo aplicado todos os anos, sem interrupção. Normalmente, o horário de verão começava entre os meses de outubro e novembro e ia até fevereiro do ano subsequente, quando os relógios deveriam ser adiantados em uma hora em parte do território nacional.

O secretário afirmou ainda que nos últimos 87 anos de instituição do horário de verão, por 43 anos o país ficou sem adotar a medida e que ela pode ser instituída novamente no futuro. “Tivemos muitas alternâncias. Vamos continuar fazendo avaliações anuais e nada impede que, no futuro, caso venha a ser conveniente na ótica do setor elétrico, vamos sugerir novamente a introdução do horário de verão. Por hora, ele não faz mais sentido.

”Fim dos problemas nos celulares?

No ano passado, a entrada do horário de verão em território brasileiro causou alguns problemas aos usuários de celulares. Entre os dias 14 e 15 e 20 e 21 de outubro, smartphones do país inteiro adiantaram em uma hora o seu relógio, atingindo telefones de todas as operadoras de telefonia e, até mesmo, de TV a cabo.

O problema foi relatado por diversos usuários nas redes sociais e com um agravante: mesmo tentando ajustar a hora de forma manual - desativando a opção "Data e hora automáticas" (quando essas informações são fornecidas pela rede da operadora) - o horário permanecia adiantado em 60 minutos. Em muitos casos, mesmo reiniciando o aparelho, a questão não era solucionada.

Agora, com o fim do horário de verão, esses problemas não devem mais ocorrer. 

Queda de energia elétrica é a principal reclamação contra a Enel

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), das 1.008.368 reclamações registradas em 2018 na distribuidora no Ceará, 950.348 foram pela falta de energia elétrica, o equivalente a 94% do total
A falta de energia e a oscilação na rede fornecedora têm
prejudicado muitos consumidores
FOTO: THIAGO GADELHA
Fundamental para a qualidade de vida e dignidade do ser humano, o fornecimento de energia elétrica é um dos serviços considerados essenciais. No Estado, no entanto, a interrupção desse atendimento está entre as causas que levaram a Enel Distribuição Ceará a ocupar o 4º lugar no ranking das empresas mais reclamadas no Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), em 2018.

O levantamento do órgão leva em conta problemas diversos e não apenas o corte no fornecimento. Porém, dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) colocam este motivo como o mais demandado na própria distribuidora cearense em 2018. Das 1.008.368 reclamações registradas no mesmo ano, 950.348 foram pela falta de energia elétrica, 94% do total.

Os danos elétricos são a segunda causa mais reclamada pelos usuários na Enel Ceará, com 15.507 registros em 2018, seguido do item "prazos", com 7.931 reclamações em igual período.

Entre os consumidores, o tempo levado para restabelecer o serviço se mostra uma queixa recorrente. Dono de uma pequena padaria no município de Pacujá, a 309 quilômetros de Fortaleza, o microempreendedor Rafael de Alcântara Jorge, 36, perdeu toda a produção de pães de um dia após a queda de energia elétrica no imóvel, na última sexta-feira (19).

Conforme diz, o serviço foi interrompido às 18h e religado somente às 16h30 do dia seguinte, após visita dos técnicos da distribuidora. "Eu liguei várias vezes e disse que precisava assar os pães às 3h da manhã para vender quando amanhecesse. Falaram que viriam por volta de 22h do mesmo dia; depois, meia-noite e não vieram. Perdi mil pães e nem abri a padaria no sábado. Eles têm um tempo de fermentação e para assar depois não daria mais".

Segundo ele, é a terceira vez que perde a produção por idêntico motivo. Mesmo tendo entrado em contato com a central da empresa e registrado reclamação, não conseguiu ser ressarcido. "A atendente mandou eu procurar o jornal para ter meu direito atendido", afirma.
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