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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

INSS corrige reajuste para 6,20%


APOSENTADOS

INSS corrige reajuste para 6,20%


O novo teto da Previdência será de R$ 4.159,00 contra os R$ 4.157,05 definidos anteriormente
Brasília O Ministério da Previdência corrigiu para 6,20% o reajuste dos aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Na quarta-feira, foi divulgado o reajuste de 6,15%. O valor foi corrigido ontem devido ao índice de inflação INPC, para 6,20%, anunciado mais cedo pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - ou seja, acima da previsão inicial feita pelo governo.

A medida vale para o benefício de janeiro, cujo pagamento sai em fevereiro FOTO: FABIANE DE PAULA

A medida vale para o benefício de janeiro, cujo pagamento sai em fevereiro. Com a mudança, o novo teto da Previdência Social será de R$ 4.159,00, contra os R$ 4.157,05 definidos anteriormente.

Os índices de reajustes dos benefícios e a nova tabela de contribuição dos segurados empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos será republicada hoje, no Diário Oficial da União, atualizando os valores.

Beneficiários
O reajuste impacta 9,2 milhões de benefícios acima do piso previdenciário. Quem recebe um salário mínimo, atualmente em R$ 622, terá direito a um reajuste maior, de 9% (R$ 678), já que esse é o aumento que o governo estipulou para o piso nacional.

Como esse também é o menor valor pago pelo INSS, alguns segurados que antes não recebiam o mínimo passarão a ganhar pelo piso. É o caso de benefícios até R$ 638,41, que ficariam abaixo do novo salário mínimo com o reajuste de 6,15%.

O novo salário mínimo atinge aproximadamente 20 milhões de benefícios e representa um impacto líquido de R$ 10,7 bilhões nos benefícios.

Mínimo
"Os aposentados que ganham acima do salário mínimo já têm assegurado por lei a inflação do ano anterior (medida pelo INPC). Acreditamos que a política deva ser mantida. Os aposentados já têm uma política definida em lei, que consideramos que seja suficiente", declarou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior em abril de 2012. Na ocasião, ela acrescentou que "o Brasil tem muitas prioridades, e o recurso publico é restrito. Há um enorme número de categorias que não têm sequer a reposição da inflação. Aos aposentados que ganham mais do mínimo, está assegurada a inflação. Nos parece que, frente aos enormes desafios que temos no país, acreditamos que isso seja suficiente".

Um estudo realizado pela Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) mostra que a política adotada pelo governo, de conceder reajustes reais somente para os aposentados que ganham um salário mínimo, sem aumento acima da inflação para os que ganham mais do que disso, faz com que aposentadorias se aproximem, com o passar do tempo, ao piso (salário mínimo). 
FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1222432

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