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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Saúde divulga novo boletim epidemiológico sobre covid-19

Dados do Ministério da Saúde atualizam mostram a evolução de casos
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O Ministério da Saúde atualiza neste momento o relatório sobre a evolução da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Arnaldo Correia de Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, Eduardo Marques Macário, direitor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis apresentam o relatório da situação do Brasil.

Confira a atualização ao vivo:

FONTE: Agência Brasil - https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-07saude-divulga-08jul

sábado, 20 de junho de 2020

Veja como usar corretamente e como higienizar a máscara

Os erros mais comuns no uso de máscaras para se proteger do coronavírus – e como usar corretamente
Uso inadequado da máscara pode aumentar risco de infecção. Cobrir completamente a boca e o nariz é essencial para a proteção.
Por Luiza Tenente, G1
Erros e acertos no uso da máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1
O Ministério da Saúde passou a recomendar, no início de abril, o uso de máscaras para diminuir o risco de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Podem ser as de tecido, costuradas em casa, ou as descartáveis. Já as cirúrgicas, em falta nos hospitais, devem ficar restritas a médicos e profissionais de enfermagem.

É importante que todos usem a máscara da forma correta: cobrindo completamente o nariz e a boca, sem vãos laterais. Segundo infectologistas ouvidos pelo G1, manusear ou descartar o equipamento da forma errada pode aumentar o risco de contaminação.

Abaixo, entenda quais são os cuidados necessários:
Não deixe o nariz ou a boca expostos

CONTINUE LENDO EM: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/23/os-erros-mais-comuns-no-uso-de-mascaras-para-se-proteger-do-coronavirus-e-como-usar-corretamente.ghtml

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Ministério da Saúde descobre caso letal de Covid-19 no Brasil em janeiro

Até agora, primeiro caso conhecido datava do fim de fevereiro, mas investigação retroativa confirmou morte em Minas Gerais
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POR OLHAR DIGITAL
Até esta quinta-feira (2), o Ministério da Saúde anunciava que o primeiro caso de Covid-19 no Brasil havia acontecido no fim de fevereiro. No entanto, isso mudou agora, com a descoberta de um caso letal da doença no fim de janeiro, que não havia sido diagnosticado até então.

Brasil teve caso letal de Covid-19 em janeiro
O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (2) que o novo coronavírus chegou ao Brasil antes do que se imaginava. Os dados oficiais até o momento apontavam o primeiro caso confirmado, mas uma investigação retroativa confirmou uma morte por Covid-19 em Minas Gerais no fim de janeiro. Confira mais detalhes no link abaixo:
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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Governo federal lança campanha de valorização da vida e de combate à depressão

Os ministérios da Saúde e da Mulher, Família e Direitos Humanos querem chamar a atenção, principalmente dos jovens, para a importância de momentos de qualidade com amigos e familiares para o combate à depressão
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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, lançaram, nesta terça-feira (17/9), em Brasília, campanha de valorização da vida e de combate à depressão. Com o conceito Se liga! Dê um like na vida, a campanha tem o objetivo de estimular o jovem a compartilhar momentos com a família e amigos, conversar mais, fortalecendo a importância do diálogo e desmistificando a vida virtual. A iniciativa também reforça a necessidade de ficar atento aos sintomas da depressão e de buscar ajuda.

“Essa campanha é pensada para internet, rádio e televisão, e aciona todos que estão próximos dos jovens: escola, família e Centros de Atenção Psicossocial (Caps). A depressão muitas vezes é vista como excesso de drama e esse estigma é amplificado nas redes sociais, ambiente onde as pessoas estão sempre sorrindo, sem revelar seus dramas pessoais. Por isso, precisamos trazer as pessoas para o mundo real e falar de saúde mental, principalmente entre os jovens. A saúde mental será o principal agravo que vai levar as pessoas às unidades de saúde nas próximas décadas”, explicou o ministro Luiz Henrique Mandetta. Ele destacou ainda que a pasta investe cerca de R$ 500 milhões por ano para a expansão da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

Para a ministra Damares, o foco aos jovens é um diferencial da campanha. “Fico feliz com a parceria do Ministério da Saúde no combate à depressão e à violência autoprovocada. O ministro já havia manifestado atenção à saúde mental dos povos indígenas e agora em relação aos jovens”, disse

Entre 2015 e 2018, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou aumento de 52% nos atendimentos ambulatorial e de internação relacionados à depressão, passando de 79.654 para 121.341 procedimentos. Na faixa etária de 15 a 29 anos, público-alvo da campanha, o aumento foi de 115% no mesmo período, evoluindo de 12.698 para 27.363 procedimentos. Esses crescimentos podem ser consequência de uma maior procura das pessoas por assistência ou do aumento de casos na população.
Assista à coletiva na íntegra

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

SUS passa a ter novo remédio contra hepatite C

Sofosbuvir com Velpatasvir é usado para a forma crônica da doença
(foto: Pixabay)
Segundo portaria do Ministério da Saúde publicada nesta terça, dia 16 de outubro, no Diário Oficial da União (DOU), o medicamento Sofosbuvir em associação ao Velpatasvir passa a ser incorporado no Sistema Único de Saúde (SUS) como tratamento para a forma crônica da hepatite C.

De acordo com o texto, o prazo máximo para efetivar a oferta na rede pública é de 180 dias.

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) informa, por meio de nota enviada à imprensa, que a associação entre o Sofosbuvir (400 mg) e o Velpatasvir (100 mg) será utilizada de acordo com o protocolo clínico para o tratamento da doença e apresenta uma posologia bastante favorável e cômoda ao paciente (um comprimido ao dia).

"Além disso, a medicação trata todos os genótipos do vírus da hepatite C e, dependendo da condição clínica dos pacientes, o tratamento pode durar 12 semanas com alta eficácia e segurança", destaca a nota da comissão.

A doença

Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 80% das pessoas que contraem o vírus da hepatite C vão desenvolver a forma crônica da doença.

A infecção é, geralmente, acompanhada por sintomas inespecíficos – as primeiras manifestações clínicas características aparecem já nas fases mais adiantadas da doença.
(com Agência Brasil)

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