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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Trump cogita nomear filho Eric embaixador no Brasil, em troca com Eduardo

Segundo fontes do governo brasileiro, proposta deverá se concretizar caso nomeação do filho de Bolsonaro para embaixada em Washington se confirme
Eric Trump é um dos cinco filhos de Donald Trump e o
terceiro com Ivana Zelníčková Foto: Leah Millis
 / Reuters/28 
8-2019
BRASÍLIA — Em um movimento diplomático inusitado na história recente da diplomacia mundial, o presidente Donald Trump poderá designar para assumir a embaixada dos Estados Unidos em Brasília um dos seus cinco filhos, Eric , irmão de Ivanka , assessora influente do pai.

Segundo fontes do governo brasileiro, Eric Trump viria para o Brasil se o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) for nomeado embaixador em Washington, como o seu pai e presidente Jair Bolsonaro indicou ontemque pretende fazer. Por coincidência, Eric tem a mesma idade de Eduardo, 35 anos.

Eric Trump e Eduardo Bolsonaro, juntos em evento
 no clube de Mar-a-Lago, na Flórida, em fevereiro Foto:
Reprodução/Facebook 
A informação é que essa possibilidade estaria muito mais condicionada ao Brasil —  país que não tem tradição de nomeações políticas para as principais embaixadas, ao contrário dos Estados Unidos, onde a comum a indicação de doadores de campanha e políticos fora da carreira diplomárica. Segundo fontes envolvidas no assunto, o envio dos filhos dos dois presidentes para assumir as respectivas embaixadas consolidaria as relações bilaterais.

Uma fonte comentou que o que mais se ouve em Washington é que a atuação da embaixada brasileira é "muito protocolar, burocrática e apagada".
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Qual é o papel dos EUA na crise na Venezuela?

 Além de se fortalecer internamente e como um dos líderes mundiais mais poderosos, Trump também depende do petróleo de Maduro
© Reuters
papel dos Estados Unidos na crise política, econômica e social vivida pela Venezuela tem sido questionado após negativa da chamada ajuda humanitária oferecida pelo país norte-americano e aliados na América do Sul, como o Brasil. Afinal, os Estados Unidos estão preocupados com o fornecimento do petróleo pela Venezuela ou querem de fato ajudar o povo venezuelano?

No último final de semana, o governo do presidente Donald Trump liderou o envio de toneladas de alimentos e medicamentos para as fronteiras da Venezuela com o Brasil, em Pacaraima (RR), e com a Colômbia, em Cúcuta, a pedido do autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. As fronteiras, no entanto, foram fechadas por ordem de Nicolás Maduros e os veículos carregados foram incendiados, pois o chavista considerou que a ajuda humanitária era um meio de invadir o seu país.

"Quando os EUA colocam na fronteira do Brasil e da Colômbia os caminhões de ajuda humanitária e o governo venezuelano reage, matando pessoas na fronteira, poderíamos ver a construção de um argumento para justificar a invasão", explicou ao site Guilherme Casarões, professor do Centro de Relações Internacionais da FGV (Fundação Getúlio Vargas). Ele, no entanto, garante que "isso não quer dizer que os EUA só estão ajudando a Venezuela para forçar uma guerra". 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Trump e Kim apertam as mãos e iniciam cúpula inédita

É a primeira vez na história que líderes dos dois países se encontram
© Reuters
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ditador norte-coreano Kim Jong-un se cumprimentaram em um encontro na manhã desta terça-feira (12) - noite de segunda-feira no Brasil -, em Singapura. O aperto de mãos foi o início de uma reunião histórica após tensões e ameaças de ambos os países.Essa é a primeira vez que um presidente dos EUA se reúne com um líder da Coreia do Norte. O encontro dos líderes aconteceu no hotel Capella, na ilha de Sentosa.

Após posarem para fotos, Trump e Kim Jong-un se dirigiram a um salão para a reunião. O presidente norte-americano declarou que espera que o encontro seja um "sucesso", e o norte-americano reagiu com um sorriso. Objeto de idas e vindas ao longo das últimas semanas, a cúpula havia sido cancelada pelos americanos no fim de maio, sob a alegação de que Pyongyang dera amostras de "franca hostilidade" em relação aos EUA.

No entanto, no último dia 1º, Trump disse que Kim Jong-Un está "comprometido com a desnuclearização" de seu país e que eles estão "construindo um bom relacionamento". Um acordo entre os países ainda pode selar o fim oficial da Guerra da Coreia, que marcou a separação da península coreana e terminou há 65 anos, mas sem um acordo de paz. Com informações da Folhapress.
FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Trump autoriza Nasa a enviar astronautas de volta à Lua

(Foto: Divulgação / Apollo 11)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na segunda-feira, 11, um decreto que autoriza a agência espacial norte-americana, a Nasa, a enviar astronautas de volta à Lua. O plano é que o satélite da Terra sirva de base para uma futura missão tripulada a Marte.
Durante o anúncio do decreto, Trump disse que "desta vez, não vamos apenas plantar nossa bandeira e deixar nossa pegada, mas vamos estabelecer a fundação para uma eventual missão a Marte e talvez muitos outros mundos", reportou a CNN.
Trump também disse que o objetivo do decreto é voltar o foco da Nasa à exploração espacial, e que o futuro retorno à Lua servirá para manter os EUA numa posição de liderança nessa área. "O espaço tem muitas aplicações, inclusive aplicação militar", disse ainda o presidente.
Por enquanto, porém, a assinatura do decreto não parece estabelecer ações práticas para uma nova missão à Lua. Não foi divulgada qualquer mudança no orçamento anual da Nasa e nem datas previstas para novas missões tripuladas ao astro mais próximo da Terra. A última passagem de humanos pela Lua foi em 1972.
No ano passado, o então presidente dos EUA, Barack Obama, chegou a dizer publicamente que o foco do governo era levar astronautas a Marte até 2030. Em julho deste ano, porém, um porta-voz da Nasa disse que uma viagem ao planeta vermelho permanecia incerta devido a restrições orçamentárias mantidas por Obama e Trump.
Paralelamente a isso, empresas privadas têm feito seus próprios planos para chegar a Marte. A Boeing, conhecida por montar aviões de grande porte para viagens comerciais, disse que quer levar humanos ao planeta vermelho até 2022; enquanto a SpaceX, do bilionário Elon Musk, quer instalar uma colônia humana em Marte até 2024.
FONTE: Olhar Digital

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Jornal dos EUA diz que Bolsonaro é o 'Trump brasileiro'

© Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Deputado irá se candidatar à Presidência em 2018
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Após o deputado Jair Bolsonaro aparecer em segundo lugar em pesquisas de intenções de votos à Presidência, o jornal norte-americano "Quartz" publicou uma comparação entre o brasileiro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que também era tido como candidato improvável nas eleições à Casa Branca em 2016.

"A eleição de Trump ensinou aos norte-americanos que qualquer candidato, não importa o quanto ele pareça, deve ser levado a sério por todos antes que seja tarde demais", diz o texto.
De acordo com a publicação, embora a população dos EUA não conheça a história de Bolsonaro, ela é parecida com a do republicano e, portanto, "os brasileiros precisam entender isso agora".
O deputado, que representa o Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados do Brasil, tem feito reivindicações racistas, homofóbicas e xenófobas desde que entrou na política em 1988."Eu não tento agradar a todos. Eu não sou bom, mas os outros são muito ruins. Eles tentam me derrubar, mas continuo a subir nas pesquisas", declarou o brasileiro ao portal "Vice News".

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Trump é a personalidade do ano pela revista Time

© Reuters

'É uma grande honra. Isso significa muito', disse o republicano em entrevista à emissora NBC

O presidente eleito dos Estado Unidos, Donald Trump, foi escolhido pela revista americana Time como a personalidade do ano. O magnata agradeceu e disse se sentir honrado.

"É uma grande honra. Isso significa muito" declarou o republicano em entrevista ao programa Today Show, da NBC.
Com uma campanha eleitoral marcada por polêmicas, Trump já trabalha a todo vapor para assumir a liderança do país.

Na mesma entrevista, ele reconheceu que o país está dividido e prometeu fazer grandes anúncios ainda nesta quarta-feira (7), de acordo com O Globo.
 

domingo, 20 de novembro de 2016

Obama intercede a favor de Trump: 'Deem-lhe tempo'

O atual presidente sublinhou que o jeito de que políticos realizam sua campanha eleitoral nem sempre coincide com o jeito de governar o país

© REUTERS/Kevin Lamarque
POR NOTÍCIAS AO MINUTO - O presidente dos EUA, Barack Obama, apelou à América Latina e ao mundo que não pensem no pior e deem tempo ao presidente eleito, Donald Trump.

"A minha mensagem fundamental para vocês e a com que eu me apresentei na Europa: simplesmente não pensem no pior", disse Obama que se encontra no Peru para participar da cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico.
Ele sublinhou que é necessário dar uma chance a Donald Trump para que ele possa estudar todos os assuntos e definir qual será a estratégica da sua administração. O atual presidente sublinhou que o jeito de que políticos realizam sua campanha eleitoral nem sempre coincide com o jeito de governar o país.
"Esperem para a nova administração começar a trabalhar…E aí vocês podem tirar conclusões, se esta administração corresponde aos interesses da comunidade internacional, que consistem em viver em paz e bem-estar", adicionou Obama, citado pela Reuters.
O republicano Donald Trump venceu as eleições presidenciais dos EUA em 8 de novembro. Ele assumirá a presidência depois da tomada de posse, que está marcada para 20 de janeiro de 2017.
Com informações do Sputnik Brasil. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Eleição de Trump causa protestos nas nos EUA e deixa presos e feridos

Ao menos 5 mil pessoas foram às ruas em Nova York, onde trinta pessoas foram presas na manifestação

© Eduardo Munoz / Reuters

Na noite seguinte à eleição do republicano Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, dezenas de cidades tiveram manifestações contrárias à decisão das urnas.


De acordo com a agência EFE, ao menos 5 mil pessoas foram às ruas em Nova York (foto) na noite desta quarta-feira (9). Os manifestantes se concentraram em frente à Trump Tower, aos gritos de "não é meu presidente". De acordo com a polícia, 30 pessoas foram detidas por desordem.

Em Seattle, ao menos cinco pessoas ficaram feridas após um homem atirar contra manifestantes.De acordo com o Seattle Times, duas das vítimas correm risco de morrer. No entanto,chefe de polícia de polícia da cidade, Robert Mener, afirma que o tiroteio não tem relação com o protesto. "[O tiroteio] não é relacionado ao protesto, ele parece ter sido causado por uma discussão acalorada", afirmou.

Outras cidades onde também houve manifestação são: Filadélfia (Pensilvânia), Chicago (Illinois), Atlanta (Geórgia), Boston (Massachusetts), Denver (Colorado), Austin (Texas), Portland (Oregon), Seattle (Washington), Nova Orleans (Louisiana) além da capital, Washington.

Na Califórnia, Los Angeles, San Francisco e San Diego também registraram protestos, e alguns habitantes do estado pedem saída do pais. Todas as cidades são redutos democratas onde Hillary Clinton venceu Trump.

Em Richmond (Virgínia), cidade onde mora o senador Tim Kaine, candidato derrotado à vice-presidência, manifestantes quebraram vidros da sede do Partido Republicano.


Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Leia a íntegra do 1º discurso de Trump como presidente eleito dos EUA

"Que noite maravilhosa. Foram dois anos maravilhosos, e amo este país", disse o futuro presidente dos EUA

© REUTERS/Andrew Kelly
Logo após ter atingido o número mínimo de delegados para ser eleito, Donald Trump discursou em Nova York. Abaixo, a íntegra:



"Obrigado. Muito obrigado, a todos. Desculpem-me por fazê-los esperar. Negócio complicado, complicado. Obrigado, muito obrigado.Acabo de receber um telefonema da secretária Clinton. Ela nos congratulou. Isso é sobre nós. Por nossa vitória, e eu a congratulei, e à sua família, por uma campanha muito, muito disputada.
Porque, pessoal, ela batalhou muito. Hillary trabalhou por muito tempo, com muito afinco, por um longo período, e temos uma dívida de gratidão para com ela por seu serviço ao nosso país.
Eu o digo com sinceridade. Agora é hora de os Estados Unidos curarem as feridas da divisão, de promover a união. A todos os republicanos e democratas e independentes de todo o país, digo que é hora de nos unirmos como um só povo.

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