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quarta-feira, 3 de abril de 2019

‘Malhação’ terá, pela primeira vez na história, protagonista gay

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A nova temporada de Malhação terá protagonista homossexual pela primeira vez na história. O ator Pedro Alves interpretará Guga, um jovem que entra em conflito com a própria sexualidade após terminar o namoro com Meg, papel de Giullia Bertolli. A atração é exibida desde 1993 pela TV Globo.

O adolescente descobre que gosta da namorada apenas como amiga. Ele passa a ter dificuldades para encontrar apoio em sua escolha pelo fato de a família ser rica e preocupada com a imagem do garoto. A próxima Malhação – Toda Forma de Amar deve estrear em meados de abril.

A novela já tocou no assunto em outras edições. Em Malhação: Vidas Brasileiras, os personagens de Pedro Vinícius e Giovanni Dopico protagonizaram o primeiro beijo gay da trama em outubro do ano passado. “Tão importante mostrar isso e eu só tenho a agradecer. Obrigada a todos os envolvidos”, comemorou Pedro na ocasião.

“O processo de construção do personagem foi um grande desafio pra mim, ainda mais sendo meu primeiro trabalho na TV! Polêmicas e opiniões à parte, acredito que a arte supera qualquer desafio que o artista precisa vencer!”, escreveu Giovanni na época.

Em 2017, Malhação já havia exibido a primeira cena com um beijo gay entre duas mulheres.

Empresária pede bloqueio do salário de Alexandre Frota por dívida em boate gay

Alexandre Frota
Uma empresa está pedindo o bloqueio de salário do deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) por um calote em boate gay. Em 2006, a Agita Cultural, da empresária brasiliense Nice Pereira, organizou uma “Festa do Orgulho Gay em Brasília” e Frota, que atuava em filmes pornôs, seria a estrela do evento.

De acordo com o jornalista Guilherme Amado, da revista Época, o então ator assinou um contrato com cachê de R$ 2 mil, sendo que metade do valor foi pago após a assinatura e a outra metade antes da festa, além de diárias e passagens. O show teria uma hora e meia de duração, mas Frota não compareceu. A empresária, então, se irritou e foi à Justiça pedindo reparação de danos materiais e morais, mas só obteve sentença favorável para o primeiro pleito.

Desde então, corre um processo contra Frota no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e o valor subiu de R$ 30 mil para R$ 80 mil, pois o atual deputado federal raramente era localizado, assim como seus bens, mesmo quando ele atuava em emissoras conhecidas, como Record e SBT. Quando se tornou parlamentar, os problemas aumentaram.

Em seu primeiro vencimento, Frota teve um “desconto judicial” de mais de R$ 10 mil referente a outra dívida, com o Banco Econômico. Por isso, a estratégia jurídica que Nice Pereira deve seguir, segundo a revista Época, é pedir ao TJDFT que bloqueie o restante do salário de Alexandre Frota, por volta de R$ 12 mil.

Deputado quer criminalizar jogos violentos no Brasil

Projeto de lei do deputado Júnior Bozzella (PSL-SP) prevê proibição de desenvolvimento e distribuição de jogos considerados violentos em todo o país
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Um projeto de lei da Câmara dos Deputados pode proibir jogos violentos como um todo no Brasil. De autoria do deputado Júnior Bozzella (PSL-SP), a proposta prevê até prisão para quem desenvolve ou disponibiliza jogos considerados violentos em todo o país.

PL-1577 quer banir completamente "jogos violentos" no Brasil. De acordo com o texto do deputado do PSL, o projeto visa "criminalizar o desenvolvimento, a importação, a venda, a cessão, o empréstimo, a disponibilização ou o aluguel de aplicativos ou jogos eletrônicos com conteúdo que incite a violência e dá outras providências". Em caso de descumprimento da legislação, a proposta prevê de três a seis meses ou multa.

Em seu projeto, Bozzella não entrou em detalhes sobre o que considera um jogo violento, e também não propõe um debate para identificar o que pode vir a ser considerado "nocivo". O PL diz apenas que, em caso de aprovação, a proibição desse tipo de jogo passaria a valer dentro de 90 dias.

Deputado concorda com visão de Mourão

Para justificar o projeto, o parlamentar usa o massacre de Suzano, quando dois jovens abriram fogo em uma escola e mataram 10 pessoas antes de tirarem a própria vida. No dia do atentado, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que jovens estavam "viciados" em jogos violentos. No texto do projeto, o deputado Bozzella concorda com a visão de Mourão.

"Essa banalização da vida e da violência pela população jovem é advinda pelo convívio constante com jogos eletrônicos violentos. Nesse tipo de “diversão”, os adolescentes e as crianças são incitados a atividades que não condizem com seu perfil, conduzindo a formação de cidadãos perturbados e violentos. Até mesmo para adultos, existem outras atividades de lazer que podem trazer benefícios e não somente malefícios, como os citados jogos," defende o deputado.

O projeto de lei aguarda ainda pelo despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O Senado Federal também prevê uma discussão sobre jogos violentos no país: uma audiência pública (ainda sem data marcada) prevê um debate sobre o impacto da violência em games na sociedade.

Google+ está oficialmente morto a partir de hoje; relembre sua história

A saga da rede social chega ao seu fim não com uma explosão, mas com um soluço
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Esta terça-feira, 2, marca o fim de um experimento que não deu certo. É a pá de cal final na história do Google+, a fracassada tentativa do Google em se estabelecer como uma potência no mercado de redes sociais e competir pelo espaço ocupado pelo Facebook.

A partir desta terça-feira, você não encontrará mais referências à rede social. Você não poderá mais acessar páginas da rede social, não poderá acessar comunidades, não haverá mais sistemas de comentários do Google+ ou botões de login com a rede social. Se você não fez o backup até a semana passada, seus dados também foram excluídos.

É um fim triste para um projeto ambicioso. Lançada em 2011, a plataforma vinha preencher um vácuo na linha de serviços do Google. A companhia tinha o Orkut na época, mas a rede social jamais engrenou fora do Brasil e da Índia. A proposta do Plus era seguir um caminho mais próximo do que o Facebook oferecia, com um feed similar, composto por publicações de páginas e amigos.

Você pode relembrar a proposta original do Google+ neste vídeo abaixo, que o Google deixou como não-listado em seu canal oficial do YouTube:
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