CASAMENTO IDEAL
...que te quero, verde
03.11.2013
Antes de se tornar funcionário do clube, Galego chegou até a catar lixo do Romeirão para ficar perto do Icasa
José Antônio dos Santos é funcionário do Icasa há sete anos. Mora no trabalho: o Centro de Treinamento do clube. É o famoso ´faz-tudo´ por lá. Atende pelo apelido de Galego e sua semelhança com o trapalhão Didi, do também cearense Renato Aragão, é mera coincidência. Não tem parentesco algum com o humorista sobralense. No entanto, o que chama mesmo a atenção neste homem de 54 anos de idade, natural de Crato, é o que ele já fez para chegar onde está hoje.
Ficar sempre por perto do time de coração foi sua obsessão por anos a fio. Com essa ideia martelando-lhe a cabeça, procurou unir o prazer de ver o Icasa dentro de campo com o ofício que lhe dá o sustento. "Já vendi dindin, cremosinho, refrigerante e água mineral dentro do estádio. Até lixo do Romeirão eu já catei para poder acompanhar os jogos do Icasa", revela Galego.
"Minha vida é trabalho", diz, realçando a confiança no olhar fixo e semblante sereno - reação afeita àqueles que sabem o verdadeiro valor do suor derramado na labuta em troca de cada tostão batalhado.