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sexta-feira, 15 de maio de 2020

Teich deixa o Ministério da Saúde antes de completar um mês no cargo

Nos últimos dias, Teich e Bolsonaro discordaram sobre temas como uso da cloroquina e medidas de isolamento. Apesar de nota do ministério dizer que ministro pediu demissão, assessores da Saúde afirmaram que ele foi demitido. É a 2ª troca na pasta durante a pandemia do coronavírus.
O ministro da Saúde, Nelson Teich, durante entrevista
 em 11 de maio no Palácio do Planalto — Foto: Dida
Sampaio/Estadão Conteúdo
O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Apesar de uma nota oficial do ministério dizer que ele pediu demissão, assessores da Saúde afirmaram que o ministro foi demitido.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich teve discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate à Covid-19, doença causada pelo coronavírus.

Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre: 

  • o uso da cloroquina no tratamento da Covid-19. Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento;
  • o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica;
  • e detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.

Na manhã desta sexta, Teich foi ao Palácio do Planalto para uma reunião com Bolsonaro. Em seguida, ele voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Quem deve usar máscara? Ministério amplia indicação e recomenda até a produção caseira; tire dúvidas

Máscaras eram recomendadas somente para pessoas com sintomas e profissionais da saúde. Agora, Ministério faz ressalvas, mas diz que elas podem ser usadas por toda a população.
Esculturas de Jorge Amado e Zélia Gattai, em Salvador,
amanheceram na terça-feira (31) com máscaras cirúrgicas.

— Foto: André Uzêda / TV Bahia
Por Laís Modelli e Thais Matos, G1
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse na quarta-feira (1º) que máscaras de proteção podem servir como barreira eficiente para a população em geral contra o coronavírus. A sugestão de Mandetta tem como foco o uso de máscaras alternativas, preservando as cirúrgicas e as N95 para os profissionais de saúde.

O G1 ouviu especialistas e consultou órgãos como Anvisa e OMS para montar um tira dúvidas, incluindo os pontos positivos e negativos do uso das máscaras pela população em geral.

  1. Por que antes as máscaras não eram recomendadas para a população em geral?
  2. O que afirmam os que são a favor do uso geral das máscaras descartáveis?
  3. Por que especialistas afirmam que a máscara pode ser vetor de contaminação?
  4. Não tenho Covid-19. A máscara pode me proteger?
  5. Como devo usar a máscara?
  6. A máscara é descartável? De quanto em quanto tempo devo trocar?
  7. As máscaras caseiras podem ser usadas?
  8. Quais os cuidados de higiene com as máscaras caseiras?
  9. Como devo descartar a máscara usada?
  10. Como outros países usam as máscaras?
  11. O que diz a Anvisa sobre o uso de máscaras descartáveis?
  12. O que diz a OMS sobre o uso de máscaras descartáveis?
Por que antes as máscaras não eram recomendadas para a população em geral?
Seguindo orientações da OMS, o Ministério da Saúde e a maioria dos especialistas apontavam o risco de um uso irregular das máscaras pela população em geral. Não utilizada da maneira correta, a máscara pode ficar contaminada e expor as pessoas ao coronavírus.
Outra preocupação da pasta era quanto à falta do produto no mercado, já que inúmeros profissionais da saúde denunciavam que não estavam tendo acesso às máscaras e outros itens de segurança individual. A dificuldade na importação dos produtos da China é um ponto de atenção.

O que afirmam os que são a favor do uso geral das máscaras descartáveis?
As máscaras descartáveis foram recomendadas para uso geral em outras epidemias na Ásia, como a de H1N1, depois que estudos mostraram que o item, quando associado com lavar as mãos e evitar aglomerações, diminuía as transmissões de gripe.
Isso porque, mesmo que seja uma barreira de baixa proteção, ainda é uma barreira, se usada da maneira correta e junto das demais medidas de proteção. Além disso, no caso do coronavírus, como muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas e não sabem que estão com a Covid-19, a máscara para uso geral pode ajudar a conter a transmissão causada pelas pessoas que não têm sintomas.

Por que a máscara cirúrgica pode ser vetor de contaminação?
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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Saúde discute ações para combater a obesidade no Brasil

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
 - 
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Saúde pretende atacar o problema da crescente obesidade no Brasil, principalmente a obesidade infantil, com muita informação sobre a alimentação saudável, mais atividade física dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) e incentivo à rotulagem informativa, disse o ministro Henrique Mandetta.

O ministro tratou do assunto com representantes do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), durante reunião em Brasília, nessa quinta-feira (5).

A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018, divulgada no fim de julho pelo do Ministério da Saúde, registrou crescimento considerável de excesso de peso entre a população brasileira.

Segundo o levantamento, no Brasil, mais da metade da população, 55,7% tem excesso de peso. Um aumento de 30,8% quando comparado com percentual de 42,6% no ano de 2006. O aumento da prevalência foi maior entre as faixas etárias de 18 a 24 anos, com 55,7%. Quando verificado o sexo, os homens apresentam crescimento de 21,7% e as mulheres 40%.

Mandetta ressaltou que o combate à obesidade é uma aposta do Ministério da Saúde e considera essencial o apoio das sociedades médicas. “Nós vamos atacar a obesidade com muita informação sobre alimentação saudável, atividade física e rotulagem informativa. Tem que ser um desafio geracional e uma política sustentável ao longo do tempo, assim como foi com o tabaco. O apoio das entidades médicas é essencial”, disse.

“Compartilhamos com ele o fato que isso é uma informação que tem que entrar na Atenção Primária. Programa de Família, é lá que a gente tem que começar a como tratar alguém para que não tenha excesso de peso na vida. Obesidade é uma doença crônica, não é transmissível, ela não tem cura, tem controle”, acrescentou o presidente da Abeso, Mário Carra.
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