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sábado, 16 de maio de 2026

Covid: o sintoma comum que muita gente confunde nesta época do ano

Especialistas alertam para sinais que podem passar despercebidos e reforçam a importância de observar o conjunto de sintomas para evitar confusão com outras condições respiratórias.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Em períodos de clima mais seco ou com variações de umidade, é comum confundir sintomas de Covid-19 com outros problemas respiratórios. Por isso, é importante prestar atenção aos sinais do corpo para evitar tanto a transmissão do vírus quanto erros no tratamento.

Segundo a revista Parade, um dos sintomas que mais gera dúvida é a dor de garganta, algo frequente nessas condições climáticas, especialmente quando o ar está seco ou com mudanças bruscas de temperatura. O quadro pode ser mais preocupante para pessoas com imunidade baixa, doenças pulmonares ou cardíacas, além de idosos.

“Há relatos de que a dor de garganta tem sido mais frequente com a recente estirpe da Covid”, explica o médico Michael J. Davis. “Quando ocorre, a dor de garganta é mais intensa nos estágios iniciais da infecção. No entanto, geralmente melhora em alguns dias. Espera-se que apresente uma evolução semelhante à de outros casos de faringite viral”, acrescenta.

O epidemiologista Tyler Smith reforça que esse sintoma pode variar bastante. “Existem muitas variações de dor de garganta. Algumas pessoas relatam dores extremamente irritantes, com dificuldade ao engolir. Muitas doenças infecciosas se manifestam dessa forma, dependendo do microrganismo e da pessoa”, afirma.

Mas é possível diferenciar a dor de garganta causada pela Covid de outras condições? Segundo o médico Subhash Verma, isso nem sempre é simples. “A dor de garganta causada pela Covid é semelhante a outras dores virais e geralmente vem acompanhada de outros sintomas, como fadiga, congestão nasal e dor de cabeça. Não há nenhuma sensação específica na garganta que confirme a Covid”, diz.

Já o especialista Steven Goldberg aponta que pode haver algumas diferenças sutis. “Não há uma maneira exata de distinguir. A dor de garganta causada pela Covid tende a ser uma sensação de arranhado, irritação e ardor, geralmente acompanhada de outros sintomas como fadiga, dores no corpo ou congestão nasal.”

Diante disso, a forma mais segura de confirmar o diagnóstico continua sendo o teste para Covid. Observar o conjunto de sintomas também ajuda. “É mais provável que seja Covid quando há febre, fadiga, dores no corpo, dor de cabeça e possíveis sintomas gastrointestinais”, explica Subhash Verma.

Por outro lado, problemas relacionados ao clima seco ou à umidade tendem a causar irritação na garganta, nariz entupido ou escorrendo e espirros, sem febre ou dores no corpo. “Esses quadros não costumam provocar fadiga intensa, o que é mais comum em casos de Covid”, conclui o especialista.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2379745/covid-o-sintoma-comum-que-muita-gente-confunde-nesta-epoca-do-ano

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Estudo alerta para necessidade de doses de reforço contra covid-19

Pesquisa foi realizada na cidade de Toledo, no Paraná

POR AGÊNCIA BRASIL - Um estudo sobre a efetividade da vacina monovalente original contra a covid-19 comprovou uma recomendação já divulgada e defendida por especialistas em imunizações e pelo Ministério da Saúde, mas ainda não seguida por parte dos residentes no Brasil: a dose de reforço é essencial para se proteger contra a doença. A estimativa é que 84% da população no país ainda não recebeu uma dose de reforço da vacina monovalente ou bivalente contra a covid-19.

Para os pesquisadores, apesar de relevante, a proteção de duas doses de vacina monovalente original da Pfizer/BioNTech é de curta duração contra a covid-19 sintomática causada pela variante Ômicron. Conforme o estudo, a efetividade da vacina monovalente original da Pfizer/BionNTech contra infecção sintomática pela variante é de 54%. A potencial proteção das duas doses contra as variantes Ômicron BA.1 e BA.2 alcança 58% e 51%, respectivamente.

A pesquisa foi realizada na cidade de Toledo, no Paraná, entre 3 de novembro de 2021 e 20 de junho de 2022, pelo Hospital Moinhos de Vento, com apoio da farmacêutica Pfizer Brasil, em parceria com a Universidade Federal do Paraná, a Inova Research e a Secretaria Municipal de Saúde. Foi  analisado o comportamento da covid-19 em um cenário em que a cobertura de imunização contra a doença havia sido de 90% nas 4.574 pessoas acima de 12 anos que participaram da amostra.

O estudo destacou ainda que a maior proteção foi notada no período após o recebimento das duas doses, com queda da capacidade de proteção contra infecção sintomática com o passar do tempo. Para os pesquisadores, isso seria um indicativo da necessidade das doses de reforço, e também das formulações adaptadas para assegurar cobertura às mais recentes variantes de Ômicron em circulação.

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quarta-feira, 5 de abril de 2023

A Covid não desapareceu. O que se sabe sobre os sintomas da XBB.1.16

É considerada altamente contagiosa.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A Organização Mundial da Saúde (OMS) está acompanhando de perto o risco da subvariante do SARS-CoV-2 chamada de XBB.1.16, conhecida como Arcturus, que está se espalhando rapidamente em vários países e pode ser mais contagiosa. A OMS afirma que já foi identificada em pelo menos 22 países e pode se tornar "a próxima Ômicron".

Até o momento, pouco se sabe sobre os sintomas dessa variante, embora especialistas acreditem que sejam semelhantes aos da Ômicron. No entanto, há alguns sinais de alerta que devem ser observados. Segundo dados do estudo Zoe Covid, um aplicativo para smartphone lançado pela startup Zoe Limited e pelo King's College de Londres, os sintomas incluem:

1- Coriza;

2- Dor de cabeça;

3- Fadiga (moderada a grave);

4- Espirros;

5- Dor de garganta.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2006586/a-covid-nao-desapareceu-o-que-se-sabe-sobre-os-sintomas-da-xbb116

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Covid exige cuidados no Natal e no Réveillon; veja recomendações de infectologistas

O número de casos e mortes de covid-19 disparou no Brasil

POR NOTÍCIAS AO MINUTOApesar de a OMS (Organização Mundial da Saúde) já ver alguma luz no fim do túnel da pandemia de Covid, a crise sanitária ainda não acabou. Com isso, infectologistas recomendam que alguns cuidados sejam adotados nas festas de fim ano, a exemplo do uso de máscara e vacinação em dia.

"As pessoas perderam o medo, normalizaram a Covid e a tratam como se fosse uma gripe, o que é um erro", afirma Evaldo Stanislau de Araújo, infectologista do Hospital das Clínicas de São Paulo.

"Mesmo as formas leves da doença podem trazer consequências futuras, como danos neurológicos, cardiológicos e respiratórios, além da Covid prolongada. E há possibilidade de a reinfecção levar a formas graves e complicações tardias."

Segundo o mais recente InfoGripe Fiocruz, divulgado na última sexta (16), há uma tendência de aumento de casos de Covid na população adulta de todos os estados do país.

"Se você estiver numa cidade onde a curva de casos ainda é ascendente, as medidas deverão ser mais rígidas. Evite confraternização com muita gente e mantenha as comemorações com as pessoas da mesma casa", afirma Eduardo Medeiros, coordenador científico da Sociedade Paulista de Infectologia.

Leia Também: Brasil tem maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto

De acordo com o médico, de maneira geral, não é necessário suspender as atividades, mas apenas tomar cuidado. Pessoas vulneráveis são mais suscetíveis às formas graves da Covid.

"Idosos acima de 70 anos, imunossuprimidos, doentes crônicos e com problemas pulmonares devem manter distanciamento na hora da alimentação, porque é o momento em que você tira a máscara e na conversa as pessoas eliminam gotículas. Também é aconselhável o uso de máscara no convívio familiar", diz ele.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Brasil tem maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto

Nesta segunda foram registrados 140 mortes por Covid e 29.579 casos da doença

POR NOTÍCIAS AO MINUTOO Brasil atingiu a maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto deste ano, quando ocorriam 139 óbitos por dia. Nesta segunda-feira (19), a média também foi de 139 óbitos por dia, um aumento de 30% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Nesta segunda foram registrados 140 mortes por Covid e 29.579 casos da doença. Com isso, o país chegou a 691.994 vidas perdidas e a 35.943.720 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Leia Também: Brasil tem 49,8% da população vacinada com reforço ou dose adicional

Assim como a média de mortes, a média móvel de casos cresceu. Com aumento de 33% (também em relação ao dado de duas semanas antes), ela agora é de 40.600 pessoas infectadas por dia.

Os dados do Rio de Janeiro continuam não sendo computados devido a problemas no servidor.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 182.371.746 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen, são 172.398.506 pessoas com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 84,89% da população com a 1ª dose e 80,25% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 107.127.299 pessoas já tomaram a terceira dose, e 38.831.798, a quarta.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/1975016/brasil-tem-maior-media-de-mortes-por-covid-desde-30-de-agosto

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Covid-19: Brasil registra 8 mortes e 4,3 mil casos em 24 horas

Atualização de dados foi divulgada nesse domingo

POR AGÊNCIA BRASIL - As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 4.325 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também oito mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesse domingo (20). Doze estados, entre eles, São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal, não tiveram as informações atualizadas pelos respectivos governos, segundo o ministério. . 

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 35.011.534.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 170.321. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de ontem, o total de mortes chegou a 688.928 desde o início da pandemia. Ainda há 3.181 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 34.152.285 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 97,5% dos infectados desde o início da pandemia.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (175.941), Rio de Janeiro (75.944), Minas Gerais (63.908), Paraná (45.465) e Rio Grande do Sul (41.234).

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-11/covid-19-brasil-registra-8-mortes-e-43-mil-casos-em-24-horas

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terça-feira, 8 de novembro de 2022

Homem que estava com covid há mais de um ano finalmente se cura; entenda o caso

Pesquisadores precisaram entender a genética do vírus para conseguir aplicar um tratamento assertivo

POR OLHAR DIGITAL - Finalmente, após 411 dias — aproximadamente 13 meses — testando positivo para covid-19, um homem de 59 anos conseguiu se livrar da infecção. Com a ajuda de pesquisadores britânicos, que analisaram o código genético do vírus em seu organismo, foi possível aplicar um tratamento mais assertivo. O anúncio da cura foi realizado na sexta-feira (4) com um estudo de caso publicado na revista Clinical Infectious Diseases.

A infecção persistente por covid — que difere da chamada covid longa ou episódios repetidos da doença — ocorre em um pequeno número de pacientes com sistema imunológico já enfraquecido. De acordo com Luke Snell, médico especializado em doenças infecciosas do Guy’s and St Thomas’ NHS Foundation Trust (hospital do Reino Unido), esses pacientes podem testar positivo por meses ou até anos com a infecção dando sinais o tempo todo.

Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2022/11/07/medicina-e-saude/homem-que-estava-com-covid-ha-mais-de-um-ano-finalmente-se-cura-entenda-o-caso/

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Brasil ultrapassa 682 mil mortes por Covid e 34,2 milhões de casos

Nas últimas 24 horas foram mais de 21 mil casos

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 202 mortes por Covid e 21.355 casos da doença nesta quinta-feira (18). Com isso, o país chega a 682.276 vidas perdidas e a 34.242.458 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de casos continua em queda e agora é de 17.722 infecções por dia, redução de 34% em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de mortes agora é de 179 por dia, o que significa uma situação de estabilidade (sem variações superiores a 15% em relação a duas semanas antes).

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 180.466.677 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 169.761.296 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 84% da população com a 1ª dose e 79,02% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 101.461.960 pessoas já tomaram a terceira dose e 26.694.967 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. Com a ampliação da faixa etária que pode receber a vacina contra a Covid, o consórcio agora apresenta a população de 3 a 11 anos imunizada. Nessa faixa, a fatia parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 52% e a que recebeu a segunda dose é de 34,56%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/1936056/brasil-registra-202-mortes-por-covid-e-mais-de-21-mil-casos

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quarta-feira, 27 de julho de 2022

Brasil tem 46,7% da população total imunizada com dose de reforço contra a covid

Mais de 44 mil brasileiros receberam a primeira aplicação do imunizantes nas últimas 24 horas

POR NOTÍCIAS AO MINUTOO número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta terça-feira, 26, a 179.738.342, o equivalente a 83,67% da população total. Mais de 44 mil brasileiros receberam a primeira aplicação do imunizantes nas últimas 24 horas, de acordo com os dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e do Distrito Federal.

Do total, 168,8 milhões completaram o esquema vacinal primário (duas doses ou vacina da Janssen), o que representa 78,59% da população total.

Nesta terça, o País registrou quase 83 mil novas pessoas com a segunda dose e apenas 1.602 com a vacina de aplicação única.

A dose de reforço foi aplicada em 100.326.139 brasileiros. A porcentagem de brasileiros com o reforço chegou a 46,7% da população total.

Até o momento, 21,5 milhões de pessoas receberam o reforço extra da quarta dose. Em São Paulo, ela começou a ser aplicada nos moradores com 30 anos ou mais na última segunda-feira.

Considerando todas as notificações, o Brasil administrou mais de 920 mil doses contra a covid nesta terça.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1928453/brasil-tem-46-7-da-populacao-total-imunizada-com-dose-de-reforco-contra-a-covid

sábado, 23 de julho de 2022

Covid ou gripe: como diferenciar as doenças?

POR OLHAR DIGITAL - Uma das maiores dúvidas para quem está com tosse, coriza ou dores de garganta é se os sintomas são a causa de uma gripe comum ou da Covid-19 – isso sem falar da famigerada rinite alérgica.

De acordo com reportagem da BBC News Mundo, ambas as doenças merecem atenção, mesmo estando com a vacinação em dia. Embora apenas um teste possa dar a certeza do tipo de vírus que está causando a condição, segundo especialistas, se você está atualmente sofrendo com algum dos sintomas mencionados (e outros, como dor de cabeça, cansaço, perda de olfato, etc.), é mais provável que você esteja com o coronavírus – levando em consideração a pandemia e o aumento de casos.

CONTINUE LENDO EM: https://olhardigital.com.br/2022/07/22/coronavirus/covid-ou-gripe-como-diferenciar-as-doencas/

terça-feira, 5 de julho de 2022

Veja possíveis efeitos colaterais com quarta dose de vacina contra Covid

Os principais efeitos das quatro vacinas utilizadas no Brasil -Coronavac, Janssen, Pfizer e Astrazeneca- são dor no local da aplicação, sensação febril, mal-estar, dor no corpo e quadro gripal.

POR NOTÍCIAS AO MINUTOFOLHAPRESS) - Com a recomendação da quarta dose de vacina contra Covid-19 para os maiores de 40 anos, podem surgir dúvidas acerca de efeitos colaterais dos imunizantes.

Afinal, quais são as reações esperadas para esses produtos? A quarta dose -ou segundo reforço- pode trazer alguma reação específica? Por que os efeitos colaterais ocorrem?

A Folha de S.Paulo conversou com especialistas para responder a essas e a outras perguntas comuns.

Quais reações são esperadas quando alguém se vacina contra a Covid?

Os principais efeitos das quatro vacinas utilizadas no Brasil -Coronavac, Janssen, Pfizer e Astrazeneca- são dor no local da aplicação, sensação febril, mal-estar, dor no corpo e quadro gripal. Normalmente, esses sintomas desaparecem em até 24 horas, no máximo podendo durar dois dias.

Reações como essas já são conhecidas para outros imunizantes e remédios. "Sugiro ler a bula de alguns antitérmicos para ver as reações que alguns deles podem causar", afirma Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim).

Além disso, não são todas as pessoas que apresentam esses sintomas. De acordo com a bula dos imunizantes, a maior parte desses sintomas mais leves pode ser sentida em torno de 10% daqueles que utilizam os medicamentos.

"A maioria das pessoas não têm nada, e são reações absolutamente normais e significam simplesmente que o sistema imune está reagindo com a vacina", diz Cristina Bonorino, imunologista e professora titular da UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre).

Algumas reações mais incomuns podem ocorrer. Consta da bula da vacina da Pfizer, por exemplo, que de 0,1% a 1% de pessoas que utilizaram o imunizante apresentaram insônia, cansaço físico intenso, suor noturno ou urticária (alergia da pele com forte coceira).

Assim como a Pfizer, as outras três vacinas podem ter reações adversas muito incomuns. "Nenhuma delas causa problemas importantes", afirma Marcos Boulos, professor de infectologia da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

A quarta dose de uma vacina pode trazer algum efeito colateral diferente de outras aplicações?

terça-feira, 28 de junho de 2022

Covid, gripe ou resfriado: sintomas e quando ir ao médico

A Covid-19, a gripe e o resfriado são doenças que afetam o sistema respiratório e que podem ter sintomas parecidos como febre, dor de garganta, nariz entupido ou cansaço. Saiba como identificar se é Covid-19, gripe ou resfriado e quando ir ao médico.

POR TUA SAÚDEA COVID-19, a gripe e o resfriado são infecções virais que afetam o sistema respiratório e, por isso, podem apresentar sintomas muito semelhantes como febre, dor de garganta, nariz entupido e cansaço, por exemplo.

No entanto, existem algumas diferenças entre essas infecções, especialmente na frequência de cada sintoma. Conhecer as principais diferenças entre a COVID-19, a gripe e o resfriado pode ser uma boa forma de saber quando é preciso ir ao hospital ou fazer um tratamento mais diferenciado.

Em qualquer caso, é sempre aconselhado ir ao médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais adequado, especialmente se existirem sintomas muito intensos.

Como diferenciar os sintomas

Apesar de possuírem sintomas semelhantes, a COVID-19, a gripe e o resfriado, apresentam algumas diferenças:

Continue Lendo em: https://www.tuasaude.com/covid-gripe-ou-resfriado/

domingo, 19 de junho de 2022

Covid-19 no Brasil

POR OLHAR DIGITAL - Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o país só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 160 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 88 milhões já tomaram pelo menos a primeira dose de reforço.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Proteção contra ômicron se mantém elevada com 2 doses de vacina de Covid, diz estudo

Os imunizantes se mostraram até agora eficazes em proteger contra hospitalização e mortes por Covid

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Frente à explosão recente de casos de Covid em todo mundo impulsionada pela variante ômicron, muitas pessoas se perguntaram se as vacinas contra Covid continuam eficazes.

A aposta principal dos cientistas era para uma resposta protetora duradoura contra casos graves, hospitalizações e óbitos, gerada por células de memória capazes de controlar a infecção do organismo frente a um invasor.

Apesar de a ômicron gerar uma queda nos anticorpos neutralizantes produzidos após a vacinação, os imunizantes se mostraram até agora eficazes em proteger contra hospitalização e mortes por Covid, principalmente em indivíduos com esquema vacinal primário completo (duas doses ou dose única, no caso da Janssen) ou que receberam doses de reforço.

Agora, uma pesquisa divulgada recentemente comprova que a imunidade de memória, produzida por células de defesa, se mantém elevada contra a ômicron, assim como contra outras variantes.

O estudo, que conta com pesquisadores americanos e holandeses, foi divulgado na última quinta (3) no periódico especializado Science Immunology.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Brasil registra 97,2 mil casos conhecidos de Covid em 1 dia; média móvel passa de 60 mil

País tem 620.609 óbitos e 22.815.827 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de mortes é de 126 por dia e indica alta.

POR G1O Brasil registrou nesta quinta-feira (13) 97.221 novos casos conhecidos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 22.815.827 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 60.072 - a maior registrada desde 29 de junho do ano passado (quando estava em 65.070). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +634%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

O país também registrou 190 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 620.609 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 126. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +29%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Cinco estados não tiveram registro de morte nesta segunda: AC, AL, AP, RN e RR.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

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Ministério prepara pedido à Anvisa para autorizar autoteste de Covid no Brasil

Esse tipo de teste é feito em casa pelo próprio paciente. Testes convencionais estão em falta no país diante do avanço da ômicron.

POR G1Ministério da Saúde preparou nesta quinta-feira (13) o pedido para autorizar o autoteste de Covid-19 no país. O documento deve ser enviado ainda nesta quinta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a nota técnica, o público-alvo é qualquer indivíduo, sintomático ou assintomático, independentemente de seu estado vacinal ou idade, que tenha interesse em realizar a autotestagem.

O ministério orienta que o autoteste seja utilizado de forma complementar, como estratégia de triagem, e que pessoas que testarem positivo devem fazer o isolamento para prevenção de novas infecções. Além disso, a pasta reforça que "a prevenção por vacina e medidas não farmacológicas sejam devidamente recomendadas".

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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Veja o que se sabe sobre a nova variante de Covid, B.1.1.529

Na quarta (24), ela recebeu o "nome" (classificação dentro das linhagens de coronavírus) de B.1.1.529

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - BRUXELAS, BÉLGICA (FOLHAPRESS) - Detectada no começo desta semana, uma nova variante do Sars-Cov-2, que causa Covid, gerou uma grande onda de preocupação em vários países do mundo.

Ainda é cedo para entender seus efeitos sobre o contágio, a gravidade da doença ou a eficácia da vacina, mas, como ela apresenta muitas mutações, governos preferiram se antecipar enquanto forças-tarefa de cientistas trabaham "24 horas por dia" para entendê-la.Veja algumas perguntas e respostas sobre o novo mutante.

Quando ela foi detectada?

Na terça (23), cientistas começaram a chamar a atenção para uma variante com um grande número de mutações, algumas descritas como "terríveis", na proteína S (de spike, ou espícula), usada pelo Sars-Cov-2 para entrar nas células humanas.

Na quarta (24), ela recebeu o "nome" (classificação dentro das linhagens de coronavírus) de B.1.1.529.

Onde ela apareceu?

O sequenciamento foi feito na África do Sul, o que não quer dizer que a variante tenha surgido lá. O país tem investido na vigilância da pandemia e no sequenciamento genético do coronavírus, o que aumenta suas chances de encontrar mutantes.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Imunidade da vacina de covid cai com tempo: quem deve se preocupar mais?

Entenda como o nosso corpo responde a infecções, com a ajuda da vacina, e como é natural que essa proteção diminua com o passar do tempo.

POR G1Médicos britânicos e a Agência de Segurança em Saúde do Reino Unido têm advertido que a redução da imunidade contra a covid-19 pode levar à morte mesmo algumas pessoas que já tomaram as duas doses da vacina contra o coronavírus no país.

A queda da imunidade é esperada e não deve ser motivo para as pessoas não se vacinarem, disse, em agosto, o pesquisador Tim Spector, autor de um estudo que apontou que a proteção oferecida pela vacina da Pfizer, por exemplo, cai de 88% um mês após a segunda dose para 74% após seis meses.

A vacina Oxford/AstraZeneca, por sua vez, cai de 77% para 67% após o quinto mês depois da imunização completa.

Com essas quedas, até onde estamos protegidos?

Primeiro, vamos ressaltar o básico: nosso sistema imunológico tem dois grandes papéis, que são impedir que nos infectemos e, caso isso fracasse, ajudar nosso corpo a se livrar da infecção.

Agora, imagine seu sistema imunológico como se fosse um castelo medieval, rodeado por um exército cruel de coronavírus desesperados para invadir.

Sua primeira linha de defesa é o muro externo, patrulhado por uma legião de arqueiros. Esses são os anticorpos neutralizantes do seu corpo. Se eles conseguirem afastar o exército viral, você não será infectado.

Mas se a muralha e os arqueiros não forem o suficiente, o vírus conseguirá entrar no castelo. Agora, você está infectado.

Mas atenção: ainda há tropas dentro da fortaleza do castelo. Trata-se das células de memória imunitária, os linfócitos B e T. Como cavaleiros, eles podem reunir as tropas, liderar a resposta imune e expulsar os invasores hostis.

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terça-feira, 20 de abril de 2021

Homens com Covid têm risco seis vezes superior de sofrer de impotência

Segundo um novo estudo italiano, homens infectados com o novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19, apresentam um risco seis vezes mais elevado de sofrerem de disfunção erétil

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A pesquisa - denominada 'Vacine-se para que possa ejacular' - foi liderada por Emmanuele A. Jannini, professor de endocrinologia e de sexologia, na Universidade de Roma Tor Vergata, na Itália.

O novo estudo divulgado na publicação científica Andrology, apurou que o risco de disfunção erétil é seis vezes superior em homens que sofreram previamente de Covid-19.

Mais ainda, os investigadores detectaram que a condição, capaz de impossibilitar o desenvolvimento ou manutenção da ereção durante o sexo, pode ser temporária ou persistir a longo prazo.

Números preliminares também indicam que os homens que padecem de disfunção erétil têm mais de cinco vezes de probabilidade de adoecerem com Covid-19.

Apesar dos dados apurados, alguns especialistas afirmam que ainda não existem provas científicas suficientes que indiquem uma ligação direta entre disfunção erétil e o novo coronavírus.

Atualmente, os pesquisadores italianos estão prosseguindo com o estudo de modo a entenderem melhor como as duas condições de saúde podem estar relacionadas.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1796906/homens-com-covid-tem-risco-seis-vezes-superior-de-sofrer-de-impotencia

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Covid: Variante acelera intubação de jovens e SP orienta procurar ajuda no 1º dia de sintomas

Segundo secretário municipal de saúde de SP, jovens estão chegando aos hospitais e sendo intubados em menos de 24 horas. Agravamento rápido da doença pode estar ligado à variante de Manaus, chamada de P.1.

Por BBC - São PauloO avanço da variante P.1, descoberta em Manaus em janeiro, levou a cidade de São Paulo a mudar sua orientação para todos aqueles que forem infectados por coronavírus. Agora, eles devem procurar uma unidade de saúde assim que surgirem os sintomas, e não mais quando eles se agravarem.

Segundo a prefeitura, a mudança tem três motivos, todos associados à nova variante: agravamento rápido do quadro de saúde, mais jovens atingidos e tempo de internação maior.

"Não só o processo de internação é mais longo, a viremia (presença do vírus no sangue), mas o agravamento é muito repentino na P.1. Há relatos do atendimento na ponta de jovens que são internados e em 24 horas já precisam ser intubadas. Literalmente isso", afirmou o secretário municipal de saúde de São Paulo, Edson Aparecido, em entrevista à BBC News Brasil.

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