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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Governo Temer suspende todas as novas contratações do Minha Casa


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CEARÁ AGORA
O governo do presidente em exercício, Michel Temer, abandonou a meta traçada pela presidente afastada Dilma Rousseff de contratar 2 milhões de moradias do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018, disse o ministro das Cidades, Bruno Araújo. Ao Estado, ele afirmou que toda a terceira etapa do programa – e não apenas a modalidade Entidades – está suspensa e passará por um processo de “aprimoramento”.
Araújo estimou em 40 dias o tempo necessário para fazer um raio X da principal vitrine de seu ministério. Segundo o ministro, a nova meta para o Minha Casa vai depender da análise das contas públicas a cargo da equipe econômica de Temer, chefiada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “É preferível que identifiquemos os reais limites do programa e que os números anunciados sejam o limite de contratação”, afirmou. Segundo ele, “metas realistas” não geram expectativas falsas tanto nos empresários – que precisam fazer o planejamento pelo tamanho do programa – como para os beneficiários.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Minha Casa, Minha Vida reproduz injustiça social, conclui pesquisa

Investigação inédita da London School of Economics aponta queda na renda de beneficiários e impactos emocionais das remoções.


Thiago GuimarãesDa BBC Brasil em Londres

 'Bairro-modelo' do Minha Casa Minha Vida no Rio e planejado para 11 mil pessoas, o Bairro Carioca, na zona norte, sofre com enchentes, problemas estruturais e ação de traficantes  (Foto: Prefeitura do Rio)
'Bairro-modelo' do Minha Casa Minha Vida no Rio e planejado para 11 mil pessoas, o Bairro Carioca, na zona norte, sofre com enchentes, problemas estruturais e ação de traficantes (Foto: Prefeitura do Rio)
Em meio à reta final para a Olimpíada no Rio de Janeiro, encurtam-se os prazos e aumentam as pressões sobre comunidades que resistem a dar lugar às obras associadas aos jogos. Ao todo, 22 mil famílias já foram reassentadas na cidade de 2009 a 2015, por força de novos empreendimentos ou por estarem em situação de risco . E 74% dessas pessoas receberam casas do programa Minha Casa, Minha Vida, grife da gestão Dilma Rousseff.
"Esse (casa própria) é um sonho que acompanha a humanidade desde o início dos tempos, um local onde você se protege e constrói seu futuro e sua vida", disse Dilma no mês passado ao entregar casas do programa, numa referência recorrente em discursos da presidente.
Uma pesquisa recente, contudo, investigou como essas novas moradias impactam os meios de subsistência dos beneficiários, e descobriu que nem sempre o programa é sinônimo de progresso e estabilidade econômica, como prega a narrativa oficial.

sábado, 1 de agosto de 2015

Dilma garante continuidade do Minha Casa, Minha Vida



A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (31) que, apesar das dificuldades econômicas que o país atravessa, “não há hipótese” de o programa Minha Casa, Minha Vida acabar. Criado em 2009, o programa habitacional financia imóveis populares para famílias de baixa renda, com subsídios de até 95% do valor.
Dilma participou da entrega de 2,9 mil unidades habitacionais em Maricá, no Rio de Janeiro. Ela destacou o papel do programa, que deve ter a terceira etapa anunciada este semestre, na geração de emprego e renda nos municípios onde os empreendimentos são construídos.
"Ficam falando assim: 'estamos passando algumas dificuldades econômicas, o programa vai acabar'. Vou explicar para vocês por que não vai não: primeiro porque é importante para o povo brasileiro, para aquela parte que não tinha oportunidades, para quem ninguém olhou. Mas não vai acabar também por outro motivo: porque, além de a gente construir casa, a gente cria emprego”, ressaltou.
Segundo Dilma, o Minha Casa, Minha Vida “faz a roda da economia girar” e é importante para a retomada do crescimento do país. "Estamos hoje no Brasil fazendo um grande esforço para o país voltar a crescer, para controlar a inflação, estamos em uma travessia, daí a importância do Minha Casa, Minha Vida."

quarta-feira, 17 de julho de 2013

MINHA CASA, MINHA VIDA

MINHA CASA, MINHA VIDA

Nomes de beneficiados sairão no Diário Oficial

17.07.2013

A Habitafor também vai disponibilizar, na internet, dados sobre cadastramento, custos e prazos de execuçãoA partir deste ano, todo cadastrado no Programa Minha Casa, Minha que for contemplado com um imóvel terá seu nome divulgado no Diário Oficial do Município. Além disso, a Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) irá disponibilizar, via Portal da Transparência, informações gerais sobre o cadastramento, custos e prazos de execução, com link para relação das famílias beneficiadas com as moradias.

A medida deve começar pelos contemplados com o Conjunto Habitacional Independência II, na Granja Lisboa, com 264 unidades já construídas

De acordo com a presidente da Habitafor, Eliana Gomes, a ideia é começar pelos contemplados com o Conjunto Habitacional Independência II, localizado na Granja Lisboa, com 264 unidades já construídas. A entrega depende de estudo sobre as famílias relacionadas e liberação da Caixa Econômica. Foram investidos R$ 7,5 milhões.

Eliana afirma que as ações visam não só evitar fraudes, como a venda de imóveis e tentativas de entrar mais uma vez no cadastro, como oferecer informações precisas e claras à população sobre o programa e famílias beneficiadas. Já o Portal da Transparência da Fundação está em fase de criação para ser implantado.

Para quem já foi contemplado, como a costureira Maria de Fátima Dias, a iniciativa merece aplausos. "Até porque a gente ouve falar de muitos que tentam se aproveitar para tirar vantagem e tomar lugar de quem realmente precisa da moradia", diz.

Objetivo

A meta da Habitafor é entregar, nos quatro anos da atual gestão, 24 mil unidades do programa na Capital. Só para este ano, serão 6,5 mil moradias para as famílias cadastradas que têm o perfil de até três salários mínimos. Entre os critérios de prioridade, ter a mulher como chefe familiar e haver deficiente ou idoso na residência. Atualmente, o cadastro possui 100 mil famílias ou 500 mil pessoas que aguardam a construção dos imóveis. As ações também incluem melhorias nas moradias. Atualmente, a Habitafor efetua intervenções em mais de quatro mil imóveis, em bairros como São Cristóvão, Siqueira e Jangurussu.

Entre os projetos em desenvolvimento, estão os das comunidades Rosalina, no Parque Dois Irmãos, que beneficiará mais de 1,3 mil famílias; do Pirambu, Cristo Redentor e Barra do Ceará. Além delas, destaca Eliana, as obras paralisadas ou ocupadas como a do Pau Fininho, no Papicu, ou Lagoa da Zeza e Vila Cazumba, deverão ser retomadas. "Também as famílias do Morro do Santiago, e as da Av. Lima Verde, na Barra, terão ações da Habitafor e Secretaria do Turismo", frisa a presidente da Habitafor.

Outros dois novos projetos foram apresentados e aprovados pelo Ministério das Cidades e, segundo Eliana, farão a diferença para as famílias do Poço da Draga e população em situação de rua. O segundo, em particular, em parceria com a Pastoral Nacional da Rua, vai construir, como experiência piloto, 85 quitinetes para moradores de rua, que terão lavanderia e cozinha comunitária e terá espaços privativos para quem tem família. "Está em fase de estudo técnico".

LÊDA GONÇALVES REPÓRTER 

fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1292939

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