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terça-feira, 3 de maio de 2016

Barco encalhado



por Luciana Schiavo

MENSAGEM DE LUZ

Em agosto de 1918, um saveiro estava sendo puxado por um rebocador, no Rio Niágara, quando o cabo rebentou. As fortes correntezas logo conduziram o barco em direção às cataratas.
Quando estava para cair, o barco encalhou em algumas rochas bem acima das quedas.
Os dois homens que estavam a bordo foram salvos apenas no dia seguinte. Eles passaram uma noite de terror pois esperavam, a qualquer momento, despencar para a morte.
Isso aconteceu faz quase noventa anos e a velha barcaça continua lá, no mesmo lugar, até hoje. Jamais aconteceu a queda prevista.
Os dois homens se preocuparam por nada. A esperada queda do barco, que trouxe ansiedade e desespero aos dois homens, não aconteceu…
Assim é a nossa vida. Nos preocupamos demasiadamente por coisas que nem sabemos se, de fato, acontecerão. A preocupação é um estressor, é uma fonte direta de dores de cabeça, insônia, úlceras, paranóia, desordens de ansiedade, depressãoe fobias.
Apesar da preocupação ser algo inerente ao ser humano, não deixa de ser um gasto desnecessário de tempo e energia. Basta observar; você já viu pessoas apreensivas e nervosas saírem de situações difíceis sem a ajuda de alguém que estivesse calmo?
Preocupações podem ser úteis quando precisa de tomar medidas e resolver um problema, mas estar constantemente preocupado com o que pode acontecer causa mais um problema.
Se tiver um problema que você pode resolver, resolva…..se não puder já está resolvido.
Finalizo com uma citação de Buda que muito me atrai: “O segredo da existência está em livrar-se do medo. Não tenha medo do que vai acontecer. Seu futuro não mudará por isso, mas seu presente será mais tranquilo.”
Desejo uma semana iluminada!!!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Amor próprio

postado em Mensagens de Luz

Amor próprio


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: autoestima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é ser autêntico.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável: pessoas, tarefas, crenças tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez, plenamente.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
(Kim McMillen & Alison McMillen)
Desejo uma semana inspiradora!!!
Com carinho


FONTE: http://luciana.schiavo.com.br/mensagens-de-luz/amor-proprio/

sábado, 11 de maio de 2013

Feliz Dia das Mães!!!

Feliz Dia das Mães!!!
(Texto extraído do site Velho Sábio)
Muito se fala a respeito das mães e do poder do seu amor. Um dos casos mais significativos, com certeza, foi o que relatou a doutora Elisabeth Kubler-Ros.
No hospital onde trabalhava, encontrou uma senhora portadora de uma doença terrível e que já havia internada dez vezes.
Cada vez passava um período no centro de terapia intensiva e todos, médicos e enfermeiras, apostavam que ela iria morrer.
Contudo, após as crises, melhorava e voltava para casa.
O pessoal do hospital não entendia como aquela mulher continuava resistindo e não morria.
Então, certo dia, a senhora Schwartz explicou que o seu marido era esquizofrênico e agredia o filho mais moço, então com dezessete anos, cada vez que tinha um dos seus ataques.
Ela temia pela vida do filho, caso ela morresse antes que o menino alcançasse a maioridade. Se morresse, o marido seria o único tutor legal do filho. Ela ficava imaginando o que aconteceria com o rapaz nas mãos de um pai com tal problema.
É por isso que ainda não posso morrer?, concluiu.
O que mantinha aquela mulher viva, o que lhe dava forças para lutar contra a morte, toda vez que ela se apresentava, era exatamente o amor ao filho.
Como deixá-lo nessas circunstâncias?
Por isso, ela lutava e lutava sempre.
A doutora, observando emocionada o sofrimento físico e moral daquela mulher, resolveu ajudá-la, providenciando um advogado para que aquela mãe, tão preocupada, transferisse a custódia do menino para um parente mais confiável.
Aliviada, a paciente deixou o hospital infinitamente agradecida por poder viver em paz o tempo que ainda lhe restava. Agora, afirmou, quando a morte chegar, estarei tranquila e poderei partir. Ela ainda viveu pouco mais de um ano, depois abandonou o corpo físico, em paz, quando o momento chegou.
A história nos faz recordar de todas as heroínas anônimas que se transformam em mães, em nome do amor.
Daquelas que trabalham de sol a sol, catando papel nas ruas, trabalhando em indústrias ou fábricas e retornam para o lar, no início da noite para servir o jantar aos filhos pequenos. Supervisionar as lições da escola, cantar uma canção enquanto eles adormecem em seus braços.
E as mães de portadores de deficiências física e mental que dedicam horas e horas, todos os dias, exercitando seus filhos, conforme a orientação dos profissionais, apenas para que eles consigam andar, mover-se um pouco, expressar-se.
Mães anônimas, heroínas do amor. Todos nós, que estamos na terra, devemos a nossa existência a uma criatura assim. E quantos de nós temos ainda que agradecer o desenvolvimento intelectual conquistado, o diploma, a carreira profissional de sucesso, a maturidade emocional, fruto de anos de dedicação incomparável.
Quem desfruta da alegria de ter ao seu lado na terra sua mãe, não se esqueça de honrar lhe os dias com as flores de gratidão. Se os dias de velhice já a alcançaram, encha-lhe os dias de alegria. Acaricie os seus cabelos nevados com a ternura das suas mãos.
Lembre a ela que a sua vida se enobrece graças aos seus exemplos signos, os sacrifícios sem conta, as lágrimas vertidas dos seus olhos.
E, colhendo o perfume leve da manhã, surpreenda-a dizendo: bendita sejas sempre, minha MÃE.

Desejo um Lindo e Feliz Dia das Mães!

FONTE: http://luciana.schiavo.com.br/mensagens-de-luz/feliz-dia-das-maes/

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