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segunda-feira, 10 de julho de 2017

The Economist: para que serve o exército brasileiro?

Exército no Palácio do Planalto, 24/05/2017
(Valter Campanato/Agência Brasil/Agência Brasil)
Revista britânica investiga para que o Brasil tem o 15º maior exército do mundo se não participa de guerras

POR EXAME  Por Luiza Calegari

São Paulo – O Brasil tem o 15º maior exército do mundo e gasta mais com defesa do que o estado de Israel. No entanto, o país não tem inimigos militares há séculos.

Na edição de 6 de julho, a revista britânica The Economist decidiu investigar esse aparente paradoxo do aparelho militar brasileiro.
E descobriu que as forças armadas têm se tornado, cada vez mais, forças policiais comuns. E a crise econômica tem um papel central nesse fenômeno: com os estados sem dinheiro, os governantes têm precisado de mais e mais socorro federal.
Embora apenas 20% dos pedidos de patrulhamento extra sejam atendidos, segundo a reportagem, os soldados do exército passaram em média 100 dias em operações nas cidades, mais do que a média dos nove anos anteriores juntos.
Esse desvio de função, de acordo com a revista, não parece desagradar os brasileiros: os militares foram eleitos como a instituição mais confiável do país, e os soldados são vistos como honestos, gentis e competentes.

sexta-feira, 27 de março de 2015

The Economist diz que brasileiros foram vitimas de estelionato eleitoral


dilmaeconomistA edição da revista inglesa ‘The Economist’ chega às bancas brasileiras neste final de semana com duras críticas a presidente da República, Dilma Rousseff. Segundo a publicação em seu novo editorial, os brasileiros estão fartos da presidente. O texto intitulado “Lidando com Dilma”, afirma que a petista mentiu na campanha e os eleitores estão percebendo que foram vítimas de um “estelionato eleitoral”.
A revista, no entanto, afirma que um impeachment seria uma má ideia. O texto cita ainda o fato de Dilma ter presidido o conselho da Petrobras de 2003 a 2010, quando os promotores dizem acreditar que mais de 800 milhões de dólares foram roubados em propinas e canalizados para os políticos do PT e aliados.
Além disso, a revista afirma que Dilma venceu as eleições presidenciais de outubro “vendendo uma mentira”. As críticas continuam no aspecto econômico. A publicação observa que os  erros cometidos no primeiro mandato de Dilma levaram o Brasil à situação de crise atual, que exige corte de gastos públicos e aumento de impostos e juros.
Diz, no entanto que apesar de ser considerada dogmática ou incompetente, ninguém acredita seriamente que ela enriqueceu. “Contraste com Fernando Collor que embolsou o dinheiro.” O editorial também afirma que as instituições estão trabalhando para punir os criminosos.
FONTE: Ceará Agora

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dilma minimiza editorial pró-Aécio

'THE ECONOMIST'

Dilma minimiza editorial pró-Aécio

17.10.2014

São Paulo. A presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, minimizou, ontem, o apoio da revista britânica "The Economist" a seu adversário no segundo turno da eleição presidencial, Aécio Neves (PSDB), mas emendou afirmando que a publicação "é ligada ao sistema financeiro internacional".
Perguntada sobre o que achava do apoio divulgado ontem, Dilma disse que "as revistas no mundo inteiro, como as nacionais, têm todo direito de definir as suas opiniões políticas e levá-las aos seus eleitores".
"Sei qual é a filiação da revista 'The Economist', é muito ligada ao sistema financeiro internacional", acrescentou a presidente.
Críticas
No editorial publicado ontem, a revista afirmou que, quando a presidente foi eleita, o Brasil parecia prestes a aproveitar todo o potencial dela, mas que, durante a gestão, a economia estagnou-se e o progresso social desacelerou. Segundo a publicação, Dilma continua favorita a vencer as eleições porque os brasileiros "ainda não sentiram o arrepio econômico em suas vidas".
No texto intitulado "Por que o Brasil precisa de mudança" a revista disse que, após os protestos, "era de se esperar que os brasileiros dispensassem Dilma já no primeiro turno".
"Neves merece vencer. Ele fez uma campanha persistente e provou que pode fazer suas políticas econômicas funcionarem", disse a revista britânica.
Perguntada se o editorial era uma manifestação elitista, a candidata do PT à reeleição afirmou que não. "Eu não diria isso, eu diria que é uma manifestação do sistema financeiro internacional", completou.
O presidente nacional do PT e coordenador geral da campanha de Dilma, Rui Falcão, também minimizou, as críticas da revista e disse que eles "estão fazendo a campanha interessada". "Mas eles não votam, né? Acho que não tem impacto. A população está se definindo nos debates, nos programas de televisão", disse Falcão.
Em 2012, a "Economist" sugeriu que a presidente demitisse o ministro Guido Mantega (Fazenda) devido ao baixo crescimento da economia. Depois da reação de Dilma, em 2013 a revista ironicamente sugeriu que ela mantivesse Mantega no cargo.

FONTE: DN

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