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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Bolsonaro: “Não admito dinheiro público em filme da Bruna Surfistinha”

O capitão da reserva destacou que a sua administração busca reavivar o que chamou de "valores da família"
IGO ESTRELA/METRÓPOLES
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a criticar os seus antecessores no evento que marcou os 200 primeiros dias do seu governo. Segundo ele, houve uma mudança de paradigmas com a sua chegada ao poder. O capitão da reserva destacou que a sua administração busca reavivar o que chamou de “valores da família”, que teriam sido ignorados ao longo das últimas gestões.

“Com o Osmar Terra [ministro da Cidadania] fomos a um canto e nos acertamos. Eu não posso admitir que com o dinheiro público se faça um filme como Bruna Surfistinha. Não temos problema com essa opção ou aquela. O ativismo que não podemos permitir, em respeito com as famílias”, disse.

Uma peça de teatro que aborda a vida da ex-garota de programa e escritora conhecida como “Bruna Surfistinha” captou, em 2010, aproximadamente R$ 2 milhões pela Lei Rouanet.

Nesta quinta-feira (18/07/2019), Bolsonaro assinou a transferência do Conselho Superior de Cinema, responsável pela política nacional de audiovisual, do Ministério da Cidadania para a Casa Civil. O objetivo é que o Palácio do Planalto tenha mais influência sobre o órgão. Oficialmente, o intuito é “fortalecer a articulação e fomentar políticas públicas necessárias à implantação de empreendimentos estratégicos para a área”.

Corporativismo

O presidente, que iniciou a sua carreira no Exército, negou que, ao estabelecer regras de aposentadoria mais brandas para militares, estaria sendo corporativista. Ele voltou a dizer, no entanto, que as forças armadas são responsáveis pela democracia no Brasil.

“Nós temos uma linha que eu tenho de seguir, foi isso que fez o povo brasileiro confiar em mim. Eu não sou corporativista, mas procuro atender as forças armadas, que são responsáveis pela nossa democracia”, disse. “Quem veio trabalhar comigo sabe da minha posição. Não posso ter um ministro falando favoravelmente ao desarmamento, se a minha linha não é essa. Tenho que defender a linha e as bandeiras que fizeram o povo acreditar em mim”, prosseguiu.

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