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quinta-feira, 26 de março de 2026

Nova variante da Covid-19 se espalha pelo mundo e levanta alerta

BA.3.2 já foi identificada em mais de 20 países e apresenta múltiplas mutações. Apesar do avanço, autoridades afirmam que o risco segue baixo, mas reforçam a necessidade de monitoramento e manutenção dos cuidados

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Uma nova variante da Covid-19 voltou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Identificada como BA.3.2, ela tem apresentado aumento de casos nos últimos meses, especialmente nos Estados Unidos, e já foi detectada em diversos países.

De acordo com informações divulgadas pela Fox News, ao menos 23 países registraram casos da variante até fevereiro. Dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) indicam que a BA.3.2 possui entre 70 e 75 mutações na proteína spike, estrutura do vírus responsável por sua entrada nas células humanas.

O que se sabe sobre a nova variante

A BA.3.2 foi inicialmente identificada em amostras de águas residuais e também em resíduos coletados em aeronaves, em diferentes regiões dos Estados Unidos. A presença da variante foi confirmada no país ainda no verão passado.

Na Europa, países como Dinamarca, Holanda e Alemanha registraram crescimento expressivo de casos entre novembro e janeiro, com aumento semanal de cerca de 30%.

Apesar da rápida disseminação, autoridades de saúde afirmam que, até o momento, não há indícios de maior gravidade associada à variante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o risco como baixo.

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quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Estudo alerta para necessidade de doses de reforço contra covid-19

Pesquisa foi realizada na cidade de Toledo, no Paraná

POR AGÊNCIA BRASIL - Um estudo sobre a efetividade da vacina monovalente original contra a covid-19 comprovou uma recomendação já divulgada e defendida por especialistas em imunizações e pelo Ministério da Saúde, mas ainda não seguida por parte dos residentes no Brasil: a dose de reforço é essencial para se proteger contra a doença. A estimativa é que 84% da população no país ainda não recebeu uma dose de reforço da vacina monovalente ou bivalente contra a covid-19.

Para os pesquisadores, apesar de relevante, a proteção de duas doses de vacina monovalente original da Pfizer/BioNTech é de curta duração contra a covid-19 sintomática causada pela variante Ômicron. Conforme o estudo, a efetividade da vacina monovalente original da Pfizer/BionNTech contra infecção sintomática pela variante é de 54%. A potencial proteção das duas doses contra as variantes Ômicron BA.1 e BA.2 alcança 58% e 51%, respectivamente.

A pesquisa foi realizada na cidade de Toledo, no Paraná, entre 3 de novembro de 2021 e 20 de junho de 2022, pelo Hospital Moinhos de Vento, com apoio da farmacêutica Pfizer Brasil, em parceria com a Universidade Federal do Paraná, a Inova Research e a Secretaria Municipal de Saúde. Foi  analisado o comportamento da covid-19 em um cenário em que a cobertura de imunização contra a doença havia sido de 90% nas 4.574 pessoas acima de 12 anos que participaram da amostra.

O estudo destacou ainda que a maior proteção foi notada no período após o recebimento das duas doses, com queda da capacidade de proteção contra infecção sintomática com o passar do tempo. Para os pesquisadores, isso seria um indicativo da necessidade das doses de reforço, e também das formulações adaptadas para assegurar cobertura às mais recentes variantes de Ômicron em circulação.

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sexta-feira, 12 de maio de 2023

Vacina brasileira contra covid-19 tem bons resultados em testes

SpiN-Tec deve ser aplicada em grupo maior de voluntários em junho

POR AGÊNCIA BRASIL - A primeira fase de testes clínicos da vacina SpiN-Tec contra a covid-19 tem apresentado resultados positivos. Desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é a primeira vacina 100% nacional, por não depender de transferência de tecnologia ou de importação. Dados preliminares indicam que ela não apresentou problemas de segurança com os voluntários e tem potencial para gerar uma resposta imunológica ao vírus causador da doença. 

Depois de passar pela fase pré-clínica, quando os testes realizados em animais de laboratório não apresentaram efeitos colaterais, a fase clínica 1 começou em novembro do ano passado. Até março deste ano, a vacina foi aplicada em 36 pessoas, com idade entre 18 e 54 anos. Os dados estão em análise pelos pesquisadores e devem ser apresentados ainda neste mês para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

A expectativa é que a fase clínica 2 comece no início de junho com 372 voluntários entre 18 e 85 anos. Eles precisam ter sido vacinados com duas doses iniciais da vacina CoronaVac ou da AstraZeneca, e uma ou duas doses de reforço da Pfizer ou AstraZeneca. Quem tomou a vacina bivalente não pode participar dessa fase. Ter tido covid-19 não é um impeditivo, desde que tenha ocorrido há mais de seis meses. Na fase 2, o foco dos testes é na imunogenicidade, ou seja, verificar o nível de anticorpos gerados e a resposta dos linfócitos na proteção do organismo.  

A informações são de Helton Santiago, coordenador dos testes clínicos da vacina e professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG. Ele explica que, ao contrário do que ocorreu nos testes das primeiras vacinas contra a covid-19, desta vez o objetivo é testar a eficácia da SpiN-Tec como dose de reforço. 

“Seria muito difícil, neste momento, ir atrás dos poucos no Brasil que não foram vacinados com nenhuma dose. A estratégia do CT Vacinas da UFMG foi mesmo desenvolver um imunizante que sirva como reforço. O nosso tem o diferencial de focar na imunidade celular. Quando os anticorpos neutralizantes falham, é a imunidade celular que segura a infecção e a deixa leve. Então, a gente acredita que essa vacina vai ser ideal para proteger contra novas variantes. Enquanto outras vão perder a eficácia, a nossa não deixa as variantes escaparem da imunidade”. 

Continue Lendo em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-05/vacina-brasileira-contra-covid-19-tem-bons-resultados-em-testes

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Covid-19: 13,5 milhões de pessoas já foram imunizadas com a bivalente

Vacina está disponível a maiores de 18 anos, que já tomaram duas doses

POR AGÊNCIA BRASIL - O Ministério da Saúde contabilizou, até sexta-feira (5), 13,5 milhões de pessoas imunizadas com a vacina bivalente. O aumento da cobertura vacinal contra a covid-19 é, segundo o Ministério da Saúde, prioridade do governo federal.

Em nota divulgada pela pasta, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, lembra que a vacinação é “fundamental para minimizar a carga e prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença”. 

Leia Também: Covid-19 não acabou e vacinação segue fundamental, alerta ministra

O imunizante Comirnaty, da Pfizer, que protege conta a variante Ômicron, foi disponibilizada para maiores de 18 anos que tenham recebido, pelo menos, duas doses monovalentes, respeitando um intervalo de quatro meses da última dose.

“Quem ainda não completou o ciclo vacinal e está com alguma dose em atraso, também pode procurar a Atenção Primária, porta de entrada do SUS [Sistema Único de Saúde]. O Ministério da Saúde reforça que, tanto as vacinas monovalentes quanto as bivalentes, têm segurança comprovada e são igualmente eficazes na proteção contra o coronavírus”, diz a nota.

A fim de resgatar a confiança da população nas vacinas e reforçar a segurança e eficácia de imunizantes, em geral, o Ministério da Saúde lançou, em fevereiro, o Movimento Nacional pela Vacinação.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-05/covid-19-135-milhoes-de-pessoas-ja-foram-imunizadas-com-bivalente

quarta-feira, 5 de abril de 2023

A Covid não desapareceu. O que se sabe sobre os sintomas da XBB.1.16

É considerada altamente contagiosa.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A Organização Mundial da Saúde (OMS) está acompanhando de perto o risco da subvariante do SARS-CoV-2 chamada de XBB.1.16, conhecida como Arcturus, que está se espalhando rapidamente em vários países e pode ser mais contagiosa. A OMS afirma que já foi identificada em pelo menos 22 países e pode se tornar "a próxima Ômicron".

Até o momento, pouco se sabe sobre os sintomas dessa variante, embora especialistas acreditem que sejam semelhantes aos da Ômicron. No entanto, há alguns sinais de alerta que devem ser observados. Segundo dados do estudo Zoe Covid, um aplicativo para smartphone lançado pela startup Zoe Limited e pelo King's College de Londres, os sintomas incluem:

1- Coriza;

2- Dor de cabeça;

3- Fadiga (moderada a grave);

4- Espirros;

5- Dor de garganta.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2006586/a-covid-nao-desapareceu-o-que-se-sabe-sobre-os-sintomas-da-xbb116

quinta-feira, 30 de março de 2023

A vacina bivalente contra covid-19 é confiável?

Agências reguladoras (FDA, OMS e Anvisa, por exemplo) comprovaram segurança e eficácia da vacina bivalente contra Covid-19

POR OLHAR DIGITAL - A vacina bivalente contra covid-19 é confiável, sim. Isso porque agências reguladoras no Brasil e mundo a fora analisaram e aprovaram as doses bivalentes. Ou seja, comprovaram tanto sua segurança quanto eficácia como reforço de vacina contra Covid.

Entre essas agências, estão: Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), FDA (sigla em inglês para Food and Drug Administration) e OMS (Organização Mundial da Saúde). Além disso, o Olhar Digital esclareceu as principais dúvidas sobre o assunto com Sidnei Bertholdi, médico infectologista. 

Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2023/03/28/medicina-e-saude/vacina-bivalente-eh-confiavel/

Mortes por Covid-19 no Brasil chegam a 700 mil

Segundo a atualização desta terça-feira do Painel Conass, o Brasil atingiu o marco de 700 mil mortes por Covid-19

POR OLHAR DIGITAL - O Brasil atingiu a triste marca de 700 mil mortes por Covid-19, três anos após a primeira morte pela doença no país. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) revelou nesta terça-feira, 28 de março, que o país alcançou o acumulado de 700.239 mortes pela doença, atingindo a marca nas últimas 24 horas.

  • Brasil alcança a marca de 700 mil mortes por Covid-19;
  • Pandemia teve desaceleração recente devido ao avanço da vacinação;
  • Perfil da mortalidade mudou com maior proporção de óbitos em pessoas acima de 80 anos e imunossuprimidas;
  • Vacinação é apontada como chave para explicar desaceleração da pandemia nos últimos meses;
  • Baixa cobertura vacinal em crianças menores de cinco anos e aumento na proporção de mortes nesta faixa etária é preocupante.
Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2023/03/28/medicina-e-saude/mortes-por-covid-19-no-brasil-chegam-a-700-mil/

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Brasil registra 19 mil novos casos de covid-19

Em 24 horas, país registrou 148 óbitos

POR AGÊNCIA BRASIL - O Ministério da Saúde divulgou hoje (12) os números mais recentes da pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta a partir de dados dos estados, o Brasil registrou, em 24 horas, 19.070 novos casos da doença e 148 óbitos.

Desde o início da pandemia, o país acumula 36,5 milhões de casos confirmados da doença e 695,2 mil mortes. O número de pacientes recuperados soma 35,4 milhões.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos e mortes em consequência da doença – 6,3 milhões de casos e 177,7 mil óbitos. Em seguida, aparecem Minas Gerais (4,1 milhões casos e 64,6 mil óbitos); Rio Grande do Sul (2,9 milhões de casos e 41,6 mil óbitos) e Paraná (2,8 milhões de casos e 45,8 mil óbitos). 

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Covid exige cuidados no Natal e no Réveillon; veja recomendações de infectologistas

O número de casos e mortes de covid-19 disparou no Brasil

POR NOTÍCIAS AO MINUTOApesar de a OMS (Organização Mundial da Saúde) já ver alguma luz no fim do túnel da pandemia de Covid, a crise sanitária ainda não acabou. Com isso, infectologistas recomendam que alguns cuidados sejam adotados nas festas de fim ano, a exemplo do uso de máscara e vacinação em dia.

"As pessoas perderam o medo, normalizaram a Covid e a tratam como se fosse uma gripe, o que é um erro", afirma Evaldo Stanislau de Araújo, infectologista do Hospital das Clínicas de São Paulo.

"Mesmo as formas leves da doença podem trazer consequências futuras, como danos neurológicos, cardiológicos e respiratórios, além da Covid prolongada. E há possibilidade de a reinfecção levar a formas graves e complicações tardias."

Segundo o mais recente InfoGripe Fiocruz, divulgado na última sexta (16), há uma tendência de aumento de casos de Covid na população adulta de todos os estados do país.

"Se você estiver numa cidade onde a curva de casos ainda é ascendente, as medidas deverão ser mais rígidas. Evite confraternização com muita gente e mantenha as comemorações com as pessoas da mesma casa", afirma Eduardo Medeiros, coordenador científico da Sociedade Paulista de Infectologia.

Leia Também: Brasil tem maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto

De acordo com o médico, de maneira geral, não é necessário suspender as atividades, mas apenas tomar cuidado. Pessoas vulneráveis são mais suscetíveis às formas graves da Covid.

"Idosos acima de 70 anos, imunossuprimidos, doentes crônicos e com problemas pulmonares devem manter distanciamento na hora da alimentação, porque é o momento em que você tira a máscara e na conversa as pessoas eliminam gotículas. Também é aconselhável o uso de máscara no convívio familiar", diz ele.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Brasil tem maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto

Nesta segunda foram registrados 140 mortes por Covid e 29.579 casos da doença

POR NOTÍCIAS AO MINUTOO Brasil atingiu a maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto deste ano, quando ocorriam 139 óbitos por dia. Nesta segunda-feira (19), a média também foi de 139 óbitos por dia, um aumento de 30% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Nesta segunda foram registrados 140 mortes por Covid e 29.579 casos da doença. Com isso, o país chegou a 691.994 vidas perdidas e a 35.943.720 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Leia Também: Brasil tem 49,8% da população vacinada com reforço ou dose adicional

Assim como a média de mortes, a média móvel de casos cresceu. Com aumento de 33% (também em relação ao dado de duas semanas antes), ela agora é de 40.600 pessoas infectadas por dia.

Os dados do Rio de Janeiro continuam não sendo computados devido a problemas no servidor.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 182.371.746 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen, são 172.398.506 pessoas com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 84,89% da população com a 1ª dose e 80,25% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 107.127.299 pessoas já tomaram a terceira dose, e 38.831.798, a quarta.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/1975016/brasil-tem-maior-media-de-mortes-por-covid-desde-30-de-agosto

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Estudo comprova que estresse causado pela Covid-19 afeta vida sexual

A investigação contou com mais de 1.300 voluntários de várias nacionalidades.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A pandemia da Covid-19 teve impacto a vários níveis. A vida sexual também acabou sendo afetada de forma negativa. Esta é a conclusão de um recente estudo da Texas State University, nos Estados Unidos.

Segundo o estudo, várias pessoas sentiram-se bastante preocupadas com outras questões relacionadas com a pandemia e em vários momentos sentiram-se isoladas.

“O estresse relacionado com a pandemia, como a tensão financeira, solidão e preocupações no geral, podem influenciar o desejo sexual, uma vez que podem desencadear sintomas depressivos e aumentar com o passar do tempo”, explicou Rhona Balzarini, responsável pelo estudo.

A investigação foi realizada em duas partes. Na primeira, chegaram a ser entrevistados mais de 1.300 voluntários que estavam, ou não, num relacionamento. Quase 70% eram mulheres e tinham em média 30 anos.

Numa segunda parte, as entrevistas foram realizadas a uma amostra idêntica, mas com pessoas de várias nacionalidades. O estresse causado pela pandemia da Covid-19 acabou por diminuir o desejo sexual.

O estudo foi publicado na revista Archives of Sexual Behavior. 

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1969831/estudo-comprova-que-estresse-causado-pela-covid-19-afeta-vida-sexual

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Como driblar a covid-19 na Copa? Veja cuidados ao reunir familiares e amigos

Especialistas orientam que os cuidados devem ser redobrados principalmente por grupos mais vulneráveis.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO A menos de uma semana para o início da Copa do Mundo - momento em que amigos e familiares costumam se reunir para ver as partidas de futebol -, o aumento de casos de covid-19 provocado por novas subvariantes da Ômicron tem reforçado a necessidade de medidas preventivas para evitar ainda mais a proliferação da doença. Especialistas orientam que os cuidados devem ser redobrados principalmente por grupos mais vulneráveis.

"Idosos, gestantes e pessoas com imunocomprometimentos não devem se expor tanto neste momento. Também é preciso levar em consideração que muitas pessoas convivem com esses grupos. Desta forma, todas essas pessoas precisam ter cuidados redobrados para evitar a transmissão", avalia o infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri.

"Com aumento de casos no mundo inteiro, nós voltamos a precisar de cuidados, principalmente para os não vacinados e pessoas com algum grau de imunodepressão. Incluímos ainda crianças que não foram vacinadas, gestantes e indivíduos que têm câncer ou doenças graves - renais, cardíacas ou pulmonares", acrescenta Marcelo Otsuka, vice-presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria de São Paulo (SBPSP).

"Outro problema é que no Brasil ainda não temos a atualização das vacinas, que ainda não foram liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)", afirmou Otsuka. Em nota, a Anvisa informou que não tem data para a liberação.

No último sábado, 12, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde publicou nota técnica em que recomenda o uso de máscara pela população e a adoção de outras medidas. Conforme o documento, entre os dias 6 e 11 deste mês, foram notificados 57,8 mil casos da doença. Com isso, a média móvel de diagnósticos positivos, calculada neste período, subiu para 8,5 mil, o que representa aumento de 120% em relação ao índice da semana anterior (3,8 mil).

Confira a seguir orientações as principais orientações:

Com a alta de casos de covid-19, entre outros vírus respiratórios, quais os riscos ao reunir amigos e familiares para assistir os jogos da Copa do Mundo?

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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Covid-19: Brasil registra 8 mortes e 4,3 mil casos em 24 horas

Atualização de dados foi divulgada nesse domingo

POR AGÊNCIA BRASIL - As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 4.325 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também oito mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesse domingo (20). Doze estados, entre eles, São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal, não tiveram as informações atualizadas pelos respectivos governos, segundo o ministério. . 

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 35.011.534.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 170.321. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de ontem, o total de mortes chegou a 688.928 desde o início da pandemia. Ainda há 3.181 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 34.152.285 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 97,5% dos infectados desde o início da pandemia.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (175.941), Rio de Janeiro (75.944), Minas Gerais (63.908), Paraná (45.465) e Rio Grande do Sul (41.234).

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-11/covid-19-brasil-registra-8-mortes-e-43-mil-casos-em-24-horas

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sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Covid-19: Anvisa libera venda de álcool 70% na forma líquida

Objetivo é reduzir transmissão da doença; validade é por 60 dias

POR AGÊNCIA BRASIL - Diante do aumento de casos de covid-19 no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta quinta-feira (17), a venda livre e a doação de álcool etílico 70% na forma líquida, desde que estejam devidamente regularizados na agência. A medida, autorizada ad referendum, foi adotada de forma extraordinária.

O objetivo, destacou a Anvisa, é ampliar o acesso a produtos que contribuem na implementação de resposta coordenada para reduzir a transmissão e proteger a população em geral do novo coronavírus. A autorização terá validade de 90 dias. 

A decisão destaca ainda que a covid-19 tem demonstrado tendência a ter picos anuais de sazonalidade no Brasil, ao contrário de outras doenças respiratórias, como a influenza ou gripe, que aparecem com mais frequência no país apenas nos meses de inverno.

A medida está publicada na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 760, de 17 de novembro de 2022.

Casos

Segundo o último boletim epidemiológico divulgado ontem (17) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou, em 24 horas, 32.970 casos de covid-19 e mais 71 mortes em consequência da doença. Desde o início da pandemia, foram confirmados 34.9371.043 casos de covid-19 no país e 688.764 mortes pela doença. 

Ainda conforme o boletim, 34.162.530 pessoas se recuperaram da doença e 119.678 casos estão em acompanhamento. Entre os estados, São Paulo tem o maior número de casos, 6,16 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e pelo Paraná (2,75 milhões).

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-11/covid-19-anvisa-libera-venda-de-alcool-70-na-forma-liquida

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Teve Covid-19 mais do que uma vez? Estudo diz que aumenta risco de morte

Em causa está a mortalidade associada a outras doenças.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Com certeza deve conhecer pessoas que já foram infectadas com Covid-19 mais do que uma vez. Um novo estudo refere que o risco de morte associado a outras doenças é maior nestes casos de reinfecção.

A pesquisa foi feita pela universidade de Washington, nos Estados Unidos, e revelou também que quanto maior o número de infecções, maior é a probabilidade de precisar de cuidados hospitalares.

O estudo analisou dados de milhares pacientes e concluiu que as pessoas que tiveram reinfecção por Covid-19 têm mais probabilidade de ter problemas de coração, no cérebro, nos músculos, sangue e até no sistema digestivo. O risco aumenta três vezes em comparação com quem este doente apenas uma vez.

Já em relação a morte precoce, o risco é duas vezes superior. A probabilidade de ser internado revelou-se três vezes maior. O estudo revelou que a vulnerabilidade a problemas de saúde aumenta a cada infecção por Covid-19.

“Se teve duas infecções por Covid-19, o melhor é evitar uma terceira. E se teve três infeções, o melhor é evitar a quarta”, explicou o professor Ziyad Al-Ali, um dos autores do estudo.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1965550/teve-covid-19-mais-do-que-uma-vez-estudo-diz-que-aumenta-risco-de-morte

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Brasil ultrapassa 682 mil mortes por Covid e 34,2 milhões de casos

Nas últimas 24 horas foram mais de 21 mil casos

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 202 mortes por Covid e 21.355 casos da doença nesta quinta-feira (18). Com isso, o país chega a 682.276 vidas perdidas e a 34.242.458 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de casos continua em queda e agora é de 17.722 infecções por dia, redução de 34% em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de mortes agora é de 179 por dia, o que significa uma situação de estabilidade (sem variações superiores a 15% em relação a duas semanas antes).

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 180.466.677 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 169.761.296 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 84% da população com a 1ª dose e 79,02% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 101.461.960 pessoas já tomaram a terceira dose e 26.694.967 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. Com a ampliação da faixa etária que pode receber a vacina contra a Covid, o consórcio agora apresenta a população de 3 a 11 anos imunizada. Nessa faixa, a fatia parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 52% e a que recebeu a segunda dose é de 34,56%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/1936056/brasil-registra-202-mortes-por-covid-e-mais-de-21-mil-casos

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sábado, 6 de agosto de 2022

Covid-19: média de mortes diárias está acima de 200 há cinco semanas

Número de hospitalizações caiu nas regiões Sul e Sudeste

POR AGÊNCIA BRASILAs mortes diárias por covid-19 no país, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo (Fiocruz), está acima do patamar de 200 há quase 40 dias, isto é, há cinco semanas. De acordo com os dados divulgados pela Fiocruz, ontem (5) foi registrada uma média de 206 óbitos

A última vez que a média ficou abaixo de 200 foi no dia 27 de junho (196 mortes). Ao longo de todo o mês de maio e de boa parte do mês de junho os óbitos ficaram próximos de uma média de 100 por dia, chegando a registrar números até inferiores a esse patamar em algumas ocasiões, como em 6 de junho (75 mortes).

Em entrevista à Agência Brasil, o pesquisador da Fiocruz Leonardo Basto, afirmou que o patamar de 200 mortes por dia registrado na última semana tem relação com a disseminação de subvariantes da Ômicron, que provocaram novas infecções.

No entanto, a queda no número de hospitalizações registrada nas regiões Sul e Sudeste deve se refletir na queda das mortes daqui a algumas semanas.

Apesar do patamar de mortes ainda estar acima de 200, é possível perceber uma tendência de queda nos últimos quatro dias. Os óbitos de ontem, por exemplo, são 13,8% inferiores aos de duas semanas atrás (239 mortes) e 8,8% menores que aqueles de um mês antes (226 mortes).

A média móvel de sete dias é calculada somando-se os registros do dia com aqueles dos seis dias anteriores e dividindo-se o total por sete.

FONTEhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-08/covid-19-media-de-mortes-diarias-esta-acima-de-200-ha-cinco-semanas

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Covid-19. Reinfecções podem aumentar risco de outros problemas de saúde

Esta é a conclusão de um estudo feito por uma equipa de investigadores norte-americanos.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - As reinfecções de Covid-19 são cada vez mais comuns e, segundo um estudo, publicado recentemente, podem aumentar o risco de as pessoas virem a enfrentar problemas de saúde novos e, possivelmente, prolongados após a infecção.

Este é, de acordo com a CNN, o primeiro estudo que aborda os riscos de saúde das reinfecções de Covid-19 e para o fazer foram estudados os dados de saúde de mais de cinco milhões de pessoas.

Graças a estes dados, os investigadores chegaram à conclusão que, em comparação com as pessoas que apenas foram infectadas uma vez por Covid-19, aquelas com duas ou mais infecções registradas correm duas vezes mais o risco de morrer e têm três vezes mais probabilidades de serem hospitalizadas, num período de seis meses após a última infecção.

Além disto, as pessoas reinfectadas também apresentaram maiores riscos de problemas pulmonares, cardíaco, fadiga, distúrbios digestivos e renais, diabetes e problemas neurológicos.

Para já, só foi publicada uma amostra do estudo que, em breve, será submetido a revisão de pares. 

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1922397/covid-19-reinfeccoes-podem-aumentar-risco-de-outros-problemas-de-saude

domingo, 19 de junho de 2022

Covid-19 no Brasil

POR OLHAR DIGITAL - Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o país só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 160 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 88 milhões já tomaram pelo menos a primeira dose de reforço.

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quarta-feira, 8 de junho de 2022

Quarta dose: saiba se você já pode tomar novamente a vacina contra Covid-19

POR OLHAR DIGITAL - Chegou a hora das pessoas com 50 anos ou mais receberem a quarta dose da vacina contra a Covid-19. No último sábado (4), o Ministério da Saúde soltou uma nota recomendando a nova imunização do grupo. Até então, o órgão do governo só recomendava a quarta dose para pessoas com 60 anos ou mais, além de imunossuprimidos.

Agora, os estados e municípios decidem quando e em que ordem deve ocorrer a vacinação. Em algumas cidades as doses extras já estavam sendo aplicadas no grupo mesmo antes de uma decisão do Ministério da Saúde.

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