PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador OBESIDADE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OBESIDADE. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de março de 2023

No Dia Mundial da Obesidade, campanha pede novo olhar sobre a doença

Problema deve ser considerado crônico e não só fruto de maus hábitos

POR AGÊNCIA BRASIL - Obesidade é o excesso de gordura corporal em quantidade que cause prejuízos à saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pessoa é considerada obesa quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é igual ou superior a 30 quilos por metro quadrado (kg/m²). A faixa de peso normal varia entre 18,5 kg/m² e 24,9 kg/m².

O Atlas Mundial da Obesidade 2022, publicado pela Federação Mundial de Obesidade, prevê que, em 2030, cerca de 30% dos brasileiros adultos e 15,7% das crianças e adolescentes deverão apresentar algum grau da doença. No mundo, o Atlas estima que 1 bilhão de pessoas estarão obesas naquele ano.

Para marcar o Dia Mundial da Obesidade, comemorado neste sábado (4), a campanha da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) tem como tema este ano Uma Nova Forma de Olhar. “O objetivo é chamar a atenção como uma doença crônica, multifatorial, recidivante, que tem aspectos múltiplos na sua gênese e não apenas como uma visão antiga de fruto de maus hábitos, disse o presidente da entidade, Paulo Miranda.

A campanha destaca a importância do olhar empático e da percepção que se deve ter da pessoa que vive com obesidade, as dificuldades que enfrenta, os aspectos orgânicos que envolvem o ganho e a perda de peso, além das múltiplas comorbidades. O objetivo da SBEM é alertar a sociedade para esses múltiplos aspectos e a necessidade de “perceber a obesidade de forma diferente, com olhar novo e mais empático, entendendo as histórias das pessoas que vivem com a doença”, disse o especialista.

Continue Lendo emhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-03/no-dia-mundial-da-obesidade-campanha-pede-novo-olhar-sobre-doenca

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Até 2030, milhões de pessoas desenvolverão doenças por falta de exercícios, prevê OMS

A prática de exercícios físicos é um fator importante para a perda de peso.

POR OLHAR DIGITAL - A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou por um relatório divulgado na quarta-feira (19) que até 2030 quase 500 milhões de pessoas desenvolverão diversas doenças por falta de atividade física. Conforme o documento, as principais condições serão problemas cardíacos, obesidade, diabetes e outras doenças não transmissíveis (DNTs).

Segundo informações do G1, a OMS acrescentou que, além do aumento de doenças e condições crônicas, os custos para o tratamento desses novos problemas de saúde chegarão a quase US$ 300 bilhões até 2030, cerca de US$ 27 bilhões anuais (aproximadamente R$ 142,5 bilhões na conversão atual). 

Continue Lendo emhttps://olhardigital.com.br/2022/10/20/medicina-e-saude/ate-2030-milhoes-de-pessoas-desenvolverao-doencas-por-falta-de-exercicios-preve-oms/

terça-feira, 19 de abril de 2022

Bebe pouca água? Há uma consequência que (muito provavelmente) desconhece

Por esta não esperava...

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Um estudo realizado pelo National Heart, Lung, and Blood Institute, nos Estados Unidos, revela que beber pouca água pode estar associado a um risco superior de insuficiência cardíaca, uma doença que surge quando a contração ou relaxamento do coração não são eficazes. Resultado? Não há sangue suficiente a ser bombeado para fora do coração.

Como explica o estudo, publicado no European Heart Journal, os investigadores analisaram os dados de 16 mil adultos, que vinham sendo acompanhados há 30 anos. Cerca de 11,5% dos indivíduos com quantidades consideradas normais de sódio no organismo, que não sofriam de diabetes, obesidade ou insuficiência cardíaca, acabariam por desenvolver a patologia.

Segundo os pesquisadores, o risco de insuficiência cardíaca aumenta em 39% quando o nível de sódio é superior a 143 mmol/L na meia-idade. Se a quantidade de sal for entre 142,5 e 143 mmol/L, há um aumento de 62% nas hipóteses de desenvolver hipertrofia ventricular esquerda, uma condição que reduz a capacidade do coração de bombear sangue e que pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca.

Recorde-se que a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar e a Direção-Geral da Saúde recomendam a ingestão de 2,5 litros de água por dia para homens adultos e dois litros para mulheres adultas.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1902577/bebe-pouca-agua-ha-uma-consequencia-que-muito-provavelmente-desconhece

sexta-feira, 4 de março de 2022

Dormir pouco pode gerar ganho de peso, diz especialista

Alerta é feito no Dia Mundial da Obesidade

POR AGÊNCIA BRASIL - A falta de noites bem dormidas pode gerar ganho de peso, aumento da vontade de comer e diminuição da sensação de saciedade. Segundo alerta do Instituto do Sono, por ocasião do Dia Mundial da Obesidade, celebrado hoje (4), os impactos negativos no organismo decorrentes da falta de sono ocorrem em pessoas de todas as idades, principalmente pela desregulamentação metabólica.

“Tem se comprovado nos últimos anos, cada vez mais, tanto em crianças ou adolescentes quanto em adultos, que dormir pouco tem suas consequências. E uma delas é o ganho de peso”, destaca a especialista em Medicina do Sono e pesquisadora do Instituto do Sono, Érika Treptow.

Leia Também: Campanha busca eliminar preconceitos em relação à obesidade

“Um dos motivos [para o ganho de peso] é que a gente desregula o organismo. Algumas substâncias começam a ser produzidas de maneira que não é o normal. Por exemplo, há uma substância chamada grelina, que está associada à vontade de comer, e ela aumenta bastante [com a falta de sono]. Apenas uma noite que a gente dorme pouco já é o suficiente para aumentar essa substância”, afirma.

CONTINUE LENDO EM MAIS INFORMAÇÕES...

sábado, 11 de dezembro de 2021

Obesidade e sobrepeso entre os idosos crescem de 2006 a 2019

A pesquisa utilizou dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel)

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Os índices de obesidade e sobrepeso entre os idosos brasileiros seguiram crescendo de 2006 a 2019, de acordo com estudo conduzido por Laura Cordeiro Rodrigues, no mestrado em Nutrição e Saúde, da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A pesquisa utilizou dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), coletados pelo Ministério da Saúde, e analisou informações de mais de 200 mil indivíduos com 60 anos ou mais, das 26 capitais e do Distrito Federal.

Conforme o estudo, a prevalência de sobrepeso aumentou de 53% para 61,4%, e a prevalência de obesidade, de 16,1% para 23% no público idoso. Com base nos dados de peso e altura, o estudo calculou o Índice de Massa Corporal (IMC).

Foram considerados sobrepeso o Índice de Massa Corporal (IMC) ≥ 25kg/m2 e de obesidade IMC ≥ 30kg/m2 foram estimados por ano para a população total e de acordo com sexo, idade, escolaridade e região.

A pesquisadora Laura Rodrigues afirmou à assessoria de imprensa da UFMG que, em todos os grupos socioeconômicos analisados, houve aumento nas taxas tanto de sobrepeso quanto de obesidade.

As maiores taxas foram observadas em homens (3,52% por ano), indivíduos com idade de 70 a 79 anos (2,71% por ano), com nove a 11 anos de escolaridade (2,92% por ano) e em residentes das regiões menos desenvolvidas do país (2,58% por ano).

Segundo informações da UFMG, a pesquisa recebeu recursos do Ministério da Saúde e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1867904/obesidade-e-sobrepeso-entre-os-idosos-crescem-de-2006-a-2019

terça-feira, 25 de maio de 2021

Gordofobia é barreira para imunização contra a Covid-19

No cenário da pandemia de Covid-19, em que a obesidade é um fator associado a quadros mais graves e a mortes, a gordofobia também impede o acesso à vacina, o que pode contribuir para uma letalidade ainda mais exacerbada nesse grupo

POR NOTÍCIAS AO MINUTOABRIEL ALVES (FOLHAPRESS) - Pessoas gordas enfrentam diariamente não só barreiras como preconceito, falta de equipamentos públicos e acessibilidade mas também o descaso e até desprezo de profissionais da saúde. No cenário da pandemia de Covid-19, em que a obesidade é um fator associado a quadros mais graves e a mortes, a gordofobia também impede o acesso à vacina, o que pode contribuir para uma letalidade ainda mais exacerbada nesse grupo.

No próximo dia 28, seguindo o calendário da Prefeitura do Rio, o plano da instrumentadora cirúrgica Mariana Costa, 26, é finalmente se imunizar contra o novo coronavírus. Ela está se isolando em casa desde março do ano passado, quando a situação começou a se complicar na cidade e em todo o Brasil.

Ela se encaixa no quadro de obesidade grave (mórbida), ou seja, tem IMC acima de 40 kg/m². Esse número é calculado ao se dividir o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros). Para ser imunizada, porém, Mariana teve que iniciar uma jornada em busca do reconhecimento de um médico sobre sua condição.

O problema é que na UBS, em uma consulta, indicaram que só um médico especialista poderia avaliá-la. Para acelerar o processo, procurou uma clínica popular. Mas o médico de lá também resistiu em atestar a presença de obesidade.

CONTINUE LENDO EM: https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/1807334/gordofobia-e-barreira-para-imunizacao-contra-a-covid-19

terça-feira, 6 de abril de 2021

Obesidade responde por quase 50% dos gastos federais com câncer no SUS

Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença

Por Agência Brasil - Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no tratamento da doença na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Feito em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o estudo é inédito e teve início no fim de 2019. O resultado foi publicado no dia 11 de março, na revista científica internacional Plos One.

Segundo o oncologista clínico do Inca Ronaldo Corrêa, coordenador da pesquisa, de modo geral, o câncer é uma doença multifatorial. Isso significa que existem diversos fatores de risco para a doença, entre os quais o consumo de tabaco, de álcool e de carne vermelha, o sedentarismo e o excesso de peso ou obesidade.

O estudo concluiu que são altos os gastos com cânceres vinculados ao excesso de peso, considerando o cálculo da fração atribuível. “A gente pega a prevalência do fator de risco na população, quer dizer, quantas pessoas têm excesso de peso na população brasileira em diferentes faixas etárias e por sexo e vê qual é a prevalência desse fator de risco. Quanto maior a prevalência, maior a chance que o fator de risco tem de estar causando o câncer”, disse Corrêa hoje (5), em entrevista à Agência Brasil.

Os pesquisadores consideram ainda outro fator epidemiológico, que é o risco relativo. Essa medida de associação indica qual é a chance de uma pessoa com obesidade vir a ter um câncer em comparação a uma que não tem excesso de peso. A partir das duas medidas – prevalência e risco relativo – tais valores são aplicados na população brasileira e chega-se à fração atribuída.

CONTINUE LENDO...

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Estudo confirma: Comer um abacate por dia reduz o colesterol

Para chegar a esta conclusão, a equipe de cientistas da Universidade Estatal da Pensilvânia, nos Estados Unidos, reuniu 45 adultos com idades entre os 21 e os 70 anos e com excesso de peso ou obesidade
@
Um novo estudo concluiu que comer um abacate por dia é benéfico para a saúde, uma vez que a fruta pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol 'mau'.

Para chegar a esta conclusão, a equipe de cientistas da Universidade Estatal da Pensilvânia, nos Estados Unidos, reuniu 45 adultos com idades entre os 21 e os 70 anos e com excesso de peso ou obesidade.

Durante a primeira semana de estudo, todos os participantes seguiram a dieta norte-americana típica, uma vez que os investigadores tinham como objetivo começar a investigação sobre uma base nutricional semelhante. 

Depois da primeira semana, cada adulto seguiu três dietas sucessivas durante cinco semanas e em uma ordem aleatória: uma com uma com baixo teor de gordura e sem abacate, outra moderada em gordura e sem abacate e, finalmente, uma dieta moderada em gordura que envolvia também o consumo diário desta fruta.

Os resultados revelaram que comer um abacate por dia estava associado a níveis mais baixos dos dois tipos de colesterol 'mau': a lipoproteína oxidada de baixa densidade (LDL) e as partículas pequenas e densas de LDL.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

11 de Outubro: Dia Mundial da Obesidade

.
Hoje (11/10) é comemorado o Dia Mundial da Obesidade e Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Uma boa alimentação é sinônimo de vida saudável e auxilia na prevenção do surgimento de doenças crônicas e melhor qualidade de vida. A obesidade é um dos fatores de risco para a saúde, sendo importante fator de risco para condições crônicas, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, distúrbios músculo-esqueléticos (osteoartrite) e alguns tipos de câncer).
É necessário ter bons hábitos e se conscientizar sobre os riscos de doenças relacionadas à má alimentação – consumo de alimentos ultraprocessados, como por exemplo, presuntos, salsichas, linguiças, mortadelas, refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados e macarrão instantâneo, e baixo consumo de alimentos in natura e minimamente processados.

É possível identificar o excesso de peso baseando-se no índice de massa corporal (IMC). Mas você sabe o que é IMC? O Índice de Massa Corporal, conhecido pela sigla IMC, é um cálculo simples que permite avaliar o estado nutricional de indivíduos. Muitas pessoas buscam descobrir seu IMC e as evidências mostram que o auto monitoramento do peso é uma das estratégias para prevenção do excesso de peso e obesidade. O IMC, além de classificar o indivíduo com relação ao peso, também é um indicador de riscos para a saúde e tem relação com várias complicações metabólicas. O IMC é estimado pela relação entre o peso e a altura do indivíduo, expresso em kg/m2 e Para fazer o cálculo, basta dividir o peso pela altura ao quadrado. É importante ter as medidas exatas antes do cálculo. Não vale “chutar” ou arriscar um palpite.

De modo geral, o IMC pode classificar um indivíduo em: desnutrido (baixo peso); eutrófico (peso adequado); sobrepeso (peso acima do adequado) e obeso. Essa classificação tem diferentes pontos de corte que variam de acordo com a idade e sexo (menores de 19 anos de idade); de acordo com a idade gestacional (em mulheres grávidas) e entre idosos.

Para a classificação do estado nutricional, são adotados os seguintes pontos de corte, segundo o valor do Índice de Massa Corporal do adulto:
Menor que 18,5 - Baixo peso
18,5 a menor que 25 – Eutrófico ou peso adequado
25 a menor que 30 - Sobrepeso
30 a menor que 35 - Obesidade Grau I
35 a menor que 40 - Obesidade Grau II
Maior que 40 - Obesidade Grau III
Luíza Tiné, para Blog da Saúde

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Saúde discute ações para combater a obesidade no Brasil

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
 - 
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Saúde pretende atacar o problema da crescente obesidade no Brasil, principalmente a obesidade infantil, com muita informação sobre a alimentação saudável, mais atividade física dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) e incentivo à rotulagem informativa, disse o ministro Henrique Mandetta.

O ministro tratou do assunto com representantes do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), durante reunião em Brasília, nessa quinta-feira (5).

A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018, divulgada no fim de julho pelo do Ministério da Saúde, registrou crescimento considerável de excesso de peso entre a população brasileira.

Segundo o levantamento, no Brasil, mais da metade da população, 55,7% tem excesso de peso. Um aumento de 30,8% quando comparado com percentual de 42,6% no ano de 2006. O aumento da prevalência foi maior entre as faixas etárias de 18 a 24 anos, com 55,7%. Quando verificado o sexo, os homens apresentam crescimento de 21,7% e as mulheres 40%.

Mandetta ressaltou que o combate à obesidade é uma aposta do Ministério da Saúde e considera essencial o apoio das sociedades médicas. “Nós vamos atacar a obesidade com muita informação sobre alimentação saudável, atividade física e rotulagem informativa. Tem que ser um desafio geracional e uma política sustentável ao longo do tempo, assim como foi com o tabaco. O apoio das entidades médicas é essencial”, disse.

“Compartilhamos com ele o fato que isso é uma informação que tem que entrar na Atenção Primária. Programa de Família, é lá que a gente tem que começar a como tratar alguém para que não tenha excesso de peso na vida. Obesidade é uma doença crônica, não é transmissível, ela não tem cura, tem controle”, acrescentou o presidente da Abeso, Mário Carra.
LEIA MAIS EM...

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Consumo excessivo de batatas fritas pode provocar cegueira?

Um adolescente britânico de 17 anos foi diagnosticado com neuropatia ótica, provocada também por alimentação concentrada em batatas fritas
.
Médicos e nutricionistas estão constantemente alertando para os perigos do consumo excessivo de ‘fast food’ devido aos riscos de saúde relacionados à obesidade, colesterol e doenças cardiovasculares.

Agora, um novo caso mostra que os perigos de uma alimentação com baixos níveis nutricionais são ainda mais preocupantes: um jovem britânico de 17 anos ficou cego depois de passar quase 10 anos sem ingerir frutas e vegetais.

As refeições do rapaz tinham como base batata frita de pacote, batata frita convencional e pão branco – às vezes, ainda ingeria fatias de presunto ou salsicha.

De acordo com a equipa de médicos do Bristol Eye Hospital, no Reino Unido, que atendeu o caso do jovem, a alimentação inadequada o levou a desenvolver neuropatia ótica nutricional, condição geralmente provocada pela falta de vitamina B12. A deficiência nutricional já havia sido detectada quando o rapaz tinha 14 anos e foi levado ao médico pela primeira vez devido às constantes reclamações de cansaço. Os exames indicaram anemia com baixos níveis da vitamina. Perante os resultados, o médico prescreveu injeções de vitamina B12 e aconselhou o adolescente a melhorar a dieta. 

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Obesidade no país aumentou entre 2006 e 2018, diz pesquisa

A taxa passou de 11,8% para 19,8%.
Foto: Conselho Federal de Nutricionistas/
Direitos Reservados
Enquanto parte dos brasileiros incorporou mais frutas e hortaliças à dieta e tem se exercitado mais, outra parcela da população está ficando mais obesa.

De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Ministério da Saúde, a taxa de obesidade no país passou de 11,8% para 19,8%, entre 2006 e 2018.

Foram ouvidas, por telefone, 52.395 pessoas maiores de 18 anos de idade, entre fevereiro e dezembro de 2018. A amostragem abrange as 26 capitais do país, mais o Distrito Federal.

Para o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, apesar de ter havido melhora no cardápio, o brasileiro ainda compra muitos itens calóricos e sem tanto valor nutricional. “Temos ainda um aumento maior de obesidade porque ainda há consumo muito elevado de alimentos ultraprocessados, com alto teor de gordura e açúcar.” Segundo ele, o excesso de peso é observado sobretudo entre pessoas de 55 e 64 anos e com menos escolaridade.

O estudo mostra que, no período, houve alta do índice de obesidade em duas faixas etárias: pessoas com idade que variam de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos. Nesses grupos, o indicador subiu, respectivamente, 84,2% e 81,1% ante 67,8% de aumento na população em geral.

A capital com o menor índice de obesidade foi São Luís, com 15,7%. Na outra ponta, está Manaus, com 23% de prevalência.

O ministério destacou que, no ano passado, ocorreu uma inversão quanto ao recorte de gênero. Diferentemente do padrão verificado até então, identificou-se um nível maior de obesidade entre as mulheres. A percentagem foi de 20,7% contra 18,7% dos homens.

Além de conferir a prevalência de obesidade, a Vigitel reúne dados sobre o excesso de peso. Segundo a Agência Brasil, os pesquisadores concluíram que mais da metade da população brasileira (55,7%) se encontra nessa condição, índice que resultou de um crescimento de 30,8%, acumulado ao longo dos 13 anos de análise. Em 2006, a proporção de brasileiros com excesso de peso era de 42,6%.

Nesse quesito, o grupo populacional com predominância é o de pessoas mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos. As mulheres apresentaram um crescimento mais significativo do que os homens. O delas aumentou 40%, ao passo que o deles subiu 21,7%.

domingo, 28 de abril de 2019

O sal que a gente não vê e os perigos do exagero na alimentação

Sal
A obesidade e o sobrepeso têm aumentando por toda a América Latina e Caribe, como aponta um relatório produzido apresentado neste ano pela Organização Pan-Americana da Saúde em conjunto com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Mais de 360 milhões de pessoas estão com sobrepeso, o que corresponde a aproximadamente 58% da população latino-americana e caribenha.

As mulheres são as mais afetadas, sendo que em mais de 20 países a taxa de obesidade feminina é 10% maior que a dos homens. Além disso, o relatório aponta uma tendência de aumento de sobrepeso e obesidade também nas crianças.

No Brasil, dados do Ministério da Saúde revelam que mais de 17% dos adolescentes de 12 a 17 anos estão com sobrepeso. E esse problema se deve em grande parte à má alimentação desses jovens, uma vez que essa mesma pesquisa aponta que entre os 20 alimentos de maior consumo pelos adolescentes brasileiros, os refrigerantes estão entre os seis primeiros, passando à frente das hortaliças e frutas.

O Ministério da Saúde tem um estudo que apresenta o consumo médio do brasileiro em relação ao sal, que gira em torno de 12 gramas por dia. Esse valor é considerado muito alto pela Organização Mundial da Saúde, que recomenda apenas 5 gramas diárias.

Esse consumo em excesso está ligado diretamente ao aumento de doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, juntas com as doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer respondem por 72% das mortes no país.

Para tentar controlar essas doenças e impedir o avanço da obesidade no Brasil, o Ministério da Saúde tem trabalhado em ações e iniciativas que ajudem a melhorar a forma como os brasileiros se alimentam. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, “cada vez mais a alimentação saudável fará parte dos objetivos prioritários do Ministério da Saúde. Estamos fazendo parcerias com a indústria alimentícia para reduzir o sal, o açúcar e sódio dos alimentos, porque as pessoas sabem que precisam cuidar da saúde e nosso papel é ajudar elas nesse cuidado” afirmou.

“As pessoas precisam consumir mais alimentos naturais, aqueles que chamamos ‘in natura’, ou seja, aqueles que vêm diretamente da natureza sem receber processos e tratamentos químicos. Isso significa comer mais arroz, feijão, frutas, verduras, legumes, leite e carnes. Também é importante evitar alimentos que vem embalado em sacos e caixas com muitos conservantes”, explica a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.
LEIA MAIS EM...

quinta-feira, 7 de março de 2019

Dicas para quem quer emagrecer de forma saudável e manter o bem-estar em 2019 em grupos de WhatsApp

.
 Dicas para quem quer emagrecer de forma saudável e manter o bem-estar em 2019 em grupos de WhatsApp. Mudar costumes e perder peso pode ser um enorme desafio. Para que clien­tes possam chegar a esse objetivo, em­presas lançaram projetos de emagreci­mento com acompanhamento online, que prometem transformar a mente e alterar hábitos alimentares nocivos.

Um desses programas é o Afine-se, que consiste, primeiramente, em uma consulta presencial com um coach de emagrecimento. Mas o projeto reúne várias frentes: um cardápio montado por nutricionistas, exercícios para se­rem feitos em casa, apoio emocional, cuidados estéticos e suplementos vita­mínicos.

O diferencial é que a equipe acompanha o dia a dia da pessoa por meio de grupos de WhatsApp formados por até 15 pessoas. O objetivo é incenti­var e orientar esses pacientes.

"A proposta do projeto é rever hábitos e mantê-los por 120 dias, porque, se a pessoa mantiver o planejado nesse pe­ríodo, conseguirá transformar a vida e se adequará ao novo estilo de vida", ga­rante Mariane de Chiara, uma das fun­dadoras do Afine-se.

Segundo ela, os participantes devem postar, no grupo, fotos de seus cafés da manhã, almoços e jantares, além de se­guir os conselhos dos nutricionistas.

A consultora de recursos humanos Lilian Bazotti, 37, aderiu ao méto­do em agosto do ano passado e já per­deu 27 quilos. "No primeiro mês, eu já tinha perdido nove quilos", conta Lilian. "Meu marido viu o resultado e resolveu aderir também. Ele já perdeu 26 quilos."

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Cardiologista recomenda esta dieta para eliminar até 10 quilos por semana. Saiba como:

.
Obesidade é um tema que deve ser levado a sério, não se trata somente de uma questão estética, é um problema de saúde para a grande maioria, por isso está se tornando um problema de saúde pública.
Fazer da balança sua aliada, é o desejo de muitas pessoas, principalmente das mulheres, que experimentam dietas, muitas delas radicais, para perder o peso a mais que adquiriu. Essa talvez seja uma decisão arriscada, fazer dietas mirabolantes sem nenhum acompanhamento profissional ou orientação sérias que possa realmente apresentar resultados.
A prioridade para todos deve ser a atenção com a saúde, isso mesmo, criar novos hábitos alimentares é um deles, seguido de atividade física. O que não quer dizer, que para isso tenha que abrir mão de tudo o que gosta de comer, porém é importante ter moderação com os alimentos ricos em gordura, inserir mais frutas, legumes, sucos e refrescos no lugar do refrigerante, dentre outras opções que não são muito difíceis e o principal, comendo com prazer. O mesmo se aplica a atividade física, não precisa ser radical se não gostar de exercícios, mas pode fazer caminhada, sua saúde agradece.
Conheça a dieta recomendada pelo cardiologista para ajudar a perder até 10 Kg por semana.

sábado, 3 de novembro de 2018

12 sinais de câncer de próstata em estágio avançado

Detecção precoce aumenta as chances de cura do câncer de próstata em até 90%.
Crédito: Dr_Microbe/istock
Câncer de próstata: homens precisam fazer
 exames periodicamente a partir dos 50 anos
O câncer de próstata é o segundo tumor maligno que mais faz vítimas entre os homens, só perdendo para o câncer de pulmão. Isso se dá muito em decorrência do diagnóstico tardio.

A estimativa é que em 2018, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer, sejam diagnosticados 68 mil novos casos de câncer de próstata no Brasil, sendo estimadas mais de 13 mil mortes por ano.

Apesar da alta incidência e da elevada mortalidade associada, a detecção precoce aumenta as chances de cura e controle da doença em até 90%. Daí a importância do rastreamento periódico para todo homem a partir dos 50 anos, já que a doença costuma ser silenciosa no estágio inicial.

Como ocorre em outros tipos de câncer, os mecanismos que determinam a multiplicação desordenada das células da próstata não são completamente conhecidos, embora se saiba que há o envolvimento genético e questiona-se a participação dos hormônios masculinos para o crescimento do tumor. De qualquer forma, o avanço da idade está comprovadamente associado ao aumento da probabilidade de desenvolver câncer de próstata, assim como o histórico familiar, um dos principais fatores.

Quem possui parentes diretos que tiveram essa doença, como pai e irmãos, apresenta um risco de adquiri-la de três a dez vezes maior do que o restante da população masculina.

O Dr. Leonardo Otero Pertusier, urologista sênior e coordenador da Urologia do Check-up do Fleury Medicina e Saúde, afirma que o câncer de próstata possui chances de cura de até 90% quando diagnosticado precocemente. Dessa forma, conhecer os fatores de risco é fundamental para a prevenção, sendo eles a hereditariedade, a idade (a incidência aumenta exponencialmente após os 50 anos), a má alimentação, a obesidade e hábitos não saudáveis, como o consumo excessivo de álcool e o tabagismo.

LEIA MAIS EM...

sábado, 29 de setembro de 2018

Existe um açúcar que combate a obesidade

(foto: Pixabay)

Estudo descobre os efeitos benéficos da manose
Um estudo recente realizado na Califórnia, Estados Unidos, aponta que um tipo de açúcar ainda pouco conhecido pode ser um poderoso aliado no combate à obesidade. A manose, como é chamada a substância, seria capaz de afetar as bactérias do intestino e, consequentemente, estimular a perda de peso, segundo pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisas Médicas Sanford Burnham Prebys, localizado na cidade de San Diego. A informação foi divulgada pelo site americano de notícias científicas Medical News Today.

A manose, atualmente, é utilizada apenas em tratamentos de algumas infecções bacterianas e de uma doença chamada desordem congênita de glicosilação. o uso não-controlado da substância pode causar complicações de saúde e, até mesmo, levar à morte.

Para testar os efeitos desse tipo de açúcar em relação à obesidade, os cientistas americanos realizaram testes em cobaias. Camundongos foram separados em dois grupos: com dieta rica em gordura e com acréscimo da manose; e alimentação gordurosa, porém, sem esse açúcar. Além disso, os animais tiveram monitoradas a flora intestinal e os indicadores de peso corporal e gordura no fígado.

De acordo com o Medical News Today, os pesquisadores observaram que os camundongos alimentados com a dieta rica em gordura, porém, com a inclusão de manose, acabaram absorvendo menos calorias e tiveram a saúde, o peso corporal e a flora intestinal em melhor estado do que os ingeririam os mesmos alimentos, com exceção do açúcar. Os resultados foram publicados no periódico científico Cell Reports.
LEIA MAIS EM

domingo, 26 de agosto de 2018

Obesidade infantil: a culpa é de quem?

A obesidade é um tema cercado de polêmicas
© Reuters
O estigma do 'gordinho preguiçoso' infelizmente ainda faz parte do senso comum. Para uma parcela da população, o obeso deveria ser mais 'disciplinado', fazer exercícios físicos e 'entrar na linha'. No universo infantil, tantas críticas podem atrapalhar o desenvolvimento físico e psíquico das crianças.

No Brasil, 33% dos pequeninos estão acima do peso, segundo o Ministério da Saúde. "Uma criança que está obesa tem maior chance de se tornar um adulto obeso, então, é um problema de saúde pública", enfatiza a endocrinologista Lívia Marcela, mestre em Endocrinologia pela Unifesp. Ela relata que, nos últimos anos, observou uma mudança no diagnóstico das crianças que chegam ao consultório com suspeita de diabetes. De acordo com a médica, atualmente os casos que aparecem são do tipo 2 da doença. A médica observa que parte significativa da culpa é do comportamento inadequado dos pais: "Já vi casos extremos de alguns pais darem refrigerante até na mamadeira para a criança".

Jean Piaget, psicólogo que revolucionou o modo de encarar a educação, revela que as crianças constroem o próprio aprendizado. Além disso, começam a interagir por meio de ações cognitivas concretas, ou seja, a construir estruturas lógicas sobre os objetos ao redor, inclusive com os alimentos. É aí que o comportamento dos pais ganha destaque já na introdução alimentar dos bebês: "Não dá para o pai comer uma coxinha e oferecer uma maçã para a criança", destaca a nutricionista Luna Azevedo, da Clínica Nutrindo Ideais. A endocrinologista concorda e relata que é muito comum os pais tentarem compensar um dia inteiro de trabalho, longe dos filhos, com comidas prontas, como fast food ou pizza, por exemplo. A facilidade de acesso à produtos ultraprocessados, como bolachas e bolos prontos, também é um problema, segundo a especialista da Unifesp: "Quanto mais você desembalar, menos saudável você está sendo".

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de crianças e adolescentes de cinco a 19 anos com sobrepeso chega a 124 milhões em todo o mundo. Um estudo realizado pela Universidade do Colorado, em Denver, revela que pratos ilustrados com fotos das verduras e legumes ao fundo podem atrair as crianças. Os pesquisadores fizeram um teste em 235 creches e, na hora do almoço, ofereciam para metade das crianças um prato segmentado com fotos de frutas e legumes nos compartimentos. Os pequeninos deveriam colocar os alimentos conforme a indicação dos desenhos. A outra metade das crianças recebia pratos sem ilustração ao fundo. Aqueles que comeram em pratos com ilustração ingeriram 36% a mais de vegetais.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Para especialista, obesidade é um problema psicológico

Muitas pessoas acabam viciadas nos alimentos industrializados
POR REVISTA ENCONTRO - Segundo dados do Ministério da Saúde, 18,9% da população brasileira acima de 18 anos é considerada obesa – com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. Com um número cada vez maior de produtos ricos em gordura, açúcar e sódio nas gôndolas dos supermercados, acaba sendo difícil para as pessoas controlarem a compulsão alimentar.

"É preciso diminuir a vergonha, enfrentar a desesperança de não conseguir parar de comer e procurar ajuda. Procurar ajuda pode ser difícil, mas o tratamento é eficaz, pois é fundamental desenvolver uma relação mais saudável com a comida e o peso, lembrar que o tratamento demora em fazer efeito e não se desesperar, pois a vida é uma maratona e não uma corrida de 100 m", comenta o psiquiatra Roberto Ratzke, da Unimed de Curitiba (PR).

O especialista explica que esses alimentos criados para serem atraentes são responsáveis por "viciar" os consumidores, dificultando ainda mais a manutenção das dietas e da caapcidade de resistir às "tentações". "Os alimentos podem viciar e uns mais que outros. Doces e gorduras dão um prazer imediato, uma sensação de bem estar, assim como álcool e drogas.  A explicação para esse fenômeno é química: a gordura é composta por grandes moléculas de ácidos graxos, agentes que revelam o sabor. A relação entre o consumo de açúcar e o comportamento tem explicações biológicas. A glicose estimula a produção de serotonina e endorfina, neurotransmissores que regulam as sensações de bem-estar e prazer", explica o psiquiatra. 

Portanto, a gordura e a glicose, conforme o especialista, acabam sendo uma "solução imediata" para problemas emocionais, especialmente transtorno de ansiedade e depressão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o transtorno da compulsão alimentar, que leva ao consumo exagerado de alimentos (mesmo seme star com fome), atinge cerca de 2,6% da população. O Brasil tem uma das taxas mais altas do mundo, com 4,7%.


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

11 de Outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade

..

VÍDEO SISTEMA JANGADEIRO: gente - PREVENÇÃO OBESIDADE 11 10 17 DANIEL


Tornou-se oficial. Segundo consta na Lei nº 11.721, assinada em junho de 2008, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade. 

Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.

No Brasil, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. “O excesso de peso acomete 40% da população brasileira, aumentando o risco de doenças como pressão alta, diabetes, colesterol alterado entre outras”, afirma o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Dr. Márcio Mancini, responsável pelo Departamento de Obesidade da SBEM.

A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias. Hoje, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%.

Obesidade

A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Dentre os fatores que causam a obesidade estão os nutricionais, fisiológicos, genéticos, psiquiátricos e psicológicos, comportamentais e ambientais.

Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do Índice de Massa Corporal (IMC). Consideram-se obesas as pessoas com IMC superior a 30. Já as que têm IMC entre 25 e 29,9 são e portadoras de sobrepeso.
 Leia mais:
FONTE:
https://www.endocrino.org.br/11-de-outubro-e-dia-nacional-de-prevencao-da-obesidade/

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK