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terça-feira, 7 de setembro de 2021

Primeira epidemia de vírus ancestral do SARS-CoV-2 ocorreu há 21 mil anos

“A nossa estimativa de mais de 21 mil anos atrás baseia-se em informações virais sequenciadas e está em concordância com uma análise recente de genômica humana, que sugere infeção com um coronavírus antigo por volta da mesma época”, explica Mahan Ghafari, da Universidade de Oxford, no Reino Unido

POR NOTÍCIAS AO MINUTOe acordo com um artigo publicado na revista Galileu, a conclusão foi divulgada no jornal científico Current Biology.

Investigadores da Universidade de Oxford descobriram que o ancestral comum mais recente dos Sarbecovirus ocorreu há mais de 21 mil anos, tornando-o aproximadamente 30 vezes mais antigo do que pesquisas prévias sugeriam.

No atual século XXI, a humanidade foi subjugada ao vírus do subgénero Sarbecovirus duas vezes, comodurante o surto entre 2002 e 2004, provocado pelo SARS-CoV-1, e desde 2020, com a pandemia da Covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2.

Segundo o investigador de Oxford Mahan Ghafari, num comunicado emitido à imprensa: "a nossa estimativa de mais de 21 mil anos atrás baseia-se em informações virais sequenciadas e está em concordância com uma análise recente de genômica humana, que sugere infeção com um coronavírus antigo por volta da mesma época".

Leia Também: Brasil chega a 40% da população completamente vacinada contra covid-19

De modo a chegar a esse número, explica a revista Galileu, os cientistas observaram a taxa de evolução de vírus, que tende a ser elevada em espaços de tempo diminutos. Porém, esse índice desacelera com o tempo. Tal ocorre porque os agentes necessitam de se manter altamente adaptados aos hospedeiros para sobreviver, o que impõe restrições na possibilidade de acumular múltiplas mutações.

"Desenvolvemos um novo método que consegue recuperar a idade dos vírus em escalas de tempo mais longas e corrigir um tipo de ‘relatividade evolutiva’, no qual a taxa aparente de evolução depende da escala temporal da medição", diz Ghafari.

Esta foi a primeira vez que um estudo foi bem sucedido a reconstituir os padrões de declínio desse índice em vírus.

Consequentemente, esta pesquisa inédita acabou por criar uma ferramenta capaz de corrigir a falha de determinados modelos evolutivos que não conseguiram avaliar com exatidão a divergência entre espécies de vírus ao longo dos anos.

A partir de agora, será possível reconstruir a história evolutiva de agentes associados ao coronavírus SARS-CoV-2, assim como de outros vírus de ADN e RNA de épocas mais remotas.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1840162/primeira-epidemia-de-virus-ancestral-do-sars-cov-2-ocorreu-ha-21-mil-anos

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Como cientistas estimam a chegada do pico da pandemia no Brasil

Segundo especialista, não existe uma epidemia única no país, é preciso considerar os padrões diferentes identificados em estados e regiões
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O primeiro caso de Covid-19 no Brasil foi diagnosticado em 26 de fevereiro. De lá pra cá, foram registradas mais de 743 mil contaminações e 38 mil mortes pela doença. Embora alguns estados e municípios já tenham iniciado planos para afrouxar o isolamento social, em entrevista à BBC News, especialistas apontam que ainda não há indícios que a pandemia já tenha atingido seu auge no país.
LEIA MAIS EM:
https://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/como-cientistas-estimam-a-chegada-do-pico-da-pandemia-no-brasil/101963stimam a chegada do pico da pandemia no Brasil

quarta-feira, 11 de março de 2020

Epidemia x pandemia. O que as diferencia?

Ao contrário do que se pensa, a diferença entre pandemia e epidemia tem mais a ver com o nível de disseminação do que com a gravidade.
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De acordo com a OMS uma pandemia é a disseminação mundial de um vírus, sobre o qual a maior parte das pessoas não tem imunidade.
É precisamente aqui que reside a principal diferença entre epidemia e pandemia, o nível de disseminação. Quando uma doença afeta vários Continentes, uma grande parte da população em todo o mundo como é o caso do Covid-19, passa a ser declarada como uma pandemia porque deixa de existir uma forma de conter o vírus. A última pandemia foi decretada em 2009 devido à gripe suína.
A partir do momento em que uma pandemia é declarada, significa que os esforços para conter a expansão mundial do vírus falharam e passa-se para a fase de mitigação - aquela em que, de acordo com o Plano Nacional da DGS, a transmissão passa a ser "local em ambiente fechado" e "comunitária".
O novo coronavírus, que teve início em Wuhan - epicentro do surto - em dezembro, já afetou mais de 124 mil pessoas em todo o mundo, sendo que mais de 66 mil pessoas se recuperaram. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Especialistas alegam que os peidos podem sair pela sua boca se você os segurar por muito tempo.

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Você finalmente vai ter a resposta para uma pergunta que talvez já vem martelando em sua cabeça por décadas. A ciência deu um passo a diante com esta incrível descoberta à respeito do assustador arroto-peido.

Os Peidos Possuem Diversas Alternativas de Escape

Talvez você não queira admitir, mas todos nós liberamos gases. Em média você peida cerca de 20 vezes por dia. Alguns peidos passam completamente despercebidos por você. Parece loucura, peidar sem mesmo saber que o fez! Isso sem mencionar os peidos que soltamos enquanto estamos dormindo.

Existe uma tonelada de coisas capazes de nos encher de gases, e eles podem até mesmo ser resultado de seu estado emocional. Pessoas com níveis de ansiedade são predispostas a sofrerem mais com esses terríveis gases. Isso pode se dar ao fato de que pessoas estressadas geralmente se importam menos com sua dieta.

Junk-Food vai certamente aumentar o número de flatulências. O seu corpo precisa eliminar a pressão de alguma maneira, e os gases não vão apenas desaparecer.

Se você costuma segurar esses fedorentos, então é melhor que você não prenda sua respiração também! O seu corpo vai inevitavelmente forçar os gases para fora de seu corpo. Acontece que ele apenas vai sair por outro lugar.

Pesquisadores Acreditam Que Seus Peidos Podem Sair Pela Sua Boca

A ciência finalmente começou a desvendar mistérios que até então não possuíam respostas.Clare Collins é uma importante professora de nutrição na Universidade de Newcastle no Reino Unido. Ela fala diretamente com base em seu profundo conhecimento enquanto incita o mundo a agir quando precisamos deixar um pum escapar. Como a velha frase diz: "É melhor sair do que entrar!"

Não fique com vergonha quando estiver em público. Agora você possui uma desculpa legítima para peidar sem precisar se sentir constrangido em qualquer situação. Se você estiver sentindo um implacável desconforto em no intestino, então não precisa mais segurar.

É o Dr. Satish Rao, especialista em gastroenterologia,quem diz que você deveria aliviar toda pressão da sua barriga antes que ela se transforme em peido.

"Se você teve uma alimentação rica em carboidratos, ela vai certamente ser fermentada em seu intestino delgado. Você vai arrotar esses gases. Quando você faz isso, este gás vai ter o odor de gás fermentado."

Você provavelmente não vai arrotar um peido de verdade, mas isso pode realmente acontecer. Além disso, existem coisas piores que podem ocorrer também. O seu peido preso poderia ser reabsorvido por sua corrente sanguínea e você poderia expirá-lo pelos seus pulmões

. Então fique atento caso não queira exalar seus próprios peidos.

O que podemos fazer para salvar humanidade dessa terrível tragédia dos peidos bucais?

Apenas peide com a maior frequência possível. Quando você precisar soltar um pum, então você deve fazê-lo. É melhor ser visto como 'mal-educado' do que ter peidos saindo de sua boca mais tarde. Ninguém quer peidos saindo pela corrente sanguínea, então todos agora devem entender quando você explicar o motivo por você não segurar os peidos na próxima festa em que você estiver.

Você pode tentar ser sorrateiro apertando os músculos das nádegas para liberar o gás em pequenas porções por vez, mas não há necessidade disso.

Todos os seus amigos entenderão se você apenas falar toda vez em que peidar: "Eu não queria que saísse pela minha boca".

Espalhe a Palavra Sobre a Epidemia dos Arroto-peidos

Fonte: apost

sábado, 27 de fevereiro de 2016

5 coisas que você precisa saber sobre o Zika Vírus, de acordo com cientistas

A possível conexão do vírus aos casos de microcefalia tem preocupado ainda mais as autoridades mundiais


TECH EPIDEMIA
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
A epidemia de Zika Vírus que está se espalhando pelas Américas, em especial a América do Sul, tem preocupado as autoridades internacionais, em especial a Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesta semana a diretora-geral da organização Margareth Chan veio ao Brasil para discutir com as autoridades brasileiras a melhor forma de combater a epidemia
A possível conexão do vírus aos casos de microcefalia tem preocupado ainda mais as autoridades, que estão fazendo diversas campanhas a fim de prevenir a contaminação da população. Segundo o site LiveScience, em resposta à epidemia, dois médicos listaram no Jornal da Associação Médica Canadense cinco informações muito importantes sobre o Zika Vírus, que é carregado pelo mosquito Aedes aegypti. Confira:

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Epidemia de Aids deve ter fim em 2030, diz diretor da ONU

Agência Brasil | 22h49 | 29.10.2013

Luiz Antonio Loures acredita será possível eliminar transmissão de vírus de mãe para filho em 2015

Presente nas comemorações de 30 anos do Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo, o diretor-adjunto do Programa de Aids das Nações Unidas (UNAids) e subsecretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Luiz Antonio Loures, estimou nesta terça-feira (29) que a epidemia de Aids deverá ter fim em 2030.
Em 2011, foram registradas 500 mil mortes a menos, causadas por Aids, do que em 2005. Foto: Adriana Pimentel
“A minha perspectiva pessoal, não é uma estimativa institucional da UNAids, eu acho que 2030 é um alvo razoável para pensar sobre o fim da epidemia. Se tomarmos em consideração a experiência histórica, o tempo que levou a expansão dos tratamentos dá um bom parâmetro de pensar que, talvez, 15 anos seja um tempo razoável [para o fim da epidemia]”, disse em palestra durante evento no Hospital das Clínicas, na capital paulista.

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