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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Senado mexicano aprova legalização da maconha

País pode se tornar o terceiro do mundo a liberar a substância para usos tanto medicinais quanto recreativos, após Uruguai e Canadá.

POR G1 - O Senado do México aprovou, nesta quinta-feira (19), a legalização do uso da maconha no país para fins medicinais e recreativos, por 82 votos a favor, 18 contra e 7 abstenções.

A lei ainda será submetida à Câmara e depois precisa ser sancionada pelo presidente Andrés Manuel López Obrador - que defende a descriminalização como parte de sua estratégia para combater o crime organizado.

Se isso acontecer, o país pode se tornar o terceiro no mundo a liberar a substância para uso recreativo, após Uruguai e Canadá - o México, porém, seria o maior mercado mundial legalizado.

O Movimento para Regeneração Nacional (Morena), que compõe o governo, e seus aliados contam com a maioria nas duas Casas Legislativas, o que deve garantir a aprovação.

A iniciativa proposta pelo Morena inclui, entre outros pontos, a criação do Instituto Mexicano para a Regulação e Controle da Cannabis, um órgão descentralizado da Secretaria de Saúde do país.

A nova entidade poderá emitir cinco tipos de licenças para controlar algumas das atividades relacionadas com o cultivo, transformação, venda, pesquisa, exportação e importação da maconha.

De acordo com a agência Reuters, os legisladores estão correndo para garantir a aprovação antes do final da atual sessão do Congresso, em 15 de dezembro.

Se aprovada, a lei permitirá o uso recreativo, científico, médico e industrial da cannabis, uma grande mudança no país onde a violência do cartel de drogas nos últimos anos já custou mais de 100 mil vidas.

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/11/19/senado-mexicano-aprova-legalizacao-da-maconha.ghtml

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Governo é contra liberação do plantio de maconha para fins medicinais

O posicionamento da Casa Civil é de rejeição à proposta da Anvisa, de liberar a prática; ideia é trabalhar com a importação da planta
ISTOCK
O Palácio do Planalto é contra a liberação do plantio da maconha para fins medicinais e científicos. Segundo a Casa Civil, o objetivo é estimular a importação da planta para produzir medicamentos no país. As informações são do jornal “Folha de S.Paulo” e confirmadas por O Globo.

O posicionamento vai contra a iniciativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que, em 11 de junho, a diretoria aprovou, por unanimidade, levar a consultas públicas as regras para o plantio de cannabis, que deverá ser liberado apenas para empresas responsáveis pela produção de remédios, e outra para registro dos produtos que devem ser fabricados durante o processo. A previsão é de que as consultas prossigam até agosto.

Entre as razões para colocar o assunto em debate é a alta demanda da importação do canabidiol, composto extraído da maconha. Segundo a Anvisa, o número de pacientes cadastrados que pediam a importação do produto pouco mais que triplicou desde 2015, quando a regulamentação foi aprovada. De 855 autorizações emitidas então, a taxa subiu para 3.300 em 2018. O medicamento é muito utilizado no tratamento para epilepsia, autismo e dor crônica.

A medida pode inviabilizar financeiramente o pequeno produtor e empresas de startups, já que o custo para produção em plantio de áreas externas, em média em países como o Brasil, é de US$ 0,05 a grama e, indoor ou áreas fechadas, o valor supera US$ 1, segundo empresas ligadas ao setor consultadas pelo Estado.

Entenda a proposta

A normatização proposta pela Anvisa não prevê a necessidade das empresas interessadas na produção de maconha pedirem uma autorização específica à Polícia Federal, mas, de acordo com a equipe técnica da agência, durante o processo de licenciamento, a Anvisa vai pedir um parecer da PF para que o órgão autorize o início da licença de produção.

Todos os registros terão a validade de dois anos renováveis. Os responsáveis técnicos e administrativos também deverão apresentar atestado de antecedentes criminais. A venda e entrega das plantas produzidas só poderá ser feita às instituições de pesquisa, fabricante de insumos farmacêuticos e fabricantes de medicamentos.

As regras de comercialização impedem, por exemplo, que pessoas físicas tenham acesso à planta de maconha de maneira legal. A medida proíbe ainda que a planta seca seja vendida e entregue para farmácias de manipulação. Até o momento, dez empresas privadas já mostraram interesse em produzir maconha no país, de acordo com a Anvisa.

*Com informações da Agência Estado

terça-feira, 11 de junho de 2019

Anvisa coloca cultivo e uso medicinal da maconha em consulta pública

Nova regra prevê o plantio restrito a lugares fechados por empresas credenciadas; associações e familiares de pacientes ficam proibidos
ISTOCK
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)vai levar à consulta pública a proposta para liberação do cultivo e da produção de maconha no País para fins medicinais e científicos. A nova regra prevê o plantio restrito a lugares fechados por empresas credenciadas. Associações e familiares de pacientes que, hoje, conseguiram autorizações na Justiça para a produção do extrato de canabidiol, ficam proibidos de manipular a planta.

Atualmente, a Anvisa já permite o registro de medicamentos feitos com substâncias como canabidiol e tetrahidrocannabinol (THC), mas só um produto importado conseguiu a regulamentação até o momento. A maioria dos pacientes que recebe prescrição médica de tratamentos com derivados da cannabis pede à Anvisa autorização para importar o produto. Até o final de 2018, cerca de 6 mil pacientes conseguiram a liberação. O problema, porém, é custo. Um tratamento por três meses chega a R$ 2 mil.

Assim como no modelo canadense, a produção da maconha para fins medicinais não poderá ser ao ar livre. As diretrizes da Anvisa só autorizam o cultivo em ambientes fechados que tiverem sistema de segurança 24 horas por dia e a edificação reforçada com sistema de dupla porta, janela de vidros duplos e paredes e dutos resistentes à invasão. As edificações não poderão ter nenhuma identificação que mostre que se produz a planta no local.

A medida pode inviabilizar financeiramente o pequeno produtor e empresas de startups, já que o custo para produção em plantio de áreas externas, em média em países como o Brasil, é de US$ 0,05 a grama e, indoor ou áreas fechadas, o valor supera US$ 1, segundo empresas ligadas ao setor consultadas pelo Estado.

A normatização proposta pela Anvisa não prevê a necessidade das empresas interessadas na produção de maconha pediram uma autorização específica à Polícia Federal, mas, de acordo com a equipe técnica da agência, durante o processo de licenciamento, a Anvisa vai pedir um parecer da PF para que o órgão autorize o início da licença de produção. Todos os registros terão a validade de dois anos renováveis. Os responsáveis técnicos e administrativos também deverão apresentar atestado de antecedentes criminais.
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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Canadá é o primeiro país a legalizar a maconha nacionalmente

A liberação da droga acaba de ser aprovada pelo Congresso canadense
(foto: Pixabay)
POR REVISTA ENCONTRO - Com a aprovação do uso recreativo da maconha por seu Congresso, o Canadá passa a ser o primeiro país do mundo a legalizar a droga em todo seu território. O Senado aprovou a proposta na noite de terça, dia 19 de junho, por 52 votos favoráveis e 29 contrários.

O projeto de lei foi apresentado pelo próprio executivo canadense e, antes de ser aprovado pelos senadores, passou pela Câmara dos Deputados.

A legalização da maconha no país já havia sido aprovada no começo do mês, mas com a tramitação na Câmara e no Senado, foram feitas emendas e modificações, por ambas as casas.

O projeto, agora, seguirá para sanção da governadora-geral do país, Julie Payette, representante da Coroa Britânica no Canadá.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, já havia se manifestado favoravelmente à aprovação da proposta. Além disso, ele defende publicamente, o cultivo doméstico da maconha.

Segundo a imprensa local, o processo de legalização e regulamentação do uso deverá durar cerca de quatro meses.

(com Agência Brasil)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Cultivo de maconha para fins medicinais avança no Senado

Publicado por Fabiana Pimentel, 
Avançou nesta quinta-feira (14) no Senado a descriminalização da maconha para fins medicinais. A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou relatório da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) favorável à apresentação de um projeto de lei com esse objetivo.

Marta apresentou um voto em separado na discussão da Sugestão Legislativa (SUG) 25/2017, que trata da descriminalização do cultivo da maconha para uso pessoal. A ideia legislativa, assinada por mais de 20 mil pessoas, foi proposta pelo cidadão Gabriel Henrique Rodrigues de Lima, de São Paulo, no Portal e-Cidadania.

Segundo a Agência Senado, o relator, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), apresentou parecer pela rejeição da sugestão. Marta Suplicy reforçou a posição contrária à descriminalização do cultivo da maconha para uso recreativo, mas sugeriu um projeto que permite o cultivo da planta para fins medicinais.

“Quanto ao mérito da ideia legislativa trazida a esta Casa, concordamos com o relator quanto a não descriminalização do cultivo da cannabis sativa para uso recreativo. Todavia, a nosso sentir, já passou da hora de se legalizar o cultivo da maconha para uso terapêutico” disse a senadora.

Marta será agora a relatora do projeto de lei que também poderá ser encaminhado para outras comissões da Casa.

FONTE:  SUPERPRIDE

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Anvisa registra primeiro medicamento à base de maconha no Brasil


Anvisa registra primeiro medicamento à base de maconha no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou, nesta segunda-feira (16), o Mevatyl (tetraidrocanabinol - THC - 27 mg/mL + canabidiol - CBD - 25mg/mL), primeiro medicamento à base de Cannabis sativa, a planta que dá origem à maconha, no Brasil.

O medicamento é indicado pra o tratamento da "espasticidade moderada a grave relacionada à esclerose múltipla", com contraindicação para gestantes, idosos, portadores de epilepsia ou usuários de maconha.

O remédio já foi aprovado em 28 países, com o nome comercial de Saltivex, e tem eficácia testada em estudos clínicos com mais de 1,5 mil pacientes

FONTE: CN7

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Anvisa aprova critérios para uso de medicamento à base de maconha

Com decisão, agência abre espaço para comercialização de remédio para de esclerose múltipla

© Folhapress
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta terça-feira (22) critérios para permitir o registro, a venda e o uso de medicamentos à base de compostos da maconha no Brasil.

A medida ocorre diante do pedido feito pela empresa GWPharma para comercializar, no país, um medicamento composto por CBD (canabidiol) e THC (tetrahidrocanabinol), dois princípios ativos da maconha.
A aprovação dos novos critérios abre espaço para que a Anvisa conceda o registro do medicamento, que deve ser o primeiro à base de maconha a chegar às farmácias do país. O produto é indicado para tratamento de esclerose múltipla.
Atualmente, o pedido está em fase final de análise na agência, segundo a reportagem apurou. "Fizemos isso de maneira que, quando houver o registro, ele já tenha o regulamento pronto para utilização", explica o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa.
No exterior, o produto é chamado de Sativex. Por aqui, o remédio, composto por 25mg/ml de canabidiol e de 27 mg/ml de THC, deve chegar ao mercado com o nome de Mevatyl.
Com os novos critérios definidos nesta terça, a agência passará a autorizar o registro e comercialização de medicamentos com concentração de até 30 mg/ml de canabidiol e THC.
"Estamos nos antecipando e dizendo as normas em que ele pode ser utilizado. Será somente até essa concentração, que é considerada segura para uso, exclusivo para uso humano e com a prescrição exigida hoje para substâncias psicotrópicas, de controle especial", afirma Barbosa.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Venda legal de maconha em farmácias do Uruguai começa em julho

Usuário vai poder comprar 10 g por semana; cada uma delas custará cerca de R$ 4. Medida provocou polêmica no país

Uruguai - A compra e venda legal de maconha começa em julho no Uruguai, mas apenas 50 das 1,2 mil farmácias do país irão participar de sua implementação. As três grandes organizações que representam as quase 1,2 mil farmácias argumentam que muitas farmácias do interior do país consideram que a venda de maconha em seus estabelecimentos poderia afetar a imagem diante dos clientes com valores mais tradicionais, dado que estes não veem com bons olhos o consumo da maconha de forma legal.
Segundo o presidente da Associação de Farmácias do Interior, Fermín Arguiñarena, há muitos estabelecimentos "que não querem ser os primeiros" a vender maconha. No entanto Arguiñarena estima que, uma vez que comece a venda, "com certeza mais estabelecimentos vão se inscrever".

Apenas 50 das 1,2 mil farmácias do Uruguai irão participar de legalização
Foto: Reprodução Internet

Além disso, o presidente do Centro de Farmácias do Uruguai, Jorge Suárez, destacou que há pessoas que opinam que "uma farmácia serve para curar e não para adoecer".
Outro motivo destacado por duas das três organizações é que, no momento que finalizou o período de inscrição para a venda de maconha, havia estabelecimentos que não cumpriam com as condições exigidas no âmbito sanitário ou de segurança, apesar de terem a intenção de participar do plano desde o início.

domingo, 25 de outubro de 2015

Lubrificante à base de maconha promete 'superorgasmo'

O jato de spray do produto contém dois miligramas de THC, o agente psicoativo da maconha



LIFESTYLE CASAL


Um recente produto está causando polêmica e intrigando homens e mulheres. O fabricante de um lubrificante diz que este produto promete um "superorgasmo" às mulheres. O curioso é que o produto é à base de maconha.
Conta o site Bolsa de Mulher que o lubrificante deve ser aplicado no órgão sexual feminino. O jato de spray do produto contém dois miligramas de THC, o agente psicoativo da maconha.
No site do fabricante, algumas mulheres relatam que sentiram o efeito imediatamente após a aplicação. Já outras, explicam que o efeito pode levar até uma hora para surgir.
O lubrificante é considerado 100% natural e vegano, é produzido a partir da mistura de cannabis e óleo de coco. Segundo a publicaçao, o produto é comercializado apenas em nos Estados Unidos, nos estados do da Califórnia.
FONTE: Notícias ao Minuto

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Justin Bieber fuma maconha em show e vídeo do momento polêmico viraliza na web!

Justin Bieber fuma maconha em show e vídeo cai na rede

O gato decidiu relembrar a fase garoto-problema e deixou muita gente chocada com a atitude. Assista:
Justin Bieber estava indo muito bem com a nova fase da carreira e a aparência de bom moço que andava pregando por aí. Porém, se o astro queria se livrar da fama de garoto problema que assim como sua carreira é internacional, escolheu o caminho errado. O loiro deu alguns passos para trás ao causar a maior polêmica após se apresentar ao lado da dupla de rappers americanos Rae Sremmurd. O motivo? O ex-namorado de Selena Gomez acendeu um cigarro de maconha no palco e ainda bebeu uma garrafa de conhaque durante o show, que rolou na Nova Zelândia na noite desta quinta-feira (1).
Claro que as imagens deste momento não ficaram só entre o público e não demorou nada para que um vídeo que mostra claramente a atitude do cantor teen viralizasse na web. Em menos de 24 horas, milhares de compartilhamentos e muitas críticas ao lado bad boy do intérprete do hit "What Do You Mean" começaram a invadir a internet, mas obviamente Justin ainda não chegou a se pronunciar sobre o fato. Assista:
Por outro lado, muita gente acredita que esta atitude não significa o retorno da fase vida louca do cantor, que chegou a publicar um outro registro do show em seu Instagram...
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FONTE:
http://www.purebreak.com.br/noticias/justin-bieber-fuma-maconha-em-show-e-video-do-momento-polemico-viraliza-na-web/19225

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Burocracia atrasa liberação de remédios à base de maconha, dizem cientistas

A maconha é utilizada em vários países para alívio da dor e do sofrimento, mas no Brasil, o uso esbarra em falta de regulamentação

Agência Brasil

Deixar de fornecer remédios à base de substâncias derivadas da maconha é uma crueldade contra pacientes que têm doenças crônicas. A opinião é do neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos mais importantes pesquisadores da área, professor e diretor titular do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Segundo ele, a maconha é utilizada em vários países para alívio da dor e do sofrimento, mas no Brasil, o uso esbarra em falta de regulamentação e de conhecimento de órgãos de classe, que dificultam o tratamento.
canabidiol
Para cientista, uso no Brasil esbarra em falta de regulamentação e de conhecimento de órgãos de classe (Foto: Divulgação/Anvisa)
“Qual a justificativa para um paciente com câncer terminal, que está morrendo de dor, não ser medicado? [Ao não aceitar o uso de remédios da planta] a medicina brasileira vai ficando para trás”, afirmou Ribeiro, na última quinta-feira (2), no Seminário Internacional Maconha: Usos, Políticas e Interfaces com a Saúde e Direitos, organizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Escola da Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj). O evento reuniu médicos, especialistas, juristas e associações de apoio à pesquisa e a pacientes que fazem uso da maconha.
Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só permite a importação de uma única substância da maconha das mais de 80, o canabidiol, com base nos pedidos médicos. Dessa forma, restringe o uso da própria substância por não fazer controle de qualidade e por não regular a produção nacional, que poderia baixar custos. Segundo a organização Apoio à Pesquisa e Pacientes de Canabis Medicinal, as doses importadas chegam a custar entre R$ 1,5 mil e R$ 15 mil.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Empresa vende cigarro de maconha eletrônico na internet

PRODUTO HOLANDÊS

10h04 | 06.03.2015

Segundo os realizadores do produto, ele é totalmente legal e proporciona uma sensação de bem-estar nos usuários

Maconha
O produto estava à venda por cerca de 10 euros, mas não está disponível em estoque no momento
REUTERS
Mais uma novidade no mercado promete causar polêmica. Uma empresa holandesa, aE-njoint, começou a vender cigarros eletrônicos com um diferencial. O novo produto consegue o mesmo efeito damaconha e, segundo os realizadores, proporciona uma sensação de bem-estar.
A empresa, que já especializada em cigarros eletrônicos, criou o produto, que tem gosto e cheiro de maconha, em parceria com laboratórios americanos e europeus.
Segundo nota publicada pela própria E-njoint, o produto possui terpenos, compostos orgânicos responsáveis pelo sabor e aroma da droga. "Os terpenos usados para criar o sabor de maconha do E-njoint foram personalizados para oferecer uma variedade de efeitos no usuário, tais como relaxamento muscular, melhoria do humor, promoção do estado de alerta e mais", afirma o comunicado.
Porém, a própria empresa afirma que o produto não é ilegal. Segundo eles, não há alcatrão, canabidiol (CBD), nicotina ou tetraidrocanabinol (THC) na composição, e os ingredientes são completamente naturais.
O produto está no site da própria E-njoint, onde é comercializado por cerca de 10 euros. Mas, para aqueles que se interessaram, o site comunica: o produto esgotou e não está disponível no estoque no momento.
FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/internacional/online/empresa-vende-cigarro-de-maconha-eletronico-na-internet-1.1237355

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Álcool é mais mortal que maconha, diz estudo

DROGAS RECREATIVAS

17h01 | 24.02.2015

Os pesquisadores afirmam que o álcool é 114 vezes mais mortal que a maconha

Um estudo científico comparou os efeitos de sete drogas recreativas nos seres humanos e concluiu que o álcool é a mais mortal, seguido por heroína, cocaína, tabaco, ecstasy e metanfetaminas. A maconha é a menos mortal delas. O estudo foi publicado na revista Scientific Reports. Traz a assinatura de Dirk Lachenmeier, PhD em química de alimentos e toxicologia da universidade alemã de Karlsruhe; e Jürgen Rehm, diretor do Centro de Saúde Mental e Vícios de Toronto, no Canadá.
Os dois afirmam que o álcool é 114 vezes mais mortal que a maconha. Para chegar a essa conclusão, eles compararam a dose usualmente consumida de cada droga com a dose considerada fatal.
A conclusão foi que consumidores de maconha ficam, normalmente, muito distantes da dose que seria mortal para eles. Por isso, a maconha foi a única das sete drogas classificada como tendo “baixo risco de mortalidade”. As demais foram distribuídas nas categorias de médio e alto risco. Essas conclusões devem ser vistas com muita cautela. 
Evidências práticas mostram que o consumo moderado de álcool, por exemplo, é razoavelmente seguro, enquanto o uso regular de heroína pode ser devastador. E os autores da pesquisa não negam isso. Eles só dizem que, na média, quem bebe tende a chegar mais perto da dose mortal do que quem usa heroína.
FONTE:
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/internacional/online/alcool-e-mais-mortal-que-maconha-diz-estudo-1.1228762

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Liberado o uso de maconha para portadores de ejaculação precoce

Por:  em Plantão

maconha ejaculação precoce

O Brasil está avançando no tocante a legalização de medicamentos a base de canabidiol. O mais recente avanço é a autorização para a importação do Serotonex Canabidian. Este medicamento possui em sua composição o princípio ativo da maconha, e age na redução da ansiedade, que é o principal fator detonador da ejaculação rápida.
O Serotonex Canabidian é um medicamento desenvolvido a partir de pesquisas da Universidade do Witwatersrand, em Joanesburgo. O medicamento é autorizado até pela FDA, agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA. O custo médio da embalagem com 20 comprimidos nos Estados Unidos é de 80 dólares. Com os custos de importação o Serotonex Canabidian chega ao importador brasileiro por valores entre 150 e 200 dólares.
Se o consumo de maconha fosse legalizado no Brasil bastaria fumar 2 gramas da erva trinta minutos antes da relação sexual que a ansiedade seria reduzida e a ejaculação precoce evitada. Usuários do medicamento Serotonex Canabidian afirmam que passaram a ter controle pleno do mecanismo ejaculatório após o tratamento e conseguem manter relações sexuais de até 50 minutos.
FONTE:
http://bobagento.com/liberado-o-uso-de-maconha-para-portadores-de-ejaculacao-precoce/

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Maconha na adolescência prejudica memória e inteligência

Publicado por: 

Estudo COMPROVA QUE adolescentes que usam em maconha antes de chegarem aos 18 anos podem ter perda de memória e provocar lesões permanentes em inteligência e atenção.

Pesquisadores do Reino Unido e dos EUA descobriram que o uso frequente e dependente da maconha antes dos 18 anos de idade pode ter um efeito neurotóxico.

Uma professora de psicologia e neurociência no Instituto de Psiquiatria do King's College de Londres, Terrie Moffitt, disse que o alcance e a duração do estudo, que envolveu mais de 1.000 pessoas acompanhadas por mais de 40 anos, davam peso adicional aos resultados.

Moffitt trabalhou com Madeleine Meier, uma pesquisadora de pós-doutorado da Universidade Duke nos Estados Unidos, analisando dados de 1.037 neozelandeses que participaram do estudo. Cerca de 96% dos participantes originais continuaram no estudo de 1972 até hoje, ela explicou.

Aos 38 anos, os participantes foram submetidos a uma bateria de testes psicológicos para avaliar sua memória, velocidade de processamento, racionalização e processamento visual. Os que usaram maconha de forma persistente quando adolescentes tiraram notas significantemente piores na maior parte dos testes.

"Fumar 4 cigarros de maconha por semana já é considerado uma forma 'persistente' de uso, ou seja, já é prejudicial a adolescentes."

Amigos e parentes regularmente entrevistados como parte do estudo tinham mais propensão a relatar que os fortes usuários de maconha tinham problemas de memória e de atenção, como perda de foco e o esquecimento de tarefas.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas que começaram a usar maconha na adolescência e continuaram durante anos mostravam um declínio médio de 8 pontos nos testes de quociente de inteligência (QI) entre os 13 e os 38 anos.

"As pessoas submetidas ao estudo que não usaram maconha até serem adultas e terem o cérebro totalmente formado não mostraram declínios mentais similares", disse Moffitt.

Ela disse que o declínio do QI não podia ser explicado pelo uso de álcool ou de outras drogas ou por ter menos educação, e Meier disse que a variável chave era a idade que as pessoas começaram a usar maconha.

Meier afirmou que a mensagem do estudo era clara: "a maconha não é inofensiva, principalmente para os adolescentes".

O estudo também concluiu que o uso frequente de maconha após os 18 anos parece ser menos prejudicial ao cérebro. Fontes: [Reuters, odebate]

Conteúdo do Saúde com Ciência é informativo/educativo. Não exclui consulta 

FONTE:
SAÚDE COM CIÊNCIA

sábado, 10 de janeiro de 2015

App que mostra quem está fumando maconha perto de você é brasileiro.

 em Tecnologia 10 de janeiro de 2015

A internet já conta com aplicativos de check-in que permitem a você saber quem está no mesmo voo ou até onde seus contatos fizeram sexo. Agora, um empreendedor brasileiro lançou a próxima ferramenta mobile de localização que deve causar certa polêmica: um serviço que revela quem está fumando maconha no local mais próximo.
A criação do app “Who is Happy” (“Quem está feliz”, em tradução livre) para Android e iOS é de João Paulo Costa, de 30 anos, que já tentou emplacar outros projetos na área de tecnologia antes dese verdadeiro “Foursquare da maconha”.
A ideia do empreendedor é mirar o mercado norte-americano, já que a substância já é legalizada em alguns estados e bastante utilizada no tratamento medicinal de doenças como a epilepsia. Ele ainda acredita que a ferramenta não será inimiga de quem quer fumar em paz, afirmando que a polícia tem meios mais eficientes para mapear esse tipo de consumo. Costa também precisou ter certeza de que o produto não faz qualquer tipo de apologia ao consumo antes do lançamento para não ter problemas com a lei.

Cannabis tecnológica

O funcionamento do “Who is Happy” não tem segredos. Com o uso do GPS do tablet ou smartphone, você pode fazer check-in enquanto fuma um “baseado”, além de conferir quem está fumando perto de você — isso é indicado por ícones de fumaça na cor verde nos pontos correspondentes do mapa.
É possível manter registros de sua atividade com a cannabis sativa e seus derivados a partir de um gráfico que contabiliza o número e a frequência de seus check-ins, além de conferir relatórios por país para saber quais possuem mais “pessoas felizes”.
O “Who is Happy” é gratuito para baixar e está disponível na Google Play (clique aqui para baixar) e na App Store (faça o download neste link).
Matéria retirada do sie Techmundo http://www.tecmundo.com.br/apps/72409-app-mostra-fumando-maconha-voce-brasileiro.htm
FONTE:
http://boainformacao.com.br/2015/01/app-que-mostra-quem-esta-fumando-maconha-perto-de-voce-e-brasileiro/

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Uso da Maconha em debate pela CDH

Postado Por: Dário Cardoso Data: 11:45

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) retoma, hoje, o debate sobre a regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha. A audiência pública será realizada em caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Para participar da transmissão ao vivo enviando comentários, o cidadão pode acessar o Portal e-Cidadania ou ligar para o Alô Senado, no número 0800-612211.

Devem participar do debate Renato Malcher Lopes, neurocientista e professor adjunto do Departamento de Ciências Fisiológicas da Universidade de Brasília (UnB); Vladimir de Andrade Stempliuk, membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia; a assessora do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) Nara Santos; a diretora do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, Grazielle Custódio; e o coordenador nacional de saúde mental do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori.

O tema entrou na pauta de discussões no Senado devido a uma sugestão popular enviada pelo e-Cidadania (SUG 8/2014). Pela sugestão em análise na CDH, seria considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.

Com Portal Correio

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FONTE:
http://www.desterro1.com/2014/08/uso-da-maconha-em-debate-pela-cdh.html

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