Acidente aconteceu há dez ano, no meio da floresta amazônica
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| © Ho New / Reuters |
O acordo foi fechado após diversas reuniões entre a empresa, representantes da comunidade indígena, o Ministério Público Federal do Mato Grosso (estado onde ocorreu a queda) e a Funai (Fundação Nacional do Índio).
Segundo a alegação da comunidade indígena, a permanência dos destroços do voo que matou 154 pessoas em 2006, inviabiliza o uso de uma grande porção de terra dentro de uma reserva indígena.
De acordo com as crenças do povo caiapó, as mortes ocorridas naquele local não permitem o uso da terra para caça, pesca e habitação.
Desde o início das negociações, a comunidade indígena pediu a indenização no valor de R$ 4 milhões. Segundo o Ministério Público Federal, a Gol decidiu pagar todo o valor.
Representantes caiapós deverão prestar contas da utilização dos recursos em benefício de toda a comunidade indígena do local afetado.
A Gol não comenta a negociação.
O ACIDENTE
