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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Papatinho, o produtor de meio bilhão

DJ e beatmaker que está por trás de números exorbitantes em músicas de sucesso de vários gêneros, comenta início da carreira, comemora ascensão e fala de planos para o futuro
Papatinho: produtor hoje é um dos nomes mais requisitados
 por artistas de gêneros musicais diferentes
Rio - Você pode nunca ter ouvido falar de Papatinho, mas ele está por trás de alguns grandes sucessos recentes da música brasileira. Aos 32 anos, Tiago da Cal Alves, é produtor, DJ e beatmaker e responsável por números exorbitantes nas plataformas digitais — somados, as faixas reproduzidas somente no Youtube e no Spotify, por exemplo, passam a marca do meio bilhão. Uma de suas recentes produções, o funk 'Onda diferente', gravado pela cantora Anitta no disco Kisses, já atingiu 21 milhões de audições e o clipe supera 49 milhões de visualizações.

Autodidata, Tiago começou a carreira em 2006 no grupo de rap ConeCrewDiretoria, atualmente em hiato, que fez grande sucesso entre o fim dos anos 2000 e o início desta década. O sample de 'I put a spell on you', jazz de Nina Simone em 'Chama os mulekes', chamou a atenção da cena e foi o verdadeiro ponto de partida. De lá para cá, ele aperfeiçoou estudos, fundou uma gravadora, lançou um EP, oficializou eventos próprios e diz estar só começando.

Neste sábado, o produtor toca na Barra da Tijuca, no evento 'Baile do Papato', em companhia de amigos e artistas que já produziu ou produz. Em entrevista ao DIA, Papatinho comentou o início de sua trajetória musical, o recente apego pelo ofício de produtor, o trabalho com artistas variadas e a expansão do trabalho para outros países. Apelidado de 'Rei dos Beats' pelos fãs, ele avisa: "Quero conquistar um público mais amplo".

O DIA - Como você começou na música?
Papatinho: Eu entrei na música por acaso. Sempre tive muito contato com a música em si, ouvia bastante coisa e, quando o MP3 apareceu, isso lá em 2000, eu logo arrumei um gravador e comecei a fazer CDs piratas para distribuir no colégio. Ninguém da minha família toca algum instrumento ou canta e nem eu tinha nenhum instrumento. Então, com a chegada da tecnologia, eu fiquei curioso para baixar arquivos e vendia CDs personalizados. Em pouco tempo, virei 'o cara' da música (risos). Comecei a investir nesse processo, testando faixas em programas de áudio, fazendo edições, tudo no modo curioso mesmo. Naquela época era incomum ter muita música no computador.
Em certo momento comprei um CD de timbres que tinha umas 100 faixas e pensei: 'caramba, tem de tudo aqui, uns beats (batidas) muito bons'. E no meio disso tudo não tinha tutoriais no Youtube para você aprender a fazer as coisas. Ao mesmo tempo, meus amigos de infância começaram a escrever raps em 2005. O Cert (do ConeCrewDiretoria) veio e disse que precisava fazer um rap e que tinha que fazer uma batidas. E aí comecei de autodidata e fui fuçando até fazermos nosso primeiro som. Fiquei viciado, parecia superpoder (risos). Comecei a tocar teclado, comprar equipamento e, dessa maneira, fui evoluindo.

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Apelido de copiloto da Germanwings era "Demônio do céu"

SKYDEVIL

08h45 | 08.04.2015

Andreas Lubitz é suspeito de derrubar propositalmente o avião da companhia, voo 9525, nos Alpes franceses; 150 pessoas morreram

Lubitz
As autoridades responsáveis pelo caso afirmaram que o copiloto fez buscas relacionadas a suicídio semanas antes da queda do avião
REPRODUÇÃO/INTERNET
O tabloide alemão "Bild" revelou esta semana que Andreas Lubitz, copiloto daGermanwings, pesquisou na internet sobre métodos de suicídio, bipolaridade, depressão maníaca e deterioração da visão semanas antes do aceidente aéreo envolvendo o voo 9525, que deixou 150 mortos.
Ainda de acordo com a publicação, o apelido de Andreas para acessar o tablet pessoal eraSkydevil, que significa Demônio do céu em português.
Segundo Christoph Kumpa, promotor do caso, Lubitz também teria pesquisado sobre a regulação das portas de cabine do Airbus.
Uma revista, a "Der Spiegel", informou que o copiloto se consultava com cinco médicos diferentes ao mesmo tempo. Todos já foram contatados pelas autoridades.
Ainda em 2009, quando passava pela escola de treinamento de pilotos da Lufthansa, Lubitz passou por período de depressão. Ele é suspeito de ter derrubado propositalmente o avião da companhia Germanwings nos Alpes franceses, com 150 pessoas a bordo. Andreas teria ficado sozinho na cabine de voo quando o piloto da aeronave foi ao banheiro. Na volta, o copiloto teria trancado a porta da cabine e deixou o avião cair até se chocar contra os Alpes.
Todos os destroços dos corpos e os DNAs já foram recolhidos. Nesta terça (7), médicos alemães ligados ao transporte aéreo pediram testes mais rigoroso durante a formação dos pilotos.
FONTE:
JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE

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