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sábado, 5 de setembro de 2015

Frente para defesa do governo exige fim do ajuste fiscal

O documento foi anunciado durante o lançamento da Frente Brasil Popular dentro da Conferência Nacional Popular em Defesa da Democracia



POLÍTICA PRESIDENTE


Partidos da base presidente Dilma Rousseff (PT) no Congresso Nacional e entidades como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Nacional dos Estudantes (UNE) divulgaram neste sábado em Belo Horizonte manifesto reafirmando o apoio ao Palácio do Planalto, mas também exigindo o fim do ajuste fiscal do governo federal. O documento, que tem quatro pontos, foi anunciado durante o lançamento da Frente Brasil Popular dentro da Conferência Nacional Popular em Defesa da Democracia e por uma Nova Política Econômica.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Ajuste irá durar até 2017, diz ministro

Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, diz que "aperto" do ajuste fiscal deve durar dois anos. Economistas acreditam que efeitos podem ser sentidos por mais tempo
WILSON DIAS/ABR
Barbosa prevê que demanda reprimida por serviços de infraestrutura vai causar retomada de investimentos no fim do ano
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nélson Barbosa disse ontem que o ajuste fiscal vai durar dois anos. Durante o “seminário de política econômica: o desafio do ajuste fiscal brasileiro”, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, ele destacou que “o ajuste não será tão rápido quanto uns desejam, nem tão lento como outros acreditam”.

O ministro também defendeu a alta dos juros promovida pelo Banco Central, que ele classificou como um “remédio necessário” para o controle da inflação. Em abril, a autoridade monetária elevou a taxa básica de juros (Selic) para 13,25% ao ano, o maior patamar desde 2008.

sábado, 23 de maio de 2015

Gastos do governo precisam ser reduzidos em R$ 100 bilhões, dizem especialistas

AJUSTE FISCAL

Folhapress | 15h50 | 23.05.2015

Corte seria necessário para garantir a meta de superávit primário (economia para pagar juros) de 1,1% do PIB

O corte orçamentário da atual equipe econômica é mais crível, mas ainda muito arriscado e insuficiente, dizem especialistas em contas públicas ouvidos pela Folha.
A avaliação é que os gastos precisam ser reduzidos em R$ 100 bilhões para garantir a meta de superávit primário (economia para pagar juros) de 1,1% do PIB.
 
Nesta sexta-feira (22), o corte no Orçamento anunciado pelo governo ficou em R$ 69,9 bilhões - o maior já proposto por uma administração do PT.
"Dessa forma, vai precisar de mais redução de investimento e controle dos gastos na boca do caixa ao longo do ano", diz Fernando Montero, economista-chefe da corretora Tullett Prebon.
 
 
Para o consultor Raul Velloso, o corte proposto pelo governo é "muito arriscado" e não deixa margem para frustrações. "O que vai ocorrer é que a cada dois meses vão controlar os gastos. O corte vai ser bem maior, mas ficará envolto numa névoa", diz.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Corte de gastos deve ser de R$ 70 bilhões

AJUSTE FISCAL

18.05.2015

Governo quer reduzir gastos do orçamento para um patamar próximo ao valor de R$ 225 bilhões

AAA
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, apresentou uma estimativa de corte que compensaria as perdas aplicadas pelos parlamentares no ajuste fiscal
REUTERS
Brasília. O governo pretende combinar os cortes em gastos previstos no Orçamento deste ano com uma nova rodada de aumento de impostos. O objetivo da medida, preparada pelo Ministério da Fazenda, é reforçar o ajuste fiscal e afastar o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil. 
A presidente Dilma Rousseff (PT) começou a discutir, ontem, o tamanho do contingenciamento, que será definido após negociações nesta semana com o Congresso. O corte deve ser da ordem de R$ 70 bilhões.
Os ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil), que compõem a junta orçamentária, levaram propostas distintas à reunião de quatro horas, no Palácio da Alvorada. Hoje, o tema será retomado na reunião de coordenação política do governo.
Medidas 
Levy apresentou uma estimativa de corte mais elevada, de R$ 78 bilhões, que compensaria as perdas aplicadas pelos parlamentares no ajuste fiscal. 

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