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segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Baixo volume de água nos açudes coloca Ceará em estado de 'alerta', diz Cogerh

Maior reservatório de água do estado, o açude Castanhão que abastece a região metropolitana de Fortaleza está com apenas 9,82% da capacidade máxima. Abastecimento, contudo, está garantido.

POR G1 CEO Ceará possui apenas dois açudes volume acima de 90% da capacidade e outros 65 com volume inferior a 30%, de acordo com dados do portal hidrológico da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) atualizados até esta segunda-feira (18). A situação deixa o estado em situação de alerta.

"O Ceará está quase que totalmente inserido no semiárido equatorial, caracterizado pela irregularidade climática. Sempre, independente do nível de reserva dos açudes, deve-se manter a diligência no uso da água. O estado hoje é considerado de alerta", afirmou a companhia em nota.

O açude Caldeirões, no município de Saboeiro tem 93,18% da capacidade; e o açude Germinal, em Palmácia, está com 91,87% do volume máximo. Nenhum se encontra sangrando.

Segundo a Cogerh, os volumes estão ligeiramente inferiores ao mesmo período do ano passado, mas são suficientes até o início da quadra chuvosa de 2022.

O volume geral dos reservatórios do estado hoje é de 24% da capacidade total ( 4 bilhões e 450 milhões de um total 18 bilhões que Ceará tem disponível.

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Castanhão tem o segundo pior volume para setembro da história

O maior reservatório do Ceará acumula, neste mês, somente 4,48% de sua capacidade total. Apenas no ano de 2017, o volume esteve mais baixo - com 4,34% do total - do que agora, desde a sua inauguração, em 2003
A comparação entre as duas fotos, tiradas em
janeiro  de 2019 e 2012 (abaixo), mostra a
significativa 
diferença no volume do reservatório
Castanhão / FOTO: HERMANN RABELO
O açude Castanhão foi edificado em 2003 com o objetivo de garantir segurança hídrica para cidades do Vale do Jaguaribe e também da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), incluindo o Complexo Industrial e Portuário do Pecém. O número de pessoas beneficiadas com o imponente reservatório ultrapassou, nos anos seguintes, a ordem dos 2,5 milhões de habitantes. Hoje, contudo, a realidade do maior açude do Estado é antagônica à sua grandeza de outrora.

Neste mês, o açude atingiu o segundo pior volume hídrico (4,48%) para setembro desde sua construção - que durou quase oito anos - ficando à frente apenas de setembro de 2017, quando a Companhia de Gestão dos Recursos Híricos (Cogerh) registrara 4,34% de sua capacidade máxima.

O baixo volume de água do reservatório decorre do reduzido aporte verificado na quadra chuvosa deste ano, na Bacia do Salgado, que garantiu valor ínfimo ao gigante. Nesta quadra, o Castanhão teve ganho de apenas 5% de seu volume.

No ano passado, mesmo com menos pluviometria registrada pela Funceme, foram 8% de recarga hídrica conquistados ao longo do período de chuvas. A explicação para este cenário contrastante reside na irregularidade das chuvas. Apesar de, em 2019, ter chovido acima da média histórica, a pluviometria não foi uniforme, isto é, algumas bacias tiveram bons volumes enquanto outras - como a do Salgado - amargaram poucas precipitações.

Impactos

Até o ano passado, o Castanhão assegurava o fornecimento do recurso hídrico através do Eixão das Águas para a RMF, incluindo o consumo do Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, e para mais dez cidades do Médio e Baixo Jaguaribe. Entretanto, neste ano, o quadro se modificou. A RMF parou de ser abastecida pelo Castanhão, e cidades do Médio e Baixo Jaguaribe, que dependem da transferência de água, já se veem ameaçadas. Para a Grande Fortaleza, os efeitos, num primeiro momento, não serão tão graves, isso porque a Bacia Metropolitana recebeu boa recarga e, hoje, acumula mais de 53% do volume total.

O diretor de Operações da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) para o Interior, Hélder Cortez, confirmou que a interrupção no fornecimento de água do Castanhão para a RMF não afetará a população. "Temos bastante água nos açudes Pacoti, Riachão, Gavião e em outros reservatórios da região. Essa reserva é suficiente para atender à demanda até junho de 2020", pontuou.

Cortez ressalta, contudo, ser vital uma boa recarga nos grandes açudes na próxima quadra chuvosa para que o cenário não se torne delicado. Para além da incógnita, os cearenses se apegam à conclusão do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Psif). Após sete prazos não cumpridos, a expectativa, agora, é de que as águas do Velho Chico cheguem ao Castanhão no primeiro trimestre de 2020. Quando concretizada, a Transposição dará segurança hídrica a 12 milhões de nordestinos.
FOTO: TUNO VIEIRA
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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Suspensa a transferência de água do Açude Castanhão para Fortaleza até 30 de junho

A operação do açude estará limitada à vazão média de 3,5 metros cúbicos por segundo para a perenização do Rio Jaguaribe.
O Castanhão, maior açude do estado, tem, neste momento,
apenas 5,10% da sua capacidade total. Hermann Rabelo
Foi suspensa a transferência de água do Açude Castanhão para Fortaleza e Região Metropolitana até o dia 30 de junho de 2019, segundo resolução publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (16). De acordo com a assessoria da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), este é um procedimento normal feito todos os anos para que o açude acumule água.

De acordo com a publicação, o Castanhão terá sua operação limitada à vazão média de 3,5 metros cúbicos por segundo para a perenização do Rio Jaguaribe. Enquanto isso, Capital e RMF seguem sendo abastecidos pelas águas do Sistema Metropolitano, formado pelos açudes Pacoti, Pacajus, Riachão e Gavião. 

A medida assinada pelo presidente do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Ceará, Francisco José Coelho Teixeira e pelo secretário executivo Carlos Magno Feijó Campelo, entrou em vigor a partir da data de publicação.

Reservatórios

Neste ano, o balanço parcial da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) indica que as chuvas do Ceará já encontram-se em torno da média histórica, que é de 600,7 milímetros entre fevereiro e maio. Os dois primeiros meses da quadra chuvosa ficaram 45% e 15,6% acima da média, respectivamente.

Apesar das precipitações observadas, os açudes do estado ainda estão em cenário crítico. Dos 155 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), 78 estão com volume abaixo dos 30%. O Castanhão, maior açude do estado, tem, neste momento, apenas 5,10% da sua capacidade total.

sexta-feira, 22 de março de 2019

20 açudes estão sangrando no Ceará; Angicos voltou a sangrar nesta sexta-feira

Em 2018, reservatório de Coreaú estava apenas com 74% da capacidade
.
A 297 km de Fortaleza, o açude Angicos, em Coreaú, é um dos 20 reservatórios cearenses sangrando no Estado nesta sexta-feira, 22. De acordo com o monitoramento da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o reservatório recebeu um aporte de 1,9 milhão de metros cúbicos de água nas últimas 24 horas e começou a sangrar pela segunda vez neste ano.

Segundo a Cogerh, em 22 de janeiro de 2018, a represa estava com 74,5% da capacidade ocupada. No total, o reservatório pode receber até 56,05 milhões de metros cúbicos. 

Também estão sangrando: Acaraú Mirim (Massapê), Angicos (Coreaú), Batente (Ocara), Cauhipe (Caucaia), Cocó (Fortaleza), Diamantino II (Marco), Gameleira (Itapipoca), Gangorra (Granja), Gavião (Pacatuba), Germinal (Palmácia), Itapebussu (Maranguape), Itaúna (Granja), Jenipapo (Meruoca), Maranguapinho (Maranguape), São José I (Boa Viagem), Tijuquinha (Baturité) e Tucunduba (Senador Sá).

Nas últimas 24 horas, foram registrados aportes em 63 açudes monitorados pela companhia, destacando-se, além do Angicos, o Acarape do Meio, Aracoiaba, Araras, Castanhão, Cedro, Edson Queiroz, Figueiredo, Frios, Jaburu I, Pedras Brancas e Pentecoste.

Outros 95 açudes operam com volume abaixo de 30% da capacidade.
O sistema de abastecimento do Ceará está operando com 13,09% da capacidade.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Açude do Batente, no município de Ocara, é o sexto a sangrar neste ano

O reservatório abastece parte de Ocara, Morada Nova e Ibaretama
Açude do Batente, em Ocara, sangrou na noite dessa
 segunda-feira, 25. (Foto: Reprodução/Ednardo Alcântara)
Chegou a seis o número de açudes públicos monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) sangrando no Ceará. O Açude do Batente, localizado em Ocara, sangrou na noite dessa segunda-feira, 25. O reservatório tem capacidade para 37 milhões de metros cúbicos de água e abastece parte de Ocara, Morada Nova e Ibaretama.

Além de Batente, o Estado tem outros cinco açudes sangrando: São José I (Boa Viagem), Cocó (Fortaleza), Germinal (Palmácia), Maranguapinho (Maranguape) e Tijuquinha (Baturité). Outros quatro têm volume acima de 90%: Jenipapo (Meruoca), São Vicente (Santana do Acaraú), Itaúna (Granja) e Gameleira (Itapipoca). Por outro lado, o Ceará ainda tem 120 açudes com volume inferior a 30% de sua capacidade.
Veja vídeo do açude:
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Dois açudes sangram no Maciço de Baturité

CHUVA | Tijuquinha, em Baturité, e Germinal, em Palmácia, atingiram capacidade máxima. Entre quarta e quinta, choveu em todas as regiões
.
O açude Germinal, em Palmácia, sangrou ontem pela quinta vez este ano. Segundo boletim da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o reservatório atingiu 100,14% de sua capacidade, de 2,01 milhões de metros cúbicos (m³). O Tijuquinha, em Baturité, também sangrou, chegando a 100% do volume, de 881.235 m³, segundo o monitoramento.

Antes de sangrar ontem, o Germinal transbordou por quatro dias seguidos, de 30 de janeiro a 2 de fevereiro. Neste ano, ele permaneceu com volume acima de 90%, mesmo com a diminuição de chuvas nos últimos dias desta quadra chuvosa.

Já para o Tijuquinha, o evento dá prosseguimento a um padrão. De julho a dezembro o reservatório apresenta uma diminuição gradativa de volume, chegando a menos de 5% de sua capacidade. A partir de janeiro, o nível começa rapidamente a subir até começar a quadra chuvosa, de fevereiro a maio, e encher novamente.

Moradores registraram o reservatório de Palmácia sangrando e compartilharam nas redes sociais. "É lindo, tem outra palavra não", diz Marilza Nobre, moradora da região.

Apesar de registrarem os mais altos percentuais de água, Germinal e Tijuquinha não foram os que mais receberam aporte ontem, conforme resenha diária da Cogerh. Neste caso, são eles: Itaúna (Granja), Tucunduba (Senador Sá), Batente (Ocara), Gameleira (Itapipoca) e São José I (Boa Viagem).

Além dos dois reservatórios localizados no Maciço de Baturité, os açudes Jenipapo (Meruoca) e Cocó (Fortaleza) - que sangrou no último dia 8 - estão com níveis elevados, chegando a 91,94% e 93,8%, respectivamente, ontem. Essas estruturas são consideradas de pequeno porte. Para efeito de comparação, o Castanhão, maior do Estado, tem 6,7 bilhões m³ de capacidade.

Em Granja, no Litoral Norte, ruas ficaram alagadas e agricultores tiveram prejuízos. O município registrou na quarta-feira, 13, a maior chuva no Estado em 2019, com 176 milímetros (mm), segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O distrito de Timonha, a 40 km da sede, foi o mais atingido pelas precipitações. Agricultores perderam plantações.

Não houve vítimas, segundo a Defesa Civil de Granja. O coordenador do órgão, Francisco Aquino, afirmou que a localização do município, próximo a encosta de uma serra, favorece o escoamento mais rápido da água. Devido às chuvas dos últimos dias, a prefeitura cancelou o Carnaval da cidade para que os recursos públicos sejam direcionados para recuperação dos danos.

Tabuleiro do Norte, que registrou a segunda maior chuva de quarta-feira, com 167.2 mm, também alagamentos.
INGRID CAMPOS

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