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segunda-feira, 17 de abril de 2017

6 passos para escolher a carne certa no mercado

© iStock

Confira truques rápidos para acertar na escolha da carne e levar para casa um alimento fresco e com garantia de origem

A carne bovina é um item sempre presente na lista de compras e na mesa dos brasileiros. Apesar disso, muitos ainda têm dúvidas na hora de escolher a carne no supermercado ou açougue. Como escolher a peça mais fresca? A carne vermelhinha é a melhor? Como saber se a carne foi aprovada pelo Ministério da Agricultura?

Para acabar com qualquer dúvida, o chef e pesquisador Guga Rocha, embaixador da Academia da Carne Friboi, ensina alguns truques rápidos para acertar na escolha da carne e levar para casa um alimento fresco e com garantia de origem.
6 passos para identificar o produto adequado para o consumo:
1. Etiqueta interna
O primeiro passo para escolher uma carne de qualidade é checar as informações da etiqueta interna do produto. Nessa etiqueta você encontra as datas de produção e validade, a temperatura em que o produto deve ser mantido (resfriado ou congelado), endereço da fábrica em que foi produzido e o selo do SIF (serviço de inspeção federal).
2. Selo SIF
O Selo SIF – Serviço de Inspeção Federal – assegura que o produto foi inspecionado pelos fiscais e agentes do Ministério da Agricultura e está apto para consumo. Por isso é sempre imprescindível que a carne tenha essa identificação na etiqueta interna. Caso o produto tenha sido manipulado pelo açougueiro, peça para que ele mostre a etiqueta do produto que foi porcionado ou manipulado.
3. Embalagem a vácuo
Dê preferência aos cortes embalados a vácuo. Assim você tem a certeza de que o produto traz a garantia, a segurança e a qualidade do fabricante. Além disso, a embalagem a vácuo ainda ajuda a manter o frescor da carne, já que todo o ar é retirado logo após a produção, evitando assim a oxidação da peça. Ao abrir a embalagem, as carnes normalmente apresentam um odor mais forte, que se dá pela ausência de oxigênio na embalagem, mas isso não significa que a carne está estragada! Em poucos minutos, o cheiro desaparece e a coloração volta ao normal.
4. Carnes resfriadas
Dê preferência às carnes resfriadas, comercializadas in natura. Essas peças não têm a adição de qualquer produto químico ou conservante.
5. Coloração da carne
A cor da carne é um item importante para definir se o produto está bom para consumo, mas não é o único. Uma cor vermelhinha não deve ser o único fato observado na hora da compra, até porque os cortes embalados a vácuo ficam um pouco mais escuros pela falta de ar da embalagem, mas, assim que abertos, retomam a cor normal. Para escolher a carne ideal, associe essas informações com os dados de data de produção, data de validade e aspecto sensorial como o odor.
6. Temperatura da gôndola
Os supermercados e açougues são imprescindíveis para o processo de qualidade da carne para o consumidor. A fim de garantir um alimento adequado para consumo, é importante e necessário que a temperatura da gôndola esteja adequada. Para saber se a carne está armazenada de forma correta, basta verificar a temperatura indicada pelo fabricante na etiqueta interna e a do termostato da gôndola.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Aneel define redução do preço máximo da energia no mercado de curto prazo

RESULTADO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA

Aneel define redução do preço máximo da energia no mercado de curto prazo

Agência Brasil | 08h39 | 25.11.2014

Agência analisa nesta terça-feira (25) o resultado da audiência pública sobre os novos limites para o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD)


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) analisa nesta terça-feira (25) o resultado da audiência pública sobre os novos limites para o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) de energia elétrica, que é usado no mercado de curto prazo. Os valores propostos são R$ 388,04por megawatt-hora (MWh) para o PLD máximo, e R$ 30,26/MWh para o mínimo, a partir de janeiro do ano que vem.
 
Em 2014, o PLD máximo foi fixado em R$ 822,83/MWh. O PLD é o preço que as distribuidoras pagam pela energia que têm que comprar fora dos contratos, que têm preços fixos. Neste ano, o PLD ficou mais caro por causa da falta de chuva, que fez com que o nível dos reservatórios das hidrelétricas ficassem muito baixos. Por isso, as distribuidoras que tiveram que comprar energia no mercado livre acabaram precisando de ajuda financeira do governo.
 
Os limites mínimo e máximo do PLD são calculados anualmente pela Aneel levando em conta os custos variáveis das usinas termelétricas e os custos operacionais das hidrelétricas. Segundo a agência, no período de 2003 a 2013, o limite máximo do PLD foi atingido em somente duas semanas operativas, em janeiro de 2008. Em 2014, no entanto, o limite foi alcançado em praticamente todas as semanas operativas de fevereiro a maio, caiu em junho e vem subindo desde então, ficando próximo do máximo em setembro.

FONTE: DN

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Prestes a "morrer", Windows XP ganha participação de mercado

O Windows XP já tem data marcada para "morrer"
03/02/2014 - 15:45
Tela do Windows XP
Tela do Windows XP
Foto: Reprodução
O Windows XP já tem data marcada para "morrer". Isso deve acontecer em 8 de abril, quando a Microsoft deixará de oferecer suporte ao sistema operacional. Isso não significa que as pessoas estão deixando de usá-lo, como mostra a pesquisa do mês de janeiro da Net Applications. Pelo contrário: está crescendo.
ganho não é muito grande, é verdade, mas é curioso perceber como o software continua popular mesmo sendo lançado há 13 anos. Em dezembro, a participação de mercado do XP era de 28,98% e deu um leve salto para 29,23% em janeiro.
Contudo, nem tudo são notícias ruins para a Microsoft, que obviamente prefere que as pessoas utilizem seus produtos mais novos. O Windows 8.1 também ganhou participação no mês passado e superou o Vista. A nova versão do sistema saltou de 3,6% em dezembro para 3,95% em janeiro (se tornando o 4º sistema mais usado no mundo), enquanto o Vista caiu de 3,61% para 3,3%.
Já o Windows 8, que deve cair em desuso em breve já que a versão 8.1 é mais atualizada e o update é gratuito, teve sua participação reduzida. Houve uma queda de 6,89% para 6,63%.
A soma da dupla Windows 8 e 8.1 se manteve praticamente estável em relação ao mês anterior, aumentando de 10,49% para 10,58%. Ainda ficam muito atrás do Windows 7 que tem 47,49% do mercado, uma leve queda em relação ao mês passado, quando marcava 47,52%.
O ritmo de adoção do Windows 8/8.1 também é muito mais lento do que o do Windows 7, lançado em 2009. Um mês após o lançamento o W7 já tinha 17% do mercado.
FONTE: UOL

FONTE: MEIO NORTE

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