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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Rio não usará dinheiro público para custear Olimpíadas de 2016

Folhapress | 18h43 | 23.01.2014

Gastos chegarão a R$ 7,3 bilhões


O comitê organizador da Olimpíada de 2016 divulgou nesta quinta-feira (23) que a operação do evento não precisará contar com recursos públicos. A previsão é de que as receitas da entidade cubram as despesas com as competições esportivas.
Para o encontro de contas, contudo, os governos terão que assumir parte dos gastos antes previstos para o comitê. Os dirigentes do comitê, porém, evitaram deixar claro quais itens foram transferidos.
"As ações de governo serão divulgadas em separado, como deve ser. Uma das preocupações da população era justamente o fim dessa mistura do público com o privado", disse o diretor-geralSidney Levy.

O aporte de recursos privados estimado, a partir de patrocínio, licenciamento e ingressos, será de R$ 7 bilhões e vai cobrir todas as despesas. O dossiê de candidatura, porém, previa gastos de R$ 7,3 bilhões, em valores atuais. A diferença deve será assumida pelos governos.
Na apresentação, o diretor de operações Leonardo Gryner disse que alguns itens tiveram aumento acima do previsto, como a inclusão de novos esportes, novas tenologias e salários. A diferença de cerca de R$ 300 milhões a ser assumida pelos governos pode ser maior.
Novos investimentos
A conta da Rio-2016 não inclui também os investimentos públicos com obras das arenas, infraestrutura, mobilidade e segurança, já previstos para serem executados pelo poder público desde a candidatura. A matriz de responsabilidade -documento que detalha gastos de cada governo- tem divulgação prevista para a próxima semana.
Segundo o orçamento divulgado pela Rio-2016, serão gastos cerca de R$ 7 bilhões com a operação dos Jogos.
No dossiê de candidatura havia previsão de repasse de R$ 1,8 bilhão de recursos públicos das três esferas de governo. Os recursos representavam 25% da receita do comitê organizador dos Jogos.
A nova estimativa de gastos excluiu a previsão de recursos públicos. A alteração se deve também à obtenção acima das expectativas de patrocinadores locais. Enquanto em 2008 eles representavam apenas 10% das receitas, subiram para 51% no novo orçamento.
Se cumprida a meta, a Rio-2016 repetirá o que fez o comitê organizador de Londres, que não usou recursos públicos para a operação dos Jogos.
Os investimentos públicos serão usados apenas na construção das arenas, infraestrutura, mobilidade e segurança. Em 2008, a previsão era de gasto de R$ 23 bilhões nessas obras. Com atraso, a APO (Autoridade Pública Olímpica) deve anunciar o novo orçamento na semana que vem.

FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

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