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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Marisa Letícia será velada no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

© Reuters / Sergio Moraes

O horário de início da cerimônia ainda não foi definido

DESPEDIDA

POR NOTÍCIAS AO MINUTO -  O corpo da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, de 66 anos, que teve morte cerebral declarada na manhã de hoje (2), será velado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Ainda não se sabe qual o horário de início da cerimônia.

Marisa Letícia foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês do dia 24 deste mês, depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.
Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, na manhã de hoje foi realizado um doopler transcraniano que identificou a ausência de fluxo cerebral na paciente. A família autorizou a doação de órgãos.
Marisa Letícia foi acompanhada pelas equipes coordenadas pelos médicos Roberto Kalil Filho, Milberto Scaff, Marcos Stávale e José Guilherme Caldas. Com informações da Agência Brasil.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Emocionado, Ceni pede em despedida para ter cinzas jogadas no Morumbi

Goleiro se despediu dos gramados nesta sexta-feira

Redação Goal

Rogério Ceni se emocionou ao fazer um último pedido após o amistoso que marcou sua despedida do futebol na noite desta sexta-feira. O capitão são-paulino pediu para quando morrer ser cremado e as cinzas de seu corpo sejam jogados no Morumbi.

Ceni beija o símbolo do São Paulo no Morumbi (Foto: AFP)
“Meu último pedido, não foi combinado, talvez o mais difícil, mas vai acontecer um dia. É de pedir aos meus familiares, que quando eu morrer, que meu corpo seja cremado aqui para que joguem as cinzas aqui para que eu lembre para sempre tudo o que passamos”, afirmou Ceni.
Antes o capitão também anunciou a já esperada aposentadoria da camisa com o número 01.
“A camisa 01 que eu estou usando parece que não será mais usada, a camisa número 1 vai continuar graças a Deus, mas o 01, a partir de hoje, é uma extensão da minha carreira e é dedicada a todos vocês torcedores do São Paulo. A cada vez que vierem ao Morumbi, ela será dedicada a vocês", disse Ceni. "Beatriz, Clara e Henrique, teu pai ama vocês”, acrescentou.
Ceni ainda agradeceu a todos os campeões mundiais de 1992, 1993 e 2005 que compareceram ao evento e também aos que não puderam estar no Morumbi. Ao citar o nome do meia Danilo, hoje no Corinthians, a torcida puxou uma longa vaia.

(Foto: AFP)
FONTE: Correio 24 Horas

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Palmeiras acerta detalhes para fazer despedida oficial de Evair

NO ALLIANZ PARQUE

Estadão Conteúdo |

Jogador vestiu a camisa alviverde entre 1991 e 1994 e voltou em 1999, entrando para a história do clube

Evair Palmeiras
Evair receberia homenagem semelhante a de outras lendas da história do Palmeiras, como Ademir da Guia e Alex
FOTO: DIVULGAÇÃO
Depois de Alex e Ademir da Guia, será a vez de Evair receber uma homenagem doPalmeiras e ganhar uma despedida oficial dos gramados. O clube negocia para fazer um jogo para o ex-atacante nos mesmos moldes dos realizados para os outros ídolos da torcida. E a festa também vai acontecer no Allianz Parque.
O jogador vestiu a camisa alviverde entre 1991 e 1994 e voltou em 1999, mas continuou a jogar até 2003.
Evair esteve presente no jogo em homenagem para Alex, no dia 28 de março, e até fez gol. Foi lá, inclusive, que teve início as conversas para ele também ganhar uma partida de adeus aos gramados. A ideia é que o duelo seja disputado por dois times de convidados, formados por jogadores que marcaram a história do atacante no Palmeiras e em outros clubes.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Despedida do projeto RONDON no Município de Aracoiaba

Despedida do projeto RONDON no Município de Aracoiaba. Obrigada a toda equipe que aqui vieram e deixaram uma grande contribuição para nossa população.
FOTOS: INÊS OLIVEIRA





FOTO: MISS ARACOIABA 2014 - Brena Santos


FOTO: João Paulo Oliver e Jonas Campelo



FOTO:
JOÃO PAULO OLIVER E JONAS CAMPELO, atualmente secretário de Saúde do Município de Aracoiaba

FOTO: JOÃO PAULO OLIVER, chefe de gabinete da Prefeitura Municipal de Aracoiaba, representando o Senhor Prefeito Municipal Antonio Cláudio


domingo, 30 de novembro de 2014

Despedida melancólica

ÚLTIMA RODADA

Despedida melancólica

30.11.2014

Precisando de quatro resultados paralelos e vencer para subir, Ceará nem sequer faz sua parte e fica na Série B

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Treinador Paulo César Gusmão não conseguiu repetir a façanha de cinco anos atrás
FOTO: JOSÉ LEOMAR
Para quem liderou a Série B ao fim do 1º Turno e chegou a sonhar com o título - e claro, o acesso - 19 rodadas depois o Ceará se despede de forma melancólica da competição nacional.
O Alvinegro, que chegou com chances reduzidas de acesso, ontem, à ultima rodada, precisava vencer o Luverdense fora de casa e torcer para quatro adversários tropeçarem.
Mas o Vovô repetiu a apatia de todo o returno, perdeu por 1 a 0 - com gol sofrido aos 43 do 2º tempo - e terminou a competição em 8º lugar, colocação na qual começou a 38ª rodada.
O jogo
Precisando ganhar a qualquer custo para sonhar com a elite, o Ceará começou atacando o Luverdense. O time criou duas boas chances pela esquerda, em jogadas de Vicente, mas o goleiro Thomazella interceptou.
Mais solto, por já ter garantindo a permanência na Série B, o time da casa só saía na boa. E quase abriu o placar aos 17 minutos, com finalização de Matheus que Luis Carlos defendeu.
Depois do inicio animador, o Ceará tirou o pé do acelerador, talvez pelo forte calor de 33º.
Sem forças para criar jogadas e chances de gol, o Ceará quase sofre um gol no último lance do primeiro tempo, em chute de Clécio no travessão.
O Vovô foi para o intervalo sabendo que nem vencendo subiria, pelos resultados do concorrentes. E a equipe sentiu o golpe.
Jogando mal na etapa final, o Ceará foi dominado pelo Luverdense, e ainda foi castigado aos 43 minutos, sofrendo um gol de Mateus Lima, apesar da grande reclamação por impedimento.
PC revela que já sabia que não continuaria
Após a derrota para o Luverdense, o técnico PC Gusmão acabou com qualquer especulação sobre sua permanência no Ceará, afirmando até que já sabia que não ficaria no ano que vem.
"Antes de viajar para cá (Lucas do Rio Verde, já havia conversado com o Evandro (presidente do Ceará), e dirigi o time tendo tudo acertado só para este jogo e, após a partida, cada um seguiria seu destino", revelou
O técnico, em seguida se despediu da torcida alvinegra. "Abraço a toda torcida do Ceará. Infelizmente não conseguimos nosso objetivo, de subir nestes sete jogos. Não conseguimos, por vários fatores e motivos".
Números
O técnico do acesso de 2009 chegou ao Ceará, após a demissão de Sérgio Soares para os sete jogos restantes da Série B.
E o aproveitamento do treinador foi de apenas 33%: com duas vitórias (Vasco e Portuguesa), um empate (Atlético/GO) e quatro derrotas (Santa Cruz, Boa/MG, ABC, Luverdense).
Vladimir Marques
Repórter
tabela


FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/jogada/despedida-melancolica-1.1163372

sábado, 26 de julho de 2014

DESPEDIDA

Sandra Poetisa

Compartilhada publicamente13:28
 
DESPEDIDA

Preciso esvaziar-me
dessa paixão.
Aceitar a despedida
varrer tuas recordações.
Ando…
Afagando minhas dores
e aflições,
gritando meu amor.
mesmo sem querer
te transformei em
poesia.
Um amor
maior do que a razão,
um sentimento
imaculado,
desprovido de
incertezas,
das reticências,
das nossas vidas …


┈━═☆Poetisa Sandra Pires ☆═

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Jair Rodrigues teve enfarte do miocárdio

DESPEDIDA

Jair Rodrigues teve enfarte do miocárdio

09.05.2014

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O cantor quebrou o formalismo dos palcos e era reconhecido por todos pelo talento e vivacidade
FOTO: GUTO COSTA
São Paulo. O cantor Jair Rodrigues, aos 75 anos, foi vítima de enfarte do miocárdio, revelou seu assessor, Giuliano Spadari. Ele foi encontrado morto na sauna de sua casa, em Cotia (SP), ontem pela manhã. De acordo com Spadari, Jair costumava fazer sauna pelas manhãs. Ontem, os funcionários perceberam que ele demorava muito, foram verificar e ele estava caído no chão.
O velório do corpo de Jair Rodrigues estava previsto para começar ontem às 19 horas, na Assembleia Legislativa de São Paulo. O enterro será hoje, às 11 horas, no Cemitério Gethsemani. Ele é pai dos cantores Jair Oliveira e Luciana Mello.
Jair não sofria de nenhuma doença grave e tinha na agenda uma série de shows confirmados até o fim de julho. Um projeto que o animava foi comemorado com o amigo Pedro Mariano, enquanto almoçavam juntos sábado. Jair dizia que faria turnê pela Alemanha com outros artistas. Estava radiante, festejava como se fosse o primeiro show. "Ele dizia como ia o lançamento dos novos discos ('Samba Mesmo', um álbum duplo) e falava desta turnê. Seriam 25 ou 28 shows pela Europa", disse Pedro.
Jair Rodrigues era mais que o "gente boa" reconhecido na música brasileira e sua importância vai além das proezas da voz. Ele quebrou o formalismo que havia nos palcos da pós-Era do Rádio. Antes, era cantor de um lado, plateia de outro e um microfone no meio. Jair, ao libertar-se, desceu do púlpito para tocar os fãs e mostrar que eles também faziam parte do show. Algo impensável até meados dos anos1960. Jair tomava o palco por inteiro e cantava cada música como se o mundo fosse acabar naquela noite.
 
Homenagens
A página da presidente Dilma Rousseff (PT) no Facebook divulgou uma foto do cantor imortalizado como intérprete da canção "Disparada", de Geraldo Vandré. "Por que gado a gente marca/ Tange, ferra, engorda e mata/ Mas com gente é diferente", informa a foto com o ano de nascimento e de morte de Jair. Com essa música, foi o vencedor do Festival da Canção de 1966, empatado com "A Banda", de Chico Buarque. "Eu o chamava de alegria do samba. Mais que um cantor, ele cantava a alegria. Ninguém ficava sério com ele", lembrou ontem o cantor e compositor Roberto Menescal.Leia mais no Caderno3
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

quarta-feira, 5 de março de 2014

Nunca se sabe onde está uma despedida...

Nunca se sabe onde está uma despedida ...
 

Nunca se sabe onde está uma despedida. Até no afã do até logo pode esconder-se um nunca mais. Na frase infeliz, na simples conversa, algo pode estar morrendo, do
amor ou da amizade.
 

Há despedidas que não são patentes. Não se lhes percebe o estalo do afastamento, que pode estar no instante de mau humor, na resposta infeliz, na alegria que não
se repete ou na palavra que deixamos de dar e receber. Às vezes, está na palavra que dizemos.
 

Nem sempre as pessoas se separam: esgarçam-se às vezes. Viver esgarça. É algo que se afasta sem romper completamente. Também no que esgarça pode haver despedida
pois, embora não haja perda de matéria, nunca mais será como antes.
 

Despedir-se é sutil, nem sempre aparece. Seres em mutação, vivemos a mudar sem saber. Na mudança, transforma-se em recordação o que antes era união e vontade, amizade
ou convivência. Tudo faz-se retrato, álbum, caderno, poema, carta, saudade ou memória. A despedida não é por querer: acontece a despeito. Um simples "até já" pode
conter inimagináveis nuncas. Ou sempre.
 

Maravilhosa e cruel a vida! Tudo pode acontecer. As ligações, salvo poucas, fazem-se precárias e falíveis. Nosso destino é preso a acontecimentos semicontroláveis.
Ou impulsos, cansaços, e as discordâncias, são imprevisíveis. E geram despedidas antes insuperáveis.
 

Ninguém sabe de quem se afastará. Nem quais as amizades e amores de toda a vida, nada obstante existam. Raros captam a dor que estala em cada hipótese de despedida.
Separar-se contém sempre a hipótese da despedida. Por isso, uma dor sempre se infiltra em cada afastamento. Algo se assusta, escondido em tudo o que se separa. Ainda
que para ir ali pertinho e logo voltar.
 

Quem viaja ameaça a despedida. "Partir é morrer um pouco". Dizem os franceses, e com razão. Ainda que para encontrar-se depois, quem parte arrisca despedidas. Por
isso, a emoção subjacente percorre-lhe o mistério e a "região das certezas absolutas".
 

As grandes despedidas dão-se - contudo - sem que o percebamos. As que sabemos e sofremos não são despedidas completas, pois a saudade e a memória hão de trazer de
volta o sentimento genuíno que agora causa dor. As grandes despedidas infiltram-se no cotidiano e nos atos corriqueiros de cada dia sem ser percebidas. Muitos anos
depois, vamos verificar que disfarçado em dia-a-dia ali estavam e estalavam saudades antecipadas, vários nuncas dos quais jamais suspeitamos. Nunca se sabe onde
está uma despedida.
 

A não ser muito depois.
 

Arthur da Távola 


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