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domingo, 17 de novembro de 2019

Como pode o exercício físico influenciar as suas emoções?

A prática de atividade física adequada é determinante para uma boa saúde e para o bem-estar
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A relação entre o exercício físico e a resposta emocional tem sido tema de vários estudos científicos. A prática de atividade física tem, de facto, um efeito revigorante, aumentando os níveis de energia, ajudando-nos a enfrentar os desafios diários.

Ao nível da função cognitiva, potencia a atenção, a concentração, a motivação e a criatividade. Já para não falar de todos os benefícios para o corpo: tanto a um nível motor, como a um nível estético.

Ao nível das emoções, o exercício físico tem duas principais funções: 

  1. Exercícios como correr, andar de bicicleta, fazer burpees ou outros exercícios semelhantes, promovem estados emocionais de alegria e euforia. Isto porque atuam ao nível dos nossos neurotransmissores (endorfinas, dopamina e serotonina);
  2. A prática de exercícios respiratórios e alongamentos contribui para uma maior sensação de bem-estar, segurança, humor, calma e confiança.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Não deixe a ansiedade desequilibrar suas emoções

Nova publicação em Universo Natural

Não deixe a ansiedade desequilibrar suas emoções

by José Batista de Carvalho
Não deixe a ansiedade desequilibrar suas emoções  universe naturalA ansiedade é uma das características mais habituais da conduta contemporânea.
Impulsionado ao competitivismo da sobrevivência e esmagado pelos fatores constringentes de uma sociedade eticamente egoísta, predomina a insegurança nomundo emocional das criaturas.
As constantes alterações da Bolsa de Valores, a compressão dos gastos, a correria pela aquisição de recursos e a disputa de cargos e funções bem remunerados geram, de um lado, a insegurança individual e coletiva. Por outro, as ameaças de guerras constantes, a prepotência de governos inescrupulosos e chefes de atividades arbitrários quão ditadores; os anúncios e estardalhaços sobre enfermidades devastadoras; os comunicados sobre os danos perpetrados contra a ecologia prenunciando tragédias iminentes; a catalogação de crimes e violências aterradoras respondem pela inquietação e pelo medo que grassam em todos os meios sociais, como constante ameaça contra o ser e o seu grupo, levando-os a permanente ansiedade que deflui das incertezas da vida.
Passando, de uma aparente segurança, que era concedida pelos padrões individualistas do século 19, no apogeu da industrialização, para o período eletrônico, a robotização ameaça milhões de empregados, que temem a perda de suas atividades remuneradas, ao tempo em que o coletivismo, igualando os homens nas aparências sociais, nos costumes e nos hábitos, alija os estímulos de luta, neles instalando a incerteza, a necessidade de encontrar-se sempre na expectativa de notícias funestas, desagradáveis, perturbadoras.
Esvaziados de idealismo e comprimidos no sistema em que todos fazem a mesma coisa, assumem iguais composturas, passando de uma para outra pauta de compromisso com ansiedade crescente.
A preocupação de parecer triunfador, de responder de forma semelhante aos demais, de ser bem recebido e considerado é responsável pela desumanização do indivíduo, que se torna um elemento complementar no grupamento social, sem identidade, nemindividualidade.
Tendo como modelo personalidades extravagantes, que ditam modas e comportamento exóticos, ou liderado por ídolos da violência, como da astúcia dourada, o descobrimento dos limites pessoais gera inquietação e conflitos que mal disfarçam a contínua ansiedade humana.
A ansiedade tem manifestações e limites naturais, perfeitamente aceitáveis.
Quando se aguarda uma notícia, uma presença, uma resposta, uma conclusão, é perfeitamente compreensível uma atitude de equilibrada expectativa.
Ao extrapolar para os distúrbios respiratórios, o colapso periférico, a sudorese, a perturbação gástrica, a insônia, o clima de ansiedade torna-se um estado patológico a caminho da somatização física em graves danos para a vida.
O grande desafio contemporâneo para o homem é o seu autodescobrimento.
Não apenas identificação das suas necessidades, mas, principalmente, da sua realidade emocional, das suas aspirações legítimas e reações diante das ocorrências do cotidiano.
Mediante o aprofundamento das descobertas íntimas, altera-se a escala de valores e surgem novos significados para a sua luta, que contribuem para a tranquilidade e a autoconfiança.
Não há, em realidade, segurança enquanto se transita no corpo físico.
A organização mais saudável durante um período, debilita-se em outro, assim como os melhores equipamentos orgânicos e psíquicos sofrem natural desgaste e consumição, dando lugar às enfermidades e à morte, que também é fenômeno da vida.
A ansiedade trabalha contra a estabilidade do corpo e da emoção.
A análise cuidadosa da existência planetária e das suas finalidades proporciona a vivência salutar da oportunidade orgânica, sem o apego mórbido ao corpo nem o medo de perdê-lo.
Os ideais espiritualistas, o conhecimento da sobrevivência à morte física tranquilizam o homem, fazendo que considere a transitoriedade do corpo e a perenidade da vida, da qual ninguém se eximirá.
Apegado aos conflitos da competição humana ou deixando-se vencer pela acomodação, o homem desvia-se da finalidade essencial da existência terrena, que se resume na aplicação do tempo para a aquisição dos recursos eternos, propiciadores da beleza, da paz, da perfeição.
O pandemônio gerado pelo excesso de tecnologia e de conforto material nas chamadas classes superiores, com absoluta indiferença pela humanidade dos guetos e favelas, em promiscuidade assustadora, revela a falência da cultura e da ética estribada no imediatismo materialista com o seu arrogante desprezo pelo espiritualismo.
Certamente, ao fanatismo e proibição espiritualista de caráter medieval, que ocultavam as feridas morais dos homens, sob o disfarce da hipocrisia, o surgimento avassalador da onda de cinismo materialista seria inevitável. No entanto, o abuso da falsa cultura desnaturada, que pretendeu solucionar os problemas humanos de profundidade como reparava os desajustes das engrenagens das máquinas que construiu, resultou na correria alucinada para lugar nenhum e pela conquista de coisas mortas, incapazes de minimizar a saudade, de preencher a solidão, de acalmar a ansiedade, de evitar a dor, a doença e a morte...
Magnatas, embora triunfantes, proíbem que se pronuncie o nome da morte diante deles.
Capitães de monopólios recusam-se a sair à rua, para evitarem contágio de enfermidades, e alguns impõem, para viver, ambientes assepsiados, tentando driblar o processo de degeneração celular.
Ases da beleza cercam-se de jovens, receando a velhice, e utilizam-se de estimulantes para preservarem o corpo, aplicando-se massagens, exercícios, cirurgias plásticas, musculação e, não obstante, acompanham a degeneração física e mental, ansiosos, desventurados.
Propalando-se que as conquistas morais fazem parte das instituições vencidas — matrimônio, família, lar — os apaniguados da loucura creem que aplicam, na velha doença das proibições passadas, uma terapêutica ideal. E olvidam-se que o exagero de medicamento utilizado em uma doença, gera danos maiores do que aqueles que eram sofridos.
A sociedade atual sofre a terapia desordenada que usou na enfermidade antiga do homem, que ora se revela mais debilitado do que antes.
São válidas, para este momento de ansiedade, de insatisfação, de tormento, as lições do Cristo sobre o amor ao próximo, a solidariedade fraternal, a compaixão, ao lado da oração, geradora de energias otimistas e da fé, propiciadora de equilíbrio e paz, para uma vida realmente feliz, que baste ao homem conforme se apresente, sem as disputas conflitantes do passado, nem a acomodação coletivista do presente.
Joanna De Angelis - O homem integral  - Psicografia de Divaldo P. Franco
José Batista de Carvalho | 17/09/2014 às 17:35 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

As emoções são os indicadores do conteúdo vibracional de nosso Ser

Nova publicação em Universo Natural

As emoções são os indicadores do conteúdo vibracional de nosso Ser

by José Batista de Carvalho
As emoções são os indicadores do conteúdo vibracional de nosso Ser universe naturalSeu sentido de visão é diferente do da audição e seu sentido olfativo é diferente do toque, mas mesmo sendo diferentes, todos são vibrações interpretativas. Em outras palavras, quando você se aproxima de um forno quente, seu sentido da visão não lhe diz necessariamente se ele está quente; seu sentido de audição e seu sentido do paladar ou olfativo não são normalmente os que você usa para reconhecer um forno quente. Mas quando você se aproxima do forno com seu corpo, os sensores em sua pele fazem com que você saiba que o forno está quente.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Emoções

Nova publicação em Universo Natural

Emoções

by José Batista de Carvalho
emoçõesO pesar é uma emoção natural. É a parte de você que lhe permite dizer adeus quando não deseja fazer isso; expressar - por para fora - a tristeza em seu íntimo causada pela experiência de qualquer tipo de perda. Poderia ser de um ente querido, ou uma lente de contato.
Quando você pode expressar seu pesar, livra-se dele. As crianças a quem é permitido ficar tristes quando estão tristes, lidam muito bem com a tristeza quando se tornam adultas e por isso costumam superá-la muito rapidamente.
As crianças a quem é dito "não chore" têm muita dificuldade em chorar quando se tornam adultas. Afinal de contas, disseram-lhes durante suas vidas inteiras para não chorarem. Por isso, reprimem o seu pesar.
O pesar constantemente reprimido se transforma em depressão crônica, uma emoção muito antinatural.
Devido à depressão crônica, pessoas matam, guerras começam e nações se tornam decadentes.
A raiva é uma emoção natural. É a ferramenta que lhe permite dizer "não, obrigado". Não tem de ser abusiva e nunca deve prejudicar outra pessoa.
Quando é permitido às crianças expressarem sua raiva, elas passam a ter uma atitude muito sadia em relação à raiva quando se tornam adultas e por isso costumam superá-la muito rapidamente.
As crianças que acham que é errado expressar a sua raiva, e que de fato nunca deveriam senti-la, terão dificuldade em lidar adequadamente com sua raiva quando se tornarem adultas.
A raiva constantemente reprimida se transforma em ódio, uma emoção muito antinatural.
Devido ao ódio, pessoas matam, guerras começam e nações se tornam decadentes.
A inveja é uma emoção natural. É a emoção que faz um menino de cinco anos querer alcançar a maçaneta da porta como sua irmã - ou andar de bicicleta. A inveja é a emoção natural que o faz desejar fazer uma coisa de novo; tentar ainda mais; continuar tentando, até ser bem sucedido. É muito sadio e natural ser invejoso. Quando é permitido às crianças expressar sua inveja, elas passam a ter uma atitude muito sadia em relação à inveja quando se tornam adultas e por isso costumam superá-la muito rapidamente.
As crianças que acham que é errado expressar sua inveja, e que de fato nunca deveriam senti-la, terão dificuldade em lidar adequadamente com sua inveja quando se tornarem adultos.
A inveja constantemente reprimida se transforma em ciúme, uma emoção muito antinatural.
Devido ao ciúme, pessoas matam, guerras começam e nações se tornam decadentes.
O medo é uma emoção natural. Todos os bebês nascem com dois medos: o de cair e o de sons altos. Todos os outros medos são reações que aprendem a ter em seu ambiente, com seus  pais. O objetivo do medo natural é produzir um pouco de cautela. A cautela é uma ferramenta que ajuda o corpo a viver. É uma consequência do amor. Do amor por si mesmo.
As crianças que acham que é errado expressar seu medo, e que de fato nunca deveriam senti-lo, terão dificuldade em lidar adequadamente com seu medo quando se tornarem adultas.
O medo constantemente reprimido se transforma em pânico, uma emoção muito antinatural.
Devido ao pânico, pessoas matam, guerras começam e nações se tornam decadentes.
O amor é uma emoção natural. Quando uma criança pode expressá-lo e recebê-lo naturalmente, sem limites ou condições, inibições ou constrangimentos, não é preciso mais nada. Porque a alegria do amor expressado e recebido dessa forma é suficiente. Contudo, o amor sujeito a condições, limites, regras, rituais e restrições, controlado, manipulado e contido, torna-se antinatural.
As crianças que acham que é errado expressar o seu amor, e que de fato nunca deveriam senti-lo, terão dificuldade de lidar adequadamente com o amor quando se tornarem adultas.
O amor constantemente reprimido se transforma em possessividade, uma emoção muito antinatural.
Devido à possessividade, pessoas matam, guerras começam e nações se tornam decadentes.
Portanto, as emoções naturais, quando reprimidas, produzem reações antinaturais. E, na maioria das pessoas, a maioria das emoções naturais é reprimida. Contudo, essas emoções são aliadas. São dádivas. Suas ferramentas divinas com as quais você constrói a sua experiência.
Você recebe essas ferramentas no nascimento. Elas o ajudam a cuidar de sua vida.

Neale Donald Walsch
José Batista de Carvalho | 17/06/2013 às 17:17 |



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terça-feira, 16 de abril de 2013

Harmonize suas emoções e sinta-se elegante


Harmonize suas emoções e sinta-se elegante

-                      aaaa a eleganciaO ventre está localizado no centro de equilíbrio de nosso corpo. Nele temos os órgãos geradores e controladores da eliminação das toxinas: intestinos, bexiga e útero. A psicologia moderna comprova: pessoas controladoras possuem intestinos presos, pessoas que não se desapegam de pensamentos antigos geram prisão de ventre.
Segundo Sigmund Freud, fundador da psicanálise, a prisão de ventre está relacionada com a libido da criança na fase anal. Ele acreditava que quando uma criança de até dois anos de idade come ou brinca com suas próprias fezes, ela está explorando seu primeiro produto. Se, em lugar de ser tratada com carinho e compreensão por seus pais, ela for severamente repreendida pelo ato inocente, acabará, inconscientemente, associando o repúdio às suas fezes ao repúdio daquilo que cria, ou seja, amadurecerá levando consigo a sensação de que ela é incapaz de produzir, criar ou desenvolver algo que possa vir a ser aceito pela sociedade. Com certeza sua agressividade -aqui, no sentido de ousadia ou força interior – estará em baixa, dando lugar às frustrações, medos, insegurança, apego, desejo de controle dos outros, dúvidas.
Segundo os orientais, por outro lado, a prisão de ventre é a materialização do medo de perder as coisas, como dinheiro, família, amigos, a pessoa amada.
A bexiga, por sua vez, está associada ao controle das tristezas e das lágrimas, fazendo com que o indivíduo que tem lágrimas contidas mostre mais micção que o normal. O útero é controlado pelo estado emocional da mulher. A própria medicina alopática admite que a menstruação dolorosa e muitos casos de abortos naturais são causados pelo desequilíbrio das emoções e até pela própria rejeição da condição materna. Veja que é no abdome que residem os órgãos de eliminação. Sendo assim, o inconsciente, que possui a lógica da correlação, comunica ao cérebro que a pessoa está com excesso de retenção mental e o cérebro cuida para que essa retenção seja fisiológica também, aumentando, consequentemente, o volume das paredes abdominais pela pressão dos órgãos internos. Mesmo que inexistam prisão de ventre, intestinos presos ou problemas com o útero, haverá a retenção da gordura no abdome, simbolizando emoções e sentimentos aprisionados ou mal resolvidos, seja em relação ao amor, às amizades, ou à parte financeira, especialmente dívidas. Portanto, resolver com coragem e rápido tudo o que permanece arquivado faz com que o abdome se esvazie. Pare de empurrar a vida com a barriga! No abdome também está localizado o centro umbilical, ou seja, um dos sete chacras do nosso corpo etéreo, o manipura, em sânscrito. A característica desse chacra é o poder pessoal e o controle sobre os outros. Pessoas com ênfase nesse chacra dormem de seis a oito horas diárias com o ventre para cima. O excesso de energia nesse chacra causa estresse e agressões ligadas a uma má administração da vontade, que não encontra medidas para sobrepor-se às forças internas e externas, ou seja, faz o indivíduo passivo quando deve reagir e a reagir quando deve ser passivo.
Por outro lado, a falta de energia nesse chacra faz surgir pessoas dominadas por emoções, como medos, bloqueios, raivas, repulsas, agressividade, egoísmo, orgulho, intolerância e uma forte tendência a manipular os outros. E preciso, então, que haja o necessário equilíbrio para a liberação desse chacra, pois só assim a pessoa controlará suas emoções e eliminará o orgulho, o que evitará que se coloque em oposição aos que não pensam como ela. O centro umbilical, estando equilibrado, torna-se uma energia que leva o indivíduo a se sentir responsável e a dominar seus atos. Está, também, ligado ao sentimento de misericórdia e amor pelos animais, já que a região abdominal é o centro de absorção de todo sentimento egocêntrico e manipulador. Quanto mais você aprisionar pessoas e acontecimentos em seu coração, mais a gordura no abdome reaparecerá. Medos, raivas, rejeições, agressividade nos atos, nos pensamentos e nas palavras mostram que a pessoa não consegue perdoar alguém. O abdome também simboliza o equilíbrio e a harmonia. Se há descontentamento, críticas ou revolta contra alguém ou com relação a algum fato, acabam surgindo gordura e doenças nesse local. Quem critica severamente os outros acaba manifestando alguma doença que leva a uma cirurgia do abdome, porque criticar os outros é o mesmo que cortá-los. Toda dúvida arrastada por muito tempo também é uma forma de violação e agressão contra si mesmo e contra o outro, e o inconsciente interpreta como retenção e controle. Em resposta, o cérebro providencia para que haja mais retenção de gorduras na região abdominal, ou aprisiona os órgãos internos nessa parte do corpo. Todo indivíduo que não possui abdome saliente, por outro lado, mostra determinação, coragem e, intuitivamente, encolhe o abdome depositando força no baixo ventre, cultivando firmeza mental. Enfim, toda mente rebelde e teimosa, aparentemente passiva ao extremo, que não acolhe com gratidão as pessoas e as coisas e não liberta a vida, provoca o desequilíbrio estético na região abdominal. Se você pretende modificar seu corpo para melhor, deverá aprender a ter a mente dócil, não acomodada, agradecendo a tudo e a todos e a desenvolver, conscientemente, a compreensão da vida. Assuma sua própria vida e pare de culpar os outros pelas suas mágoas e perdas. As pessoas são apenas um espelho do nosso emocional e, portanto, respondem com o mesmo nível energético de nossa mente, através de vibrações semelhantes. Aprenda a perdoar. Perdoar é zerar os acontecimentos, as mágoas, as desconfianças e conseguir conviver com o perdoado, amando-o com alegria sincera, sem se preocupar em ser lesado novamente. Apenas liberte as pessoas, lute para conseguir essa desenvoltura espiritual e desapegue-se de tudo e de todos, com carinho.
Mesmo que duas pessoas tenham de se separar, o mais importante é que ambas, não importa os motivos da separação, desejem uma à outra, amorosamente e sem ressentimentos, toda a felicidade do mundo, porque, afinal, como seres humanos trocaram experiências entre si. Tenha sempre em mente que a vida deve fluir livre, assim como os átomos de uma pedra, ainda que em constante movimento, mantêm seu formato original. Liberte-se, pois, de seus medos e de suas próprias cobranças e pare de querer controlar tudo devido ao medo de perder ou de se anular. Coragem é a palavra-chave para a mudança comportamental e física. Portanto, decida ser feliz: abra a janela de seu ventre, deixando tudo e todos voarem livres. Com certeza você se sentirá bem melhor e muito mais elegante.


Cristina Cairo


FONTE: http://universonatural.wordpress.com/2013/04/15/harmonize-suas-emocoes-e-sinta-se-elegante/

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