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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Um a cada três eleitos no Congresso teve dinheiro da JBS

Em caso de eleição indireta, um terço dos congressistas que elegerão o futuro presidente terá sido beneficiado por doações de campanha da JBS

POR CORREIO 24 HORAS
O dinheiro do JBS, principal conglomerado brasileiro do setor de carnes, ajudou a eleger um em cada três dos integrantes da Câmara e do Senado. O grupo foi o principal financiador privado de candidatos na eleição de 2014. Entre os documentos que os delatores do JBS entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) está uma lista de deputados eleitos em 2014 e beneficiados por doações do grupo empresarial. Nela, há 166 nomes - 32% do universo de 513 deputados eleitos.

No pacote de documentos também há uma relação dos atuais senadores, com um “OK” marcado ao lado do nome de cada parlamentar que recebeu recursos do JBS. A lista inclui 28 senadores, ou 35% do total de 81 parlamentares da Casa.
O grupo fundado por Joesley e Wesley Batista fazia lobby no Executivo, no Congresso e nos governos estaduais para obter vantagens e ganhar mercado. Em ao menos um caso, houve compra de votos na Câmara para aprovar legislação que dava ao grupo benefícios tributários, segundo confissão dos delatores ligados à empresa. A existência dessa rede de influências pode provocar polêmicas futuras.
Na hipótese de saída do presidente Michel Temer e eventual convocação de eleição indireta, um terço dos congressistas que elegerão o futuro presidente terá sido beneficiado por doações de campanha do causador da crise.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

CUT planeja ações para impedir eleição indireta à Presidência

© Roberto Parizotti/ CUT
"O Brasil precisa decidir se quer continuar ou sair da crise", afirmou o presidente da central sindical, Vagner Freitas

POR NOTÍCIAS AO MINUTO
A CUT (Central Única dos Trabalhadores) já começa um movimento para tentar derrubar a possibilidade de eleições indiretas, prevista na Constituição. "O Brasil precisa decidir se quer continuar ou sair da crise", afirmou o presidente da central sindical, Vagner Freitas.

De acordo com ele, caso o Congresso não acate a emenda pelas 'Diretas, já', haverá um "movimento imediato pelo 'Fora, Rodrigo'", disse Freitas, referindo-se ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
"Os políticos precisam deixar o povo brasileiro definir seu futuro. A eleição indireta nos deixará nas mãos do mesmo grupo político."
Assim como a CUT, a UGT também já saiu em defesa das eleições diretas. "A sociedade clama por uma eleição direta já. A UGT se soma a isso", afirmou o presidente da central, Ricardo Patah. Com informações da Folhapress.

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