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terça-feira, 14 de maio de 2019

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FONTE DO VÍDEOComo a Culpa é minha _ "Baby Alô" (Devinho Novaes) Coreografia A Pisadinha
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domingo, 29 de março de 2015

Falha no Facebook permite multiplicar número de Likes em publicações

por 
Like
Thomas Angermann/ Flickr/ Creative Commons
Uma pesquisa realizada pela escola de ciência da computação da Universidade McGill revela uma falha no Facebook que permite criar falsos likes na rede social sem usar bots ou uma enxurrada de spams.
O estudo publicado em 19 de março descreve um método que cria 100 curtidas falsas a cada 5 minutos ao adicionar três likes duplicados em cada publicação ou artigo compartilhado.
A façanha simplesmente tira vantagem de um mecanismo existente no Facebook que, se usado da forma correta, produz múltiplos likes em um mesmo post. Veja os passos:
1. Crie uma publicação no Facebook com a URL desejada;
2. Compartilhe o post recém-criado;
3. Adicione um comentário na publicação com conteúdos aleatórios;
4. Delete a publicação.
Deletar uma publicação não reduz o número de curtidas mostradas na página original em que o botão “Like” está. “Esse procedimento pode gerar três likes falsos de uma vez. Ao repeti-lo, nós conseguimos gerar 20 likes falsos por minuto sem violar os limites de avaliação do Facebook”, dizem os autores da pesquisa, Xinye Lin, Mingyuan Xia e Xue Liu.
A equipe afirma que o Facebook foi alertado sobre as falhas há dois anos, mas elas continuam no site. Além disso, o método ainda pode ser automatizado usando a API de Likes do Facebook com apenas 20 linhas de código em Python.
De acordo com os pesquisadores, a intenção é tornar esses bugs em algo público para alertar os anunciantes – que dependem de likes e pagam por eles – e aos usuários, para que eles percebam que alguns conteúdos não são tão populares como o número de curtidas indica.

FONTE: 
http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2015/03/falha-no-facebook-permite-multiplicar-numero-de-likes-em-publicacoes.shtml

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Criador do botão "like" explica por que não existe o "dislike"

Por Redação Olhar Digital - em 20/10/2014 às 14h10


Bret Taylor, criador do botão like (curtir) e ex-executivo do Facebook, explicou na última semana por que a rede social não tem – e provavelmente nunca terá - uma função inversa: o “dislike”. A explicação, um tanto óbvia, é que a adoção de um recurso de desagrado poderia trazer uma série de consequências infelizes para os usuários e para a rede em si.
“Pensamos muito nisso. Na verdade, até a palavra foi questionada. Lançamos o curtir porque muitas vezes as pessoas querem reconhecer algo que alguém fez, mas não têm nada a dizer”, conta Taylor, que hoje é CEO do aplicativo de produtividade Quip. A princípio, diz ele, o recurso se chamaria “Cool” ou “Wow” - que também funcionam como manifestações positivas. 
Na visão do ex-executivo do Facebook, um botão de “antipatia” não funcionaria da mesma maneira direta que o "curtir" e poderia até acabar em cyberbulling. “Tenho a sensação de que se houvesse um botão de aversão, ele traria resultados sociais negativos. Se você não gosta de algo, provavelmente há algo a dizer a respeito, então é melhor comentar", declarou.
Do ponto de vista dos negócios, é importante lembrar que a ferramenta não seria útil para a publicidade direcionada do Facebook, construída de acordo com o que cada usuário curte, capaz de determinar suas preferências e oferecer produtos de seu interesse.

Impacto nos posts

O Facebook sabe que o humor dos usuários varia conforme o teor do conteúdo que aparece na timeline. O resultado desta alternância foi comprovado em experimento secreto realizado sem o consentimento dos usuários, o que rendeu acusações de desrespeito à privacidade e gerou pedido de desculpas.

Feita em 2012 em parceria com a Universidade de Cornell e a Universidade da Califórnia, em San Francisco, a pesquisa modificou durante quase uma semana o algoritmo que controla a disposição das postagens no feed de notícias de 700 mil pessoas.

Os perfis foram divididos em dois grupos: o primeiro recebia apenas atualizações positivas, enquanto o segundo visualizava somente notícias negativas. Os resultados concluíram que quem recebia coisas boas era menos propenso a publicar coisas ruins, e vice-versa.

FONTE: OLHAR DIGITAL

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