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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Senado aprova adiamento das eleições para 15 de novembro

Proposta segue agora para aprovação na Câmara dos Deputados
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O Senado aprovou, na sessão de hoje (23), o adiamento do primeiro turno das eleições municipais de 4 de outubro para o dia 15 de novembro. Assim, a data do segundo turno passa para o dia 29 de novembro. O adiamento das eleições em seis semanas se dá em virtude do cenário epidemiológico do novo coronavírus (covid-19) no Brasil e a consequente necessidade de se evitar aglomerações.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema foi votada em dois turnos na sessão desta terça-feira e agora segue para Câmara dos Deputados. Por se tratar de uma PEC, são necessários três quintos de votos favoráveis em dois turnos. No Senado, são 49 votos; na Câmara, 308 votos.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema foi relatada pelo Senador Weverton Rocha (PDT-MA). O relatório também confere ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a prerrogativa de definir os horários de funcionamento das sessões eleitorais, bem como eventuais medidas de distribuição dos eleitores nas sessões para minimizar os riscos de aglomeração nos dias de votação.

Data flexível em alguns municípios

O relator também atendeu a um pedido do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, e deixou uma espécie de “janela” que dá poderes ao tribunal para fazer nova alteração na data das eleições, de forma pontual, em municípios nos quais ainda se verifiquem condições sanitárias arriscadas. Caso o adiamento, em virtude da pandemia da covid-19, for necessário em todo um estado, a autorização de novo adiamento deverá ser feita pelo Congresso Nacional. Esses adiamentos só poderão ocorrer até 27 de dezembro.

Além disso, o TSE também poderá ampliar hipóteses de justificativa eleitoral nos casos em que a epidemia não desacelere e eleitores não se sintam seguros a sair para votar. O próprio relator sinalizou positivamente sobre a possibilidade do Congresso, caso seja necessário, aprovar anistia para os que não forem votar.

Weverton passou a última semana conversando com médicos, epidemiologistas e membros do TSE, como o presidente da Corte, além de líderes da Câmara e do Senado.
O Senado promoveu duas sessões de debates sobre o tema. primeira teve a participação apenas dos senadores. Já a segunda também teve a participação de Barroso e de especialistas da área de saúde, bem como de advogados e do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glaudemir Aroldi.

Após ouvir todas as opiniões por vários dias, Weverton finalizou seu relatório. Ele alterou a proposta original da PEC 18, que propunha a realização do primeiro turno no dia 6 de dezembro. “Essa ideia não saiu daqui do senado. Fomos provocados pela realidade que estamos vivendo. Não se trata de uma questão política, se trata de uma questão sanitária”, disse Weverton durante a sessão de hoje.

Alguns senadores apresentaram emendas para o relatório. Dentre elas, a realização do primeiro turno em dois dias, em vez de um; e a instituição do voto facultativo no Brasil. O relator rejeitou as propostas. “Tomar essa providência nesse momento poderia representar sério desincentivo à participação dos eleitores”, argumentou Weverton ao rejeitar a sugestão de voto facultativo”.

Adiamento por dois anos

Alguns senadores sugeriram o adiamento das eleições por dois anos, com a consequente prorrogação do mandato dos atuais prefeitos e vereadores, para estabelecer a coincidência de mandatos destes com governadores, deputados estaduais, federais, senadores e o presidente da República. “Há incertezas científicas em relação a essa pandemia. E há certezas, como o isolamento social como sendo a melhor forma de prevenção. Isso me põe a afirmar que a realização de eleições este ano são uma temeridade”, disse o líder do Democratas, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Ontem, durante a segunda sessão de debates, o presidente do TSE já havia expressado sua temeridade em relação a ideia de não se fazer eleição em 2020. Barroso esclareceu que há um problema constitucional nessa prorrogação de mandatos, uma vez que a periodicidade dos mandatos é uma cláusula pétrea da Constituição, ou seja, não pode ser alterada.

“A única possibilidade de se prorrogarem mandatos é se chegarmos ao final de dezembro e as autoridades médicas nos digam 'isto é dramático do ponto de vista de saúde pública'. E aí, diante da emergência, a gente delibera com a emergência”, disse Barroso, na ocasião.

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), seguiu o raciocínio do magistrado. Para ele, o Congresso não pode “aproveitar a carona do vírus para dar mais dois anos de mandato” a prefeitos e vereadores. Weverton também não acolheu essa ideia. No entanto, defendeu que se o cenário epidemiológico estiver caótico a ponto dos médicos não recomendarem eleições em novembro ou dezembro, o Congresso terá respaldo para discutir a prorrogação de mandatos sem ferir a Constituição, algo que, na avaliação do relator, ainda não se verifica.

FONTE: Agência Brasil
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-06/senado-aprova-adiamento-das-eleicoes-para-15-de-novembro

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Oposição comemora adiamento de votação de denúncia contra Temer

© Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Queremos que o Brasil veja o que está acontecendo”, afirmou o deputado Alessandro Molon

Por Notícias ao minuto

Após o encerramento da primeira sessão destinada a analisar a denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, deputados da oposição comemoraram o término sem votação do parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) pela rejeição do pedido de abertura de processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em desfavor do presidente por crime de corrupção passiva. A expectativa dos oposicionistas é transferir a votação para a noite desta quarta ou até mesmo para a próxima semana, a fim de ganhar tempo.
“Vamos empurrar para a noite. Queremos que o Brasil veja o que está acontecendo”, afirmou o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).
Na avaliação do parlamentar, a oposição se comportou bem na sessão da manhã ao não registrar presença - com a exceção de alguns deputados, para assegurar prerrogativas regimentais.
O deputado Henrique Fontana (PT-RS) acredita que o governo terá menos quórum na sessão da tarde, que já foi aberta. São necessários 342 deputados registrados no painel do Plenário para iniciar a votação do parecer. Para derrubar o parecer da CCJ, o mesmo número de 342 deputados precisa votar contra o texto. Nesse caso, o Supremo fica autorizado a analisar a denúncia. 
“Agora é um novo jogo. Quem deu presença de manhã não deve dar à tarde”, declarou Fontana. “Hoje temos maioria, mas não temos 342 votos, embora 90% do povo brasileiro querem que Temer saia do poder.” As informações são da Agência Câmara.
Por outro lado, o deputado Beto Mansur (PRB-SP), vice-líder do governo, crê que o Planalto tem chances de atingir rapidamente o quórum, tal como ocorreu pela manhã. “Chegamos a 400 parlamentares presentes. A oposição vai tentar obstruir, porém a gente quer concluir hoje”, afirmou.
Segundo Mansur, o arquivamento do processo contra Temer vai dar a sinalização para que o Brasil avance nas reformas necessárias. “No meu levantamento, temos por volta de 300 votos favoráveis ao encerramento da discussão.”

Leia Também: Após adiamento, plenário começa a votar a denúncia contra Temer

sábado, 28 de maio de 2016

Cientistas pedem adiamento da Olimpíada por causa do vírus Zika


Zika-Dengue-Febre-Amarela-Aedes

Pesquisadores de pelo menos 15 países assinaram uma carta aberta para a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Olímpico Internacional (COI) na qual pedem o adiamento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ou a troca de local do evento em nome “da saúde pública” devido à presença do vírus Zika na cidade.
Segundo o documento, é desnecessário que cerca de 500 mil pessoas do mundo todo se exponham a um vírus e ainda corram o risco de levar a seus países de origem, aumentando as chances de tornar a doença endêmica em outras regiões. No Brasil, especialistas sugerem que o vírus Zika chegou em situação de alta circulação de turistas, no período da Copa do Mundo.
A descoberta de que, quando o Zika infecta gestantes, pode ocasionar problemas neurológicos nos bebês e, ainda, de que o vírus está relacionado ao desencadeamento da Síndrome de Guillain-Barré são motivos citados no documento para que a Olimpíada seja adiada ou disputada em outra sede.

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