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sexta-feira, 19 de março de 2021

Sem piratear: veja opções de sites para assistir a filmes online grátis

Por Olhar DigitalVocê sabia que é possível assistir a filmes online grátis sem recorrer à pirataria? No entanto, é muito mais fácil cair na tentação quando se tem à disposição um universo de torrents ou sites que oferecem lançamentos gratuitos a um clique. Continue Lendo...

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4 opções de site para você assistir a filmes online grátis

1. LGBTFlix

2. NetMovies

3. Pluto TV

4. SPCine Play

quarta-feira, 17 de março de 2021

Melhor que Netflix? Veja 10 opções de plataformas para assistir a filmes online

Por Olhar DigitalAssistir a filmes online deixou de ser um grande sacrifício para a sua banda larga ou uma grande cruzada de pirataria. Com tantas opções disponíveis no mercado, existem sites e serviços de streaming dedicados a públicos específicos e com uma variedade de preços e acervos. Continue Lendo...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Somente Deus é capaz de frear a pirataria, diz estudo

Um estudo na Austrália procurou saber se existe alguma relação entre religião e pirataria.

TECH INVESTIGAÇÃO

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Descubra quais foram os filmes mais 'pirateados' do ano

Ainda que 2015 tenha sido um ano lucrativo para o cinema, a indústria ainda tem de combater a ‘pirataria’ que cresce cada vez mais



TECH INTERNET


A Variety lançou a lista com os 14 filmes mais pirateados de 2015. Entre a lista figuram alguns títulos de 2014.

Em 2014, ‘O Lobo de Wall Street’ estava no topo da lista com pouco mais de 30 milhões de downloads. Se fosse este ano, o filme não entrava no ‘top dez’ dos mais ‘pirateados’ do ano.
Conheça a lista dos filmes mais ‘pirateados’ de 2015:
14. ‘Divertida Mente’ (22.734.070 downloads)
13. ‘Minions’ (23.495.140 downloads)
12. ‘San Andreas’ (26.792.863 downloads)
11. ‘Focus’ (26.792.863 downloads)
10. ‘Kingsman - Serviço Secreto’ (filme de 2014, 30.922.987 downloads)
9. ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’ (31.001.480 downloads)
8. ‘O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos’ (filme de 2014, 31.574.872 downloads)
7. ’50 Sombras de Cinza’ (32.126.827 downloads)
6. ‘Sniper Americano’ (filme de 2014, 33.953.737 downloads)
5. ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ (36.443.244 downloads)
4. ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ (36.881.763 downloads)
3. ‘Os Vingadores: Era de Ultron’ (41.594.159 downloads)
2. ‘Velozes & Furiosos 7’ (44.794.877 downloads)
1. 'Interestelar’ (filme de 2014, 43.762.310 downloads)
FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/tech/171666/descubra-quais-foram-os-filmes-mais-pirateados-do-ano

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Pirataria causa perda de R$ 800 mi

ONLINE

Pirataria causa perda de R$ 800 mi

05.01.2015

Somente no Natal, o comércio eletrônico de itens falsificados pode ter crescido entre 25% e 30%

NEG 4
Entre os setores mais denunciados por itens piratas na internet, está o de perfumaria
FOTO: WALESKA SANTIAGO
São Paulo. O Brasil perdeu ao menos R$ 800 milhões com a venda de produtos piratas pela internet em 2014. Os dados se referem ao período de janeiro ao início de dezembro, sem computar as vendas de Natal. Na melhor época do ano para o comércio, estima-se que tenha havido uma expansão de 25% a 30% no comércio eletrônico de itens falsificados ou contrabandeados, em relação ao Natal de 2013.
Os dados são do Fórum Nacional de Combate à Pirataria (FNCP), que recentemente lançou o “piratômetro” (www.clickoriginal.org), um portal para empresas e consumidores denunciarem o comércio pela internet de produtos falsificados ou de origem suspeita - a maior parte vinda da China, com preços subfaturados. O fórum é integrado por 32 entidades.
O “piratômetro” foi desenvolvido em parceria com uma empresa que atua no setor de combate a fraudes bancárias e funciona com um sistema semelhante ao do impostômetro da Associação Comercial de São Paulo. O site publica, a partir de informações mapeadas em alguns segmentos, as perdas com a pirataria. Entre os setores campeões de denúncia no site estão perfumaria e cosméticos, brinquedos e medicamentos.
Varejo tradicional
No comércio tradicional (vendas de lojas físicas), a perda com o comércio ilegal de produtos deve chegar a R$ 30 bilhões em 2014, considerando 13 segmentos da indústria, afirma Edson Vismona, que preside o fórum.
“O Brasil é um mercado que desperta forte interesse, seja para quem quer vender produtos legais ou ilegais, e, no comércio online, o crescimento é vertiginoso. Os sites chineses estão aproveitando essa oportunidade e já alcançam a liderança no mercado brasileiro”, diz ele.
Segundo Vismona, a audiência desses sites cresceu 79% no País só no último ano. “O consumidor tem de ter atenção, desconfiar de preços fantásticos, daqueles que vendem sem nota fiscal”, afirma o executivo.
Valores
Levantamento do FNCP mostra, por exemplo, que amortecedores do Fiat Cinquecento são vendidos por US$ 2 a unidade, quando adquirido um pacote com 200 unidades no Alibaba. O site diz que o produto é “genuíno”.
O site AliExpress (Alibaba) informou, em nota, que é uma plataforma de e-commerce “neutra e transparente” e que incentiva os consumidores a dar sua opinião diretamente aos vendedores. “Qualquer um que identificar um produto falsificado ou de venda restrita ou proibida pode fazer uma denúncia à equipe do AliExpress por meio da opção ‘denunciar produto’ disponível nas páginas de produtos”, diz a nota enviada pelo site. 
FONTE:
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/pirataria-causa-perda-de-r-800-mi-1.1164405

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Pirataria ainda atinge 40,4 milhões no Brasil

APESAR DE QUEDA

Pirataria ainda atinge 40,4 milhões no Brasil

04.12.2014

Somente na 3ª Região Fiscal, que inclui o Ceará, foram apreendidos, até outubro, R$ 13, 9 mi em produtos neste ano

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Mesmo com a redução do consumo, DVDs e CDs lideram o ranking de itens piratas mais procurados, com 64,1% e 56,9%, respectivamente
FOTO: ANDRÉ LIMA
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De acordo com a Receita, a mercadoria destruída é reciclada e aquelas que podem ser aproveitadas são leiloadas
FOTO: AGËNCIA BRASIL
Mesmo apresentando queda pelo terceiro ano consecutivo, o consumo de produtos piratas é uma prática que ainda atinge 40,4 milhões de brasileiros, segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ). No último mês de agosto, 27,9% da população compraram mercadorias falsificadas, o menor índice desde o início do levantamento, em 2006, quando foi registrado 42,1%.
De acordo com a Receita Federal, de janeiro a outubro deste ano, o total de apreensões na 3ª Região Fiscal, que engloba Ceará, Piauí e Maranhão, somou R$ 13, 9 milhões. "Os itens que mais se destacaram foram cigarros e similares, com participação de R$ 6,4 milhões, além de óculos de sol, com R$ 4,7 milhões", informa o superintende do órgão, Moacyr Mondardo Júnior.
O Dia Nacional de Combate à Pirataria foi celebrado ontem, 3 de dezembro. Os dados da entidade classista revelam que há motivos para comemorar. Em 2011, mais da metade dos brasileiros consumiam produtos piratas e agora, em 2014, menos de um terço da população tem esse hábito, mostra o levantamento.
Para o economista da Fecomércio-RJ, Christian Travassos, a pesquisa deste ano traz uma boa notícia e uma alerta. O fato positivo é que a pirataria física, aquela que a população brasileira é acostumada a presenciar em ruas e praças de centros comerciais, está em baixa.
"A cada ano, menos consumidores compram CDs, DVDs, programas de computador, entre outros produtos falsificados, no Brasil. Isso é muito bom sob o ponto de vista da segurança pública e do ordenamento urbano. Agora, a migração da pirataria física para a internet exige que novas ferramentas de controle na web sejam desenvolvidas e que a legislação acompanhe a velocidade com que esse movimento ocorre. Do contrário, empresas, governos e sociedade continuarão a ter prejuízos pela ação desse mercado paralelo", afirma Travassos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

COMPRAMOS PIRATARIA PORQUE É BARATO


COMPRAMOS PIRATARIA PORQUE É BARATO

Realizado um estudo pela Society for Consumer Research (GfK), usando como base os usuários do extinto site Kino.to, mostra que os consumidores de pirataria não são exatamente os grandes criminosos descritos por grandes empresas. A pesquisa confirma que a maioria dessas pessoas usa arquivos ilegais como uma espécie de “amostra”, adquirindo o produto original caso considere sua qualidade aceitável. O estudo mostra que usuários frequentes de sites que contém pirataria costumam comprar mais DVDs e frequentam mais salas de cinema do que aqueles que não recorrem a meios considerados ilegais. O trabalho destaca que pessoas desse tipo são mais adeptas a comprar ingressos durante o fim de semana, período em que normalmente os preços são mais elevados.  “Nós não esperávamos por isso”, afirmou um dos funcionários da GfK que prefere permanecer no anonimato. 
Segundo os pesquisadores, a Federação Nacional de Cinema Alemão (HDF) se posicionou contra o projeto desde o início. A pressão deste e de outros grupos foi tanta que os resultados foram suprimidos pelas companhias que encomendaram o estudo, que está trancafiado em um local apelidado de “armário venenoso”. Uma fonte ligada ao GfK afirma que o estudo completo pode nunca ver a luz do dia, já que a companhia tem como política não revelar detalhes sobre as pesquisas que faz para seus clientes. O funcionário afirma que a conclusão geral do trabalho é a de que pessoas que baixam filmes tem um interesse mais aguçado por cinema, o que resulta no consumo de uma quantidade maior de produtos legalizados.

Read more at http://www.variedades1.com/2012/12/compramos-pirataria-porque-e-barato.html#eTwE4bybwthG2GQ9.99 


FONTE: http://www.variedades1.com/2012/12/compramos-pirataria-porque-e-barato.html


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Brasil é 5º país em download ilegal de músicas; conheça os mais pirateados


Apesar da pirataria, lucros com a venda de música digital aumentaram
O Brasil é o quinto país com o maior número de downloads ilegais de arquivos de música na internet, segundo uma pesquisa feita pelo serviço de monitoramento musical Musicmetric.
O levantamento, batizado de Index de Música Digital, analisou a localização e o volume de downloads de músicas por Torrent – o método mais comum usado para baixar arquivos digitais – durante os seis primeiros meses de 2012.
Os Estados Unidos encabeçam a lista de pirataria de música online, com mais de 96 milhões de downloads. A Grã-Bretanha aparece em segundo lugar com cerca de 43 milhões e o Brasil, em quinto, com mais de 19 milhões de downloads, atrás da Itália e do Canadá.
Em todo o mundo, mais de 3 bilhões de músicas foram baixadas a computadores usando Torrent – protocolo que permite que pedaços do arquivo sejam baixados de forma compartilhada e aleatória, sendo reconstituídos no final do processo – durante o período coberto pela pesquisa.

Surpresa

De acordo com a pesquisa, o disco Talk that talk, da cantora americana Rihanna, foi o mais baixado no mundo – mais 1,2 milhão de vezes. Álbuns da cantora britânica Adele e do belga Gotye também estão entre os cinco mais populares globalmente.
Mas a surpresa é o fato de que o DJ americano de música eletrônica Billy Van aparecer como “o mais baixado” em cinco dos 20 primeiros países da lista – incluindo Brasil, Índia, Romênia e Grécia.
Um dos motivos pelos quais o fenômeno pode ser explicado, de acordo com a própria Musicmetric, é o fato de o EP do DJ, The Cardigan, estar licenciado para distribuição gratuita pela rede Torrent.
Isso fez com que o disco fosse enviado gratuitamente a todos os que faziam o download do programa para baixar os arquivos de música em torrent.
Graças a distribuição gratuita com programa de downloads, DJ americano é mais baixado no Brasil
“Foi uma estratégia interessante para promover o disco de Billy Van, mas não quer dizer que ele seja realmente o mais popular em todos esses países”, disse a Musicmetric à BBC Brasil.
A organização prevê ainda que até 2015, o Brasil ultrapasse a Grã-Bretanha e chegue ao segundo lugar mundial na pirataria de arquivos digitais de música. No entanto, a Musicmetric afirma que isso “não é necessariamente ruim”.
“O crescimento dos downloads no Brasil mostra que as pessoas estão interessadas nisso. O fato de que 19 milhões músicas são baixadas ilegalmente não quer dizer que as pessoas não comprariam essas músicas.”
“O que vimos pelo mundo é que onde existe a presença de lojas de música online como iTunes e Spotify, o número de downloads cresce menos. As evidências mostram que as pessoas usarão as alternativas legais que são oferecidas a elas”, declarou a organização.

Correio do Brasil


FONTE: http://potenginainternet.blogspot.com.br/2012/09/brasil-e-5-pais-em-download-ilegal-de.html

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