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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Doria classifica como ‘infeliz’ fala de Bolsonaro sobre pai de presidente da OAB

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), reagiu às declarações dadas hoje pelo presidente Jair Bolsonaro, sobre o pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, desaparecido durante a ditadura militar.

“Sou filho de um deputado cassado pela ditadura, que foi para o exílio e perdeu quase tudo durante esse período. Inaceitável. Foi uma declaração infeliz do presidente Bolsonaro”, afirmou Doria durante coletiva de apresentação de um investimento de R$ 7 bilhões feito pela Bracell para expansão de sua fábrica no interior do Estado.

O pai do governador, João Agripino da Costa Doria Neto, foi eleito deputado suplente e assumiu uma cadeira na Câmara em 1963. Por ter sido apoiador do então presidente João Goulart, foi colocado na lista de punições do Ato Institucional Nº 1 em 1964, e teve seu mandato cassado. Se exilou em Paris e retornou ao Brasil em 1974.

Mais cedo, o presidente afirmou que pode “contar a verdade” sobre como o pai de Felipe Santa Cruz desapareceu na ditadura militar. “Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, eu conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade”, disse Bolsonaro a jornalistas.
POR ISTO É
https://istoe.com.br/doria-classifica-como-infeliz-fala-de-bolsonaro-sobre-pai-de-presidente-da-oab/

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Conheça as datas importantes desse mês!

Abril é um dos meses que mais carrega em sua história fatos históricos, do golpe militar que instituiu uma ditadura militar no Brasil, em 1964, à morte do brilhante inventor Benjamin Franklin.
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Fatos históricos de Abril
O mês de Abril é recheado de fatos e datas que merecem serem lembrados e celebrados. Descubra tudo de importante que acontece nos próximos dias e esteja sempre ligado!

1 de Abril

1778 - Oliver Pollock cria o símbolo do dólar americano, o "$".

1888 - A Princesa Isabel participa do ato de libertação coletiva dos escravos de Petrópolis.

1964 - Um golpe militar derruba João Goulart da Presidência.


2 de Abril

1872 - Morre Samuel Morse, norte-americano inventor do código que leva o seu nome.
1954 - Walt Disney anuncia a criação da Disneylândia, que seria construída na Califórnia, nos Estados Unidos.

3 de Abril
1961 - É firmado um tratado de amizade entre Estados Unidos e Vietnã Sul.
1933 - Os pilotos britânicos Clydesdale e McIntyre sobrevoam, pela primeira vez, o Everest.

4 de Abril
1968 - Martin Luther King, líder pacifista do movimento negro dos Estados Unidos, é assassinado em Memphis. King realizou em 1963, com 200 mil pessoas, a Marcha para Washington, onde proferiu seu discurso I have a dream. Ganhou, em 1964, com 35 anos, o Prêmio Nobel da Paz.

1948 - Morre o escritor Monteiro Lobato.

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sábado, 12 de maio de 2018

Segundo documento da CIA, assassinatos da Ditadura Militar no Brasil continuaram com Geisel

Execuções eram autorizadas pelo então diretor do Serviço Nacional de Informações, João Baptista Figueiredo
Segundo o documento liberado pela CIA, o então
 presidente Ernesto Geisel autorizou a continuidade
 das execuções cometidas pelo Exército durante a
 Ditadura Militar (foto: Arquivo CB/D.A Press)
Por Revista Encontro - Um documento da CIA (Agência Central de Inteligência) tornado público pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos mostra que o ex-presidente do Brasil Ernesto Geisel (1974-1979) autorizou que o Centro de Inteligência do Exército (CIE) continuasse a política de execuções sumárias contra opositores da Ditadura Militar (1964-1985) adotadas durante o governo de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), mas que limitasse as execuções aos mais "perigosos subversivos".

O memorando datado de 11 de abril de 1974, assinado pelo então diretor da CIA Willian Colby e endereçado ao então secretário de Estado Henry Kissinger, afirma que o presidente Geisel disse ao chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI) à época, João Baptista Figueiredo (que se tornou presidente entre 1979 e 1985) que as execuções deveriam continuar.

Segundo o documento, Geisel e Figueiredo concordaram ao prender alguém que fosse considerado subversivo perigoso, o chefe do Centro de Inteligência do Exército deveria consultar o diretor do SNI que, por sua vez, deveria dar sua aprovação antes da execução. De acordo com o texto, Figueiredo insistiu na continuidade das execuções e Geisel fez comentários sobre os aspectos potencialmente prejudiciais da questão e pediu para refletir sobre o assunto no final de semana, antes de tomar uma decisão.

A publicação perdeu o sigilo em dezembro de 2015, mas o documento ganhou publicidade nesta quinta-feira por meio do professor Matias Spektor, coordenador do Centro de Relações Internacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV). Nas redes sociais, onde divulgou o documento, o professor disse que "este é o documento mais perturbador que já li em 20 anos de pesquisa". "Recém-empossado, Geisel autoriza a continuação da política de assassinatos do regime, mas exige ao Centro de Informações d
o Exército a autorização prévia do próprio Palácio do Planalto", publica o professor.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Comissão reconhece 434 mortes e desaparecimentos durante ditadura militar

210 SÃO DESAPARECIDAS

Comissão reconhece 434 mortes e desaparecimentos durante ditadura militar

Agência Brasil | 10h54 | 10.12.2014

No documento, a CNV traz a comprovação da ocorrência de graves violações de direitos humanos durante o período

Comissão Nacional da Verdade
O relatório foi entregue na manhã desta quarta-feira (10) à presidente Dilma Rousseff
DIVULGAÇÃO/COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE
Depois de dois anos e sete meses de trabalho, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) confirmou, em seu relatório final, 434 mortes e desaparecimentos de vítimas da ditadura militar no país. Entre essas pessoas, 210 são desaparecidas.
No documento entregue nesta quarta-feira (10) à presidenta Dilma Rousseff, com o relato das atividades e a conclusão dos trabalhos realizados, a CNV traz acomprovação da ocorrência de graves violações de direitos humanos. “Essa comprovação decorreu da apuração dos fatos que se encontram detalhadamente descritos no relatório, nos quais está perfeitamente configurada a prática sistemática de detenções ilegais e arbitrárias e de tortura, assim como o cometimento de execuções, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres por agentes do Estado brasileiro” diz o texto.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Governo Federal lança site sobre a ditadura militar

HISTÓRIA

Governo Federal lança site sobre a ditadura militar

Folhapress | 14h54 | 08.12.2014

Site foi desenvolvido pelo Instituto Vladimir Herzog com apoio do PNUD e traz documentários, história da represão e um obituário com mortos e desaparecidos

ditadura site
HomE page do site traz fotos variadas sobre momentos da ditadura e comandos específicos como um mapa sobre a regime e um memorial com mortos da época
FOTO: REPRODUÇÃO
Às vésperas da entrega do relatório final daComissão da Verdade, que tratará de crimes cometidos na ditadura militar, o governo federal lançou um site sobre o período do regime.
O site "Memorias da Ditadura" traz uma linha do tempo, textos sobre resistência e repressão, depoimentos e minidocumentários. O projeto foi executado pelo Instituto Vladimir Herzog, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência.
Nos créditos, consta também a Presidência da República. Dilma Rousseff, que tinha 16 anos na época do golpe e integrou grupos de combate ao regime militar, chegando a ser presa e torturada aos 19 anos.
Nesta semana, Comissão Nacional da Verdade entregará, no relatório final, uma relação de aproximadamente 300 agentes do Estado acusados de crimes na ditadura. A lista é resultado de um levantamento que durou dois anos e sete meses e virou motivo de preocupação em setores do governo pelo impacto que terá junto aos militares.
O documento poderá ser usado pelo Ministério Público Federal em ações na Justiça contra agentes suspeitos de mortes, torturas e desaparecimentos.
FONTE: DN

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