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sexta-feira, 15 de abril de 2022

Saúde converte leitos de UTI para covid-19 em permanentes do SUS Medida amplia 6,4 mil leitos na rede pública

Medida amplia 6,4 mil leitos na rede pública

POR AGÊNCIA BRASIL - O Ministério da Saúde publicou uma portaria nesta quinta-feira (14) que converte 6,4 mil leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) exclusivos para covid-19 em leitos convencionais de UTI para o Sistema Único de Saúde (SUS), que serão usados no tratamento de enfermidades diversas.

Na prática, segundo a pasta, a medida amplia o número de leitos de UTI na assistência médica de alta complexidade no Brasil. A mudança foi oficializada no Diário Oficial da União (DOU).

A iniciativa foi acertada entre o governo federal e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), com foco no aumento da oferta aos demais pacientes que necessitam de outros cuidados intensivos não relacionados à covid-19.

A mudança também ocorre "após a queda expressiva no número de casos e internações pela doença, causando uma baixa ocupação desses leitos para pacientes com covid-19, em função do sucesso e ampla adesão da população à campanha de vacinação contra a doença", informou o ministério.

Durante outros momentos da pandemia, cerca de 26 mil leitos chegaram a ser habilitados com recursos financiados do orçamento extraordinário de enfrentamento à covid-19.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-04/saude-converte-leitos-de-uti-para-covid-19-em-permanentes-do-sus

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Enem 2021: professora da rede pública estadual do Ceará acerta tema da redação em exercício com alunos

Duas semanas antes da aplicação da prova, Núbia Rocha trabalhou em sala de aula assunto da invisibilidade social associada à falta de documentos pessoais com alunos da 3ª série.

POR G1 CE - Uma professora cearense acertou o tema cobrado na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, realizado neste domingo (21). Núbia Rocha, professora da Escola de Ensino Médio (EEM) Nazaré Severiano, em Santana do Acaraú, no interior do estado, trabalhou em sala de aula assunto da invisibilidade social associada à falta de documentos pessoais com alunos da 3ª série do ensino médio, duas semanas antes da aplicação da prova.

O tema da redação este ano foi "invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil". Após a conclusão da prova, segundo a professora, seus alunos lembraram de agradecê-la. "Não só acertei, como avisei aos alunos que a minha intuição me dizia que esse seria o tema. Minha reação foi um misto de riso e choro. [Os alunos] me falaram que a redação foi a prova mais fácil", disse Núbia.

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domingo, 10 de março de 2019

Saiba quais são as vacinas disponíveis na rede pública de saúde

O Brasil possui uma das carteiras de vacinação mais completas do mundo, no entanto, a adesão à imunização está caindo
SCYTHER5, ISTOCK
A imunização está no topo das preocupações relacionadas à saúde pública no Brasil e no mundo. No início do mês, o assunto ganhou novamente repercussão por causa da morte do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vítima da meningite meningocócica.
Também chamou atenção o alerta feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre o crescimento global dos casos de sarampo. O Brasil, de acordo com a organização internacional, é um dos países que puxam o avanço da doença: foram 10.262 registros no ano passado.
Apesar de o Programa Nacional de Imunizações brasileiro ser bastante completo – com vacinas gratuitas disponíveis para várias doenças, a adesão vem caindo. Atualmente, entre as 11 principais vacinas do calendário, oito estão abaixo da meta de cobertura de 95% para o público-alvo.
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra a hepatite A está com a menor taxa de cobertura (74,47%), seguida da meningocócica C (78,04%) e da vacina pentavalente (78,07%). A vacina tríplice viral, que protege de sarampo, rubéola e caxumba, está com a cobertura vacinal em torno de 84%. Em 2016, quando o Brasil ganhou o selo de erradicação de sarampo, a cobertura vacinal de tríplice viral era de 95,41%.
O calendário nacional de vacinação inclui doses para todas as faixas etárias – crianças de 0 a 9 anos, adolescentes de 11 a 19 anos, adultos de 20 a 59 anos, idosos a partir de 60 anos e gestantes. A maioria das vacinas disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) é aplicada ainda na infância.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM), Juarez Cunha, algumas enfermidades estão voltando por desconhecimento dos pais. “Nosso papel, como profissionais de saúde, é aprender a nos comunicar melhor com a população, mostrar que as doenças podem ser evitadas, que as vacinas são eficazes”, destaca.

O Ministério da Saúde tem pedido aos gestores locais que se empenhem na criação de estratégias para ampliar as oportunidades de vacinação, como por exemplo instituir horários alternativos de atendimento e estabelecer parcerias com creches e escolas, ambientes que potencializam a mobilização para a aplicação de vacinas.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Alunos da rede pública receberão livros literários a partir de 2019



Antes, as obras eram destinadas apenas para bibliotecas e sala de aula

Estudantes da rede pública receberão livros de literatura em 2019, além do material didático, de acordo com o novo formato do Programa Nacional do Livro e do Material Didático Literário (PNLD). A escolha das obras pelas escolas credenciadas teve início no último dia 25 e irá até o dia 8 de outubro.

De acordo com o Ministério da Educação, a escolha será feita pelas escolas, a partir de uma lista, e levará em conta a opinião dos professores e diretores de escola. No catálogo para o ensino médio, estão livros como a biografia da paquistanesa Malala - a mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz; o clássico de ficção Admirável Mundo Novo, de Aldous Juxley; e poemas de Cecília Meireles.

Até este ano, o programa destinava as obras literárias apenas para as bibliotecas e para serem usadas em salas de aula. A previsão é que os estudantes recebam os dois livros literários.
Para a assessora de projetos da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, é importante o aspecto individual da leitura, mas o papel didático da biblioteca não se deve ser esquecido. Ela defende que a escolha dos livros deve ser a mais democrática possível, envolvendo não só os professores, como prevê o programa, e que os alunos também sejam consultados.
“Sempre falamos da necessidade sobre o processo de gestão democrática dentro da escola. Então, a escolha dos livros didáticos também tem que passar por isso, existe todo um trabalho que é feito e pensado para que as escolas possam ter de fato gestão democrática”, disse. “Se os professores, os diretores, os coordenadores pedagógicos puderem discutir com os estudantes a escolha dos livros de literatura e também os livros didáticos, isso sempre é muito mais frutífero porque uma gestão democrática gera apropriação de cultura, então gera educação e aprendizado”, acrescentou.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Professores da rede pública e privada serão imunizados contra a gripe neste ano

A vacina da gripe estará disponível para todos em 17 de abril
(Foto: Valter Campanto/Agência Brasil)
De acordo com o ministro da saúde a vacina contra a gripe estará disponível para toda a população a partir de 17 de abril

Os professores da rede pública e privada de todo o país serão incluídos como público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe neste ano. Além deles, também devem ser imunizados crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos, idosos, gestantes, puérperas (mulheres até 40 dias após o parto), trabalhadores da saúde e pessoas com algum tipo de comorbidade.

“[Vale tanto para] professores da rede pública e privada. Não haverá diferenciação. Basta comprovar que é professor e ele terá acesso à vacinação”, explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues. “Nossa expectativa é vacinar 54 milhões de brasileiros – quase 3 milhões a mais do que o previsto no ano passado”, completou.
De acordo com o ministro da saúde, Ricardo Barros, a vacina contra a gripe estará disponível para toda a população a partir de 17 de abril. Alguns estados, entretanto, vão receber as doses mais cedo – sobretudo os da Região Sul, em razão das baixas temperaturas registradas no período – e poderão antecipar o início da imunização.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Escolas particulares estimam que até 12% dos alunos migrem para a rede pública

As escolas particulares concentram 9,1 mi de matrículas que equivalem a pouco mais de 18% das 49,8 milhões de matrículas na educação básica, segundo o Inep


Mariana Tokarnia/ABr

Agência Brasil
Em relação às mensalidades do ano que vem, Amábile informou que a Fenep não tem uma média nacional das altas

















As escolas particulares poderão perder de 10% a 12% das matrículas em 2016, segundo estimativa da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep). Com a crise econômica, os pais ou responsáveis estão com dificuldades para pagar as mensalidades.

Essa semana a Serasa Experian divulgou que a inadimplência dos alunos de instituições particulares de ensino fundamental, médio e superior no país aumentou 22,6% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Essa foi a maior alta, em um primeiro semestre, desde 2012. Considerando apenas as escolas de ensino fundamental e médio, a inadimplência aumentou 27,2% nos primeiros seis meses de 2015 em relação ao mesmo período de 2014.
"A gente imagina que [a migração] vai pegar as escolas onde estão as classes C e D, que são as escolas que mais cresceram nos últimos anos", disse a diretora da Fenep, Amábile Pacios. Segundo ela, esses alunos deverão trocar o ensino particular pelo público.

domingo, 30 de novembro de 2014

Rede pública poderá ter ensino em tempo integral a partir de 2016

29-11-14/ A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) deve analisar na terça-feira (2) projeto que pode levar a educação em tempo integral a todos os estudantes de ensino fundamental da rede pública nos próximos dez anos (PLS 255/2014).
De acordo com o projeto, o ensino fundamental passará a ter 1.400 horas-aula por ano – 600 a mais do que a quantidade atual. Como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece um mínimo de 200 dias letivos, isso representa um aumento de cerca de três horas de aula por dia .
Segundo o autor da proposta, senador Wilson Matos (PSDB-PR), as horas adicionais serão implementadas gradativamente, a partir de 2016. Nesse ano, apenas os estudantes do primeiro ano do ensino fundamental serão atendidos. No ano seguinte, a nova configuração será aplicada também ao segundo ano. Assim, sucessivamente, todos os anos estarão sob o novo regime educacional até 2025.
A medida também será inscrita entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), de forma a assegurar seu monitoramento e avaliação pelos órgãos superiores competentes. A meta atual relativa à educação integral exige apenas 50% da rede pública contemplada até o fim da vigência do Plano.
Para Wilson Matos, essas metas são insuficientes, pois o sistema continuará discriminatório e excludente, fazendo com que muitos alunos abandonem as escolas por desmotivação.
“Temos que ter um projeto pedagógico que contemple 50% a mais de aprendizagem em conteúdos específicos de Matemática, Ciências e Língua portuguesa. O restante do tempo deverá ser dedicado à aprendizagem de artes, estudos filosóficos, esportes e outros programas”, explicou o senador.
O projeto cria ainda uma nova carreira para reduzir o custo do segundo turno e garantir educação de qualidade, a de “mediador do conhecimento”, que pode ser exercida por professores ou estudantes universitários.

Emendas

O ensino médio também é mencionado no projeto. A nova meta prevê que pelo menos 25% dos estudantes dessa faixa educacional na rede pública sejam contemplados pela educação integral até o fim da vigência do PNE. Entretanto, a proposição não apresenta um calendário específico de implantação da medida para o ensino médio. Emenda do relator na CE, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), também incluiu a educação infantil nessas regras. Ele também fez outras adequações de redação entre o projeto e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Na última reunião da comissão foi concedida vista coletiva. Na terça-feira serão realizadas duas votações nominais, uma para o projeto e outra para as emendas.

Outros projetos

Constam da pauta da CE outros 12 itens. Entre eles, o projeto que torna obrigatória a prestação de assistência psicológica continuada aos atletas profissionais (PLS 13/2012); a proposta de concessão, pelo empregador, de bolsa de estudo aos dependentes de seus empregados para sua formação técnico-profissional metódica (PLS 514/2007); dois itens que tramitam em conjunto sobre comemoração e adiamento de feriados (PLS 108/2009 e PLS 296/2009); e o que obriga a realização de exames oftalmológicos e auditivos nas escolas públicas de ensino fundamental (PLS 165/2010).
      Ivanildo Souza/Repórter Cidadão
      Único como você.Tradicional como poucos. 
           Já saiu o Jornal do Ivanildo Souza leia ::AQUI::
      Comente essa matéria e seja o nosso seguidor no fecebook
FONTE: http://potenginainternet.blogspot.com.br/2014/11/rede-publica-podera-ter-ensino-em-tempo.html

sábado, 6 de setembro de 2014

Ideb da rede pública tem 60,4% dos municípios abaixo da meta no 9º ano

06/09/2014 08h34 - Atualizado em 06/09/2014 08h54

Ideb da rede pública tem 60,4% dos municípios abaixo da meta no 9º ano

Em 2011, este índice era de 37,5% dos municípios na rede pública.
Ideb melhorou em 56% das cidades, mas nota ficou abaixo do esperado.

Ana Carolina Moreno, Paulo Guilherme e Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo

Municípios e a evolução da meta
Desde 2009, nº de municípios que consegue atingir a meta do Ideb na rede pública tem sido cada vez menor
edições do Idebnº de municípios39,660,462,537,576,223,8Ideb 2013 nameta ou acima(%)abaixo da meta(%).Ideb 2011 nameta ou acima(%)abaixo da meta(%).Ideb 2009 nameta ou acima(%)abaixo da meta(%)0100255075
Fonte: Inep/MEC
novo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) mostra que a rede de escolas públicas do Brasil têm cada vez mais dificuldade de atingir as metas de qualidade educacional determinadas pelo governo. Embora 56% das cidades tenham melhorado a nota do Ideb em relação  à edição anterior, 60,4% dos municípios ficaram abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Educação para cada um deles para a rede pública, que inclui as escolas municipais, estaduais e federais (veja no gráfico ao lado).
Segundo levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 3.244 dos 5.369 municípios com Ideb e meta calculados para 2013 ficaram aquém do esperado. Esse montante é 22,9 pontos percentuais mais alto do que na edição de 2011, quando a rede pública de 37,5% dos municípios ficou abaixo da meta.
Em relação a 2009, a quantidade de municípios abaixo da meta aumentou 36,6 pontos percentuais. Os números equivalem à média das escolas municipais, estaduais e federais localizadas em cada municípios. A base total para o cálculo varia de ano a ano porque nem todos os municípios têm o Ideb calculado em todas as edições.

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