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terça-feira, 19 de março de 2013

O rio da Aracoiaba mata a sede do sertão



  • No livro O Gênio da Poesia, do Poeta Zé Mitôca (meu amado e saudoso pai) tem uma poesia que retrata todo o sentimento do povo nordestino quando a chuva cai no sertão.
    Dedico aos meus amigos, filhos de Aracoiaba: Abelardo NogueiraSilvanar Soares PereiraJoana SilvaJoseni Josa ParceiroAdriano Nunes e outros...

    O rio da Aracoiaba mata a sede do sertão

    Quando chega a madrugada
    Antecedendo a aurora
    Neste clima de agora
    É bonita a passada
    Alegrando a meninada
    E a chuva caindo no chão
    Enchendo riacho e grotão
    Quando a barreira desaba
    O rio da Aracoiaba
    Mata a sede do sertão

    Na fazenda é animado
    Quando acaba o verão
    E a água rolando no chão
    Enchendo todo o avajado*
    Vaqueiro juntando o gado
    Ouvindo o estalado do trovão
    É grande a animação
    Quando a barreira desaba
    O rio da Aracoiaba
    Mata a sede do sertão

    *avajado: neologismo, recurso utilizado com frequência pelo poeta em questão e refere-se a uma área de terra à margem do rio

    Essa poesia foi resultante de um mote sugerido pelo Dr. Calú de Aracoiaba

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