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sábado, 16 de maio de 2026

Nutricionista revela 7 alimentos que ajudam a reduzir gordura abdominal

Abacate, ovos, frutas vermelhas, feijão e vegetais de folhas verdes estão entre os alimentos indicados por especialista para aumentar a saciedade, melhorar a digestão e ajudar no processo de perda de gordura na região da barriga.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A gordura abdominal está entre as maiores preocupações de quem busca emagrecer e melhorar a saúde. Além da prática de exercícios físicos e da redução do sedentarismo, alguns alimentos podem ajudar a controlar o apetite, reduzir inflamações e favorecer a perda de gordura na região da barriga.

Segundo a nutricionista Tara Collingwood, algumas escolhas alimentares podem fazer diferença nos resultados ao longo do tempo, principalmente quando associadas a hábitos saudáveis e boa hidratação.

Em entrevista ao site Eat This, Not That, a especialista listou alimentos que ajudam no processo de redução da gordura abdominal. Confira:

1. Abacate

O abacate é rico em gorduras boas, que ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue e aumentam a sensação de saciedade.

“Os abacates ajudam a reduzir a vontade de comer e mantêm a sensação de saciedade por mais tempo, o que pode contribuir para a redução da gordura abdominal”, explicou a nutricionista.

O alimento pode ser consumido em saladas, vitaminas, torradas ou como acompanhamento em diferentes refeições do dia.

2. Ovos

Fonte de proteína de alta qualidade, os ovos ajudam a controlar a fome e aumentam a saciedade.

“Os ovos estabilizam o açúcar no sangue e ajudam o corpo a gastar mais energia durante a digestão”, afirmou Collingwood.

A especialista lembra, porém, que o alimento também possui gordura e calorias. Por isso, uma alternativa é combinar ovos inteiros com claras para aumentar a ingestão de proteína sem elevar tanto o valor calórico.

3. Frutas vermelhas

Morango, amora, mirtilo e framboesa estão entre as frutas recomendadas pela nutricionista.

“As frutas vermelhas são ricas em fibras e antioxidantes, ajudam a combater inflamações e podem auxiliar na perda de gordura, especialmente na região abdominal”, disse.

Além disso, são alimentos com baixo teor calórico.

4. Azeite de oliva

O azeite é considerado uma gordura saudável e pode ajudar no controle do apetite.

“Um fio de azeite em saladas ou no preparo dos alimentos pode favorecer o metabolismo das gorduras sem adicionar calorias em excesso”, explicou.

5. Castanhas e oleaginosas

Castanhas, nozes e amêndoas também aparecem entre os alimentos indicados.

“Esses alimentos ajudam a controlar a fome, estabilizam o açúcar no sangue e contribuem para um metabolismo saudável”, afirmou a especialista.

A recomendação é consumir pequenas porções ao longo do dia.

6. Feijão e lentilha

Ricos em fibras e proteínas, feijão e lentilha ajudam na digestão e aumentam a saciedade.

“Eles estabilizam o açúcar no sangue e ajudam a prolongar a sensação de estar satisfeito após as refeições”, explicou.

7. Vegetais de folhas verdes

Alimentos como espinafre, rúcula, couve e alface também podem contribuir para o processo de emagrecimento.

“São alimentos pouco calóricos, ricos em fibras e nutrientes, que ajudam na digestão, reduzem o inchaço e favorecem o déficit calórico”, afirmou a nutricionista.

Tara Collingwood, também conhecida como “The Diet Diva” e autora do livro “Flat Belly Cookbook for Dummies”, destacou ainda que não existe um único alimento capaz de eliminar gordura abdominal sozinho.

Segundo ela, os resultados dependem da combinação entre alimentação equilibrada, hidratação, sono adequado e prática regular de atividade física.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2382519/nutricionista-revela-7-alimentos-que-ajudam-a-reduzir-gordura-abdominal

Covid: o sintoma comum que muita gente confunde nesta época do ano

Especialistas alertam para sinais que podem passar despercebidos e reforçam a importância de observar o conjunto de sintomas para evitar confusão com outras condições respiratórias.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Em períodos de clima mais seco ou com variações de umidade, é comum confundir sintomas de Covid-19 com outros problemas respiratórios. Por isso, é importante prestar atenção aos sinais do corpo para evitar tanto a transmissão do vírus quanto erros no tratamento.

Segundo a revista Parade, um dos sintomas que mais gera dúvida é a dor de garganta, algo frequente nessas condições climáticas, especialmente quando o ar está seco ou com mudanças bruscas de temperatura. O quadro pode ser mais preocupante para pessoas com imunidade baixa, doenças pulmonares ou cardíacas, além de idosos.

“Há relatos de que a dor de garganta tem sido mais frequente com a recente estirpe da Covid”, explica o médico Michael J. Davis. “Quando ocorre, a dor de garganta é mais intensa nos estágios iniciais da infecção. No entanto, geralmente melhora em alguns dias. Espera-se que apresente uma evolução semelhante à de outros casos de faringite viral”, acrescenta.

O epidemiologista Tyler Smith reforça que esse sintoma pode variar bastante. “Existem muitas variações de dor de garganta. Algumas pessoas relatam dores extremamente irritantes, com dificuldade ao engolir. Muitas doenças infecciosas se manifestam dessa forma, dependendo do microrganismo e da pessoa”, afirma.

Mas é possível diferenciar a dor de garganta causada pela Covid de outras condições? Segundo o médico Subhash Verma, isso nem sempre é simples. “A dor de garganta causada pela Covid é semelhante a outras dores virais e geralmente vem acompanhada de outros sintomas, como fadiga, congestão nasal e dor de cabeça. Não há nenhuma sensação específica na garganta que confirme a Covid”, diz.

Já o especialista Steven Goldberg aponta que pode haver algumas diferenças sutis. “Não há uma maneira exata de distinguir. A dor de garganta causada pela Covid tende a ser uma sensação de arranhado, irritação e ardor, geralmente acompanhada de outros sintomas como fadiga, dores no corpo ou congestão nasal.”

Diante disso, a forma mais segura de confirmar o diagnóstico continua sendo o teste para Covid. Observar o conjunto de sintomas também ajuda. “É mais provável que seja Covid quando há febre, fadiga, dores no corpo, dor de cabeça e possíveis sintomas gastrointestinais”, explica Subhash Verma.

Por outro lado, problemas relacionados ao clima seco ou à umidade tendem a causar irritação na garganta, nariz entupido ou escorrendo e espirros, sem febre ou dores no corpo. “Esses quadros não costumam provocar fadiga intensa, o que é mais comum em casos de Covid”, conclui o especialista.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2379745/covid-o-sintoma-comum-que-muita-gente-confunde-nesta-epoca-do-ano

Rinite e sinusite: clima instável aumenta crises respiratórias

Ambientes fechados, ar seco e frio intensificam sintomas e aumentam infecções respiratórias; especialista alerta para sinais que indicam necessidade de avaliação médica

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - As mudanças bruscas de temperatura que têm ocorrido em grande parte do Brasil nos últimos dias podem aumentar de maneira significativa os casos de rinite e sinusite.

De acordo com o Dr. Miguel Tepedino, ex-presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR) e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), as condições climáticas, típicas dessa época do ano, comprometem o funcionamento natural do nariz. Ele explica que o nariz funciona como um “filtro de ar”, mas, para o bom funcionamento, depende de umidade e temperatura adequadas. “Quando o ar está frio e seco, a mucosa resseca, os cílios ficam mais lentos e a secreção se torna mais espessa, reduzindo a capacidade de eliminar partículas e vírus. Além disso, a maior permanência em ambientes fechados favorece a concentração de ácaros e a circulação de vírus respiratórios, que aumentam tanto as crises alérgicas quanto as infecções.”

Diferenças

A rinite é uma inflamação limitada à mucosa nasal, geralmente relacionada a alergias, embora também possa ser causada por infecções. Já a sinusite, corresponde à inflamação de um ou mais seios paranasais e, a rinossinusite, por sua vez, ocorre quando há inflamação tanto dos seios paranasais quanto das fossas nasais. “A rinossinusite não envolve apenas o nariz, mas também os seios da face, caracterizando um quadro inflamatório mais amplo, com sintomas como obstrução nasal, secreção, congestão e pressão facial”, revela o Dr.Tepedino, ao comentar que mais que os sintomas isolados, o padrão de evolução é o principal alerta para a pessoa procurar auxilio médico.

Ele conta que a avaliação profissional é recomendada quando os sintomas persistirem por mais de uma semana; quando há dor facial intensa, especialmente de um lado, quando existe febre alta e a secreção nasal se torna mais espessa e persistente; e quando há piora após a melhora inicial. “Esses sinais podem indicar que não se trata de um resfriado comum.”

Atente-se!

Segundo o otorrinolaringologista, entre os fatores que mais desencadeiam crises estão os ácaros domésticos, principal fator em áreas urbanas; poeira e mofo; poluição; mudanças bruscas de temperatura; odores irritantes, como perfumes e produtos de limpeza; e infecções virais. Em pessoas com rinite alérgica, o sistema imunológico reage de maneira exagerada, mantendo a inflamação da mucosa nasal. “Não existe uma solução única de prevenção, mas sim um conjunto de cuidados que fazem a diferença, como reduzir ácaros em colchões, travesseiros e tecidos; manter os ambientes ventilados e com luz natural; controlar a umidade para evitar o mofo; evitar o acúmulo de poeira e reduzir o uso de produtos muito perfumados”, diz.

Bastante comum, a lavagem nasal com soro fisiológico é uma medida segura e eficaz que previne e alivia os sintomas. De acordo com o especialista, ela pode ser feita diariamente, principalmente em períodos críticos. “Esse procedimento atua de forma mecânica, removendo secreções, partículas e mediadores inflamatórios. No entanto, é importante utilizar a solução adequada, evitando pressão excessiva e mantendo os dispositivos limpos.”

Dr, Tepedino também chama a atenção para alguns equívocos frequentemente cometidos, que podem prorrogar o ciclo de inflamação, como o uso repetido de descongestionantes para alívio imediato; a utilização de antibióticos sem indicação médica; a interrupção precoce do tratamento e não levar a sério os sintomas persistentes. “É importante ressaltar que embora os descongestionantes ofereçam o alívio rápido, eles não tratam a causa e o uso contínuo, por mais de três a cinco dias, pode causar o efeito rebote, com a piora da obstrução nasal e até mesmo a dependência funcional”, explica, ao afirmar que a maioria das rinossinusites é viral e melhora de maneira espontânea, sendo que o uso de antibióticos, sempre com orientação médica, deve ser restrito a casos específicos, como sintomas por mais de dez dias; piora após melhora inicial; dor facial persistente com secreção espessa.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2381553/rinite-e-sinusite-clima-instavel-aumenta-crises-respiratorias

Intestino não está funcionando? 5 alimentos que podem ajuda com problema

As ameixas secas são conhecidas por ajudarem o intestino a funcionar melhor, mas não são a única opção. Especialistas revelam que alimentos como pipocas, maçãs, peras e pitaia também podem estimular o trânsito intestinal graças ao elevado teor de fibras e compostos com efeito laxante natural

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Ameixas secas, assim como suco de ameixa, são muito recomendados quando o assunto é o correto funcionamento do intestino. Conforme destaca o Huffington Post, isto acontece porque esta fruta é rica em álcool de açúcar, chamado sorbitol, que atrai água para o cólon e amolece as fezes. A pressão adicional que exerce sobre o intestino também estimula o movimento.

Mas, se não gosta de ameixas e está procurando outros alimentos que ajudem o seu intestino a ficar regulado, veja a lista a seguir: 

1. Chicletes

O cirurgião Karan Rajan notou que mascar chiclete poderá contribuir para o correto funcionamento do intestino. Tal acontece por dois motivos: 

1. Engana o seu corpo, pois o deixa pensando que está comendo, dando início ao processo digestivo;

2. Os chicletes sem açúcar normalmente contém um ingrediente benéfico, o sorbitol.

2. Pipocas

Por surpreendente que isto possa ser, as pipocas são ricas em fibras. Para além disso é digestão é lenta, mantendo a sensação de saciedade por mais tempo e ajudando a diminuir a pressão arterial. 

Tenha cuidado para não exagerar na quantidade e beber água suficiente, uma vez que o excesso de fibras poderá causar prisão de ventre.

3. Pitaia 

Um estudo de 2023 descobriu que 8 gramas de pitaia por dia ajudam a alimentar as bactérias benéficas do intestino. 

4. Maças

Esta fruta é rica em sorbitol e fibras, ajdando o trânsito intestinal, uma vez que funciona como uma espécie de laxante natural. Vale destacar que o purê de maçã pode não funcionar tão bem, porque é rico em pectina, o que torna as fezes mais duras e, portanto, mais difíceis de evacuar.

5. Peras 

As peras contêm ainda mais sorbitol do que as maçãs. Além disso, também são mais ricas em frutose, outro açúcar que, por vezes, pode ler um leve efeito laxante. 

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2382655/intestino-nao-esta-funcionando-5-alimentos-que-podem-ajuda-com-problema


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