Márcio Padrão
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
Muitos paulistas estão se deparando com uma nova realidade com a crise no setor hídrico dos últimos meses: armazenar água em baldes, bacias, cisternas, banheiras e qualquer canto possível, seja para resistir aos horários sem água nas torneiras ou mesmo se prevenir se a seca chegar em casa. Mas pais de bebês e crianças pequenas que estiverem fazendo isso precisarão redobrar os cuidados.
Segundo dados do Ministério da Saúde, os afogamentos são a primeira causa de morte entre crianças entre 1 a 4 anos e a segunda entre 5 e 9 anos, atrás apenas de acidentes de trânsito. Outro levantamento da Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) mostra que dos casos de afogamentos infantis, 25% ocorrem não em praias, rios ou piscinas, mas por queda em baldes e outros volumes menores de água.