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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Beleza de policial civil 'encanta' a internet e fotos viralizam em RO

Daiane Krause começou a chamar atenção ao postar fotos do cotidiano policial, o que já lhe rendeu mais de 55 mil seguidores. Antes de ser policial, jovem era agente em presídio

Daiane diz que busca destacar seu trabalho
em fotos (Foto: arquivo Pessoal)
Comentários como "me prende" já são comuns nas redes sociais da policial civil Daiane Krause, 29 anos, em Alta Floresta do Oeste (RO), na Zona da Mata. Pesando atualmente 74 quilos e medindo 1,70 de altura, Daiane viu a vida pessoal mudar ainda em 2016, quando fotos dela viralizaram na internet e um dos perfis chegou a ter 55 mil seguidores.
Ao G1, a policial conta que entrou na vida pública com apenas 18 anos, quando prestou o primeiro concurso para agente penitenciário. Na ocasião, ela foi classificada em segundo lugar.
Esse foi o primeiro emprego da vida de Daiane, que na época ela já fazia faculdade de direito.
“Continuei a faculdade e quando já trabalhava como agente, há dois anos, abriu o concurso da Policial Civil. Como já estava na área, me inscrevi e deu certo de passar. Fiz academia e assumi a vaga”, conta a jovem, que conseguiu se formar tranquilamente em direito.

Daiane diz que quando fica séria as
pessoas têm medo (foto: Arquivo Pessoal
Modesta, Daiane afirma que já foi ‘feia’ e que seu biotipo é magro. Aos 18 anos, ela se recorda que era bem magra e por causa da academia conquistou o corpo que tem hoje.
“Eu não saia dos 49 ou 54 quilos. Precisei ficar em Porto Velho um ano e meio e nesse período ganhei peso. Quando voltei para Alta Floresta entrei na academia. Já faz oito anos que eu malho e meu corpo ganhou massa”, explica a policial.
Ao G1, Daiane disse que a beleza nunca atrapalhou a profissão que exerce, no entanto já apareceram algumas piadinhas. Mas, diante da seriedade que leva o trabalho, os suspeitos com quem precisa lidar se sentem 'melindrados'.

Rotina de policial inclui sábado, domingos e feriados
(Forto; Arquivo pessoal)
Já com os companheiros de farda nunca houve problema, pois a tratam como da família.
“Mantenho uma postura séria no trabalho, não fico sorrindo o tempo todo e isso coloca um pouco de medo nas pessoas. Já na polícia nós não nos tratamos como colegas de trabalho, mais como família, pois em algum momento da profissão você tem que depositar a sua vida para que o outro proteja você. Diante disso, nunca tive contato emocional com nenhum companheiro de farda e sempre fui respeitada”, afirmou.

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