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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Arautos do Evangelho: CARTA ABERTA À REDE GLOBO DE TELEVISÃO


FONTE DO VÍDEO:
As Irmãs dos Arautos do Evangelho, em carta aberta à Rede Globo, respondem às acusações e evidenciam a perseguição religiosa que estão sofrendo. Assista e compartilhe com seus amigos nas Redes Sociais.
#redeglobomente #fantasticoarautos #cartaabertaglobo
https://youtu.be/KKUlXsTYZXI
Carta aberta à Rede Globo de Televisão, especialmente ao programa Fantástico, relatando os acontecimentos que ocorreram durante a entrevista do jornalista Walace Lara, em uma entrevista na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Caieiras. #redeglobomente #fantasticoarautos #cartaabertaglobo

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Mãe do cantor Wesley Safadão tem candidatura cassada no Ceará

Maria Valmira Silva de Oliveira, a Dona Bill, é candidata à vice-prefeita.
Juíza afirma que foi identificado abuso de poder econômico e político.

Nas redes sociais, mãe de Wesley Safadão se diz vítima de 'golpe baixo' (Foto: Facebook/Reprodução)
Nas redes sociais, mãe de Wesley Safadão se diz vítima de 'golpe baixo' (Foto: Facebook/Reprodução)
POR G1

O Tribunal Regional Eleitoral cassou nesta quarta-feira (28) a candidatura da mãe do cantor Wesley Safadão, Maria Valmira Silva de Oliveira, conhecida como Dona Bill, candidata à vice-prefeitura de Aracoiaba, no interior do Ceará. A decisão cassa também a candidatura do titular, Antônio Cláudio (PSDB).
Na decisão, a juíza Cynthia Nóbrega Pereira F. Thomáz, da 67ª zona eleitoral, determinou que foi abuso de poder econômico e político a compra de ambulâncias para a cidade, anunciada como doação pessoal feita por Dona Bill.
O candidato Antônio Cláudio, por meio de nota, afirmou que a candidatura está mantida e que já divulgou a agenda de campanha para os próximos dias, mas não informou se irá recorrer da decisão.
Em nota divulgada nas redes sociais, Dona Bill diz que é vítima de "golpes baixos". "Estamos sendo vítimas de vários tipos de golpes baixos, rasteiras e mentiras, com a intenção de desestruturar as nossas ações de campanha. Ações essas que visam o bem de todos os aracoiabenses."
"Será possível que trabalhar pelo nosso povo, melhorar os atendimentos de saúde no nosso sertão merece ser condenado e apeado da vitória?", questiona a mãe do cantor, em rede social.
Inegibilidade por oito anos

A decisão da juíza determina a inegibilidade dos candidatos Maria Valmira Silva de Oliveira e Antônio Cláudio nas eleições 2016 e nos oito anos seguintes. A juíza também enviou os autos ao Ministério Público Eleitoral, para instauração processo disciplinar "e, se for o caso, de ação penal, juntamente com quaisquer outras providências que a espécie comportar".
Dona Bill, que teve a candidatura cassada, e o filho, Wesley Safadão, durante campanha em Aracoiaba, no Ceará (Foto: Facebook/Reprodução)Dona Bill, que teve a candidatura cassada, e o filho, Wesley Safadão, durante campanha em Aracoiaba, no Ceará (Foto: Facebook/Reprodução)


terça-feira, 16 de agosto de 2016

"A democracia há de vencer", declara Dilma ao anunciar carta aberta

Dilma disse que, caso o impeachment seja consumado "sem crime de responsabilidade", o Brasil estará sofrendo um "inequívoco golpe seguido de eleição indireta"

© Reuters
A presidente afastada, Dilma Rousseff, pediu nesta terça-feira (16) a senadores que "não façam a injustiça" de condená-la por um crime que "não cometeu", se disse mais uma vez vítima de um "inequívoco golpe" e defendeu a realização de um plebiscito para novas eleições e reforma política.

Na carta aos senadores e ao povo brasileiro lida em um pronunciamento no Palácio da Alvorada, Dilma disse que, caso o impeachment seja consumado "sem crime de responsabilidade", o Brasil estará sofrendo um "inequívoco golpe seguido de eleição indireta".
"O colégio eleitoral de 110 milhões de eleitores seria substituído, sem a devida sustentação constitucional, por um colégio eleitoral de 81 senadores. Seria um inequívoco golpe seguido de eleição indireta", afirmou a petista.
No documento, Dilma defendeu ainda a realização de um plebiscito para a realização de novas eleições e reforma política, com medidas como a fragmentação de partidos, moralização do financiamento das campanhas e mais poder aos eleitores. A questão da reforma política foi uma exigência dos movimentos sociais, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
"Estou convencida da necessidade e darei meu apoio irrestrito à convocação de um plebiscito para consultar a população sobre a realização de eleições e reforma política e eleitoral", afirmou.
Dilma disse ainda que, no período em que esteve afastada do Palácio do Planalto, ouviu "críticas duras" a seu governo, que "erros foram cometidos" e "medidas não foram tomadas". De maneira genérica, afirmou que "acolhe" essas críticas "com humildade e determinação".
De acordo com senadores aliados, Dilma divulgou a carta aos parlamentares na tarde desta terça, enquanto fazia a leitura a jornalistas, o que irritou especialmente os petistas.
A presidente afastada não convidou nenhum dos senadores para estar ao lado dela durante a leitura do documento e estava acompanhada de cinco ex-ministros do PT: Jaques Wagner (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Educação), Miguel Rossetto (Trabalho), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e Eleonora Menicucci (Mulheres).
Dilma se disse "inocente" e afirmou que "jamais" encontrarão em sua trajetória "registro de desonestidade, covardia ou traição". Nesse momento, aproveitou para fazer uma crítica velada ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e afirmou que não tem "conta na Suíça".
'SEM TIMING'
Há semanas aliados reclamam que Dilma "perdeu o timing" da divulgação da carta e que, agora, o documento não terá mais valor em troca de votos no julgamento final do impeachment, marcado para começar em 25 de agosto.
A presidente afastada fez diversas versões do documento que, inicialmente, tinha cinco páginas. Na quarta-feira (10), em almoço com senadores no Alvorada, pediu mais seis dias para finalizar o texto, que contaria, segundo ela, com novos ajustes.
Dilma queria retirar principalmente sugestões do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que opinou sobre o documento mas acabou fazendo discurso a favor do impeachment na sessão no Senado que tornou a petista ré.
A defesa do plebiscito para novas eleições contraria a opinião do presidente nacional do PT, Rui Falcão, que já se declarou publicamente contra a consulta popular. Com informações da Folhapress.

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