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terça-feira, 17 de julho de 2018

Quer viajar na história da volúpia?

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Histórias de Volúpia por Tatá Arrasa

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SINOPSE

Há quem diga que o passado não volta ou o que passou não interessa. No caso de Volúpia, esses paradigmas foram quebrados e todos os eventos vivenciados pela mesma, eclodiram em sua frente. Se ela não tivesse tido coragem de enfrentar e tratar alguns traumas, seu futuro estaria prejudicado e essa dama jamais poderia vivenciar a felicidade em sua plenitude. Conheça Volúpia uma mulher madura, segura de si, independente. Tem os homens a seus pés, guarda alguns segredos e sua única fraqueza é o medo de se apaixonar. Uma história envolvente, misteriosa e sensual.

Sobre o autor
Tatá Arrasa
Tatá Arrasa, cujo verdadeiro nome é:
Francisco Anastácio Martins Rodrigues. Graduado em História pelas Faculadades INTA , o autor escreve no Blog Intimo & Pessoal desde o ano de 2006. Nessa caminhada pelo mundo da escrita já deixou sua marca, o mesmo ocupa a Cadeira de N° 20 na AGL (Academia Groairense de Letras). Além de expor suas letras e poesias no site: www.tatarrasa.com.br

“Brincar com as palavras me permite esse prazer de sonhar, criar historias e misturar personagens, expor meus anseios, ocultar desejos, registrar momentos e acima de tudo ser eu mesmo...” Tatá Arrasa


VOLÚPIA

Groaíras, 10/07/17, às 21:21 h

Volúpia era uma jovem senhora ou uma senhora jovem? Não se chega a uma conclusão devido ao estado de espírito e o ânimo que essa criatura encantadora demonstrava, Já estava com quase quarenta anos mas graças a sua boa forma apresentava um corpo de fazer inveja as outras pessoas que adentravam a idade adulta.

Uma das coisas que mais lhe davam prazer era a hora do banho, gostava de sentir a água escorrendo em seu corpo e contornando as curvas que a genética de forma generosa lhe concedeu. Era quase um ritual embaixo do chuveiro, não conseguia descrever a sensação que era espalhar a espuma de sabonete por todo corpo, explorando cada dobra, massageando membro por membro do seu santuário que era como considerava seu corpo.

Após o demorado banho raramente enxugava-se, preferia deixar a pele secar ao vento naturalmente. Saia do banheiro despida e passeava pela casa até chegar ao seu quarto, meio narcisista passava horas e horas em frente ao espelho admirando-se.

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