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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Censo é lançado oficialmente no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro

Cerimônia teve a presença de representantes da OIT e Acnur

POR AGÊNCIA BRASIL - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou hoje (1°), oficialmente, o Censo 2022, no Museu do Amanhã, na Praça Mauá, região portuária do Rio de Janeiro. 

A cerimônia contou com a presença de representantes no Brasil do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Astrid Bant; do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), Federico Martinez Monge; da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Socorro Tabosa; e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), José Ribeiro.

Todos fizeram suas apresentações vestidos com o colete e o boné, que estão sendo usados pelos recenseadores e destacaram a importância da pesquisa demográfica. “Esse projeto contribuirá para o conhecimento da realidade brasileira”, disse Astrid Bant.

Federico Martinez, do Acnur, lembrou que o censo também vai identificar o número de migrantes que vivem no Brasil. “No total, segundo informações oficiais do governo brasileiro residem no país quase 500 mil pessoas refugiadas, solicitantes da condição de refugiadas e apátridas. São pessoas vindas de mais de 121 países”, informou.

Além dos estrangeiros que moram no país, o diretor de pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, destaca que, pela primeira vez, o levantamento vai entrevistar quilombolas, além de indígenas. Segundo ele, para entrar nas terras indígenas, um grupo de recenseadores passou por um período de quarentena para evitar a contaminação dos povos tradicionais.

“É tão importante ter o mapeamento dessa população indígena, quilombola, refugiados, e demais outras tantas camadas da população brasileira, que o IBGE está levantando um questionário especial para os quilombolas, um tratamento específico para as terras indígenas. É um desafio grande porque tem que fazer um questionário com intérpretes durante as entrevistas. Fazer censo no Brasil não é para amador”, disse no evento de lançamento.

O presidente do IBGE, Eduardo Rios Neto, veio a Brasília para acompanhar a entrevista do censo ao presidente Jair Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência da República.

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sexta-feira, 20 de maio de 2022

Divulgado o resultado do concurso para o Censo 2022, do IBGE

Próxima etapa é a convocação e treinamento dos aprovados

POR AGÊNCIA BRASIL - O resultado do processo seletivo simplificado (PSS) do Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi divulgado hoje (20) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), empresa organizadora do concurso.

Os candidatos para as vagas de recenseador, agente censitário municipal (ACM) e agente censitário supervisor (ACS) devem consultar o resultado no site da FGV.

Clique aqui e confira o resultado final dos aprovados para recenseadores.

Para o resultado final de pessoas pretas e pardas aprovadas, clique aqui.

O resultado final de pessoas com deficiência está disponível aqui.

De acordo com o IBGE, nos casos de empate na nota final foi respeitada a área de trabalho, o município e o estado escolhido, sendo o primeiro critério de desempate, em obediência ao Estatuto do Idoso, garantindo a vaga para quem tem idade igual ou superior a 60 anos completos até o último dia de inscrição. O segundo critério foi a nota na disciplina Conhecimentos Técnicos, seguida da nota em Língua Portuguesa e em Ética no Serviço Público. Todos os critérios de desempate constam do edital do processo seletivo.

Convocação

Divulgado o resultado final, a próxima etapa será a de convocação e depois os aprovados serão chamados pelo IBGE para realizar treinamento.

De acordo com o órgão, mais de 621 mil pessoas concorreram às vagas distribuídas em 5.297 municípios do país, que se dividem em 206.891 servidores temporários para o Censo, dos quais 183.021 recenseadores, com treinamento previsto para 18 a 22 de julho; 18.420 para ACS e 5.450 para ACM, ambos com treinamento previsto de 6 a 15 de junho.

“Os demais candidatos aprovados serão mantidos em lista de espera, podendo ser chamados posteriormente, de acordo com o edital. O treinamento para recenseadores terá caráter eliminatório e classificatório e será realizado pelo IBGE em duas etapas: autoinstrução e presencial”, informou o IBGE.

Prova

Quem concorreu à vaga de recenseador precisou responder a 50 questões, sendo 10 de Língua Portuguesa, 10 de Matemática, 5 sobre Ética no Serviço Público e 25 de Conhecimentos Técnicos.

Para ACM e ACS foram 60 questões, divididas em 10 de Língua Portuguesa, 10 de Raciocínio Lógico Quantitativo, 5 de Ética no Serviço Público, 15 de Noções de Administração / Situações Gerenciais e 20 de Conhecimentos Técnicos.

Para o processo seletivo, os candidatos receberam do IBGE uma apostila de conhecimentos técnicos para que eles tivessem acesso às informações necessárias para responder às questões sobre a operação censitária.

O ensino fundamental completo era o requisito para a vaga de recenseador. O profissional ganha por produção e atuará diretamente na coleta das informações, entrevistando os moradores dos domicílios.

Para ser ACM, que gerencia o trabalho do posto de coleta; e ACS, subordinado ao ACM, tem como principal função orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo; a exigência era ter o ensino médio completo. Os salários são de R$ 2,1 mil e R$ 1,7 mil, respectivamente.

Censo 2022

A estimativa do IBGE é de que seja entrevistados cerca de 215 milhões de habitantes, em mais de 70 milhões de domicílios, a partir de 1º de agosto, nos 5.570 municípios do país.

“O Censo revelará as características dos domicílios, identificação étnico-racial, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, deficiência, migração interna ou internacional, educação, deslocamento para estudo, trabalho e rendimento, deslocamento para trabalho, mortalidade e autismo. Realizada a cada dez anos, a pesquisa é a principal fonte de referência sobre as condições de vida da população em todos os municípios do país”, informou o IBGE.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-05/divulgado-o-resultado-do-concurso-para-o-censo-2022-do-ibge

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Censo começa em 1º de agosto, diz IBGE

POR PROGRAMA DO ROCHINHAO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta terça-feira (25) que a coleta de dados do Censo vai começar no dia 1º de agosto deste ano.

Segundo o IBGE, a data originalmente prevista era o dia 1º de junho, mas teve que ser alterada em razão da troca da banca que realizará o concurso para contratar os profissionais do Censo.

Leia Também: Censo 2022: IBGE prorroga as inscrições de concursos para mais de 200 mil vagas

O IBGE confirmou o início da coleta de dados um dia após a sanção do Orçamento da União para 2022, com previsão de mais de R$ 2 bilhões para o Censo.

O Censo deveria ter sido realizado em 2020, respeitando o intervalo de 10 em 10 anos entre uma edição e a seguinte. Mas foi adiado por causa da pandemia de Covid.

FONTE: https://www.radialistarochinha.com.br/2022/01/censo-comeca-em-1-de-agosto-diz-ibge.html

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Guedes diz que Congresso cortou verba para o Censo 2021

Segundo ele, medida reduz transmissão de covid-19 por pesquisadores

POR AGÊNCIA BRASIL - O corte da verba para o Censo 2021 foi decidido pelo Congresso Nacional, disse hoje (28) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, os parlamentares tomaram a decisão para evitar que os recenseadores transmitissem o novo coronavírus.

“Não fomos nós que cortamos o Censo. Quando houve o corte no Congresso, a explicação que nos foi dada é de que o isolamento social impediria que as pessoas fossem de casa em casa transmitir o vírus. Porque é físico, os pesquisadores vão de casa em casa. Então, me pareceu que essa é uma explicação. Vou me informar a respeito”, afirmou Guedes na portaria do ministério.

Guedes fez o comentário poucas horas depois de o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) conceder liminar determinando a realização do Censo 2021. Para Marco Aurélio, a Constituição determina a realização do recenseamento.

“Defiro a liminar, para determinar a adoção de medidas voltadas à realização do Censo, observados os parâmetros preconizados pelo IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], no âmbito da própria discricionariedade técnica”, informou o ministro do Supremo na liminar, pedida pelo governo do Maranhão.

Na semana passada, o Ministério da Economia informou que o Censo, que havia sido adiado para este ano por causa da pandemia de covid-19, não será realizado por falta de verba. Inicialmente, estavam previstos R$ 2 bilhões para a realização da pesquisa, mas, durante a tramitação da lei orçamentária no Congresso Nacional, os parlamentares deixaram R$ 53 milhões, inviabilizando a realização da contagem populacional.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-04/guedes-diz-que-congresso-cortou-verba-para-o-censo-2021

sábado, 13 de abril de 2019

Concurso: IBGE terá três editais com até 250 mil vagas para realização do Censo Demográfico

Censo Experimental começará em breve e já tem 209 vagas autorizadas até o final de abril
Censo é considerado o maior levantamento estatístico
 feito no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
 Estatística, que realizará no próximo ano nova amostragem.
Reprodução / FAEPE
De olho no Censo Demográfico 2020, o IBGE deverá lançar três editais de concurso público, podendo chegar até 250 mil vagas temporárias. A primeira leva já está autorizada e será para 209 oportunidades.

O edital sai até o dia 30 deste mês, de acordo com informações do órgão ao Jornal dos Concursos, e são para os cargos de: agente censitário municipal (4 vagas), agente censitário supervisor (25 vagas) e recenseador (180 vagas).

Para concorrer ao cargo de recenseador é necessário apenas possuir ensino fundamental com remuneração mínima de R$ 1.100. Para agente censitário e supervisor, a necessidade é de ensino médio, com iniciais, respectivamente, R$ 2.400 e R$ 2.000.

Vale lembrar que, além da autorização divulgada, o órgão tem expectativa de liberação de mais 2.250 postos, garantindo um total de 2.459 postos, necessários para a realização do Censo Experimental.

Na última quarta (10), por meio de nota, o IBGE anunciou o objetivo de “realizar um Censo menos custoso” em 2020. Para isso, revisa o orçamento da pesquisa a fim de reduzir em cerca de 25% os gastos inicialmente previstos. Todavia, que vai “garantir a qualidade” do mapeamento “sem perda de informação”. 

O órgão já havia antecipado que pretende oferecer aproximadamente 250 mil vagas temporárias, com a estimativa de um orçamento inicialmente calculado e equivalente a R$ 3,4 bilhões, para a realização do Censo Demográfico 2020.

A última edição do Censo foi realizada em 2010. O IBGE estima que, desde então, a população tenha aumentado em cerca de 10,4%.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Censo mostra que 11% dos alunos do ensino médio deixaram a escola em 2014 e 2015

POR CEARÁ AGORA
A evasão escolar no ensino médio chegou a 11% do total de alunos no período de 2014 a 2015. Segundo dados inéditos do Censo Escolar, divulgados hoje (20), na 1ª série do ensino médio 12,7% dos alunos deixaram a escola no período e na 2ª série a evasão foi de 12,1%.
O 9º ano do ensino fundamental teve 7,7% de evasão e na 3ª série do ensino médio a taxa foi de 6,7%. A evasão é maior nas escolas rurais, em todas as etapas de ensino. O Pará tem a mais alta taxa de evasão em todas as etapas de ensino, chegando a 16% no ensino médio.
Os indicadores de fluxo escolar na educação básica foram divulgados, pela primeira vez pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação. O censo apontou também que a migração para a Educação de Jovens e Adultos é mais expressiva ao final do ensino fundamental, quando chega a 3,2% e 3,1%, no 7º e 8º ano, respectivamente.
Em relação à rede de ensino, a migração é maior na rede municipal nos anos finais do ensino fundamental, quando alcança uma taxa de 3,8%. Já no ensino médio, a migração é mais expressiva na rede estadual de ensino, com 2,2%.
Com informações Agencia Brasil

sexta-feira, 21 de abril de 2017

IBGE Lança Ferramenta Que Mostra os Nomes Mais Populares no País

Olá,
Existem muitos nomes comuns no Brasil, assim como existem muitos nomes diferentes afinal somos milhões de pessoas morando em um país com múltiplas culturas o que ajuda a tornar alguns nomes bem mais populares que outros.
Recentemente o IBGE lançou uma ferramenta gratuita que nos dá acesso para conhecer os nomes mais populares do país, é uma ferramenta de acesso gratuita disponível no site do Censo do IBGE que permite em poucos cliques termos acesso aos nomes mais populares do Brasil, uma maneira interessante de conhecer se realmente temos um nome popular ou até mesmo diferenciado.

Como funciona a ferramenta que mostra os nomes mais populares do país?

Quando imaginamos os nomes mais populares de um país sempre ficamos imaginando a diversidade de nomes que poderemos encontrar, mas na realidade nem sempre é assim, antes era quase que impossível saber quais os nomes mais populares do nosso país, porém com essa ferramenta lançada pelo IBGE fica bem mais prático.
Essa ferramenta pode até mesmo ser usada por futuros pais que gostariam de uma ideia diferenciada para o nome do filho, mas não um nome popular.
Essa ferramenta funciona de maneira bem simples, basta acessar o site do censo do IBGE para fazer sua pesquisa por nome ou por nomes mais populares, refinando a pesquisa para sexos, décadas e até mesmo por estados.

Alguns dos nomes mais populares do Brasil

quinta-feira, 31 de março de 2016

Quase 40% dos docentes não têm formação adequada, aponta censo



Em Brasília

Do total de professores ativos nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio da rede pública, quase 40% não têm qualificação ideal, apontou censo divulgado nesta segunda-feira, 28, pelo Ministério da Educação (MEC). Considerando o fato de que um professor pode lecionar mais de uma disciplina, o índice de docentes em sala de aula com formação inadequada sobe para 53%, assinala o levantamento.
Com o objetivo de diminuir essas taxas, a pasta vai lançar a Rede Universidade do Professor, para estimular os docentes a complementar a formação. Serão disponibilizadas 105 mil vagas já para este segundo semestre, informou o MEC. As inscrições vão de 5 de abril a 5 de maio, por meio da Plataforma Freire.
Baseada em dados de 2015, a pesquisa conclui que a situação mais crítica é a da disciplina de Física, em que 64,7% dos professores se enquadram em um dos seguintes quadros: têm bacharelado, mas não licenciatura; têm licenciatura, mas em área diferente da que ensina; têm curso superior (engenheiro lecionando matemática, por exemplo); ou só têm diploma de ensino médio.
"Se todos os físicos que formamos por ano fossem dar aula - o que não acontece -, levaríamos 11 anos para suprir essa demanda. Esse é o tamanho do problema", disse o ministro, Aloizio Mercadante.
Em Ciências e História, 60% dos professores têm qualificações inadequadas. Em Geografia, o índice é de 62%. "São docentes que podem ter experiência de sala de aula, mas acabam lecionando de forma improvisada, só para completar a grade horária", lamentou o ministro, citando pesquisa da Fundação Carlos Chagas que detectou que apenas 2% dos jovens que concluem o ensino médio desejam ser professores.
A Rede Universidade do Professor vai utilizar vagas que estavam ociosas em universidades e institutos federais para disponibilizá-las a esse grupo de docentes. Serão 24 mil presenciais e 81 mil a distância, por meio da Universidade Aberta do Brasil. "Eles (os docentes efetivos) são a prioridade da prioridade", destacou Mercadante. Se houver necessidade de mais vagas, o MEC vai pactuar com instituições privadas.
Para 2017, a previsão é fortalecer o programa Parfor, de formação de professores, de forma que eles possam cursar as disciplinas exigidas durante as férias da rede pública da educação básica, em uma espécie de curso intensivo. O edital será publicado até o fim deste ano.
FONTE: UOL

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

IBGE abre 1,4 mil vagas de emprego para o Censo Agropecuário 2016

A previsão de duração do contrato é até 31 meses para o Analista Censitário com salário de R$ 7.166

Agência Brasil

IBGE abre 1,4 mil vagas de emprego para o Censo Agropecuário 2016
(Foto: Divulgação)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu nesta terça-feira (26) as inscrições do processo seletivo simplificado com 1,4 mil vagas temporárias para o Censo Agropecuário 2016. As inscrições estarão abertas até 22 de fevereiro pelo site da Fundação Cesgranrio, organizadora.
A realização das provas está prevista para o dia 22 de maio e a divulgação do resultado final para 14 de julho. Do total de vagas, 223 são para Analista Censitário e 700 para Agente Censitário Administrativo, distribuídas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal; e 486 vagas para Agente Censitário Regional, em 459 municípios de 24 estados.

Para todas as funções, há vagas reservadas a pessoas com deficiência e pessoas negras ou pardas. Os candidatos às vagas de Analista Censitário devem ter nível superior e para os cargos de Agente Censitário Administrativo e Agente Censitário Regional é necessário o Ensino Médio completo.
A previsão de duração do contrato é até 31 meses para o Analista Censitário com salário de R$ 7.166; de 22 meses para o Agente Censitário Administrativo, com remuneração de R$ 1.560; e 16 meses para o Agente Censitário Regional, que receberá R$ 3 mil.
O contrato inclui ainda auxílio-alimentação e auxílio-transporte, assim como férias e 13º salário proporcionais. O contratado será avaliado mensalmente nos primeiros três meses e nos últimos três meses de trabalho.
As renovações e rescisões dos contratos serão condicionadas ao cronograma da coleta de dados e aos resultados da avaliação de desempenho do contratado. O edital do processo seletivo, publicado no dia 21 de janeiro no Diário Oficial da União , também pode ser consultado no portal do IBGE . 
O valor da inscrição é R$ 120,00 para a função de Analista Censitário; R$ 35,00 para a função de Agente Censitário Administrativo e R$ 50,00 para a função de Agente Censitário Regional.

FONTE: CORREIO 24 HORAS

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Escolaridade leva à internet no País


PESQUISA

Escolaridade leva à internet no País


Acesso à rede mundial de computadores é maior em casas com chefes de família com ensino superior

O estudo foi feito de fevereiro de 2011 até o mesmo mês de 2012 em dez regiões metropolitanas do Brasil e cidades com mais de 50 mil habitantes FOTO: KID JÚNIOR

Brasília A escolaridade influencia mais na adesão à internet em um município brasileiro do que a renda média da população. De acordo com o estudo Target Group Index, realizado pelo Ibope, em famílias de igual renda, a presença da internet é maior quando uma pessoa tem mais escolaridade.

Entre as famílias com renda mensal de R$ 300 a R$ 600, por exemplo, o acesso à rede mundial de computadores é de 10% entre as quais o chefe do domicílio é analfabeto ou tem apenas instrução primária. Já nas casas com essa mesma renda, mas com um membro da família com ensino superior, a penetração da internet chega a 50%.

A pesquisa Target Group Index avaliou o comportamento de consumo de 20 mil pessoas entre 12 e 75 anos. O estudo foi feito de fevereiro de 2011 até o mesmo mês de 2012 em dez regiões metropolitanas do Brasil e cidades com mais de 50 mil habitantes do Sul e Sudeste, que apresentam uma melhor infraestrutura de acesso à internet.

Conforme José Calazans, analista do Ibope, a pesquisa foi aplicada em cidades maiores, pois elas sofrem menos influência da infraestrutura. "Quando a infraestrutura é eficiente, a influência da escolaridade fica mais clara", explicou.

Dados do Censo
Para comprovar a influência da escolaridade no acesso à internet no Brasil, o Ibope aplicou esse conhecimento sobre todos os municípios por meio dos dados do Censo 2010, do IBGE. O levantamento concluiu que quanto maior for a renda e a escolaridade da cidade maior será a penetração da web. Segundo Calazans, a cada R$ 50 acrescentados à renda média da população do município, cresce um ponto percentual o índice de adesão à rede.

No entanto, o Ibope encontrou cidades que fogem da média nacional - apesar de renda ou escolaridade baixa, o acesso à web é maior do que a esperada. Municípios pequenos do Nordeste conseguem ter um acesso à web maior do que seus vizinhos pela população mais escolarizada. Essas cidades costumam ser próximas a universidades.

Um exemplo é Lucrécia (RN), distante 290 km de Natal. Pela renda média (R$ 673 por família), a cidade deveria ter 13% de suas casas com internet. Enquanto o acesso chega a 15% dos domicílios. Segundo o Censo 2010, 65% da população não têm instrução, mas 5% já concluíram a faculdade. 


FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1227427

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