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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A EXTINÇÃO - ABELHAS

As abelhas correm perigo!
Já ouvimos isso bastante nas duas primeiras décadas do terceiro milênio.
Mas você já parou para imaginar quais são as consequências da extinção das abelhas para o nosso planeta?
Certamente a primeira delas é que não teríamos mais o delicioso mel.
Mas será que existe a possibilidade de acontecer um "Apocalipse zumBEE?
Confira conosco!" no link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=1PsBsM_13Vw&t=22s

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Maior abelha do mundo volta a ser encontrada depois de 40 anos

A maior abelha do mundo mede 6 cm e é do tamanho do dedão de um adulto. Descoberta na Indonésia, a espécie estava desaparecida há 40 anos!
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Se você tem medo de insetos – de abelhas, especificamente -, melhor nem ler essa matéria. Ou você vai querer saber que a maior abelha do mundo mede 6 cm e é do tamanho do dedo polegar de um adulto?

Como parâmetro de comparação, considere que na espécie das abelhas sem ferrão o corpinho das operárias têm menos de 2mm.  No caso da abelha cortadeira, que era considerada a maior do mundo até então,  as fêmeas podem atingir um comprimento de 39 mm (1,5 polegadas). Entendeu quão gigante essa abelhona é?

Apesar de parecer assustador, encontrar esse inseto tão grande foi comemorado pela Ciência. Isso porque a chamada abelha-gigante-de-wallace (Megachile pluto), nome oficial da maior abelha do mundo, chegou a ser dada como extinta.
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A grandalhona desse post, no caso, foi descoberta no arquipélago das Molucas do Norte, uma ilha pouco explorada da Indonésia. Foram dias de busca e os especialistas encontraram uma única fêmea viva no lugar.

Só para que você tenha noção da importância da descoberta, a última vez que um espécime da maior abelha do mundo foi vista na natureza foi em 1981. Ou seja, há 40 anos.

Como vive a abelha-gigante-de-wallace?

A espécie foi descoberta em 1858, pelo naturalista e explorador britânico Alfred Russel Wallace. Ele, para quem não se recorda, foi o braço direito de Charles Darwin da teoria da evolução.

E, sobre a grandalhona em questão, o ilustre cientista chegou a descrevê-la  como “um inseto grande parecido com uma vespa preta, com mandíbulas imensas como um escaravelho”.

De acordo com especialistas, as fêmeas da maior abelha do mundo fazem ninhos em cupinzeiros e usam suas poderosas mandíbulas para fazer a coleta de resina de árvores que forram os ninhos. É exatamente isso que não permite que os cupins invadam a “casa” delas.
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Para sobreviver, essas abelhas dependem de flores de matas virgens de baixa altitude, que fornecem a elas alimentos e a tal resina que mencionamos. O desaparecimento dessas áreas, com certeza, é um dos grandes motivos por trás do sumiço da espécie.

Em busca de insetos “perdidos”

Foi seguindo os passos do grande cientista (Wallace), que a expedição da Universidade de Princeton (EUA) pela Indonésia chegou até a Megachile pluto em janeiro.

Para os pesquisadores, foi emocionante reencontrar o inseto sobre a qual a Ciência já não tinha mais certeza da existência. O fotógrafo da expedição, Clay Bolt, especialista em história natural, chegou a descrever a abelha como um “buldogue voador” devido ao seu tamanho.

“Ver de fato o quão bonita e grande a espécie é na natureza, ouvir o som das suas asas gigantes batendo ao passar pela minha cabeça, foi simplesmente incrível”, acrescentou em entrevista à BBC.
Clay Bolt, especialista em história natural
Existem mais da maior abelha do mundo?

Ainda não se sabe, mas os pesquisadores da expedição esperam que as florestas dessa região na Indonésia abriguem outros desses insetos raros. Eles esperam que a descoberta estimule pesquisas sobre o ciclo de vida da abelha-gigante-de-wallace e que sirva de base para novos esforços em protegê-la da extinção.

Aliás, a organização ambiental Global Wildlife Conservation (GWC), em apoio à expedição, lançou uma caçada mundial por “espécies desaparecidas”.
Fonte: BBC

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Tipos de Própolis e Seus Benefícios

Poucos medicamentos naturais são tão conhecidos quanto o própolis, mas será que ele é realmente eficiente? A lista de benefícios dos diferentes tipos de própolis vai te impressionar. 
Existem diversos tipos de própolis que
podem melhorar sua saúde.
A gente já comentou sobre as propriedades medicinais do própolis aqui no blog. Ele é feito a partir de diversas substâncias coletadas pelas abelhas em plantas. O objetivo é proteger a colmeia da ação de invasores e, por isso, o própolis é considerado como um antibiótico natural.
Devido a essa proteção extra, o própolis vem sendo usado desde muito tempo para combater várias doenças. Ele tem em sua composição flavonoides com ação antioxidante, o que ajuda na prevenção de doenças.
Apesar de todos terem a mesma origem, não existe apenas uma qualidade de própolis. Eles podem vir de diversas formas. Conheça, agora, os diferentes tipos de própolis:

Própolis Preto

O extrato de própolis preto é o mais comumente vendido no mercado. Em sua composição, ele contém enzimas diversas, flavonoides, compostos fenólicos, ácido cafeico, terpenos e óleos essenciais. Por isso, ele pode ser usado para tratar diversas doenças.
Para obtenção do própolis preto, as abelhas coletam múltiplas plantas. Assim, ele não tem nenhum vegetal específico em maior concentração da fórmula. Dependendo da região onde foi coletado, a coloração varia de tons de cinza até o preto mais escuro.
CONTINUAR LENDO...
FONTE: Receita Natural
No Blog do Parceiro Saiba Mais Sobre Própolis 

domingo, 10 de setembro de 2017

Morre homem que levou cerca de 500 picadas de abelhas para salvar o pai

Pai da vítima foi levado para o hospital e teve alta dias depois

© pixabay
Um homem de 54 anos morreu na noite desse sábado (9) depois de levar cerca de 500 picadas de abelhas para proteger o pai em Cianorte, no Paraná. O caso aconteceu no dia 29 de agosto. Paulo Libário Bastos estava internado desde então.

Como publicado pelo "G1", o velório está acontecendo na Capela do Prever e o sepultamento está marcado para as 16h30 deste domingo (10).
O pai de Paulo também foi levado ao hospital no dia do incidente. Ele teve alta no último dia (3).

domingo, 2 de abril de 2017

Soro contra veneno de abelhas começa a ser testado em humanos

Comunidade Anã - O meliponicultor Alvair Godinho faz cultivo de abelhas na comunidade (José Cruz /Agência Brasil)
A estimativa é que 50 pessoas morrem por ano
no Brasil em decorrência de múltiplas
 picadas de abelhasArquivo/José Cruz /Agência Brasil
A primeira fase de testes do soro antiapílico - para combater o veneno das abelhas – chegou à metade do estudo nessa sexta-feira (31). O décimo paciente picado pelos insetos recebeu o soro no período de estudo clínico, quando a medicação é testada em seres humanos.

Esta fase do Estudo APIS teve início em fevereiro de 2016 e precisa alcançar 20 pacientes nesta primeira etapa, que tem por objetivo avaliar a segurança do soro. As pesquisas para se chegar a soro começaram há quatro anos, por meio de um consórcio entre o Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Cevap/Unesp) e o Instituto Vital Brasil.

Em 2013, liderado pela Faculdade de Medicina da Unesp e por sua Unidade de Pesquisa Clínica (Upeclin), o Estudo APIS foi entregue para análise das instâncias regulatórias no Brasil, o sistema CEP-Conep (Comitês de Ética em Pesquisa e Conselho Nacional de Saúde) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Também participam da pesquisa duas importantes instituições de ensino e pesquisa no Brasil: Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM - Uberaba/MG) e Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul - Tubarão/SC).

O médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, pesquisador clínico do estudo, tem boas expectativas quanto ao soro. “Já aplicamos [o soro] em dez pacientes e não houve nenhum efeito colateral. Ainda não dá para ter grandes conclusões, mas já um indicativo de que ele pode ser promissor. A expectativa é que se consiga fazer um estudo com centenas de pacientes para mostrar a eficácia do soro, que pode ajudar a reduzir o número de mortes”.

A estimativa é que 50 pessoas morrem por ano no Brasil em decorrência de múltiplas picadas de abelhas.
“Quando a pessoa toma mais de 200 picadas, a quantidade de veneno é suficientemente grande para a intoxicação. Cada abelha tem pouco veneno, mas uma concentração muito alta atinge os músculos, gerando um problema sério de sobrecarga renal. Essa é a causa mais comum de óbito em pacientes que sofrem inúmeras picadas de abelhas”, esclareceu Barbosa.

Quando a pessoa é alérgica ao veneno de abelha, uma simples picada pode levar a um grave quadro de alergia generalizada (anafilaxia), e mesmo causar óbito. Nesse caso, as consequências não têm relação com a toxicidade do veneno e o tratamento se limita à medidas para inibir a anafilaxia com drogas antialérgicas.

Em agosto de 2016, o soro foi testado pela primeira vez. A técnica agrícola Camila Aguillar Prezotto tomou mais de 400 picadas de abelhas, enquanto movia um tronco de madeira no sítio do marido em Avaré, no interior paulista. Segundo Camila, o enxame saiu de dentro do tronco.

Após quatro dias de internação em Avaré, ela foi transferida para Botucatu e, em seguida começou a tomar o soro antiapílico. Apesar da dúvida quanto ao soro, Camila decidiu tomar a nova medicação. “Como já estava ruim, pensei na hora em tomar, o que também seria bom para o estudo”. Para ela, o soro foi 100% eficaz. “Desde a aplicação senti diminuir as dores no corpo. As picadas já não doíam tanto”. Segundo a técnica agrícola, o soro não provocou nenhum efeito colateral.

Pesquisa inédita
O desenvolvimento do soro antiapílico é inédito no mundo. “É a primeira vez na história da medicina que se produz soro contra o veneno de abelha. Este é um problema nosso. A abelha africanizada é um tipo das Américas”, informou Alexandre Barbosa.

De acordo com o médico, a abelha africana foi introduzida de forma acidental no Brasil na década de 1950. Ela cruzou com espécies da Europa que já estavam no país e esse cruzamento resultou uma abelha muito agressiva. “Essa agressividade leva ao aumento da periculosidade e do número de acidentes”, afirmou o pesquisador.

A primeira fase de testes termina no próximo ano. “Hoje incluímos nosso décimo paciente. Estamos na metade do estudo. O prazo é final de 2018. Acreditamos que vamos conseguir terminar o estudo para mostrar que o soro é seguro”, disse o médico.

Desenvolvimento do soro
O soro é desenvolvido da mesma forma que os antídotos contra serpentes, com a extração do veneno. “As abelhas passam por uma placa, na qual recebem ondas tênues de choque elétrico. Elas não sentem dor nem sofrem com isso.Ao passar nessa placa, elas despejam um pouco do veneno, que é captado”.

O soro contra veneno de abelhas é heterólogo, ou seja, produzido numa espécie diferente. Após a captação do veneno, ele é injetado na corrente sanguínea de animais, geralmente cavalos, que, com um volume grande de sangue, não se intoxicam com o veneno. O sistema imunológico do animal produz os anticorpos contra aquele antígeno, que formarão a base ativa do soro.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Americana viciada em picadas de abelha leva 15 ferroadas por dia


Margaret carrega insetos no bolso para usar quando esta fora de casa.
Mulher tem colmeia em casa e diz que 'sexo é ótimo' após ferroadas.


Do G1, em São Paulo
Margaret, uma senhora de 53 que mora no estado de Kentucky (EUA) possui um vício diário muito bizarro. Pelo menos 15 vezes por dia, a americana leva picadas de abelha aplicadas por ela mesma, e afirma que adora a sensação de "queimação" do veneno.
Margaret chega a carregar os insetos na bolsa para dar ferroadas em si mesma durante o dia (Foto: Reprodução)Margaret chega a carregar os insetos na bolsa para dar ferroadas em si mesma durante o dia (Foto: Reprodução)
A mulher apareceu no programa “My Strange Addiction” (Meu estranho vício, em tradução livre), e contou que começou a levar picadas como parte de um tratamento para aliviar a dor da artrite. No entanto, o procedimento se tornou um vício, fazendo com que a mulher tivesse  uma própria colmeia na residência, além de carregar os insetos na bolsa para levar picadas quando está fora de casa.
Apesar dos médicos condenarem a atitude, mulher mantém rotina, que já rendeu mais de 50 mil picadas (Foto: Reprodução)Apesar dos médicos condenarem a atitude, mulher mantém rotina, que já rendeu mais de 50 mil picadas (Foto: Reprodução)
De acordo com o jornal “Huffington Post”, Margaret já levou mais de 50 mil ferroadas desde que desenvolveu a mania. Entrevistada pela emissora TLC, a americana contou que existe outra razão pela qual mantém o vício, que contradiz a opinião dos médicos. “Você precisa dizer que, depois de pelo menos 10 picadas, o sexo é ótimo”, afirmou Margaret, antes da resposta positiva do marido.


FONTE: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2013/02/americana-viciada-em-picadas-de-abelha-leva-15-ferroadas-por-dia.html

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