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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Michelle Bolsonaro: conheça a trajetória da futura primeira-dama

Fluente na Língua Brasileira de Sinais, Michelle tem se apresentado como uma defensora dos direitos das pessoas com necessidades especiais
© Reuters
Avessa a entrevistas e aparições públicas, a mulher de Jair Bolsonaro, Michelle de Paula Firmino Reinaldo, mãe de sua filha caçula, Laura, de oito anos, se manteve discreta durante toda a campanha eleitoral. Só apareceu em propaganda de TV na última quinta-feira, 25, suavizando a imagem do marido e o descrevendo como "um cara humano, que se preocupa com as pessoas" e "muito brincalhão".

Fluente na Língua Brasileira de Sinais, Michelle tem se apresentado como uma defensora dos direitos das pessoas com necessidades especiais. Fez a ligação de Bolsonaro com essa comunidade, incentivando-o a assinar um termo de compromisso para melhorar a qualidade de vida dos deficientes.

Na reta final da corrida presidencial, Michelle foi apresentada como uma possível primeira-dama ligada a projetos sociais, "uma mulher forte e sensível que estará junto com Jair Bolsonaro trabalhando pelo Brasil", como descrita na propaganda. Evangélica praticante, ela é frequentadora da Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio onde fica o condomínio à beira-mar em que o casal mora.

De personalidade forte ao menos no ambiente familiar, temida pelo círculo de aliados mais próximos, Michelle segue as características das últimas duas primeiras-damas brasileiras. Ela já avisou ao marido e à sua equipe que não vai se arriscar em discursos e cenas de protagonismo, como Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e Marcela Tedeshi, casada com o presidente Michel Temer.

Casal se conheceu na Câmara dos Deputados

O que levar e não levar para o ENEM?

Fonte: Shutterstock
Postado por: Rita Macedo
Olá leitores!
A fase do ENEM e dos vestibulares estão se aproximando e com eles, a tensão e ansiedade que essas avaliações provocam em todos os estudantes do país, e isso é absolutamente normal, afinal de contas, é a partir dos resultados dessas provas que está o futuro de grande parte da população jovem do país, por isso a dedicação e disciplina é tão importante durante os estudos.
Mas afinal, o que é o ENEM?

O que é o ENEM?

O ENEM, ou Exame Nacional do Ensino Médio, é uma das formas de avaliação mais importantes do Brasil, realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e vinculada ao Ministério da Educação, MEC.
O ENEM foi criado em 1998 com, o objetivo de avaliar a qualidade do ensino médio no Brasil mas, atualmente, o resultado da prova pode ser usado para que o estudante entre em universidades particulares e públicas do país, através do SiSU (Sistema de Seleção Unificada). Hoje o exame é tão importante, que é possível usar sua pontuação para se matricular em faculdades no exterior. A cada ano a prova conta com mais inscritos, em 2017 foram 7,6 milhões de inscrições registradas, divididas em 1.661 municípios brasileiros.
O ENEM é considerado o maior exame realizado no Brasil de acordo com o RankBrasil – Recordes Brasileiros, e o segundo maior no mundo, ficando atrás apenas do Gāo Kao, que é o exame admissional, um tipo de vestibular, realizado para que os jovens possam cursar o ensino superior na República Popular da China.
Outro motivo para a realização do ENEM é que muitas pessoas tem o interesse de entrar em universidades particulares com bolsa integral através do ProUni, Programa Universidade para Todos, ou ainda para obter financiamento estudantil por meio do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.
Entre os anos de 2009 e 2016, o ENEM foi utilizado para oferecer certificação de conclusão do ensino médio em cursos do EJA, que significa Educação para Jovens e Adultos. Ele substituiu o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos), que voltou a ser realizado em 2017.

História do ENEM

Primeiro canal de desenho animado totalmente em Libras é lançado no YouTube

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Visite https://apoia.se/mineasmaozinhas e apoie a produção de novos episódios! ------------------------------------ Primeiro episódio de Min e as mãozinhas, o primeiro desenho animado inteiramente em LIBRAS! Cada um tem a sua língua, o gato fala gatês, o elefante fala elefantês, e por aí vai, mas com tantas línguas diferentes, é difícil um entender o outro! Mas a Min está pronta para ensinar LIBRAS para todos, uma língua que vai incluir e aproximar todos esses mundos!

Postado por: 
Olá, leitor!
Você viu que o primeiro desenho animado totalmente em Libras foi lançado no YouTube? Essa é uma iniciativa do animador Paulo Henrique dos Santos, que trabalha com animação há quase 7 anos.
O projeto foi realizado sem patrocínio algum e surgiu com o lançamento de um episódio piloto. Lançado no dia 26 de setembro, o vídeo alcançou grandes números e se mostrou um sucesso, recebendo mais de 500 comentários de agradecimento e incentivo.
Em sua grande maioria os comentários são de pais e mães que se surpreenderam com a iniciativa, apoiando e incentivando a continuação do desenho. O desenho animado, que recebe o nome de “Min e as Mãozinhas”, é baseado em uma animação direcionada para crianças surdas de 3 a 6 anos de idade.
Paulo Henrique dos Santos almeja dar continuidade ao projeto de animação, e já pensa em lançar mais 13 episódios, apenas para a primeira temporada. A continuidade depende da aquisição de verbas para custear a produção.
Cada episódio ensina 5 sinais diferentes em Libras para o entretenimento dos pequenos que não escutam, mas podem se divertir com o desenho.
Afim de ampliar o alcance do patrocínio, Paulo lançou uma campanha de financiamento por meio do site Apoia.se. No do site é possível realizar doações que partem de R$10,00.
Para assistir à animação é necessário apenas acessar e seguir o canal da “Min e as Mãozinhas” no YouTube.
Se você está em contato direto com crianças surdas e sente a falta de um entretenimento específico para os pequenos que não escutam, essa é uma oportunidade excelente. Não perca mais tempo e acesse já o canal!
Até logo!

Chás para Desgaste Físico, Fadiga e Cansaço

Veja aqui quatro receitas caseiras para chás contra a fadiga, cansaço e desgaste físico e mental. Aqui você aprenderá como fazer chá de erva doce com canela e mostarda, chá de gengibre com laranja, chá de sálvia e chá de fáfia. 
Chá para desgaste físico, cansaço e fadiga
– Gengibre e Laranja

O cansaço, a fadiga e o desgaste físico são sintomas cada vez mais comuns entre os brasileiros. O ritmo de trabalho incessante e a rotina estressante está associada com o aumento exponencial das doenças físicas, mentais e emocionais entre os brasileiros e outros povos ocidentais.
Fique atento aos sinais do seu corpo, pois a fadiga, o desgaste físico e o cansaço podem ser sinais de problemas sérios, como depressão, anemia ou ansiedade.
Veja aqui algumas receitas naturais de chás que podem atenuar o problema com fadiga, desgaste físico e cansaço.

Erva Doce com Canela e Mostarda

A erva doce está entre as plantas medicinais mais interessantes para aqueles que precisam relaxar o corpo e a mente.
Usada desde os povos antigos para amenizar problemas de estresse e cansaço após caçadas ou batalhas, a erva doce e a canela podem dar outra vida a sua rotina.
Veja como preparar um chá para desgaste físico e mental com erva doce, canela e sementes de mostarda.
Ingredientes:
  • Erva Doce
  • Sementes de Mostarda
  • Canela em pau
  • Água
Modo de preparo: Misture os ingredientes em quantidades iguais em uma panela e leve ao fogo. Deixe a mistura agir por cerca de 10 minutos, desligue o fogo e tampe a panela. Aguarde o chá esfriar e coe. Se preferir, use mel para adoçar.

Sálvia

O cansaço, a fadiga e o desgaste físico e mental podem ser atenuados com o chá de Sálvia.
A Sálvia é indicada para tratamentos naturais de memória e infecções na gengiva e garganta também.
Ingredientes:
  • 4 colheres de café de folhas da Sálvia
  • 1 xícara de água
Modo de preparo: Leve a água ao fogo e deixe-a até que alcance fervura. Desligue o fogo e adicione as folhas de Sálvia. Deixe a mistura tampada por cerca de dez minutos. Assim que o chá alcançar temperatura agradável, coe. Se tiver preferência por chás doces, faça uso do mel.
Posologia: Beba entre duas e três xícaras do chá para fadiga de Sálvia ao longo do dia.

Gengibre e Laranja

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Presidente eleito confirma quatro ministros para seu governo

GUEDES
A definição do ministério do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deverá se acelerar nos próximos dias, mas os primeiros nomes foram confirmados hoje por ele. No poderoso ministério da Fazenda, que poderá ser renomeado para Economia, figura desde o início o economista Paulo Guedes. Para a estratégica Casa Civil, foi escolhido o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS). E para o Ministério da Defesa, a escolha recaiu sobre o general reformado Augusto Heleno.

O economista Paulo Guedes, que comanda o núcleo econômico da campanha do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fala à imprensa.

Paulo Guedes comandará o Ministério da Fazenda – Ferrnando Frazão/Agência Brasil
Na pasta de Ciência e Tecnologia, o astronauta brasileiro Marcos Pontes, que é tenente-coronel da Aeronaútica, também foi confirmado por Bolsonaro e ele próprio admitiu que aceitaria a missão.

A meta máxima de 15 ministérios, por exemplo, já não é uma certeza. A primeira polêmica surgiu com a tão anunciada e propagada pelo candidato fusão entre as pastas da Agricultura e Meio Ambiente. Após receber visitas de empresários, exportadores, e de representantes do agronegócio, ficou claro que é preciso analisar eventuais prejuízos na economia internacional com as possíveis mudanças. Hoje, o principal discurso de Bolsonaro é afirmar que irá ouvir e avaliar todas as vertentes políticas e econômicas antes de tomar qualquer decisão.

Civis
Paulo Guedes é carioca, tem 69 anos, é formado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com mestrado pela Universidade de Chicago. É conhecido no meio acadêmico, tendo lecionado na PUC-Rio e na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi um dos fundadores, em 1983, do Banco Pactual.

Também foi sócio-fundador e diretor executivo da JGP Gestão de Recursos, onde era um dos responsáveis pela supervisão da gestão do Fundo JGP Hedge e pela estratégia das operações. Tornou-se membro do conselho diretor da PDG Realty Empreendimentos e Participações, da Abril Educação e da Localiza Rent a Car. Ajudou a fundar o Instituto Millenium, um centro de pensamento econômico, e também foi sócio-fundador do grupo financeiro BR Investimentos, que se tornaria parte da Bozano Investimento.
O deputado gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi escolhido para a Casa Civil pelo trabalho de articulação legislativa desempenhado com sucesso no Congresso, meses antes do início da campanha, arregimentando maioria parlamentar de sustentação a Bolsonaro.

Onyx tem 64 anos, nascido em Porto Alegre, formado em medicina veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Está em seu quarto mandato como deputado federal, depois de exercer dois mandatos como deputado estadual.

No Congresso, Onyx  é apontado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) como um dos parlamentares mais influentes. Participou de 12 CPIs, com destaque para a dos Correios, e a da Petrobras. Em 2016, foi relator do projeto que transforma as 10 Medidas contra Corrupção, propostas pelo Ministério Público Federal (MPF), em lei.

Generais na Esplanada
O general Heleno tem 70 anos, é nascido em Curitiba e formado na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). É considerado uma das pessoas que gozam do maior prestígio e respeito por parte de Bolsonaro.

Heleno foi o primeiro comandante da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), de junho de 2004 a setembro de 2005. Antes disso, no início de sua carreira, foi primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme).
No posto de major, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e foi adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, acreditado também em Bruxelas.

Como oficial-general, foi comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército. O general também foi comandante militar da Amazônia.

O tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Marcos Pontes tem 55 anos e é natural de Bauru (SP). Notabilizado como o primeiro astronauta brasileiro, que atingiu o espaço em março de 2006, à bordo de uma nave russa, após anos treinando na Nasa, irá comandar a pasta de Ciência e Tecnologia.

Formou-se no Colégio Liceu Noroeste, em Bauru em 1980. Em 1984, recebeu o bacharelado em tecnologia aeronáutica da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga. Em 1989, iniciou o curso de engenharia aeronáutica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, recebendo o título de engenheiro em 1993. Em 1998, obteve o mestrado em engenharia de sistemas pela Naval Postgraduate School, em Monterrey, Califórnia.

Em junho de 1998, foi selecionado para o programa espacial da Nasa, para a candidatura a que o país tinha direito no programa espacial do governo americano, pelo fato de integrar o esforço multinacional de construção da Estação Espacial Internacional.

Iniciou o treinamento obrigatório em agosto daquele ano no Centro Espacial Lyndon Johnson, em Houston. Em dezembro de 2000, ao concluir o curso, foi declarado oficialmente astronauta da Nasa.

Cotados
Também aparece cotado para um ministério da Infraestrutura o general da reserva Oswaldo de Jesus Ferreira, 64 anos, que atuou em Brasília como um dos coordenadores do plano de governo de Bolsonaro. O general, que chegou ao posto máximo da carreira como chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, tem como meta retomar as obras paralisadas, o que exigirá aumento das verbas para investimentos, hoje reduzidas.
Na área de educação e comunicações, surge o nome do general Aléssio Ribeiro Souto, que tem coordenado esta área do programa de governo, mas há políticos do DEM cotados para ser ministro da Educação – como o próprio ex-ministro Mendonça Filho.
AGÊNCIA BRASIL

Taxa de abstenção na eleição presidencial é a maior desde 1998

TÍTULO DE ELEITOR
O segundo turno das eleições teve a maior abstenção desde 1998: 31.308.796 de brasileiros não foram às urnas neste domingo. Esse total representa 21,29% do eleitorado brasileiro. Além disso, foram 2.484.636 de votos em branco (2,15%) e 8.599.212 de votos nulos (7,43%).

Para o analista político Creomar de Souza, professor da Universidade Católica de Brasília, o alto índice de abstenção se deve à polarização do processo eleitoral. “Uma eleição muito polarizada expulsa os moderados”, afirmou o professor.

Em 1994, quando o tucano Fernando Henrique Cardoso foi eleito no primeiro turno, a abstenção chegou a 29,3% do eleitorado. Na eleição seguinte, o índice caiu para 21,5% do total de eleitores aptos a votar.

A partir das eleições de 2002, a taxa de abstenção ficou abaixo de 20%. Em 2002, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva derrotou o tucano José Serra, no segundo turno, os não votantes foram 17,7% dos eleitores.

Na reeleição de Lula, em 2006, foi registrado o menor índice do período: 16,8% do eleitorado. Na primeira eleição da petista Dilma Rousseff, a taxa de abstenção ficou em 18,1%. Na reeleição da petista, chegou a 19,4% do eleitorado.
AGÊNCIA BRASIL

Transição entre governos Temer e Bolsonaro começa nesta 2ª feira

Onyx
ELEIÇÕES 2018,POLÍTICA
Com a definição da eleição de Jair Bolsonaro como o novo presidente da República, começam as conversas entre quem deixará o Palácio do Planalto e quem o ocupará. É o momento em que o presidente eleito terá uma noção mais aprofundada do país que assumirá em 1º de janeiro. Por parte do atual governo, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi designado pelo presidente Michel Temer para coordenar a transição.

A equipe de Temer afirma que o processo de transição será de “transparência total”. O futuro governo de Jair Bolsonaro receberá do antecessor informações sobre os ministérios relacionados as ações dos últimos dois anos e o que está em andamento, como contratos em vigor, obras iniciadas e orçamento já previsto.

O processo de transição entre o governo atual e o eleito é disciplinado pela Lei 10.609, de 2002, e pelo Decreto 7.221, de 2010. A legislação obriga o repasse das informações solicitadas pelo novo governo, além de possibilitar a criação de 50 cargos de caráter temporário, chamados Cargos Especiais de Transição Governamental, para os indicados do futuro presidente. Esses cargos poderão ser ocupados a partir de terça-feira (30) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro.

Um exemplo de ações a serem repassadas na transição são os programas sociais. O governo eleito terá informação sobre quantas moradias foram construídas no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida e quantas pessoas são atendidas no Bolsa Família. Da mesma forma, a equipe de Michel Temer informará sobre o combate a irregularidades nas políticas sociais.

A equipe econômica do atual governo também mostrará a situação orçamentária do país. Será exposto e detalhado o déficit nas contas públicas, bem como as soluções para reduzir esse déficit. As principais propostas que Padilha apresentará são as mesmas pautas defendidas por Temer há meses e, em alguns casos, anos: reforma da Previdência, cessão onerosa, reforma tributária e privatização de distribuidoras de energia da Eletrobras, dentre outros.

Todos os ministérios terão representantes na equipe de transição. Esses representantes vão detalhar para os correspondentes do futuro governo os dados compilados pelos servidores em cada ministério, empresa pública e autarquia. Esses dados foram inseridos em um sistema informatizado chamado Governa e são confidenciais. Só terá acesso aos dados inseridos nesse sistema a equipe indicada pelo presidente eleito para participar da transição.

Também estão no documento as informações em detalhes sobre os recursos humanos do Poder Executivo: número de servidores nos ministérios, autarquias e empresas públicas em todo país. Ainda haverá uma radiografia sobre os servidores efetivos (contratados via concurso público) e quantos são de livre nomeação do governo. Com esses dados, o novo governo saberá quanto a União gasta com pessoal e qual é a demanda da Administração Pública.

“Transição tranquila”
Há semanas que Michel Temer e sua equipe vêm pregando uma transição tranquila com a próxima gestão. Em uma reunião com a cúpula ministerial na segunda-feira (22), Temer determinou providências no sentido de não prejudicar o novo governo.

Segundo assessores, Temer quer dar ao próximo presidente o tratamento que gostaria de ter recebido. Em palestra recente realizada no Paraná, ele se queixou de não encontrar nenhuma informação sobre o andamento do governo e do país.

“Quando cheguei [à Presidência, após o impeachment de Dilma Rousseff], não havia ninguém e, nos computadores, não havia dado nenhum. Tudo foi retirado. Tivemos de começar do zero”, disse o presidente na ocasião.
Temer acrescentou que é “institucionalmente incorreto” não haver um processo de transição. “As pessoas não têm de se pautar pelas emoções momentâneas, mas pelos critérios da Constituição Federal”.

Equipe definida em 48 horas
Na sexta-feira (26), o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado como futuro ministro da Casa Civil, adiantou que a equipe de transição será definida em menos de 48 horas e composta por 50 pessoas.

Os últimos dias, antes do segundo turno da eleição, foram intensas visitas na casa de Bolsonaro, no condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Mas não foram anunciados nomes nem cargos. Porém, o candidato enviou Onyx a Brasília para um encontro com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
AGÊNCIA BRASIL

Com 100% das urnas apuradas, Bolsonaro teve 57,7 milhões de votos

DESTAQUE CARROSSEL,ELEIÇÕES 2018,POLÍTICA
Com 100% da apuração das urnas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 55,13% dos votos válidos, conquistando 57,7 milhões de votos. Fernando Haddad (PT) teve 44,87% dos votos, o equivalente a 47,03 milhões de votos.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, anunciou, por volta das 20h10, que Jair Bolsonaro estava matematicamente eleito novo presidente do Brasil. Segundo a ministra, o resultado da eleição foi definido às 19h18, com 94,44% das urnas apuradas.

A diferença entre os dois candidatos foi superior a 10,7 milhões de votos.  As abstenções somaram 21,3% (31,3 milhões de votos). Votos brancos foram 2,14% (2,4 milhões de votos) e nulos, 7,43% (8,6 milhões de votos).
AGÊNCIA BRASIL

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