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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Médicos alertam: Evite tomar paracetamol antes de receber a vacina!

Médicos aconselham indivíduos a não tomarem analgésicos antes de receberem a vacina contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2

Por Notícias ao Minuto - Há quem possa optar por tomar paracetamol ou ibuprofeno antes de receber a vacina de modo a prevenir a possível dor associada.

Embora isso não é necessário e pode potencialmente mitigar a resposta do sistema imunológico ao imunizante.

As vacinas da Oxford/Astrazeneca e Pfizer/Biontech estão sendo atualmente administradas um pouco por todo o mundo.

E enquanto milhões esperam ansiosamente para receber a sua dose, os médicos sugerem a melhor maneira de se prepararem.

Em declarações ao jornal britânico The Sun, Sarah Jarvis, médica de clínica geral e diretora clínica da Patientaccess.com disse: "há algumas evidências teóricas de que os analgésicos podem alterar a resposta imunológica do corpo às vacinas".

"Mas, nem sabemos se nesses casos isso se traduz numa proteção menos eficaz da vacina", acrescentou.

"Não há nenhuma evidência específica de que tomar um analgésico antes da vacina da Covid-19 afeta a capacidade do corpo de desenvolver imunidade".

"Portanto, o conselho de não tomar analgésicos antes da vacina é puramente uma precaução".

"Pode não fazer diferença alguma, e se fizer, certamente não será importante".

Jarvis mencionou: "uma vez que pode facilmente tomar um analgésico se sentir dor, eu não recomendo tomar rotineiramente analgésicos de antemão".

Um artigo científico de 2016 descreveu como tomar analgésicos no momento da vacinação é "desencorajado por muitos", incluindo por algumas autoridades de saúde.

Referindo que um estudo demonstrou que o paracetamol "prejudicou a resposta imune a vários antígenos vacinais" em crianças.

E em todas as pesquisas que registraram esse efeito, a reação negativa manifestou-se somente após a toma de paracetemol ou de um medicamento analgésico semelhante para prevenir a febre antes de ser administrada a vacina, e não depois.

No entanto, vários outros estudos não notaram diferenças nas respostas dos anticorpos às vacinas entre as pessoas que haviam tomado ou não analgésicos previamente a serem imunizadas.

O artigo concluiu assim que ainda não há "nenhuma resposta clara" se os analgésicos e os aliviadores de febre dificultam a resposta imune a "um grau que pode resultar na falha da vacina".

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1778403/medicos-alertam-evite-tomar-paracetamol-antes-de-receber-a-vacina

sábado, 30 de abril de 2016

Analgésicos podem aumentar em até 80% o risco de arritmia cardíaca

Ciência e Tecnologia
JORNAL DO BRASIL

Cardiologista e Coordenador do Serviço de Arritmias do HCor alerta para o consumo em excesso de anti-inflamatórios, que são vendidos livremente no Brasil, sem a necessidade de receita médica. Isso faz com que algumas pessoas abusem da medicação ou a utilizem sem estar realmente precisando.
Por mais inofensivo que pareçam, os analgésicos de venda livre no país têm seu uso diretamente associado a arritmias cardíacas e morte súbita. Um amplo estudo europeu, realizado na Erasmus University Medical Center in Rotterdam, na Holanda, e publicado no BMJ Open, importante publicação científica internacional, com mais de 8 mil pacientes, revelou risco de fibrilação atrial, o tipo mais comum de arritmia, além de sugerir que esse risco aumente em até 80% para casos de uso contínuo de analgésicos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Pesquisadores brasileiros descobrem proteínas analgésicas em café

Por: redação - Data: 26/01/2015 - 21:19:38

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Embrapa descobriram fragmentos de uma proteína no café que tem um efeito parecido ao da morfina, com qualidades analgésicas e ansiolíticas.
Em experimentos com camundongos, os cientistas perceberam que os peptídeos descobertos têm mais tempo de duração desses efeitos que o medicamento propriamente dito. O pedido para patentear foi feito em agosto de 2014 e encaminhado ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). As informações são do jornal O Globo.
A pesquisa foi feita pelo pesquisador Carlos Bloch Júnior e pelo estudante Felipe Vinecky, no Departamento de Biologia Molecular da UnB e na Embrapa. Vinecky e Bloch perceberam que algumas sequências de genes tinham fragmentos internos (encriptados) com estrutura de opióides endógenos de humanos, como, por exemplo, a encefalina. Dessa forma, os pesquisadores decidiram avaliar suas funções e descobrir os efeitos fisiológicos que geram em mamíferos.
 Para chegar aos resultados esperados, os cientistas simularam uma digestão humana in vitro, com a maior parte da semente do café. Em seguida, foram feitos os testes em ratos na Universidade de Brasília, para, enfim, comprovar o efeito similar ao da morfina. E foi constatado que o efeito anestésico é ainda maior que o do remédio, cerca de quatro horas a mais.
 “Mal comparando, seria como uma Matrioshka (boneca russa) molecular. Dentro da molécula maior existem outras menores, porém com formas e atividades diferentes da maior de todas ou da maior imediatamente anterior”, disse Carlos Bloch.

FONTE: http://www.girodenoticias.com/noticias/geral/6441/pesquisadores-brasileiros-descobrem-proteinas-analgesicas-em-cafe-26-01-2015/

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