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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Ilha das Flores é eleito melhor curta-metragem brasileiro da história

Produção dirigida por Jorge Furtado completa 30 anos em 2019 e lidera lista de associação de críticos de cinema brasileiros
REPRODUÇÃO/VIMEO
Ilha das Flores (1989), filme de Jorge Furtado, foi eleito o melhor curta-metragem do cinema nacional de todos os tempos em votação feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Completam o top 5 Di (1977), de Glauber Rocha, Blábláblá (1968), de Andrea Tonacci, A Velha a Fiar (1964), de Humberto Mauro, e Couro de Gato (1962), de Joaquim Pedro de Andrade.

O resultado da eleição ainda culminará na publicação do livro Curta Brasileiro – 100 Filmes Essenciais, em parceria com o Canal Brasil e a editora Letramento, a ser lançado no segundo semestre de 2019. O volume é o quarto e último compêndio crítico da coleção 100 Melhores Filmes, composta ainda por 100 Melhores Filmes Brasileiros (2016), Documentário Brasileiro (2017) e Animação Brasileira (2018).


Cada título da lista será aprofundado em um artigo escrito por autores ligados à crítica e à pesquisa acadêmica. A publicação também contará com 20 textos exclusivos a respeito da história do curta-metragem no Brasil.
A seleção dos 100 melhores curtas nacionais abrange um período de mais de um século de produção cinematográfica: de Os Óculos do Vovô (1913), obra de Francisco Santos, a trabalhos recentes como Guaxuma (2018), animação assinada por Nara Normande. Também foram considerados pela associação médias-metragens com até 50 minutos de duração, a exemplo de SuperOutro (1989), de Edgard Navarro.

Cineastas de diferentes épocas emplacaram mais de um filme na lista dos 100 melhores: de Joaquim Pedro de Andrade, Ivan Cardoso e Humberto Mauro a nomes importantes dos últimos anos, como Kleber Mendonça Filho e André Novais Oliveira.

Confira a lista completa:


1 – Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado
2 – Di (1977), de Glauber Rocha
3 – Blábláblá (1968), de Andrea Tonacci
4 – A velha a Fiar (1964), de Humberto Mauro
5 – Couro de Gato (1962), de Joaquim Pedro de Andrade
6 – Aruanda (1960), de Linduarte Noronha
7 – SuperOutro (1989), de Edgard Navarro
8 – Maioria Absoluta (1964), de Leon Hirszman
9 – A Entrevista (1966), de Helena Solberg
10 – Arraial do Cabo (1959), de Paulo Cezar Saraceni e Mário Carneiro
11 – Alma no Olho (1973), de Zózimo Bulbul
12 – Viramundo (1965), de Geraldo Sarno
13 – Vinil verde (2004), de Kleber Mendonça Filho
14 – Documentário (1966), de Rogério Sganzerla
15 – Vereda Tropical (1977), de Joaquim Pedro de Andrade
16 – Recife frio (2009), de Kleber Mendonça Filho
17 – Nelson Cavaquinho (1969), de Leon Hirszman
18 – Zezero (1974), de Ozualdo Candeias
19 – Sangue Corsário (1980), de Carlos Reichenbach
20 – O Dia em que Dorival Encarou a Guarda (1986), de Jorge Furtado e José Pedro Goulart
21 – O Poeta do Castelo (1959), de Joaquim Pedro de Andrade
22 – Brasília, Contradições de uma Cidade Nova (1967), de Joaquim Pedro de Andrade
23 – Maranhão 66 (1966), de Glauber Rocha
24 – O Som ou Tratado de Harmonia (1984), de Arthur Omar
25 – Subterrâneos do Futebol (1965), de Maurice Capovilla
26 – Mato Eles? (1983), de Sérgio Bianchi
27 – Guaxuma (2018), de Nara Normande
28 – Meow! (1981), de Marcos Magalhães
29 – Eletrodoméstica (2005), de Kleber Mendonça Filho
30 – O Rei do Cagaço (1977), de Edgard Navarro
31 – Fantasmas (2010), de André Novais Oliveira
32 – Socorro Nobre (1995), de Walter Salles
33 – À Meia Noite com Glauber (1997), de Ivan Cardoso
34 – Dias de Greve (2009), de Adirley Queirós
35 – A Pedra da Riqueza (1975), de Vladimir Carvalho
36 – Memória do Cangaço (1965), de Paulo Gil Soares
37 – O Duplo (2012), de Juliana Rojas
38 – Quintal (2015), de André Novais Oliveira
39 – Fala Brasília (1966), de Nelson Pereira dos Santos
40 – O Porto de Santos (1978), de Aloysio Raulino
41 – Horror Palace Hotel (1978), de Jairo Ferreira
42 – Esta Rua Tão Augusta (1968), de Carlos Reichenbach
43 – Muro (2008), de Tião
44 – Manhã Cinzenta (1969), de Olney São Paulo
45 – O Tigre e a Gazela (1977), de Aloysio Raulino
46 – Cinema Inocente (1980), de Julio Bressane
47 – …a rua chamada Triumpho 969/70 (1971), de Ozualdo Candeias
48 – Carro de Bois (1974), de Humberto Mauro
49 – Olho por Olho (1966), de Andrea Tonacci
50 – Praça Walt Disney (2011), de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira
51 – Chapeleiros (1983), de Adrian Cooper
52 – Juvenília (1994), de Paulo Sacramento
53 – Os Óculos do Vovô (1913), de Francisco Santos
54 – Dossiê Rê Bordosa (2008), de Cesar Cabral
55 – Lampião, o Rei do Cangaço (1937), de Benjamin Abrahão
56 – Animando (1983), de Marcos Magalhães
57 – Jardim Nova Bahia (1971), de Aloysio Raulino
58 – Partido alto (1982), de Leon Hirszman
59 – Torre (2017), de Nádia Mangolini
60 – Mauro, Humberto (1975), de David Neves
61 – Ver Ouvir (1966), de Antônio Carlos Fontoura
62 – Congo (1972), de Arthur Omar
63 – Caramujo-flor (1988), de Joel Pizzini
64 – Lacrimosa (1970), de Aloysio Raulino e Luna Alkalay
65 – Palíndromo (2001), de Philippe Barcinski
66 – Um Sol Alaranjado (2002), de Eduardo Valente
67 – Cantos de Trabalho (1955), de Humberto Mauro
68 – O Guru e os Guris (1973), de Jairo Ferreira
69 – Nosferato no Brasil (1970), de Ivan Cardoso
70 – Mulheres de Cinema (1976), de Ana Maria Magalhães
71 – Kbela (2015), de Yasmin Thayná
72 – A Voz e o Vazio: a Vez de Vassourinha (1998), de Carlos Adriano
73 – Libertários (1976), de Lauro Escorel
74 – Meu Compadre Zé Ketti (2001), de Nelson Pereira dos Santos
75 – Seams (1993), de Karim Aïnouz
76 – Céu Sobre Água (1978), de José Agrippino de Paula
77 – Dov’è Meneghetti? (1989), de Beto Brant
78 – Teremos Infância (1974), de Aloysio Raulino
79 – Texas Hotel (1999), de Cláudio Assis
80 – Rituais e festas Bororo (1917), de Major Thomaz Reis
81 – Integração racial (1964), de Paulo Cezar Saraceni
82 – HO (1979), de Ivan Cardoso
83 – Kyrie ou o Início do Caos (1998), de Debora Waldman
84 – Pouco Mais de um Mês (2013), de André Novais Oliveira
85 – Cartão Vermelho (1994), de Laís Bodanzky
86 – Um Dia na Rampa (1960), de Luiz Paulino dos Santos
87 – Moreira da Silva (1973), de Ivan Cardoso
88 – Nada (2017), de Gabriel Martins
89 – Nada Levarei Quando Morrer Aqueles que Mim Deve Cobrarei no Inferno (1981), de Miguel Rio Branco
90 – O Ataque das Araras (1975), de Jairo Ferreira
91 – Enigma de um Dia (1996), de Joel Pizzini
92 – Amor! (1994), de José Roberto Torero
93 – Menino da Calça Branca (1961), de Sérgio Ricardo
94 – Estado Itinerante (2016), de Ana Carolina Soares
95 – Amor Só de Mãe (2002), de Dennison Ramalho
96 – Carolina (2003), de Jeferson De
97 – Contestação (1969), de João Silvério Trevisan
98 – Guida (2014), de Rosana Urbes
99 – Exemplo Regenerador (1919), de José Medina
100 – Frankenstein Punk (1986), de Cao Hamburger e Eliana Fonseca

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